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<title>Novo Volkswagen Jetta GLi é flagrado em testes no interior de São Paulo</title>
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<description><![CDATA[      O modelo esportivo faz parte de uma promessa da marca de retomar a produção de versões mais esportivas, iniciada com o lançamento do Nivus GTS. Novo Volkswagen Jetta GLI em testes
Vinicius Montoia/g1
Após o lançamento do Nivus GTS, a Volkswagen já se prepara para introduzir um novo modelo esportivo no mercado brasileiro: o Jetta GLi. O sedã chega para substituir a versão atual, vendida por R$ 250.990 em configuração única.
O sedã foi visto com camuflagem na Rodovia Governador Carvalho Pinto, próximo à cidade de São José dos Campos (SP).
Novo Volkswagen Jetta GLI em testes
Esse tipo de disfarce é comum na indústria automotiva e permite que certos elementos do carro sejam visíveis, ao mesmo tempo que oculta os principais traços do modelo não lançado.
A Volkswagen já lançou o novo Jetta GLi em outros mercados, como o México. Com as semelhanças no design, é possível comparar o modelo em testes no Brasil com a versão esportiva já apresentada no exterior. (veja abaixo)
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Novo Jetta GLi 2025 é flagrado em SP
Vinicius Montoia/g1
Novo Jetta GLi já é vendido no México
Com base no modelo lançado no México, o Jetta GLi apresenta uma grade frontal mais estreita, novos faróis de LED e a mesma barra iluminada já vista no Nivus GTS.
Outra alteração está no friso vermelho, que agora foi reposicionado para a parte inferior da dianteira do Jetta GLi. Além da nova localização, ele está mais espesso, o que o torna mais visível.
Jetta GLi 2026 por fora
Nas laterais, destaca-se a mudança nas rodas, que mantêm as 18 polegadas de diâmetro, mas agora apresentam acabamento em tom escurecido.
No interior, poucas mudanças foram feitas no acabamento e também na motorização. No México, o Jetta GLi mantém o motor 2.0 turbo já utilizado na versão atualmente vendida no Brasil. Esse propulsor entrega 231 cv de potência e 35,7 kgfm de torque, operando com uma transmissão automática de dupla embreagem e sete marchas.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
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<title>Volkswagen Tera chega em julho, com preços de R$ 99.990 a R$ 142.290; veja ficha técnica e versões</title>
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<description><![CDATA[      Modelo chega para ser o SUV mais barato da marca alemã e brigar com Citroën Basalt, Fiat Pulse e Renault Kardian. Veja quais são as principais novidades do novo Volkswagen Tera
Acabou o mistério: os preços, ficha técnica e versões do novo Volkswagen Tera foram finalmente revelados neste domingo (25). O modelo chega às concessionárias em julho, com opções que variam de R$ 99.990 a R$ 142.290.
O Tera estreia como o SUV mais barato da montadora alemã, para brigar com modelos como Citroën Basalt, Fiat Pulse e Renault Kardian.
No evento de lançamento, a Volkswagen apresentou todas as versões do modelo, incluindo a topo de linha com o pacote opcional Outfit, que incorpora elementos visuais e recursos de assistência à condução, como ocorre com o Volkswagen Nivus.
O pacote com tecnologias ADAS tem preço de R$ 2.839 e inclui frenagem autônoma de emergência, controle de cruzeiro adaptativo, assistente de permanência em faixa e alerta de ponto cego.
Veja no vídeo acima tudo o que já foi revelado sobre o modelo e entenda, nesta reportagem, quais são as expectativas em torno do novo SUV da Volkswagen.
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Motorização
O Tera utiliza os mesmos motores do hatch Polo, oferecendo duas opções: o 1.0 MPI aspirado, com 84 cv e 10,3 kgfm de torque, e o 1.0 TSI 170 turbo de três cilindros, que entrega 116 cv e 16,8 kgfm de torque.
Versões
O SUV será oferecido nas tradicionais versões da linha Volkswagen:
MPI: R$ 99.990;
TSI: R$ 116.990;
Comfort: R$ 126.990;
High: R$ 139.990;
High com pacote Outfit The Town Edition: R$ 142.290.
A seguir, confira os detalhes de cada versão:
MPI
A versão de entrada tem acabamento mais simples, motor aspirado e câmbio manual de cinco marchas. Apesar disso, já vem equipada com seis airbags de série.
Ele conta com frenagem autônoma de emergência (mesmo com câmbio manual), detector de fadiga, retrovisores elétricos, faróis e lanternas de LED, painel digital de 8 polegadas, piloto automático com limitador de velocidade, sensores de estacionamento traseiros, vidros elétricos nas quatro portas e central multimídia Volks Play.
As rodas são de aço de 15 polegadas com calotas. No interior, não há revestimento em tecido nas portas — o acabamento é todo em plástico rígido.
TSI
A versão TSI, com preço de R$ 116.990, traz rodas de liga leve de 16 polegadas, volante multifuncional e detalhes em tecido no painel. O motor é turbo, com 116 cv.
Como opcional, há o pacote VW Play Connect, central multimídia com conexão à internet, por R$ 1.590. Também é possível optar por rodas de liga leve de 16 polegadas por R$ 1.720.
Comfort
A versão Comfort, também com motor TSI, vem equipada com rodas de 16 polegadas com acabamento diamantado e câmbio automático com borboletas atrás do volante para trocas de marcha.
Nessa configuração, o Tera já inclui a central Volks Play Connect com acesso à internet. O serviço é gratuito por 12 meses. Após esse período, a assinatura custa R$ 24,90 por mês.
VW Tera é ofertado em três novas cores: azul ártico, prata lunar e vermelho hypernova
Divulgação | Volkswagen
High
A versão High acrescenta rodas de 17 polegadas, iluminação ambiente no painel, ar-condicionado digital automático, painel de instrumentos de 10,25 polegadas, acabamento em black piano, bancos com revestimento em couro sintético, câmera de ré e carregador por indução para celular.
O pacote opcional ADAS, com recursos avançados de assistência à condução, está disponível a partir desta versão e custa R$ 2.829.
High com pacote Outfit The Town Edition
Nesta versão, as rodas de 17 polegadas têm acabamento escurecido, e os bancos recebem o exclusivo revestimento Outfit, com couro sintético em tom degradê, conferindo ao interior um aspecto mais sofisticado.
Os assentos dianteiros são inteiriços — ou seja, com encosto de cabeça integrado. O design, o conforto e a textura do material proporcionam uma experiência agradável e refinada.
Central multimídia flutuante é novidade no Tera, pois Polo, Nivus, Virtus e T-Cross possuem ecrã integrado ao painel
Divulgação | Volkswagen
À frente do motorista, está o já conhecido painel de instrumentos digital de 10 polegadas, presente em toda a linha VW. O volante é o mesmo utilizado no Nivus.
A central multimídia agora adota o estilo “tela flutuante”, com a borda destacada do console, em vez de integrada ao painel. Essa configuração confere um visual mais moderno ao interior e ajuda a evitar o superaquecimento.
Ali também está a única parte com uma faixa de couro – bastante pequena — abaixo da tela. O carro avaliado possuía carregador de celular por indução. Também oferece duas portas USB-C para recarga de dispositivos móveis, porém não conta com saídas de ar-condicionado para os ocupantes do banco traseiro.
Ficha técnica
Construído sobre a mesma plataforma do Polo e do Nivus, o Tera se posiciona como um SUV subcompacto. Entre os principais rivais, ele deve ser o modelo com maior comprimento.
A seguir, confira as principais diferenças entre os três modelos, considerando as versões topo de linha com motor turbo:

Tera tenta aproveitar bom momento da Volkswagen
A Volkswagen vive um bom momento no Brasil desde maio de 2023, quando alcançou a liderança mensal entre as principais fabricantes do país entre os automóveis mais vendidos (excluindo comerciais leves).
Em abril daquele ano, a empresa alemã ocupava a terceira colocação (com 14,93%), atrás de Chevrolet (15,69%) e Fiat (16,8%). Em maio de 2023, as posições se inverteram e a Volkswagen conquistou o primeiro lugar com 17,80% de mercado. 
Naquele ano, houve a reestilização do seu hatch de entrada, o Polo. E, desde então, o SUV T-Cross também despontou em vendas, e aparece como o SUV mais vendido do mercado.

O Tera também aproveita do fato de que os SUVs representarem hoje a maior fatia de mercado entre todos os segmentos de automóveis. 
Os utilitários esportivos abocanham 53,81% de mercado até abril deste ano, enquanto os hatches pequenos -- como Fiat Argo e VW Polo -- ficam com 23,9%, segundo a Fenabrave.
Mesmo somando hatches de entrada (como Mobi e Kwid), a divisão ainda ficaria de 53,81% de SUVs contra 30,45% de hatches.
&quot;O segmento de SUVs é extremamente importante no Brasil. Essa categoria conquistou 24% do mercado no ano passado e, este ano, deve chegar a 30% de tudo que é emplacado no Brasil&quot;, afirma o presidente da Volkswagen, Ciro Possobom.
“Nós vendemos três milhões de unidades do Fusca, sete milhões do Gol e já alcançamos um milhão de unidades comercializadas do Polo. Esperamos ter o mesmo sucesso com o Tera.” ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Chinesa GAC chega ao Brasil com 5 carros entre híbridos e elétricos; veja quais são e preços</title>
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<description><![CDATA[      Modelos custam a partir de R$ 169.990 e serão vendidos em 83 pontos físicos no Brasil. Eles partem de SUVs médios e vão até sedãs luxuosos. Chinesa GAC chega ao Brasil com 5 carros entre híbridos e elétricos; veja quais e preços
Depois de um período de gestação de nove meses no Brasil e firmar acordos com universidades brasileiras, a fabricante chinesa GAC (Guangzhou Automobile Group Motor) anunciou nesta sexta-feira (23) o início das vendas no país para o próximo sábado (24).
As vendas começarão em 33 concessionárias distribuídas pelo país, além de 50 pontos de atendimento em shoppings. A marca projeta expandir sua presença física para 200 unidades até 2027.
Ao contrário de concorrentes como BYD e GWM, a novata terá todo tipo de motor: são carros elétricos e híbridos neste momento, com promessa de modelos a combustão no futuro. 
Agora, são cinco carros confirmados, com preços entre R$ 169.990 e R$ 299.990. O portfólio inclui desde compactos, para peitar o BYD Dolphin, até veículos de luxo com portas que se abrem para cima, como faz o Tesla Model X.
Confira abaixo quais são os primeiros carros da marca chinesa que chegam ao Brasil.
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GAC Aion Y, um SUV colorido
GAC Aion Y
divulgação/GAC
O Aion Y é um carro totalmente elétrico com motor capaz de gerar 204 cv, junto de 23 kgfm de torque, que chega ao Brasil por R$ 174.990 na versão Premium e R$ 184.990 na Elite. O veículo tem a mesma potência do BYD Dolphin Plus, versão mais completa e forte do hatchback compacto da rival também chinesa.
No Brasil, o veículo tem bateria de 63,2 kWh para rodar 318 km com uma carga.
Por fora, o visual lembra as linhas laterais de um Dolphin Plus, mas com espaço mais generoso. São 4,53 metros de comprimento e 2,75 metros de entre-eixos, números que fazem o GAC Aion Y flertar com o que seria uma minivan.
GAC Aion Y
Na frente, a luz de rodagem diurna (DRL) também quer holofotes e para isso tem desenho que lembra uma asa para cada lado do carro. Mesmo sendo um veículo de motorização menos empolgante, o Aion Y tem maçanetas escamoteáveis.
Elas deixam a lateral do carro mais lisa e são raras em veículos deste porte, sendo mais comuns em modelos com alguma pegada esportiva, justamente por melhorarem a eficiência aerodinâmica do automóvel.
O Aion Y chama atenção pelo uso de cores. Em um dos modelos, a pintura amarela divide espaço com a caixa de roda em um cinza, indo para o prateado.
GAC Aion Y por dentro
Por dentro, o Aion Y pode ser vendido com os bancos na cor branca, enquanto acabamento das portas e colunas é preto e o apoio do braço, parte dos assentos, do volante e até o meio do painel frontal estão pintados de verde.
Para além da gama de cores, o Aion Y segue a cartilha de veículos chineses mais equipados e isso significa:
📺 Central multimídia de 14,6 polegadas, com visual de um grande tablet;
⚡ Carregamento de celular por indução;
💨 Filtro de ar;
⚠️ Alerta de ponto cego;
🔥 Ventilação e aquecimento dos bancos da frente;
⚙️ Console central limpo, sem comandos físicos e nem o câmbio.
Ficha técnica do GAC Aion Y:
Motor: elétrico;
Potência: 204 cv;
Torque: 22,9 kgfm;
Autonomia: 318 km;
Comprimento: 4,53 metros;
Largura: 1,87 metro;
Altura: 1,65 metro;
Entre-eixos: 2,75 metros;
Peso: 1.727 kg.
GAC Aion ES, sedã que quer o mercado do BYD King
GAC Aion ES
divulgação/GAC
Ainda no pacote dos modelos 100% elétricos, o Aion ES é um sedã mais pé no chão que o Aion Y e que chega ao Brasil em versão única, por R$ 169.990.
Ele tem a frente com grade fechada, em visual com curvas típicas de carros chineses. O carro também tem maçanetas escamoteáveis, mas reduz o tamanho DRL e tem traseira com linhas retas entre as lanternas — que lembram, de certa forma, o sedã híbrido BYD King.
GAC Aion ES
A autonomia da bateria é de 314 quilômetros, mas o que chama atenção neste sedã é a eficiência energética. O Aion ES gasta 21% menos energia para andar a mesma distância percorrida pelo Aion Y Plus, pela medição do Inmetro (0,57 MJ/km para o Aion Y Plus e 0,45 MJ/km para o Aion ES).
Por dentro, diferente do Aion Y Plus, o ES é sóbrio e conservador. Todo acabamento é monocromático e a central multimídia é visivelmente menor e simples. Seus comandos, junto do ar-condicionado, voltam para botões externos e o console central também retorna acionamentos manuais, como o câmbio.
Ficha técnica do GAC Aion ES:
Motor: elétrico;
Potência: 136 cv;
Torque: 22,9 kgfm;
Autonomia: 314 km;
Comprimento: 4,81 metros;
Largura: 1,88 metro;
Altura: 1,54 metro;
Entre-eixos: 2,75 metros;
Peso: 1.658 kg.
GAC Aion V, SUV com cara mais quadrada de Jeep
GAC Aion V
divulgação/GAC
Outro modelo totalmente elétrico é o GAC Aion V, que chega ao Brasil em versão única, por R$ 214.990. Ele tem visual mais quadrado, robusto e com lateral típica de um Range Rover. As maçanetas seguem escamoteáveis e requinte vai para dentro do veículo.
Ele tem geladeira entre os bancos da frente, acabamento em couro sintético na cor laranja, massagem para quem vai nos bancos da frente, iluminação em LED colorido e comandos de voz para substituir parte dos controles físicos, todos acompanhados pelo chip Qualcomm SA8155P.
Este chip é da mesma fabricante dos mais potentes processadores para celular Android. O modelo escolhido pela GAC suporta exibição simultânea de conteúdo em até três telas, todas em resolução 4K, além de trazer conectividade 4G embarcada.
Ficha técnica do GAC Aion V:
Motor: elétrico
Potência: 204 cv
Torque: 24,4 kgfm
Autonomia: 389 km
Comprimento: 4,60 metros;
Largura: 1,87 metro;
Altura: 1,68 metro;
Entre-eixos: 2,77 metros;
Peso: 1.920 kg.
GAC Aion V
Hyptec HT, SUV luxuoso que lembra Tesla Model X
O único modelo da lista sem o nome Aion é o Hyptec HT e isso faz sentido. Ele é o SUV de grandes proporções, podendo trazer as mesmas portas que abrem para cima e que estão no Tesla Model X. Ele é o carro mais caro deste lançamento, custando R$ 299.990 e R$ 349.990 para que as portas estilo gaivota estejam presentes.
A semelhança com a Tesla vai também para câmeras apontadas para diversos ângulos. Assim como no Model X, o objetivo é entregar maior controle para os sistemas de piloto automático.
Hyptec HT
divulgação/GAC
Por fora, a iluminação do DRL contam com linhas que lembram um diamante e o formato do farol tem um quê das curvas adotadas pelo Porsche Macan. O conjunto elétrico entrega 241 cv de potência e 31,5 kgfm de torque.
As baterias de 72.7kWh entregam energia suficiente para o carro circular por 362 quilômetros com uma carga. 
Hyptec HT
O modelo é tão espaçoso e pesado, que a eficiência energética é a mais baixa deste trio. Ele consome 0,58 MJ/km, mesmo número alcançado por outro SUV grande, o Mercedes-Benz EQA250.
Todo o acabamento é feito em couro napa e o luxo fica presente em:
😴 Assentos da frente contam com seis ajustes elétricos, podendo ser esticados para uma soneca mais confortável;
🌬️ Ventilação e aquecimento dos bancos;
💆 Massagem para piloto e passageiro da frente;
💺 Quatro posições distintas para o apoio de pernas.
O sistema de som utiliza Dolby Atmos em 22 alto-falantes espalhados pela cabine, enquanto a central multimídia tem 14,6 polegadas e o painel de instrumentos para o motorista tem 8,8 polegadas.
Ficha técnica do Hyptec HT:
Motor: elétrico
Potência: 245 cv
Torque: 31,5 kgfm
Autonomia: 362 km
Comprimento: 4,93 metros;
Largura: 1,92 metro;
Altura: 1,70 metro;
Entre-eixos: 2,93 metros;
Peso: 2.090 kg.
GAC GS4, um híbrido pleno
GAC GS4
divulgação/GAC
Diferente dos carros acima, o GS4 (chamado de Emkoo lá fora) é um veículo híbrido, que chega ao Brasil por R$ 189.990 na versão Premium e R$ 199.990 na Elite. O sistema escolhido para a motorização é o híbrido pleno, onde o próprio carro garante a carga necessária para reduzir o consumo de combustível.
Carros disponíveis no Brasil e que utilizam esta tecnologia são Toyota Corolla Cross, Ford Maverick e Honda Civic, todos em versões híbridas. 
O GAC GS4 é menor que os outros lançamentos, com 4,68 metros de comprimento e tem a frente mais chamativa de todas, com grade desenhada em ângulos retos, mas de forma mais “escondida” que automóveis concorrentes.
Ficha técnica do GAC GS4:
Motor: híbrido pleno, com motor 2.0 aspirado a gasolina
Potência: 235 cv (182 cv do elétrico + 140 cv do a combustão)
Torque: 30,59 kgfm do elétrico e 18,35 kgfm do a combustão
Consumo: 14,1 km/l na cidade e 11,8 km/l na estrada
Comprimento: 4,68 metros;
Largura: 1,90 metro;
Altura: 1,66 metro;
Entre-eixos: 2,75 metros;
Peso: 1.641 kg.
GAC GS4
Quem é GAC?
Completamente nova no mercado nacional, a GAC (Guangzhou Automobile Group Motor) é a quinta maior fabricante de automóveis da China. Atuando desde 1955, a empresa não apenas desenvolve seus próprios veículos, como também fabrica para marcas japonesas como Mitsubishi, Honda e Toyota.
A GAC também mantém parceria com a BYD. Juntas, as duas montadoras chinesas colaboram no desenvolvimento e na produção de ônibus destinados ao mercado chinês.
Em 2023, a GAC vendeu 2,52 milhões de veículos na China e emprega atualmente cerca de 110 mil pessoas. A meta da montadora é atingir 4,75 milhões de unidades comercializadas e alcançar um lucro estimado em US$ 137 bilhões até 2030.
Para isso, a empresa tem investido fortemente na expansão internacional. Esse movimento começou em 2021 e, atualmente, a empresa já está presente em países do Oriente Médio, Europa, Ásia, África e América Latina — incluindo mercados como Chile, Bolívia e Panamá. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
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<title>BYD supera vendas da Tesla na Europa pela 1ª vez, diz consultoria</title>
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<description><![CDATA[      Em vendas globais, a BYD já acumula dois trimestres de vendas superiores aos carros comercializados pela Tesla. De janeiro a março de 2024, foram 336.681 unidades da Tesla vendidas, contra 416.388 modelos da rival chinesa. BYD Dolphin GS
divulgação/BYD
A BYD vendeu mais veículos elétricos na Europa do que a Tesla pela primeira vez, de acordo com levantamento da empresa de análise de mercado Jato Dynamics.
Foram 7.231 carros totalmente elétricos da BYD vendidos na Europa em abril, enquanto a Tesla marcou 7.165 unidades emplacadas, informou a companhia de pesquisa de mercado — assim, a BYD ultrapassou a Tesla em 0,92% no período.
&quot;Este é um momento decisivo para o mercado de automóveis da Europa, especialmente quando você considera que a Tesla liderou o mercado europeu de BEV por anos, enquanto a BYD só iniciou oficialmente as operações além da Noruega e da Holanda no final de 2022&quot;, disse o analista global da Jato Dynamics, Felipe Muñoz.
A demanda por veículos elétricos na Europa permanece estável. Os licenciamentos de carros movidos exclusivamente a bateria (BEV) aumentaram 28% em abril em relação ao ano passado, em grande parte impulsionados pelas marcas chinesas de automóveis.
Apesar da imposição de tarifas pela União Europeia sobre os veículos elétricos fabricados na China, os emplacamentos desses carros aumentaram 59% no mês em relação ao ano anterior, enquanto as montadoras da Europa, Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos registraram um crescimento de 26%.
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BYD vem superando a Tesla
Antes de superar a rival americana em vendas na Europa pela primeira vez, a BYD já havia acumulado algumas vitórias contra a Tesla.
Recentemente, a BYD ultrapassou a Tesla em vendas de veículos elétricos pelo segundo trimestre consecutivo. Entre janeiro e março deste ano, a marca dos Estados Unidos vendeu 336.681 veículos em todo o mundo, contra 416.388 unidades fabricadas pela BYD.
A Tesla não vende seus carros diretamente no Brasil, mas há importações. No primeiro trimestre deste ano, foram apenas dois veículos da marca trazidos para o país, contra 21.685 emplacamentos de modelos da BYD, segundo dados da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).
Fraca demanda da Tesla
A montadora norte-americana teve a primeira queda de vendas anuais no ano passado e analistas esperam outra queda este ano, após um declínio de 13% no primeiro trimestre. Na Europa, a retração é ainda maior.
Nos primeiros três meses de 2024, 36.167 emplacamentos de carros da Tesla foram registrados na União Europeia, uma queda de 45% na comparação com os 65.774 do mesmo período em 2024, segundo os dados da ACEA.
Musk disse no início desta semana que a Tesla já havia recuperado as vendas, e que a demanda era forte em outras regiões além da Europa.
As opiniões políticas de Musk provocaram ondas de protestos contra a Tesla nos EUA e na Europa, levando a uma queda nas vendas da marca.
Além disso, as paradas de produção para preparar as fábricas da Tesla para a produção do crossover Model Y redesenhado causaram uma queda montagem e nas vendas de veículos da empresa no primeiro trimestre.
Analistas também atribuíram a queda nas vendas ao fato dos clientes estarem esperando que as versões mais baratas do novo Model Y, o veículo mais vendido da Tesla, se tornem mais amplamente disponíveis. ]]></description>
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<title>É #FAKE que Código de Trânsito Brasileiro considere que acidente entre carro e moto seja atropelamento</title>
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<description><![CDATA[      Alegação falsa voltou a viralizar. Senatran explica ainda que &#039;não há qualquer fundamento legal ou técnico para classificar um acidente entre carro e motocicleta como atropelamento&#039;. É #FAKE que acidente entre carro e moto é atropelamento
Reprodução
Voltou a circular nas redes sociais uma mensagem afirmando que uma batida entre carro e moto não é colisão, mas, sim, atropelamento. É #FAKE. 
selo fake
g1
🛑 O que diz a publicação falsa? 
O conteúdo voltou a circular em dezenas de posts idênticos no Facebook em maio de 2025. O texto contém as expressões: 
&quot;Denatran - esclarecimento importantíssimo. Se você bater em uma moto, ou uma moto bater em seu carro, não será uma simples colisão de trânsito. Você é enquadrado no art. 303, do CTB. São pencas e pencas de TCOs do art. 303, do CTB, que chegam por mês, principalmente envolvendo moto taxistas... esses são os piores, pois vão querer te cobrar os prejuízos da moto e os dias que ficou parado sem ganhar dinheiro. Abalroamento em moto não é colisão. É atropelamento!. Faça boletim de ocorrência!!!&quot; Orientação para quem tem carro! E para amigos de quem tem!!!&quot;.
⚠️ Por que o post é fake?
Embora a recomendação de fazer o boletim de ocorrência e registrar provas seja válida, a alegação de que todo abalroamento (colisão) com moto configura atropelamento é falsa. Em abril de 2023, o Fato ou Fake desmentiu que a lei considera colisão entre moto e carro como atropelamento. Postagens com este teor circulam nas redes sociais pelo menos desde 2012.
O Fato ou Fake voltou a procurar a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran). Ao contrário do que sugere na primeira linha, a mensagem falsa não tem respaldo da Senatran nem do extinto Departamento Nacional de Trânsito (Denatran).
A Senatran explica ainda que &quot;não há qualquer fundamento legal ou técnico para classificar um acidente entre carro e motocicleta como atropelamento&quot; e esclarece que esses conceitos estão descritos na norma 10.697 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT): atropelamento é o impacto de um veículo contra pessoa ou animal; e colisão é o impacto entre dois veículos, ambos em movimento ou um em movimento e outro parado. 
&quot;Portanto, quando há impacto entre um carro e uma motocicleta, o correto é caracterizar o evento como colisão, não como atropelamento&quot;, diz o órgão.
📝 O que a Senatran recomenda?
A Senatran recomenda que, em caso de acidente com possível vítima, o condutor preste socorro imediatamente, acione o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ou Bombeiros e registre um boletim de ocorrência, conforme previsto no Artigo 176 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB).  O não cumprimento dessas obrigações pode ser caracterizado como infração gravíssima e, em alguns casos, como crime.
O  condutor de carro tem a obrigação de tomar providências para garantir assistência à vítima, mesmo que ela recuse atendimento imediato. Caso não consiga prestar socorro diretamente, é necessário acioná-lo por meio das autoridades competentes, sob pena de incorrer no crime previsto no Artigo 304 do CTB. 
Ao se envolver em uma colisão com moto, mesmo que pareça não haver feridos no local,  a recomendação é que o motorista sinalize o local, acione os serviços de emergência, registre o ocorrido e permaneça no local até a chegada da autoridade de trânsito, sempre que possível. Deve-se fazer isso mesmo que não haja feridos aparentes.
A Senatran explica que o enquadramento do motorista no artigo 303 do CTB ocorre quando o condutor, por imprudência, negligência ou imperícia, causa lesão corporal. Esse enquadramento não é automático: a apuração das circunstâncias é responsabilidade da autoridade policial.
É #FAKE que acidente entre carro e moto é atropelamento
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
<media:keywords>FAKE, que, Código, Trânsito, Brasileiro, considere, que, acidente, entre, carro, moto, seja, atropelamento</media:keywords>
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<title>É #FAKE que abastecer com motor frio garante entrada de mais combustível no veículo</title>
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<description><![CDATA[      Ao Fato ou Fake, professor de engenharia mecânica explicou que temperatura do motor não tem influência nenhuma nesse &#039;rendimento&#039;; veja a explicação em detalhes. É #FAKE que abastecer com motor frio garante mais combustível
Reprodução
Circula nas redes sociais um post viral dizendo que abastecer o carro com o motor frio garante a entrada de uma quantidade maior de combustível. É #FAKE. 

g1
✅ Como a checagem chegou ao Fato ou Fake? 
Leitores sugeriram por meio do nosso WhatsApp, +55 (21) 97305-9827.
🛑 O que diz a publicação falsa? 
Publicado no Instagram em 14 de maio de 2025, o post acumula mais de 89 mil curtidas. O texto diz: &quot;Nem em mil anos eu iria saber disso!! Você sabia que quando você abastece o seu carro com o motor frio você vai ter muito mais gasolina do que quando você abastece com motor quente?&quot;. 
A publicação é acompanhada de um vídeo com um homem que mostra dois galões sendo abastecidos por bombas de combustível – um deles tem mais espuma que o outro. O homem afirma: &quot;Nem em mil anos eu iria saber disso. Olha só, esse cara aqui fez um teste. [Para ver a diferença que há] Quando as pessoas abastecem o carro com o motor quente e com o motor frio. [O galão que está para] Este lado aqui é com o motor quente, e do outro lado aqui é com o motor frio&quot;. 
E conclui: &quot;Ou seja, se você abastecer o seu carro no período da noite, quando o carro já está frio, você vai ter um abastecimento igual a esse aqui [menos espuma]. Quando você abastece durante o dia, é isso aqui [mais espuma]. Você vai pagar o mesmo valor. Porém, vai ter mais espuma ali dentro do tanque. E, aí, você sabia disso?&quot;. Essa &quot;versão brasileira&quot; aproveita um conteúdo publicado originalmente em espanhol. 
⚠️ Por que a publicação é falsa?  
O Fato ou Fake mostrou o vídeo ao professor de engenharia mecânica do Instituto Mauá de Tecnologia Clayton Zabeu. Veja, abaixo, o que a explicação que ele deu. 
No abastecimento real (em postos de gasolina), a temperatura do motor do carro não tem influência nenhuma na forma como o bico da bomba despeja o combustível. Ou seja, não importa se o motor está quente ou frio: a quantidade que entra no tanque será a mesma. 
O vídeo viral mostra dois galões sendo abastecidos, sendo que um deles (o da esquerda) fica com mais espuma. Mas essa diferença depende da forma como o líquido é bombeado até o bocal. A espuma pode se formar, principalmente, por causa da &quot;entrada de ar&quot; nos dutos – e, novamente, não tem relação com a temperatura do veículo.
Além disso, o vídeo não deixa claro se os dois galões estão recebendo o mesmo tipo de líquido: os bicos são de cores diferentes – e não é possível saber se, de fato, são combustíveis idênticos sujeitos a condições diferentes de temperatura e/ou bombeamento.
Já houve, no passado, discussões sobre o impacto da temperatura do tanque do posto – e não do tanque do carro. Como a gasolina &quot;dilata&quot; com o calor, a hipóteses era a de que, em dias mais quentes, o combustível iria se expandir um pouco, fazendo volume parecer maior em comparação com o abastecimento noturno. 
Em tese, esse efeito é real – mas essa variação é muito pequena. Clayton Zabeu deu um exemplo. Suponha que o tanque do veículo seja abastecido com 50 litros de gasolina e que a elevação de temperatura do combustível no tanque do posto seja de 4°C entre a noite e o dia (um valor de variação diária considerado bem alto para um tanque subterrâneo). 
Nesse caso, o combustível se &quot;expandiria&quot; apenas em 190 mL, se fosse abastecido à noite, em relação ao volume abastecido durante o dia. O número é bastante inferior à tolerância de medição da Agência Nacional de Petróleo (ANP), que é de 250 mL (0,5%) para o volume de 50 litros.
É #FAKE que abastecer com motor frio garante mais combustível
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
<media:keywords>FAKE, que, abastecer, com, motor, frio, garante, entrada, mais, combustível, veículo</media:keywords>
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<title>Novo Pulse: Fiat aposta em design mais esportivo, mas mantém performance; veja detalhes</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/novo-pulse-fiat-aposta-em-design-mais-esportivo-mas-mantem-performance-veja-detalhes</link>
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<description><![CDATA[      Modelo é considerado porta de entrada para mercado de SUVs no Brasil e ganhou toques de sofisticação, porém motorização não teve novidade.  Conheça o Pulse 2026
A Fiat anunciou, nesta terça-feira (20), uma de suas apostas para o segundo semestre deste ano: o Pulse 2026. Ele é considerado a porta de entrada para o mercado dos SUVs no Brasil. 
Sob o pretexto de uma pegada mais esportiva, o novo carro passou por uma renovação da parte dianteira. A versão top de linha também ganhou um toque de sofisticação: o teto panorâmico. 
Em termos de performance, o veículo mantém as configurações do modelo anterior, com opções de motores turbo e híbrido para incrementar a potência. 
Segundo a montadora, a previsão é que o Pulse esteja disponível na rede a partir de junho de 2025. No entanto, o preço dele ainda é um mistério e só deve ser divulgado nos próximos dias. 
Galerias Relacionadas
Veja, abaixo, todos os detalhes sobre o Pulse 2026: 
Redesign parcial
O desenho frontal do Pulse 2026 foi completamente repaginado. A nova dianteira está mais geométrica e imponente. 
A grade inferior, chamada de skidplate, ficou mais larga e ganhou linhas verticais, enquanto o para-choque recebeu dois apliques laterais com acabamentos que variam conforme a versão, além das entradas de ar funcionais. 
Já os protetores de para-lamas receberam frisos aerodinâmicos, o que deu um toque mais esportivo ao SUV compacto.  
Entretanto, a parte traseira não recebeu nenhuma atualização e continua lembrando a do Argo. 
Versões 
O Pulse 2026 estará disponível em cinco versões. São elas:
Pulse Drive 1.3 Manual 
Pulse Drive 1.3 Automático
Pulse T200 Automático
Pulse Audace T200 Automático Hybrid
Pulse Impetus T200 Automático Hybrid
O carro tem três opções de motorização: o 1.3 Firefly, o T200 e o T200 Hybrid (veja ficha técnica mais abaixo). As configurações são basicamente as mesmas do modelo anterior. 
Em termos estéticos, o interior do Drive 1.3 ficou escurecido, assim como a Audace, que ganhou um novo tecido e reestilização nas rodas de liga leve aro 16. 
Já a versão top de linha, Impetus, tem painel de portas em couro. A opção do pacote Sunroof adiciona teto panorâmico e farol de neblina. 
Do ponto de vista de segurança, o modelo segue oferecendo o Sistema Avançado de Assistência ao Condutor (ADAS) a partir da versão Audace como opcional e padrão na Impetus, em um pacote que inclui frenagem automática de emergência, assistente de permanência em faixa e a comutação dos faróis.
As opções de cores do Pulse na linha 2026 são: Preto Vulcano, Branco Banchisa, Vermelho Monte Carlo, Prata Bari, Cinza Strato, Cinza Silverstone e Azul Amalfi (exclusiva para as versões híbridas). A Audace oferece teto bicolor por meio de opcional, enquanto a Impetus traz esta pintura de série.
Equipamentos e opcionais 
🚘 Drive 1.3 Manual
Motor Firefly 1.3 aspirado
Transmissão manual
Cluster 3,5’’
Multimídia 8,5’’
A/C digital
Barras de teto
Farol em LED
Retrovisores elétricos
Maçaneta na cor preta
Rodas de Aço 16’’
Bancos em tecido
Opcional: pacote Plus que inclui rodas de liga leve 16’’, sensor de estacionamento e câmera de ré
🚘 Drive 1.3 Automático
Itens da versão anterior (Drive 1.3 MT) somados a:
Transmissão automática
Modo Sport
Piloto Automático
Maçaneta na cor da carroceria
Opcional: pacote Plus que inclui rodas de liga leve 16’’, sensor de estacionamento e câmera de ré
🚘 Turbo 200 Automático
Itens da versão anterior (Drive 1.3 Automático) somados a:
Motor T200
Rodas de liga leve 16’’
Opcional: rodas de liga leve 17’’
🚘 Audace Turbo 200 Hybrid Automático
Itens da versão anterior (Turbo 200 Automático) somados a:
Motor T200 Hybrid
Banco bipartido
Câmera de ré e sensor de estacionamento
Keyless
Carregador por indução
Partida remota
Multimídia 10,1”
Rodas em Liga 16” com novo desenho
Volante em Couro
Opcionais: pacote ADAS com frenagem autônoma de emergência, assistente de permanência em faixa, comutação automática do farol alto, sensor de chuva e crepuscular; pacote Style com roda de liga 17’’ e teto bicolor
🚘 Impetus T200 Hybrid Automático
Itens da versão anterior (Audace Turbo 200 Hybrid Automático) somados a:
Cluster 7”
Sensor de estacionamento dianteiro
Assistente de permanência em faixa
Frenagem autônoma de emergência
Luz no retrovisor
Retrovisor com rebatimento
Detecção de chuva
Retrovisor fotocrômico
Farol alto automático
Novo painel de portas dianteiras em couro
Teto Bicolor
Opcionais: pacote Sunroof com teto solar panorâmico, luz no para-sol e farol de neblina; serviços conectados com Fiat Connect////Me
Ficha técnica

Fiat Pulse Impetus 2026
Divulgação/Fiat ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
<media:keywords>Novo, Pulse:, Fiat, aposta, design, mais, esportivo, mas, mantém, performance, veja, detalhes</media:keywords>
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<item>
<title>Porsche 911 de R$ 1,4 milhão será leiloado por quase metade do preço</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/porsche-911-de-r-14-milhao-sera-leiloado-por-quase-metade-do-preco</link>
<guid>https://asite.com.br/noticias/porsche-911-de-r-14-milhao-sera-leiloado-por-quase-metade-do-preco</guid>
<description><![CDATA[      De acordo com a empresa leiloeira, o carro tem poucas avarias, decorrentes de uma colisão. Segundo o site onde o veículo é ofertado, o lance inicial é de R$ 750 mil. Porsche 911 é ofertado por R$ 750 mil
Divulgação | Copart
Um Porsche 911 3.8 H6 biturbo de 2023, avaliado em R$ 1.461.559 segundo a tabela FIPE, será leiloado com até 40% de desconto nesta terça-feira (20). De acordo com a empresa leiloeira, o carro tem poucas avarias, decorrentes de uma colisão. Segundo o site onde o veículo é ofertado, o lance inicial é de R$ 750 mil.
Contudo, segundo a Copart, especializada em leilões extrajudiciais de automóveis, o 911 tem IPVA 2025 quitado.
De acordo com dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), o segmento de veículos premium registrou aumento de 16,2% nas vendas em 2024. No setor de leilões, o crescimento da demanda tem sido atribuído à busca por veículos com valores abaixo do mercado.
Adiel Avelar, presidente da Copart no Brasil, afirma que há aumento no interesse por veículos de luxo em leilões, citando fatores como economia e disponibilidade de modelos que exigem reparos.
“Além da economia significativa, os compradores encontram modelos em ótimo estado, que requerem apenas pequenos reparos”, disse Avelar.
Carro é avaliado em mais de R$ 1,4 milhão
Divulgação | Copart
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Outros veículos disponíveis no leilão
O leilão desta terça inclui outros veículos com desconto e IPVA 2025 quitado. Entre os modelos listados estão:
Toyota RAV4 S HYBRID AWD 2020: motorização 2.5, tração integral. Valor de tabela: R$ 165.470 | Lance inicial: R$ 73.050. 
Harley-Davidson Pan America 1250 Special 2022: motocicleta de alta cilindrada. Valor de tabela: R$ 87.517 | Lance inicial: R$ 40.600.
Para participar dos leilões, é necessário cadastro gratuito no site. A plataforma permite consultar os veículos disponíveis, visualizar imagens, acessar informações técnicas e acompanhar os leilões em tempo real. O processo é realizado de forma online.
Como funcionam os leilões
Veja dicas para participar de leilões
Como em qualquer leilão, é preciso analisar minuciosamente cada item para saber qual faz sentido na sua garagem. Para te ajudar, o g1 reuniu as principais dicas e as opiniões de especialistas para que você tome a melhor decisão.
Existem dois tipos de leilões: os particulares e os públicos. A primeira pergunta que o consumidor pode se fazer é: de onde vêm esses veículos?
Os leilões públicos costumam ofertar modelos que foram apreendidos ou abandonados. De acordo com Otávio Massa, advogado tributarista, esses veículos têm origem em operações de fiscalização aduaneira e foram retidos por questões legais, fiscais ou por abandono em recintos alfandegados.
Existem também os carros inservíveis de órgãos públicos, como os que já não têm mais utilidade para o propósito governamental e são vendidos para reutilização ou como sucata.
“Os veículos são vendidos no estado em que se encontram, sem garantias quanto ao seu funcionamento ou condições, e o arrematante assume todos os riscos”, explica Massa.
Em meio aos riscos, há excelentes preços. Porém, existe um passo a passo para verificar o estado do carro, que vamos falar adiante.
Diferentemente das revendas oficiais ou multimarca, não é oferecida uma garantia para o produto. É nesse momento que o consumidor tem que ligar o alerta: produtos de leilões particulares podem ter garantia para apenas alguns itens. Os públicos, por sua vez, não têm garantia.
Por isso, é importante checar se é possível fazer uma vistoria presencial no modelo antes de pensar no primeiro lance.
Luciana Félix, que é especialista em mecânica de automóveis e gestora da Na Oficina em Belo Horizonte, lembra ainda que a burocracia pode ser um grande empecilho para o uso do item leiloado. Um exemplo que ela cita é o de um carro aprendido, que pode ter problemas na documentação.
“Esses carros já vêm com burocracias devido ao seu histórico. (...) Às vezes, são carros que necessitam de uma assistência jurídica. Você tem que contratar um advogado para fazer toda a baixa dessa papelada”, alega a especialista.
Leilões particulares
De acordo com a especialista em mecânica automotiva Luciana Félix a maioria dos pregões particulares oferece carros de seguradoras (geralmente de sinistros, com perdas totais ou parciais), de locadoras, e de empresas com pequena frota, que colocam a antiga para leilão quando precisam fazer a substituição.
Simplificando o conceito:
🔒Leilões particulares: frotas de empresas, devoluções de leasing, de seguradoras
🦁Leilões da Receita Federal: apreendidos, confiscados ou abandonados.
Tipo de compra
Segundo Ronaldo Fernandes, especialista em Leilões da SUIV, empresa que possui um banco de dados de peças automotivas, é fundamental entender que existem duas maneiras de adquirir automóveis ofertados em leilões: para restaurar ou utilização; e aqueles voltados exclusivamente para empresas de desmanche legal.
“Não há um tipo específico de veículos que vai a leilão, mas é muito importante verificar qual o tipo de venda que está sendo oferecida para o veículo de interesse, pois alguns veículos poderão circular normalmente e outros servirão somente para desmonte ou reciclagem devido à sua origem”, afirma Fernandes.
Nos casos em que os carros são vendidos para desmanches, a origem deles se dá por conta do tamanho do sinistro. “Dependendo do tamanho do sinistro, o automóvel só poderá ser vendido como sucata, ou seja, sem documentação para rodar novamente”, afirma Fernandes.
Critérios para venda
Segundo o advogado tributarista Otávio Massa, os critérios para que um carro vá a leilão incluem:
Valor comercial: veículos com valor residual significativo que justifique a venda;
Condição recuperável: mesmo que parcialmente danificados, se ainda tiverem peças reutilizáveis ou puderem ser reparados;
Procedimento legal: veículos apreendidos ou abandonados que legalmente devem ser vendidos em leilão público.
Resumindo, o que define se um veículo vai ser leiloado é o quanto ele ainda pode despertar o interesse financeiro de novos compradores. Thiago da Mata, CEO da plataforma Kwara, afirma que é feita uma avaliação prévia para determinar o valor a ser cobrado.
“Normalmente, ativos que possuem débitos superiores ao seu valor de mercado são considerados sucata e vão para descarte. Da mesma forma, veículos cujo estado de conservação seja muito crítico podem ter o mesmo destino para que possam ser aproveitadas as peças”, argumenta.
Otávio Massa corrobora com a visão de da Mata ao afirmar que “não há uma porcentagem mínima específica estabelecida por lei, mas o critério principal é se o veículo tem valor comercial residual. Veículos sem valor ou severamente danificados podem ser descartados”.
Carros, caminhões, ônibus e outros modelos destinados a desmanche têm seus respectivos números de chassis cancelados. É como se o automóvel deixasse de existir.
Prudência e dinheiro no bolso
De acordo com Thiago da Mata, da Kwara, inspecionar o veículo é de suma importância. Afinal, os carros podem ter distintos estados de conservação, o que tem que entrar na lista de preocupações de quem participa de um pregão.
“[Os veículos] podem tanto estar em bom estado de conservação, como também é possível que tenham ficado em pátio público durante um período de tempo importante”, afirma.
Os carros podem ter marcas provocadas pelo período em que ficaram expostos ao clima: pintura queimada, oxidação da lataria, manchas provocadas pela incidência solar. E esses reparos também precisam entrar no planejamento financeiro do comprador.
Idealmente, a inspeção deve ser feita de forma presencial, segundo os especialistas consultados nesta reportagem. 
Ao verificar um carro, por exemplo, é preciso verificar tudo: bancos, painéis de porta, console central, volante, conferir os equipamentos, a quilometragem, ligar o carro, abrir o capô, checar a existência de bateria de 12V e, se possível, levar um especialista ou mecânico de confiança para checar as partes técnicas e prever possíveis custos extras com manutenção.
Luciana Félix, que é especialista em manutenção, diz que o consumidor precisa ver até o histórico de manutenção, se possível. E documentar tudo com fotos.
“Comprar carros em leilão é tipo um investimento de risco, você pode se dar muito bem ou muito mal, pois você não poderá andar com o carro para saber como está o seu motor ou câmbio, pois todos os veículos estão lacrados”, argumenta a proprietária da Na Oficina.
É importante ressaltar que essa é a mesma verificação que se faz ao comprar um automóvel usado, seja presencial ou via marketplace: deve ser feita uma avaliação técnica, além de checagem da quilometragem rodada e documentação do ativo.
“Importante que seja feita a verificação de débitos ou algum tipo de bloqueio para venda, pois a responsabilidade por estes pagamentos pode ser diferente de leilão para leilão. Estas informações devem estar presentes no Edital, que deve ser lido com atenção antes que qualquer lance seja dado”, alerta Thiago da Mata, da Kwara.
Quando a compra é feita pela internet e não existe a possibilidade de visitar o produto, é indicado solicitar uma vídeo-chamada para fazer essa inspeção. Não é o ideal, mas já ajuda a verificar o estado do carro, mesmo que seja à distância.
O que verificar:
Documentação: incongruências jurídicas;
Custos para regularização;
Estado de conservação do carro;
Custos para restauro;
Condições de compra;
Inspeção mecânica e de equipamentos.
Assim, se você vai participar de um leilão pela primeira vez, atente-se para os seguintes passos.
Estude: leia o edital e entenda as regras do leilão;
Verifique a procedência: se certifique que o veículo não tem pendências legais;
Defina um orçamento: estabeleça um limite máximo de gastos;
Inspecione: se possível, veja o veículo pessoalmente ou solicite um relatório detalhado;
Experiência: participe de leilões menores para entender a lógica de funcionamento.
▶️ LEMBRE-SE: Utilize apenas canais oficiais para se comunicar com o leiloeiro e verifique sempre a autenticidade das mensagens. Evitar fraudes já é um bom começo.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
<media:keywords>Porsche, 911, 1, 4, milhão, será, leiloado, por, quase, metade, preço</media:keywords>
</item>

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<title>Como escolher o pneu da moto: veja 8 dicas para não errar na hora da compra</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/como-escolher-o-pneu-da-moto-veja-8-dicas-para-nao-errar-na-hora-da-compra</link>
<guid>https://asite.com.br/noticias/como-escolher-o-pneu-da-moto-veja-8-dicas-para-nao-errar-na-hora-da-compra</guid>
<description><![CDATA[      Pneus são feitos para usos específicos e trocar algum dos parâmetros pode afetar diretamente a segurança da moto, aumentando os riscos de acidentes ou diminuindo a vida útil do equipamento. Pneu de uma Ducati, focado em corridas e com marcas de desgaste
André Fogaça/g1
O
O g1 reuniu especialistas para listar as principais dicas para escolher o pneu correto para sua moto, e para quando realizar as manutenções preventivas.
São dicas simples que podem significar uma moto mais segura para rodar na cidade, estrada ou mesmo na trilha.
Veja abaixo os seguintes tópicos.
Qual é o pneu certo para sua moto?
O manual da moto traz respostas
Saiba ler os números do pneu
Se seu pneu tem câmara, mantenha ela e não rode sem
Fique atento ao lote do pneu
Posso trocar o tamanho do pneu original?
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Qual é o pneu certo para sua moto?
O uso é o primeiro fator a considerar na hora da compra, pois cada terreno exige um modelo específico.
Um pneu liso é ideal para quem não sai do asfalto. Existem pneus para off-road, com maior aderência, mais pesados e robustos, feitos para terrenos irregulares. 
“Se você compra um pneu misto porque acha bonito, mas anda só na estrada, ele vai gastar mais rápido”, comenta Rodrigo Marins Costa Alonso, diretor nacional de vendas e marketing da Dunlop no Brasil.
Além de melhor desempenho para cada terreno, usar o tipo errado pode trazer problemas. 
Um pneu de off-road pode aumentar o consumo de combustível e as travas extras, usadas para aumentar a aderência na terra, vão desgastar mais rapidamente no pavimento áspero de estradas, rodovias e ruas.
Diversos tipos de pneus da mesma fabricante
divulgação/Pirelli
Em motos maiores e de maior potência, como as naked e superesportivas, a preocupação é maior. 
Alonso, da Dunlop, aponta que o piso de pistas é feito para aumentar a aderência da moto. Ao mesmo tempo, o pneu desses modelos focados em desempenho é mais “mole” para colaborar com o maior atrito. 
Isso permite curvas em maior velocidade com segurança, mas aumenta o consumo de combustível em retas ou na rua.
Se você circula em mais de um tipo de piso, existe um pneu que se adapta a múltiplos cenários, chamado “misto”.
O ideal é que o tipo de pneu também combine com o tipo de moto, mas é possível fazer algumas adaptações. Mas é imprescindível manter as características básicas intactas, como largura do pneu ou aro da roda, para uma pilotagem mais segura.
“Em cidades com pouca pavimentação, é comum o pessoal comprar a CG e trocar o pneu por um de off-road. É errado? Sim, mas é o que tem. Não vão comprar uma moto trail só por isso”, comenta Marco Luis Orlando, especialista em pneus da DPaschoal.
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O manual da moto traz respostas
Segundo os especialistas, é importante consultar o manual da moto para verificar as especificações dos pneus recomendados pelo fabricante. Ali, o piloto encontra medidas importantes, como a largura do pneu e o tamanho da roda, para encontrar o modelo correto na hora da compra.
É comum que os pilotos se atenham ao número do pneu já instalado. Em motos usadas, essa informação pode estar incorreta devido a trocas anteriores ou erros de instalação.
É possível trocar a marca do pneu instalado de fábrica, mas o ideal é substituir por um par do mesmo fabricante.
“Se você usar duas marcas diferentes, dependendo da sensibilidade da moto, ela pode não ficar bem acertada, acarretando menos segurança durante a pilotagem, seja na pista, na terra ou na rua”, comenta Alonso, da Dunlop.
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Saiba ler os números do pneu
Os pneus de carros e motos trazem um código com numeração e letras para identificá-los. O conjunto indica informações importantes para o comprador.
Funciona assim:
Os três primeiros números indicam a largura do pneu, em milímetros: o código 100 significa 100 mm, ou 10 centímetros de largura.
Os dois números seguintes, após a barra, falam da altura em porcentagem: o código 90 diz que a altura é 90% da largura do pneu.
O próximo número aponta o diâmetro do aro em polegadas. É um dado que indica para qual tamanho de roda o pneu foi feito.
As letras significam o veículo que deve receber aquele pneu. A mais comum é M/C e isso significa que este é um pneu fabricado para motocicletas.
O dado seguinte é o índice de carga. Ele significa a capacidade que cada pneu tem para carregar peso, quando inflado. A informação é por pneu, então você precisa dividir o peso da moto e a carga que ela levará por dois.
O último dado desta fileira é uma letra e ela indica a velocidade máxima que o pneu pode atingir em segurança.
Em um local geralmente separado e em inglês, &quot;Tubeless&quot; ou “TL” indicam que o pneu não precisa de câmara. Quando o indicativo é de “TT” ou &quot;Tube Type”, saiba que o pneu foi feito para rodar com câmara.
Utilizaremos a foto abaixo para exemplificar a leitura dos números do pneu.
Pneu de uma moto, com os dados sobre ele
André Fogaça/g1
O código do pneu é: 110/90 - 16 M/C 59P Tubless. Agora, vamos passo a passo.
110: o pneu tem 110 milímetros de largura — ou 11 centímetros;
95: a altura é 95% da largura. Ou seja, tem 104,5 milímetros de altura;
16: pneu é feito para rodas aro 16;
M/C: o tipo de veículo para este pneu é uma motocicleta;
59: o pneu suporta até 243 quilos, portanto a carga máxima para a moto com dois pneus 59 é de 243 kg.
P:  o pneu suporta velocidades de até 150 km/h;
Tubeless: o pneu não utiliza câmara.
Índice de carga
Tabela de velocidade
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Se seu pneu tem câmara, não rode sem
Um ponto importante para motos, ausente nos carros, é a câmara. Se sua moto veio com pneu equipado com câmara, mantenha ao comprar um novo.
Orlando, da DPaschoal, aponta que colocar câmara em pneu que não utiliza esse item faz com que as raias internas, desenhadas para auxiliar na circulação do ar, “mastiguem” o acessório, rasgando-o.
“Você não pode tirar uma câmara de um pneu de câmara, nem colocar uma em um pneu que não foi feito para isso”, diz. 
Alonso, da Dunlop, comenta que colocar a câmara em um pneu que não foi feito para recebê-la pode provocar aquecimento excessivo, aumentando o desgaste e reduzindo a vida útil.
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Fique atento ao lote do pneu
Outro ponto importante é estar atento ao lote do pneu e à data de fabricação. Não é raro encontrar promoções com pneus a preços baixos, mas isso pode significar que eles saíram da fábrica há muito tempo.
“Na composição dos pneus, entram cerca de 24 elementos, e alguns perdem elasticidade, viscosidade e podem estar ressecados”, diz Orlando, da DPaschoal.
Pneu com dois ou três anos de fabricado não oferece riscos à moto, desde que bem armazenado na loja. Alonso aponta que a garantia de cinco anos, comum em fabricantes, é emitida a partir da nota fiscal, não da fabricação do produto.
Lote do pneu é exibido com a sigla DOT
André Fogaça/g1
Na foto acima, o pneu foi fabricado na 27ª semana de 2024, ou entre 1 e 7 de julho de 2024.
É possível encontrar a validade dos pneus em um número chamado DOT. Pneus com data de fabricação distante podem ter a borracha mais endurecida e ressecada, reduzindo a durabilidade e a segurança na hora de pilotar.
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Posso trocar o tamanho do pneu original?
Algumas pessoas mudam o tamanho do pneu de fábrica na moto para dar um ar mais esportivo, colocando um pneu mais grosso na roda traseira. Porém, os especialistas alertam que isso pode ser um problema.
“Na moto, a troca de número é mais criteriosa que nos carros. Você pode aumentar a largura em no máximo 10. Se veio 100, vai para 110, por exemplo. Se passar disso, corre o risco de pegar no garfo e nas correias”, diz Orlando, da DPaschoal.
Se você quiser trocar o aro da moto, é importante pensar duas vezes. Isso pode alterar como o velocímetro conta a velocidade do veículo, gerando multas sem que o piloto saiba que está acima do limite da via — quando o velocímetro aponta 60 km/h, mas a moto trafega próxima aos 70 km/h.
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Como fazer o pneu durar mais e cuidados com pneus usados
Motos são diferentes dos carros, até na atitude na rua. A aceleração delas é maior, até nos modelos de entrada, e por isso costumam largar na frente dos outros veículos. Isso é um problema para o pneu.
“Diferente do pneu de carro, o de moto tende a ser mais afetado pela performance. Ele é mais curvado quando a moto tem mais de 300 cilindradas, para que possa inclinar em curvas e manter a aderência”, diz Alonso, da Dunlop.
“É importante, no uso do pneu, a pessoa dosar a mão e não andar como se fosse um dragster. Se fizer isso, o pneu vai gastar mais no meio, durando muito menos e tornando a pilotagem menos segura”, revela o executivo.
Acelerações menos bruscas e pilotagem menos agressiva garantem maior durabilidade. O especialista também aponta que o pneu vai esquentar menos, reduzindo o desgaste e aumentando sua durabilidade.
O especialista também reforça o uso consciente dos freios. Usar mais força no pneu dianteiro, desde scooters pequenas até modelos grandes, colabora para maior longevidade do item. Isso acontece porque este pneu também é responsável pela tração da moto.
Usar o pneu traseiro como força de tração e aplicar pressão pelo uso do freio aumenta o desgaste natural.
Orlando, da DPaschoal, diz que se o pneu chegou à metade da altura dos sulcos, por onde passam ar e água durante a pilotagem, não significa que está na metade da vida.
O especialista revela que, a partir de certo momento de desgaste, o pneu tem mais dificuldade para passar pelos mesmos percursos e o consumo da borracha se torna muito mais acentuado.
“Se o piloto da moto chegou à metade da altura dos sulcos com 10 mil km, ele vai chegar ao fim deles antes de fazer mais 3 mil km”, diz Orlando.
O que faz a moto ou carro parar não é somente o freio, mas o pneu em boas condições. Pneu careca, mesmo com freio excelente, não consegue parar a moto em segurança.
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Royal Enfield Himalayan 450: confira o teste do g1 com a nova trail indiana ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
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<title>Volvo vai demitir 3 mil funcionários após queda de demanda por elétricos</title>
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<description><![CDATA[      Demissões afetam 15% da força de trabalho da Volvo ao redor do mundo e fazem parte de um plano para economizar 18 bilhões de coroas suecas, aproximadamente R$ 10 bilhões. Volvo EX90 é um dos lançamentos mais recentes da Volvo no Brasil.
divulgação/Volvo
A Volvo anunciou nesta segunda-feira (26) um plano de demissão que afetará 3 mil funcionários. A maior parte dos cortes ocorrerá na Suécia, mas as dispensas abrangem todas as regiões onde a empresa está presente.
As demissões acontecem em um momento desafiador para a indústria automotiva, que passa por uma queda na demanda por veículos elétricos e pelo crescimento da presença de marcas chinesas em diversos mercados.
“O plano de ação tem como objetivo construir uma Volvo Cars mais forte e ainda mais resiliente em um momento em que a indústria automotiva enfrenta desafios consideráveis em seu ambiente externo”, diz a Volvo em nota.
Os 3 mil postos que serão eliminados representam 15% da força de trabalho global da Volvo e integram um plano de economia de 18 bilhões de coroas suecas (cerca de R$ 10 bilhões).
Cerca de 1,2 mil empregos serão cortados na Suécia, além de 1 mil posições ocupadas por consultores — também, em sua maioria, no país. As demais demissões ocorrerão em outras regiões onde a empresa mantém operações.
“A indústria automotiva está passando por um período desafiador. Para lidar com isso, precisamos melhorar nossa geração de fluxo de caixa e reduzir estruturalmente nossos custos”, disse Håkan Samuelsson, presidente e CEO da Volvo Cars.
A reestruturação da Volvo tem um custo estimado de 1,5 bilhão de coroas suecas (cerca de R$ 900 milhões), e a empresa prevê que esse impacto será refletido nos resultados financeiros do segundo trimestre deste ano.
A empresa também estima que os efeitos desse custo continuarão impactando seus resultados ao longo de 2025 e até 2026.
A redução na procura por veículos elétricos impactou a Volvo, que havia se comprometido a produzir exclusivamente esse tipo de carro até 2030. No ano passado, a empresa revisou sua meta e passou a adotar uma estratégia que prevê entre 90% e 100% de veículos eletrificados até o fim da década — incluindo tanto modelos totalmente elétricos quanto híbridos.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
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<title>Italiana Moto Morini inicia a produção de três modelos de motocicletas no Brasil; veja os planos</title>
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<description><![CDATA[      Investimento é de R$ 250 milhões para o início das operações no país. A estreia da montadora está prevista para o Festival Interlagos, no fim de maio. Morini Calibro 650 é uma custom de média cilindrada
Divulgação | Moto Morini
A Moto Morini, nova marca italiana de motos de média e alta cilindrada, anunciou o início da produção de suas motocicletas na Zona Franca de Manaus (AM). Segundo a fabricante, as montagens começaram na quarta-feira, 7 de maio.
A empresa espera estar entre as 10 marcas mais vendidas do país em três anos e, para isso, já anunciou três modelos para o Brasil: Seiemmezzo, X-Cape e Calibro. O g1 antecipou a chegada dessas motocicletas.
De acordo com a Morini, serão investidos R$ 250 milhões para o início das operações no Brasil. A estreia da montadora está prevista para o Festival Interlagos, no fim de maio, quando apresentará os três modelos ao público.
O investimento será direcionado para os primeiros três anos de operação, abrangendo a estruturação da cadeia produtiva, além dos processos de distribuição, rede de concessionários e posicionamento da marca no país.
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Moto Morini começará a produzir no Brasil a partir do segundo semestre de 2025
Divulgação | Moto Morini
A marca italiana oferece motos que variam de 650 a 1200 cilindradas, abrangendo desde modelos custom até trail. Essas motocicletas chegam para competir com marcas premium como Triumph, BMW e Harley-Davidson.
&quot;Não poderia ser fora da Zona Franca de Manaus. É o mercado mais relevante, onde a estrutura fabril e industrial está estabelecida, e onde a mão de obra se encontra. Isso nos permite trazer mais competitividade nos preços e agressividade na produção&quot;, afirmou Gunther Hofstatter, diretor de vendas da Moto Morini Brasil.
Segundo ele, as peças serão produzidas na Itália e a montagem será feita no Brasil. &quot;Eliminamos o risco de falta de peças, uma vez que a montagem será nacional&quot;.
&quot;A escolha dos primeiros modelos é fruto de um compromisso com o mercado, de oferecer motos premium. Com o tempo, novos modelos entrarão em linha de montagem e vamos estreitar cada vez mais essa relação&quot;, disse Gunther.
A produção se iniciou pelo processo de CKD (Completely Knocked Down), no qual as motos são montadas localmente a partir de kits importados. Assim acontece com grande parte da indústria de motocicletas que vem de fora do país, como Shineray, Royal Enfield, Haojue, Suzuki, entre outras.
“O modelo CKD demonstra que a Moto Morini veio para ficar. Ele permite não só preços mais agressivos como também a adaptação do produto às nossas condições, como o tipo de combustível e o clima.&quot;
&quot;Já começamos com uma boa parcela de componentes nacionalizados, e isso vai aumentar com a entrada de modelos de menor cilindrada, como os de 350 e 450 cilindradas”, detalhou o diretor da Morini.
A Morini traz três modelos, mas possui mais de 12 modelos no portfólio global. A marca pretende trazer todos para o país, eventualmente. &quot;São motos que vão de 350 a 1.200 cilindradas, nos mais diversos estilos, do touring ao adventure&quot;, disse. 
Moto Morini inicia montagem de motos em Manaus
Divulgação | Morini
Seiemmezzo
Naked deve disputar espaço com a Honda CB 650R
Assim como o primeiro modelo da marca, a &quot;três e meio&quot;, a Seiemmezzo (do italiano, seis e meio) tem esse nome devido à sua cilindrada de 650 cm³.
Nos mercados mencionados, ela é comercializada em duas versões: STR (street) e SCR (scrambler). Ambas possuem o mesmo motor, que gera 60 cv de potência e 5,4 kgfm de torque, permitindo uma velocidade máxima de 170 km/h.
A versão street apresenta um visual mais urbano, enquanto a scrambler aposta em um estilo voltado para o off-road, com guidão mais elevado e pneus mistos. A Seiemmezzo se encaixa na categoria das Naked e compete com a Honda CB 650R, que custa R$ 52.590.
X-Cape
Trail da marca italiana terá motor de 650 cilindradas
Apesar de ter um motor de mesma cilindrada, a X-Cape tem um apelo mais aventureiro e compete no segmento das trail, motos voltadas para trilhas. É a moto mais vendida da marca internacionalmente.
O motor entrega 60 cv de potência e 5,6 kgfm de torque. Para segurança, há freios da marca Brembo. Embora não seja projetada para off-road pesado, suas rodas de 19 polegadas na dianteira indicam que pode superar obstáculos maiores.
Os modelos vendidos em países vizinhos possuem um painel de instrumentos com tela TFT de sete polegadas. O motor também é de 650 cilindradas, como na Seiemmezzo, o que sugere que ela deve competir com a Triumph Tiger Sport 660 (R$ 56.990) e BMW F 800 GS (R$ 66.900).
Calibro 700
Custom Calibro chega para disputar espaço com os modelos da Royal Enfield
Para marcar posição na categoria das custom, a Morini deve trazer a Calibro, uma estradeira com motor de 693 cilindradas, pedaleiras avançadas para maior conforto em viagens longas e iluminação totalmente em LED.
Ela será a mais potente, com 70 cv e 6,8 kgfm de torque. O tanque, assim como na Seiemmezzo, tem capacidade de 15 litros. O quadro de instrumentos é mais simples que o da X-Cape, com um conta-giros analógico e um pequeno painel digital para velocidade e nível de combustível.
Com essas características, a Calibro deve competir com a Royal Enfield Super Meteor 650, que custa cerca de R$ 34.990. Haverá ainda uma versão com maletas laterais integradas e para-brisa elevado.
Lojas
De acordo com comunicado, as primeiras concessionárias da Morini abrirão as portas a partir de julho de 2025 em São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José dos Campos.
“No ano seguinte, a marca continuará sua expansão para mais estados do Sudeste e para o Distrito Federal. A região Sul será contemplada durante a terceira fase da nossa expansão, em 2027”, afirmou o diretor de vendas.
Ainda de acordo com Hofstatter, que também é diretor de pós-vendas da Morini Brasil, “o consumidor brasileiro busca uma experiência, uma imersão em uma cultura. Nossa rede será treinada para oferecer atendimento de alto padrão e um pós-venda ágil e eficiente, com peças disponíveis e suporte técnico rápido&quot;.
Origem
A Moto Morini tem origem na Itália e foi fundada em 1937 em Bolonha. São quase 90 anos de história. Afonso Morini era um mecânico, designer e piloto que produzia motos voltadas para corridas.
A fábrica foi totalmente destruída na Segunda Guerra Mundial, mas retornou pouco depois do fim do conflito. Atualmente, a sede da empresa fica em Trivolzio, na região da Lombardia, no norte italiano.
Contudo, parte de seu parque industrial está em Taizhou, na China. A Morini está presente em 55 países.
Funcionários começam a montar as primeiras unidades das motocicletas da Morini no Brasil
Divulgação | Morini
Nova Honda CG 160 2025 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
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<title>VÍDEO: Haojue DL 160 é mais uma chinesa atrás do público de Honda Bros e Yamaha Crosser; conheça</title>
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<description><![CDATA[      Com preço inicial de R$ 21.470, marca experimenta o mercado e espera vender cerca de 600 unidades por mês. É bastante chão até chegar nas 16 mil unidades mensais da principal concorrente. Haojue DL 160 chega para competir com Honda Bros e Yamaha Crosser
A nova aposta da Haojue para o mercado brasileiro é a trail de entrada DL 160, que chega para disputar espaço com duas campeãs de vendas, a Honda NXR 160 Bros e a Yamaha Crosser 150.
O lançamento é uma crossover clássica que mistura os aspectos tradicionais das trail com detalhes de moto de cidade. O foco é o público que gosta do apelo visual, mas que não precisa de pneus lameiros.
A DL 160 chega para completar a gama de motocicletas de 160 cilindradas da Haojue, uma empresa chinesa que chegou ao Brasil há sete anos sob os cuidados do grupo J. Toledo Motos, também representante da Suzuki no Brasil.
As demais motos com o propulsor de 162 cm³ são a DK 160 (uma street que custa R$ 16.621) e a DR 160 S (uma naked que parte de R$ 20.479).
A DL 160 tem preço inicial de R$ 21.470, ligeiramente abaixo da configuração com ABS da Honda Bros (R$ 21.890) e da Yamaha Crosser S ABS (R$ 22.590).
“A DL 160 representa um passo importante na ampliação do nosso portfólio no Brasil, com um produto que traduz a essência da Suzuki Haojue em termos de qualidade, resistência e tecnologia”, afirma Fernanda Toledo, diretora executiva do grupo.
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Haojue DL 160 parte de R$ 21.470
Divulgação | Haojue
Inspiração na V-Strom
A nova DL 160 foi desenhada com base na V-Strom, a bigtrail da Suzuki. Os faróis de LED possuem luz de posição diurna e a dianteira conta com um pequeno para-brisa. 
As rodas são de 17 polegadas — diferentemente das concorrentes, a DL 160 tem rodas iguais. Bros e Crosser possuem rodas de 19 polegadas na frente e um para-lamas mais alto, o que permite passar por terrenos lamacentos com mais facilidade.
O painel de instrumentos digital é grande e facilita bastante a leitura das informações. Apesar de ser monocromático, informações como quilometragem total, velocímetro, conta-giros, hora, nível de combustível e marcha engatada são facilmente distinguíveis.
Ficou de fora uma das informações mais relevantes a média de consumo de combustível, algo que a Honda Bros tem. 
DL 160 tem farol de LED acompanhado de DRL
Divulgação | Haojue
A suspensão é convencional e, para segurança, há freios ABS na frente e atrás. Nas primeiras impressões, o conjunto de amortecedores não deixou a desejar. Foi razoavelmente confortável e transmitiu um comportamento previsível, sem muitos solavancos.
Porém, não é tão confortável quanto a suspensão da Honda Bros e isso é facilmente explicado pelo curso do amortecedor. Enquanto na DL 160 há suspensão dianteira e traseira com 110 mm e 125 mm de curso, respectivamente, na Bros essas medidas são de 180 mm para ambas as rodas.
Entre as principais características da nova moto está a sua potência de 14,9 cv, ligeiramente superior ao da Honda NXR 160 Bros, que é de 14,3 cv com etanol. O torque das duas é o mesmo: 1,4 kgfm. A Crosser 150 fica abaixo das duas em termos de desempenho, com 11,7 cv e 1,3 kgfm de torque.
A nova crossover da Haojue possui freios ABS na dianteira e na traseira
Divulgação | Haojue
O grande pênalti da DL 160 é não dar a opção de abastecer com etanol. Aceitando somente gasolina no tanque de 13 litros, ela tira do consumidor a opção de abastecer com o combustível que mais lhe convir. As concorrentes japonesas são flex.
Na prática, e no pouco tempo que o g1 teve de contato com a moto, em percurso urbano e curto na cidade, deu para sentir que a moto têm fôlego, mas é preciso girar bastante o manete do acelerador para atingir o desempenho dos quase 15 cv de potência.
Afinal, a entrega total da potência só chega aos 8 mil giros, quase a rotação máxima do motor, que é de 10 mil rpm. Assim, as retomadas de velocidade até acontecem, mas demoram e é preciso andar com o giro alto para rodar como se deseja.
Assim, mesmo sem conseguir testar o consumo de combustível, será difícil que a Haojue DL 160 alcance a mesma média de consumo que conseguimos com a Honda Bros, que foi de 47,3 km/l.
A DL 160, assim como a Shineray Storm, reúne elementos visuais de Trail e City
Divulgação | Haojue
Entre os itens de série (que nas concorrentes é um equipamento à parte) está o cavalete central, que ajuda muito no momento de fazer manutenções simples na motocicleta, como lubrificar uma corrente, por exemplo. 
Para fechar, o conforto do banco (ainda novo) garante uma rodagem agradável na cidade. Porém, a espuma é bastante macia e, se não tomar cuidado, pode colapsar com o tempo, sendo necessária a substituição do banco.
De acordo com Ricardo Kato, diretor comercial da Haojue, a marca espera vender cerca de 600 unidades da DL 160 por mês. Um número ainda acanhado frente aos cerca de 16 mil mensais emplacamentos da Honda Bros. Mas o executivo explica:
&quot;Ainda precisamos abrir muitas concessionárias. Ao todo, são 140 unidades pelo Brasil, e a DL 160 chega para completar a nossa linha de produtos. Ela vai ficar junto com as duas mais vendidas, DK e DR.&quot; 
&quot;Como as motocicletas vem da China, todo o processo desde a compra do lote, passando pelo envio da carga, chegada ao Brasil, montagem em Manaus e chegada à concessionária demora aproximadamente nove meses.&quot;
Portanto, nem sempre é fácil fazer ajustes na demanda de um produto que é fabricado na China e comercializado no Brasil. Mas com a abertura de outras concessionárias, o grupo Suzuki Haojue espera incomodar as fabricantes no topo da tabela.
Painel de instrumentos tem informações claras, mas faltou o consumo médio
Divulgação | Haojue
Confira a ficha técnica da Haojue DL 160:
Motor: 162,4 cm³, monocilíndrico;
Potência: 14,9 cv a 8.000 rpm;
Torque: 1,4 kgfm a 6.500 rpm;
Câmbio: 5 marchas;
Comprimento: 2,02 m;
Largura: 0,75 m;
Altura: 1,19 m;
Entre-eixos: 1,34 m;
Altura do assento: 79,5 cm
Suspensão dianteira: 110 mm
Suspensão traseira: 125 mm;
Rodas: 17 polegadas;
Tanque: 13 litros.
As diferenças entre motos Trail, City e Crossover ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
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<media:keywords>VÍDEO:, Haojue, 160, mais, uma, chinesa, atrás, público, Honda, Bros, Yamaha, Crosser, conheça</media:keywords>
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<title>Stellantis anuncia 1º carro híbrido produzido em PE; montadora vai investir R$ 13 bilhões na fábrica de Goiana</title>
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<description><![CDATA[      Investimento no Polo Automotivo será feito até 2030. Empresa prevê lançamento de seis novos modelos nos próximos cinco anos com foco na produção de veículos eletrificados. Presidente da Stellantis fala sobre novos carros que serão fabricados no Polo de Goiana
A Stellantis, dona da Fiat, anunciou que vai lançar até 2030 seis novos modelos de carro que serão produzidos no Polo Automotivo de Goiana, na Zona da Mata Norte de Pernambuco. Entre eles, está o primeiro veículo híbrido a ser desenvolvido na fábrica pernambucana (veja vídeo acima).
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O anúncio foi feito durante entrevista coletiva, nesta quinta-feira (22), no Recife. A previsão é que o novo automóvel híbrido seja lançado no primeiro semestre do ano que vem. A chegada do produto deve coincidir com o início das produções da futura fábrica da concorrente BYD, especializada no segmento de carros elétricos e híbridos, em Camaçari (BA). 
Atualmente, no país, a Stellantis produz dois veículos que tem motorização elétrica e a combustão, os Fiat Pulse e Fastback. Ambos são fabricados no polo de Betim (MG).
&quot;A partir de 2026, introduziremos, lançaremos tecnologia híbrida, também, na planta de Pernambuco [...]. Teremos seis novos produtos. Alguns deles são renovação de carros que já existem no mercado brasileiro. Outros são produtos completamente novos. E teremos um &#039;brand&#039; (marca) a mais no &#039;line-up&#039; de carros produzidos em Pernambuco&quot;, disse o presidente da Stellantis para a América do Sul, Emanuele Cappellano.
Outra novidade anunciada é que a unidade de Goiana vai passar a fabricar uma marca inédita. A empresa não informou se essa futura marca é inédita na produção da planta pernambucana ou já é produzida no Brasil. Também não há previsão de quando ela chega ao mercado nacional.
Segundo Cappellano, os lançamentos fazem parte do atual ciclo de investimentos da montadora, anunciado em 2024, que prevê aportes de R$ 13 bilhões nos próximos cinco anos.
&quot;O que estamos desenvolvendo é muito amplo em termos de portfólio de tecnologia [...]. A nossa aposta foi ter uma plataforma que tenha a maior flexibilidade possível. Vamos ter tudo, mas vamos lançar, aos poucos, o que mais mostra ter potencial para o país e para a demanda&quot;, afirmou.
De acordo com o presidente da Stellantis, as informações sobre os novos carros serão detalhadas à medida que os modelos forem lançados.
&quot;Em pouco tempo, vamos fazer os seis lançamentos [...]. O primeiro híbrido vai chegar cedo e, depois, o outro modelo vai chegar assim que estiver pronto&quot;, contou.
Presidente da Stellantis diz que volta do carro popular precisa de ‘esforço conjunto’ com o governo
Dez anos do Polo Automotivo
Com capacidade para produzir 280 mil carros por ano, o Polo Automotivo de Goiana completou uma década no fim do mês passado. A produção da unidade corresponde a 10% de toda a fabricação de carros do Brasil.
Desde então, a fábrica produziu quase 2 milhões de veículos das marcas Jeep, Fiat e Rampage. Desse total, 250 automóveis foram exportados para 16 países. Estima-se que 60 mil empregos diretos e indiretos foram gerados a partir da instalação do polo em Pernambuco.
Segundo Emanuele Cappellano, os recursos investidos na fábrica serão utilizados para avançar na descarbonização, aumentando a produção de carros eletrificados.
&quot;As novas tecnologias híbridas são muito menos impactantes em termos de [emissão de] CO2 do que os carros tradicionais. O híbrido etanol tem um ciclo de vida que se compara, até melhor em termos de emissão de CO2, a, por exemplo, um carro elétrico na Europa ou nos Estados Unidos&quot;, declarou.
Para o presidente da Stellantis na América do Sul, a produção de carros no Nordeste ainda enfrenta muitos desafios, principalmente em comparação com a competitividade de outras regiões do país. 
Para melhorar essa situação, ele citou a necessidade de investimento em obras de infraestrutura, como a do Arco Metropolitano, que vai ligar o Polo de Goiana ao Porto de Suape.
&quot;Isso é devido, principalmente, a questões &#039;infraestruturais&#039;, ao transporte — o custo logístico é muito alto porque os mercados de venda são no Sul e muito do transporte acontece através de rodovias. São mais de 3 mil quilômetros. É muito importante melhorar a parte estrutural, mas também aproximar os fornecedores para aumentar a competitividade&quot;, afirmou Emanuele Cappellano.
Presidente da Stellantis na América do Sul, Emanuele Cappellano, em entrevista coletiva sobre os investimentos no Polo Automotivo de Goiana, em Pernambuco
Artur Ferraz/g1
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
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<title>Tesla vendeu carros que Musk disse que seriam usados como táxis&#45;robôs</title>
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<description><![CDATA[      A Tesla chegou a apresentar um protótipo de táxi-robô chamado Cybercab, mas modelo ainda não chegou às ruas para que viagens pudessem ser realizadas. Tesla Cybercab
divulgação/Tesla
A Tesla encerrou em novembro passado uma política incomum para clientes de leasing dos Estados Unidos. Eles eram proibidos de comprar os carros que utilizavam ao final de seus contratos.
A Tesla anunciou esse modelo em 2019, em que seria possível fazer uma espécie de aluguel do Model 3, mas que os veículos deveriam ser devolvidos, pois a empresa pretendia usá-los em uma futura frota de táxis autônomos da marca.
&quot;Você não tem a opção de comprar&quot;, disse o presidente-executivo da Tesla, Elon Musk, em uma reunião com investidores na Califórnia em abril de 2019. &quot;Nós os queremos de volta.&quot;
&quot;No próximo ano, com certeza&quot;, acrescentou ele, &quot;teremos mais de 1 milhão de táxis-robôs&quot; em operação.
Nada disso aconteceu. Os táxis autônomos da Tesla nunca se tornaram realidade, apesar das constantes promessas da marca. Em vez disso, a montadora descobriu uma forma especialmente lucrativa de gerar receita: vender muitos dos veículos devolvidos após o leasing para novos compradores, segundo quatro fontes ouvidas pela Reuters.
Em vez de manter os carros usados em estoque, a Tesla passou a aprimorá-los com atualizações de software. Depois, revendia esses veículos a novos clientes, que pagavam milhares de dólares a mais do que os antigos arrendatários teriam desembolsado para adquiri-los. 
Uma delas descreveu a prática como uma forma simples de “inflacionar o preço” dos seminovos.
Representantes da Tesla e de Musk não comentaram o assunto.
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Embora contrariasse declarações públicas de Musk, a prática parece ter sido legal. Ainda assim, a estratégia privou os locatários da opção padrão no setor nos EUA: a possibilidade de comprar o veículo ao fim do contrato. Além disso, os deixou por anos sem clareza sobre o verdadeiro motivo da restrição.
A estratégia também alimentou a crença, entre investidores, de que a Tesla estava prestes a lançar uma tecnologia de direção totalmente autônoma. Essa expectativa impulsionou o valor das ações da empresa, contribuindo para que a Tesla se tornasse a montadora mais valiosa do mundo.
No setor automotivo, os contratos de leasing geralmente permitem que os clientes paguem mensalidades para utilizar um carro novo por um período determinado, normalmente entre dois e quatro anos. O locatário não é dono do veículo e deve devolvê-lo à concessionária ao fim do contrato. Em quase todos os casos, há a opção de compra do carro ao final — ou até mesmo antes — do prazo.
Desde 2019, a empresa alugou mais de 314 mil veículos a clientes ao redor do mundo, o que representa 4,4% de todas as suas entregas. Não se sabe ao certo se a política que impedia a compra foi adotada fora dos Estados Unidos..
A política funcionou bem nos anos seguintes ao início da pandemia de Covid-19, quando havia escassez de veículos e os preços estavam em alta. Mais recentemente, com a queda na demanda — em parte devido à rejeição de alguns consumidores às posições políticas de direita de Musk — o interesse por Teslas usados diminuiu.
Segundo fontes ouvidas pela Reuters, ao atualizar os veículos devolvidos após o leasing, a Tesla frequentemente incluía o software “Full Self-Driving”, que antes era vendido separadamente por até US$ 15 mil e atualmente custa US$ 8 mil. A empresa também adicionava o recurso de “aumento de aceleração”, que melhora o desempenho do carro e é comercializado por US$ 2 mil.
Após implementar a política que impedia a compra dos veículos, a Tesla a estendeu para os contratos de leasing de todos os modelos. Até a recente mudança, o site da empresa informava que os veículos entregues após 15 de abril de 2022 “não eram elegíveis para compra” e que “as locações do Model 3 e do Model Y não podiam ser adquiridas, independentemente da data de entrega”.
Em 27 de novembro do ano passado, a conta da Tesla na América do Norte anunciou na rede social X: “Compra de leasing agora disponível” para novos contratos. A empresa também atualizou sua página de leasing, informando que os veículos arrendados “podem ser elegíveis para compra”.
Para alguns ex-arrendatários, a descoberta foi decepcionante. No início e no fim de seu contrato de leasing de três anos do Model Y, Joe Mendenhall contou à Reuters que a equipe da Tesla afirmou precisar do carro de volta para integrá-lo à futura frota de táxis autônomos da empresa. No entanto, no ano passado, ele descobriu que o veículo foi vendido após sua devolução.
“Mentiram ao dizer que eu não poderia comprar o carro ao final do contrato”, escreveu o empresário de marketing de Indianápolis na rede X. “O carro foi leiloado, e não transformado em robotáxi, como me prometeram. Palmas lentas para @elonmusk.
Tesla Cybercab, protótipo de um Tesla táxi-robô
divulgação/Tesla
&#039;Pego com a mão na massa&#039;
A justificativa da Tesla para reter carros usados com a intenção de usá-los como táxis autônomos faz parte de um histórico mais amplo de promessas não cumpridas.
Desde 2016, Musk tem prometido anualmente que os Teslas autônomos estariam disponíveis no máximo até o ano seguinte. 
Em 2019, quando a Tesla passou a oferecer leasing para o Model 3, ele afirmou ao apresentador de podcast Lex Fridman que a possibilidade de instalar software de direção autônoma transformaria cada Tesla usado em um “ativo em valorização”.
Alguns investidores apontaram o suposto estoque de veículos alugados como uma estratégia com potencial. Em outubro passado — pouco antes de um evento em Hollywood no qual a Tesla apresentou o conceito de táxi-robô “Cybercab” — a Ark Investment Management, conhecida por seu otimismo em relação às ações da Tesla, afirmou que esse estoque poderia acelerar a implantação de um serviço de transporte autônomo.
“Para iniciar o serviço, a empresa poderia utilizar uma frota de veículos Model 3 e Model Y já existentes, incluindo os que estão sendo devolvidos após o leasing”, afirmou a Ark em relatório na época. 
Nesta semana, Sam Korus, diretor de pesquisa da Ark, declarou que, mesmo sem os carros fora de locação, a Tesla ainda pode contar com outras alternativas, como veículos novos ou de terceiros.
Há muito tempo, alguns já demonstravam ceticismo. Quando a Tesla anunciou, em 2019, que proibiria a compra de veículos ao fim do leasing devido aos planos com táxis autônomos, analistas da Evercore ISI reagiram com ironia: “uhmmm, o quê??” Eles comentaram que o anúncio indicava que a Tesla acreditava que sua rede de táxis-robôs seria viável em três anos. 
“Estamos no grupo dos extremamente céticos”, concluíram.
De modo geral, concessionárias evitam manter estoques de veículos usados, já que esses ativos tendem a se desvalorizar rapidamente. Michael Minick, ex-vendedor da Tesla e uma das fontes com conhecimento sobre a revenda de carros devolvidos após leasing, disse à Reuters que a empresa não permitiria que os veículos “ficassem parados nos pátios, perdendo valor.
“Eu sabia que isso não era verdade”, acrescentou Minick, que foi um dos milhares de funcionários demitidos pela Tesla durante uma reestruturação no ano passado.
Para a maioria das montadoras nos Estados Unidos, oferecer a opção de compra ao fim do leasing é algo “óbvio”, segundo Joseph Yoon, analista de comportamento do consumidor da empresa de dados automotivos Edmunds. Isso porque os revendedores evitam o trabalho de buscar um novo comprador quando o contrato termina.
Com a queda nos preços dos Teslas usados, Yoon afirmou que a empresa provavelmente suspendeu a proibição de compra ao fim do leasing para evitar ser “flagrada em uma situação embaraçosa”.
Com o envelhecimento dos modelos da Tesla e o aumento da concorrência entre montadoras de veículos elétricos, os carros da marca passaram a se desvalorizar mais rapidamente do que quase qualquer outro no mercado.
Uma análise da CarGurus, plataforma especializada em dados e vendas de carros usados, revelou que os preços médios dos Teslas usados caíram 7,6% no último ano, em contraste com uma redução de apenas 0,8% no índice geral de todas as marcas. 
O valor da picape Cybertruck despencou 46% no mesmo período, enquanto o Model Y teve queda de 14,1%.
Na teleconferência de resultados da Tesla em janeiro, o diretor financeiro Vaibhav Taneja atribuiu &quot;a menor lucratividade do segmento de carros usados&quot; à queda nas margens de uma das unidades da empresa. 
Diferentemente da maioria dos fabricantes de automóveis que atuam nos EUA, a Tesla é proprietária e operadora de suas próprias concessionárias.
Antes da mudança na política de leasing, segundo uma fonte próxima às operações de varejo da Tesla, clientes nas concessionárias frequentemente questionavam por que os preços dos carros usados eram tão próximos aos de modelos novos. Os vendedores justificavam a diferença com as atualizações de software oferecidas nos veículos.
Para os interessados em leasing, os vendedores mantinham o argumento de que os veículos seriam utilizados como táxis autônomos ao término do contrato. A justificativa permaneceu inalterada, segundo a fonte, já que até novembro a empresa nunca havia se afastado dessa narrativa.
Marshall Distel, planejador de transportes em Vermont que alugou um Model 3 em 2023, afirmou que, ao pesquisar as políticas da Tesla, compreendeu que teria de devolver o carro ao final do contrato. Na ocasião, ele considerou que uma opção de compra teria sido vantajosa.
Atualmente, Distel afirma não ter interesse em adquirir nenhum produto associado a Elon Musk, cujas ações como conselheiro do presidente dos EUA, Donald Trump, afastaram parte dos consumidores. 
“Adoro o carro, só não gosto do que está acontecendo na liderança da empresa”, disse. “Não quero mais estar vinculado a isso.” ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
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<title>É #FAKE página que imita g1, cita CNH Social e exige dados e PIX; trata&#45;se de golpe</title>
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<description><![CDATA[      O g1 não publicou reportagem com esse título e conteúdo; site mentiroso pede dados pessoais e leva vítimas a fazerem PIX. Senatran esclarece que CNH Social é uma política pública voltada a pessoas de baixa renda; adesão deve ser consultada em Detrans estaduais.  O que é fato ou fake sobre a gripe aviária?
Circula nas redes sociais uma publicação que imita a aparência do g1, simula uma reportagem sobre CNH Social e oferece um link para inscrição. É #FAKE. 
selo fake
g1
🛑 Por que a publicação é mentirosa?
O título diz: &quot;Governo e DETRANs lança ao ar o programa CNH SOCIAL DIGITAL 2025 (Reprodução)&quot;. Mas o g1 jamais publicou uma página com esse título, nem com esse conteúdo. Trata-se de uma montagem fraudulenta que aplica um golpe e leva a vítima a fazer um PIX (veja detalhes a seguir). 
Comuns em mensagens desse tipo, erros de padrão denunciam a farsa: a URL da página falsa (https://globo-g1.org/) é diferente do endereço autêntico do g1 (https://g1.globo.com). 
O site mentiroso apresenta um texto com a promessa de Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e um botão com a inscrição &quot;solicite agora&quot;. Quando clica ali, o leitor é levado a uma página que imita a aparência de portais do governo federal. A URL mentirosa (https://govcnh.org/) é diferente das oficiais (.gov.br).
Esse site falso reitera as promessas e exige que o consumidor informe CPF, confirme nome, data de nascimento, telefone e e-mail. Em seguida, pede idade, renda e categoria de CNH solicitada. 
Na etapa seguinte, cita uma autoescola com vaga e pede o agendamento de exame psicotécnico e médico. 
Antes de prosseguir, o consumidor recebe a informação de que erá de pagar uma  taxa, sob pretexto de que é cobrada para evitar solicitações indevidas. O pagamento, via PIX, é de R$ 58,71 e vai para uma empresa intermediadora de pagamentos. O objetivo da manobra é esconder a pessoa que ficará com o dinheiro. O texto tem tom sensacionalista e tenta estimular no leitor um senso de urgência ou facilidade (de que é exemplo o botão &quot;solicite agora&quot;). 
Consultada pelo Fato ou Fake, a Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran) esclareceu que o programa CNH Social é uma política pública voltada a pessoas de baixa renda, que pode ser oferecida pelos estados. A adesão deve ser verificada junto ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de cada unidade federativa.  Já a CNH digital é gratuita e pode ser acessada por meio do aplicativo da Carteira Digital de Trânsito. 
A Associação Nacional dos Departamentos de Trânsito (AND) apontou que a publicação é falsa. Também alertou que nenhum departamento de trânsito do país solicita qualquer pagamento para inscrição em programas sociais de habilitação: &quot;Trata-se de fake news, veiculada em site não oficial, com o objetivo de induzir o cidadão ao erro e, possivelmente, coletar indevidamente dados pessoais ou promover golpes financeiros&quot;. 
📑 O que é o CNH Social?
De acordo com a AND,  o Programa CNH Social é uma iniciativa válida em diversos estados, para oferecer gratuitamente a obtenção da primeira habilitação, adição ou mudança de categoria para pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, conforme critérios estabelecidos em cada unidade da federação.
Cada Detran estadual gerencia seu próprio programa, com critérios específicos e inscrições exclusivamente pelos canais oficiais, sendo vedada a cobrança de qualquer valor em qualquer etapa.
📌 Quais são as orientações oficiais?
A AND reforça que nenhum programa oficial dos Detrans estaduais solicita pagamentos via links, boletos, PIX ou outros meios digitais externos. Todos os processos de inscrição e consulta devem ser feitos exclusivamente pelos portais oficiais dos Departamentos de Trânsito.
Cidadãos devem evitar clicar em links suspeitos, verificar a URL dos sites acessados e buscar informações apenas em fontes confiáveis. Casos suspeitos devem ser denunciados às autoridades competentes e aos próprios Detrans estaduais, afirma Givaldo Vieira, presidente da AND.
É #FAKE página que imita g1, cita CNH Social e exige dados e pix; é golpe
Reprodução
Veja também
É #FAKE anúncio sobre inscrições para concurso do INSS
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VÍDEOS: Fato ou Fake explica
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
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<title>Leilão da Receita: nova edição tem lote com VW Gol e Honda CG por preço de iPhone 16</title>
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<description><![CDATA[      Dentre as ofertas de carros e motos, estão 27 lotes que abrangem desde Hyundai HR, um utilitário esportivo para trabalho, hatches e motocicletas. A Receita Federal em São Paulo realizará mais um leilão regional de mercadorias apreendidas ou abandonadas em 28 de maio.
São 200 lotes no total, que incluem notebooks, smartphones, eletrodomésticos, fones de ouvido, carros, motos, pneus, bolsas, calçados, utensílios domésticos, entre outros.
Dentre as ofertas de carros e motos, estão 27 lotes que abrandem desde Hyundai HR, um utilitário esportivo para trabalho, até carros (como Honda Fit) e motocicletas (Honda CG).
Segundo a Receita, o leilão será realizado de forma eletrônica e é destinado a pessoas físicas e jurídicas. 
O período para recebimento das propostas vai das 8h do dia 20 de maio até as 21h do dia 26. A sessão para lances está prevista para as 10h do dia 28 do mesmo mês (horários de Brasília).
Os lances devem ser feitos para os lotes fechados — ou seja, um conjunto de determinados itens. 
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Alguns dos lotes mais baratos envolvendo veículos custam a partir de R$ 1.940, com um Ford Escort 1996 sem os bancos traseiros. Já o mais caro custa a partir de R$ 60 mil por um caminhão Volkswagen 24.250 CLC 6X2.
Há ainda um lote, o número 35, que contém dois veículos no pacote: um Volkswagen Gol e uma Honda CG 150. O lote tem lance inicial de R$ 9.267.
Outros destaques do leilão são:
Do lote 183, é possível adquirir Ford Focus 1.6 2008 a partir de R$ 6.600;
No lote 185, é possível adquirir um Chevrolet Vectra Elegance 2010 a partir de R$ 8.700; este carro custa R$ 38 mil pela tabela Fipe;
No lote 191, é possível adquirir um Toyota Corolla modelo 2009 a partir de R$ 13,8 mil.
No lote 186, é possível adquirir um Fiat Punto Attractive 2011 a partir de R$ 5.550.
Do lote 187, é possível adquirir smartphones Honda Civic LXS a partir de R$ 9 mil.
De acordo com o Fisco, os lotes estarão disponíveis para visitação entre 20 e 26 de maio, nas cidades de São Paulo, Barueri, Suzano, São Bernardo do Campo, Santo André, Campinas, Bauru, Santos, Guarujá, Araraquara, Sorocaba, Taubaté, Jacareí e Guarulhos.
Os lotes poderão ser examinados de forma presencial, mediante agendamento, em dias de expediente normal. Os endereços e horários para visitação, bem como os contatos para agendamento, estão indicados no edital do leilão.
A Receita ainda destacou que os bens arrematados por pessoas físicas não podem ser vendidos, assim como alguns lotes específicos adquiridos por pessoas jurídicas.
Além disso, os licitantes terão 30 dias para retirada dos lotes arrematados. O pagamento das mercadorias é feito por meio de Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf).
Por fim, também alertou para que os contribuintes tenham cuidado para não cair em golpes.
&quot;A Receita Federal alerta para a realização de transmissões ao vivo (lives) fraudulentas que simulam leilões de mercadorias apreendidas em plataformas de compartilhamento de vídeos na Internet&quot;, afirmou o Fisco em nota oficial, indicando que a participação é feita exclusivamente pelo e-CAC. Veja como participar do leilão mais abaixo. 
Quem pode participar do leilão?
Pessoas físicas podem participar do leilão sob os seguintes critérios:
ser maior de 18 anos ou pessoa emancipada;
ser inscrito no Cadastro de Pessoas Física (CPF);
ter selo de confiabilidade Prata ou Ouro no sistema de identidade digital do Governo Federal.
Já para pessoas jurídicas, os critérios são os seguintes:
ter cadastro regular no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídica (CNPJ);
ou, no caso do responsável da empresa ou de seu procurador, ter selo de confiabilidade Prata ou Ouro no sistema de identidade digital do governo federal.
Como funcionam os leilões
Como participar do leilão?
Para participar do leilão apresentando um lance, o interessado precisa seguir os seguintes passos:
entre 20 e 26 de maio, observando os horários estabelecidos pela Receita, acessar o Sistema de Leilão Eletrônico por meio do Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC);
selecionar o edital do leilão em questão, de número 0800100/000003/2025 - SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL DA 8ª REGIÃO FISCAL;
escolher o lote em que se quer fazer o lance e clicar em &quot;incluir proposta&quot;;
aceitar os termos e condições apresentados pelo site da Receita;
e incluir o valor proposto (que, necessariamente, deve ser maior do que o valor mínimo estabelecido pela Receita), e salvar.
Veja dicas para participar de leilões
Como em qualquer leilão, é preciso analisar minuciosamente cada item para saber qual faz sentido na sua garagem. Para te ajudar, o g1 reuniu as principais dicas e as opiniões de especialistas para que você tome a melhor decisão.
Existem dois tipos de leilões: os particulares e os públicos. A primeira pergunta que o consumidor pode se fazer é: de onde vêm esses veículos?
Os leilões públicos costumam ofertar modelos que foram apreendidos ou abandonados. De acordo com Otávio Massa, advogado tributarista, esses veículos têm origem em operações de fiscalização aduaneira e foram retidos por questões legais, fiscais ou por abandono em recintos alfandegados.
Existem também os carros inservíveis de órgãos públicos, como os que já não têm mais utilidade para o propósito governamental e são vendidos para reutilização ou como sucata.
“Os veículos são vendidos no estado em que se encontram, sem garantias quanto ao seu funcionamento ou condições, e o arrematante assume todos os riscos”, explica Massa.
Em meio aos riscos, há excelentes preços. Porém, existe um passo a passo para verificar o estado do carro, que vamos falar adiante.
Diferentemente das revendas oficiais ou multimarca, não é oferecida uma garantia para o produto. É nesse momento que o consumidor tem que ligar o alerta: produtos de leilões particulares podem ter garantia para apenas alguns itens. Os públicos, por sua vez, não têm garantia.
Por isso, é importante checar se é possível fazer uma vistoria presencial no modelo antes de pensar no primeiro lance.
Luciana Félix, que é especialista em mecânica de automóveis e gestora da Na Oficina em Belo Horizonte, lembra ainda que a burocracia pode ser um grande empecilho para o uso do item leiloado. Um exemplo que ela cita é o de um carro aprendido, que pode ter problemas na documentação.
“Esses carros já vêm com burocracias devido ao seu histórico. (...) Às vezes, são carros que necessitam de uma assistência jurídica. Você tem que contratar um advogado para fazer toda a baixa dessa papelada”, alega a especialista.
Leilões particulares
De acordo com a especialista em mecânica automotiva Luciana Félix a maioria dos pregões particulares oferece carros de seguradoras (geralmente de sinistros, com perdas totais ou parciais), de locadoras, e de empresas com pequena frota, que colocam a antiga para leilão quando precisam fazer a substituição.
Simplificando o conceito:
🔒Leilões particulares: frotas de empresas, devoluções de leasing, de seguradoras
🦁Leilões da Receita Federal: apreendidos, confiscados ou abandonados.
Tipo de compra
Segundo Ronaldo Fernandes, especialista em Leilões da SUIV, empresa que possui um banco de dados de peças automotivas, é fundamental entender que existem duas maneiras de adquirir automóveis ofertados em leilões: para restaurar ou utilização; e aqueles voltados exclusivamente para empresas de desmanche legal.
“Não há um tipo específico de veículos que vai a leilão, mas é muito importante verificar qual o tipo de venda que está sendo oferecida para o veículo de interesse, pois alguns veículos poderão circular normalmente e outros servirão somente para desmonte ou reciclagem devido à sua origem”, afirma Fernandes.
Nos casos em que os carros são vendidos para desmanches, a origem deles se dá por conta do tamanho do sinistro. “Dependendo do tamanho do sinistro, o automóvel só poderá ser vendido como sucata, ou seja, sem documentação para rodar novamente”, afirma Fernandes.
Critérios para venda
Segundo o advogado tributarista Otávio Massa, os critérios para que um carro vá a leilão incluem:
Valor comercial: veículos com valor residual significativo que justifique a venda;
Condição recuperável: mesmo que parcialmente danificados, se ainda tiverem peças reutilizáveis ou puderem ser reparados;
Procedimento legal: veículos apreendidos ou abandonados que legalmente devem ser vendidos em leilão público.
Resumindo, o que define se um veículo vai ser leiloado é o quanto ele ainda pode despertar o interesse financeiro de novos compradores. Thiago da Mata, CEO da plataforma Kwara, afirma que é feita uma avaliação prévia para determinar o valor a ser cobrado.
“Normalmente, ativos que possuem débitos superiores ao seu valor de mercado são considerados sucata e vão para descarte. Da mesma forma, veículos cujo estado de conservação seja muito crítico podem ter o mesmo destino para que possam ser aproveitadas as peças”, argumenta.
Otávio Massa corrobora com a visão de da Mata ao afirmar que “não há uma porcentagem mínima específica estabelecida por lei, mas o critério principal é se o veículo tem valor comercial residual. Veículos sem valor ou severamente danificados podem ser descartados”.
Carros, caminhões, ônibus e outros modelos destinados a desmanche têm seus respectivos números de chassis cancelados. É como se o automóvel deixasse de existir.
Prudência e dinheiro no bolso
De acordo com Thiago da Mata, da Kwara, inspecionar o veículo é de suma importância. Afinal, os carros podem ter distintos estados de conservação, o que tem que entrar na lista de preocupações de quem participa de um pregão.
“[Os veículos] podem tanto estar em bom estado de conservação, como também é possível que tenham ficado em pátio público durante um período de tempo importante”, afirma.
Os carros podem ter marcas provocadas pelo período em que ficaram expostos ao clima: pintura queimada, oxidação da lataria, manchas provocadas pela incidência solar. E esses reparos também precisam entrar no planejamento financeiro do comprador.
Idealmente, a inspeção deve ser feita de forma presencial, segundo os especialistas consultados nesta reportagem. 
Ao verificar um carro, por exemplo, é preciso verificar tudo: bancos, painéis de porta, console central, volante, conferir os equipamentos, a quilometragem, ligar o carro, abrir o capô, checar a existência de bateria de 12V e, se possível, levar um especialista ou mecânico de confiança para checar as partes técnicas e prever possíveis custos extras com manutenção.
Luciana Félix, que é especialista em manutenção, diz que o consumidor precisa ver até o histórico de manutenção, se possível. E documentar tudo com fotos.
“Comprar carros em leilão é tipo um investimento de risco, você pode se dar muito bem ou muito mal, pois você não poderá andar com o carro para saber como está o seu motor ou câmbio, pois todos os veículos estão lacrados”, argumenta a proprietária da Na Oficina.
É importante ressaltar que essa é a mesma verificação que se faz ao comprar um automóvel usado, seja presencial ou via marketplace: deve ser feita uma avaliação técnica, além de checagem da quilometragem rodada e documentação do ativo.
“Importante que seja feita a verificação de débitos ou algum tipo de bloqueio para venda, pois a responsabilidade por estes pagamentos pode ser diferente de leilão para leilão. Estas informações devem estar presentes no Edital, que deve ser lido com atenção antes que qualquer lance seja dado”, alerta Thiago da Mata, da Kwara.
Quando a compra é feita pela internet e não existe a possibilidade de visitar o produto, é indicado solicitar uma vídeo-chamada para fazer essa inspeção. Não é o ideal, mas já ajuda a verificar o estado do carro, mesmo que seja à distância.
O que verificar:
Documentação: incongruências jurídicas;
Custos para regularização;
Estado de conservação do carro;
Custos para restauro;
Condições de compra;
Inspeção mecânica e de equipamentos.
Assim, se você vai participar de um leilão pela primeira vez, atente-se para os seguintes passos.
Estude: leia o edital e entenda as regras do leilão;
Verifique a procedência: se certifique que o veículo não tem pendências legais;
Defina um orçamento: estabeleça um limite máximo de gastos;
Inspecione: se possível, veja o veículo pessoalmente ou solicite um relatório detalhado;
Experiência: participe de leilões menores para entender a lógica de funcionamento.
▶️ LEMBRE-SE: Utilize apenas canais oficiais para se comunicar com o leiloeiro e verifique sempre a autenticidade das mensagens. Evitar fraudes já é um bom começo.
g1 testa o novo VW Nivus: é melhor que os rivais? ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>ENTREVISTA: presidente da Stellantis diz que volta do carro popular precisa de ‘esforço conjunto’ com o governo</title>
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<description><![CDATA[      Em exclusiva ao g1, Emanuele Cappellano, chefe do grupo para a América do Sul, comenta o aumento do preço do carro zero no Brasil e os planos da montadora para acompanhar a forte concorrência na corrida pela eletrificação. Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul
Fábio Tito/g1
Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul, em entrevista ao g1.
Fábio Tito/g1
O sonho de ter um carro próprio está cada vez mais difícil para muitos brasileiros. Em 2016, o Fiat Mobi na versão mais simples custava R$ 31.900. Hoje, o modelo mais básico da marca, o Fiat Mobi Like, é vendido por R$ 77.990, um aumento de 145%.
O aumento exorbitante não se deve apenas à inflação, que acumula 61,2% no período, mas também “ao crescimento dos custos de produção e à incorporação de novas tecnologias”, afirma Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis na América do Sul, em entrevista exclusiva ao g1.
O avanço dos carros é notável, mas o bolso não tem acompanhado. O salário mínimo teve um aumento de apenas 72%, de R$ 880 para R$ 1.509. Pior, a parte que sobra dos salários após o pagamento do “básico”, como aluguel, luz, água, comida, transporte, caiu de 45% para 42% da renda do brasileiro, uma clara mostra da redução do poder de compra.
Há solução? Para Cappellano, a indústria automobilística poderia oferecer carros mais acessíveis contanto que houvesse um “esforço conjunto” do governo para reduzir os custos de produção. Segundo ele, a combinação de esforços é essencial para tornar os veículos populares uma realidade novamente.
“Deve ser uma combinação entre o esforço da indústria com um o esforço do governo, das instituições nesse sentido, mas objetivamente a tecnologia custa, e a produção custa. Então, deve ser um esforço conjunto”, diz o executivo.
“Qual é a melhor resposta que a indústria pode dar? É tentar alavancar a indústria brasileira. Porque é mais acessível [produzir aqui] e, dependendo menos de importações, a torna mais competitiva. [No Brasil,] temos um custo do trabalho um pouco menor que em outras regiões do mundo.”
A Stellantis, que reúne marcas como Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën e RAM, anunciou em março de 2024 um investimento de R$ 30 bilhões entre 2025 e 2030, com o lançamento de 40 novos modelos. Não se espera, porém, que os modelos mais básicos fiquem mais acessíveis.
Pelo contrário, a Stellantis tem investido na diversificação da sua plataforma de veículos com tecnologia mais moderna de propulsão, para que os carros atendam às diferentes demandas de conjunto motriz.
“Na nossa visão, a tecnologia de híbrido leve (mild hybrid) ou pleno (HEV), são investimentos que tem uma demanda e utilização maiores. É por isso que a gente privilegia [este tipo de veículo]. De qualquer forma, do ponto de vista industrial, a escolha que a Stellantis fez foi a de adotar plataformas que são flexível na adoção de [diferentes] tecnologias.”
“A mesma plataforma pode adotar um mild hybrid, um HEV, um motor tradicional ou até a ser elétrico, mantendo a flexibilidade para atender ao consumidor brasileiro”, afirma Capellano.
Veja a entrevista na íntegra no vídeo abaixo.
Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul, concede entrevista ao g1.
A seguir, clique nos links para assistir aos cortes com os principais destaques.
Carro popular depende do apoio do governo;
Stellantis vê previsibilidade no Brasil
Demanda por SUVs não é uma &#039;tendência radical&#039;;
Citroën e Peugeot sofrem com poucos lançamentos.
Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul, em entrevista ao g1.
Fábio Tito/g1
Carro popular depende de apoio do governo
Carro popular depende de apoio do governo
Os carros estão cada vez mais seguros e tecnológicos a cada ano e isso custa, diz o chefe da Stellantis.
As tecnologias incorporadas que ajudaram a elevar o preço dos veículos, incluem airbags adicionais, freios ABS, controles eletrônicos de tração e estabilidade, novos sistemas de controle de emissões e motores com tecnologia mais eficiente.
Como parte destas tecnologias faz parte da legislação brasileira, Cappellano afirma que indústria e governo precisam melhorar a sinergia para que o “carro popular” realmente exista.
“A indústria pode trabalhar no que é básico do básico, para ser vendido no mercado, mas de fato a tecnologia mínima indispensável para cumprir com a lei e respeitar também coisas, como descarbonização, impõe necessariamente um aumento de custo”, diz o executivo.
Volte para o início.
Stellantis vê previsibilidade no Brasil
Stellantis vê previsibilidade no Brasil
Segundo Cappellano, o Brasil oferece previsibilidade ao setor automotivo, impulsionada por programas de descarbonização com diretrizes já definidas para os próximos anos e, sobretudo, pelas metas de transição tecnológica. 
Esses fatores levaram o grupo Stellantis a direcionar, em 2024, 93,75% de todo o investimento na América do Sul para o país — R$ 30 bilhões dos R$ 32 bilhões destinados à região.
Ele aponta que, mesmo com a alta da taxa de juros, atualmente fixada em 14,75%, nada muda para o ciclo de investimentos nem para a previsão de lançamento de veículos no Brasil.
“A razão para a Stellantis ter anunciado um investimento tão relevante é, na verdade, a previsibilidade. Além disso, toda a indústria anunciou um novo ciclo de investimentos no início do ano passado”, afirma.
Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul, em entrevista ao g1.
Fábio Tito/g1
Cappellano destacou que o programa Mover (Mobilidade Verde e Inovação), do governo federal, auxiliou na previsibilidade mencionada por ele e solidificou a intenção da Stellantis de investir no país.
O plano de incentivo de longo prazo tem como objetivo impulsionar a pesquisa e desenvolvimento (P&amp;D) no setor automotivo. Para isso, oferece créditos financeiros que variam de 50% a 320% do valor investido.
A promessa é de que, entre 2024 e 2028, o programa disponibilizará um total de R$ 19,3 bilhões em créditos, que poderão ser usados para abater tributos federais.
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Demanda por SUVs não é uma &#039;tendência radical&#039;
Demanda por SUVs não é uma &#039;tendência radical&#039;
O mercado de carros no Brasil passou as últimas décadas dominado pelos hatches compactos, como Fiat Argo, Volkswagen Polo e Chevrolet Onix. Mas, desde 2020, os SUVs tornaram-se os mais desejados pelos consumidores brasileiros.
Naquele ano, os SUVs representaram 32,7% dos emplacamentos, enquanto os hatches corresponderam a 29,45% das vendas. Hoje, já são 53%. 
Capellano conta que não é o formato da carroceria que aumenta ou diminui o retorno de investimento de um produto e reconheceu que a demanda por SUVs está em alta, mas que não está escrita em pedra.
“Não existe hoje uma diferença de lucratividade relacionada a forma, o tamanho do carro. A lucratividade é muito relacionada a escala de produção, as tecnologias colocadas nos carros e a demanda. Então, não necessariamente ter um SUV [na gama] gera mais lucro do que um hatch”, disse o executivo.
“Existe uma demanda, mas não são tendências radicais. Então, não é algo como ‘não tem mais hatch e agora é tudo SUV’, ou ‘não tem mais SUV, agora é tudo picape’”, afirma.
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Citroën e Peugeot sofrem por poucos lançamentos ok
Citroën e Peugeot sofrem por poucos lançamentos
A Stellantis controla duas marcas francesas, Citroën e Peugeot. Ambas já estiveram entre as empresas com os carros mais vendidos pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), mas não ficaram nem entre as 10 fabricantes com mais emplacamentos no Brasil em 2024.
Desde 2022, quando a Peugeot ficou na décima posição, as duas marcas não aparecem entre as 10 mais vendidas no Brasil. Cappellano destaca que fatores históricos e a falta de novos lançamentos têm dificultado a trajetória das marcas.
“Existe, claramente, uma visibilidade de marca que tem razões históricas. São marcas que têm uma presença menor, na consistência de lançamentos de produtos, mas a oferta para o cliente vai criar também um crescimento para essas marcas”, aponta o executivo.
Ele cita os lançamentos recentes de Peugeot 208 e 2008, e do Citroën Basalt. A ideia é driblar a má fama que as marcas francesas fixaram no mercado brasileiro sob a liderança da PSA, antes da fusão com a FCA e o surgimento da Stellantis.
A grande massa de consumidores ainda não tem noção que os carros das marcas francesas compartilham o mesmo conjunto motriz dos da Fiat e Jeep e o próprio Capellano reconhece: “é uma questão de tempo”.
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Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis para a América do Sul, em entrevista ao g1.
Fábio Tito/g1 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>VÍDEO: Neta X é um SUV elétrico com bom preço, mas por que ele quase não vende? Veja a avaliação</title>
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<description><![CDATA[      A marca, pouco (ou nada) conhecida no Brasil, vendeu apenas 42 carros no Brasil durante os quatro primeiros meses de 2025. Será possível reverter a situação? Neta X: veja os pontos positivos e negativos do SUV (que ainda vende pouquíssimo por aqui)
O Neta X é SUV médio que oferece mais espaço no porta-malas que um Jeep Compass híbrido, que o elétrico BYD Yuan Plus e custa menos que alguns concorrentes, mesmo comparado a modelos movidos exclusivamente a gasolina. Então, por que ele vende tão pouco?
A marca, pouco (ou nada) conhecida no Brasil, vendeu apenas 42 carros no Brasil durante os quatro primeiros meses de 2025, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
A concorrente chinesa Zeekr, também novata e sem fama por aqui, vendeu 4,4 vezes mais. Foram 186 modelos emplacados no mesmo período. A líder é a BYD, que colocou 13.281 novos carros nas ruas durante os mesmos quatro meses de 2025.
O g1 testou o Neta X 500 Luxury, versão topo de linha do SUV médio, para avaliar seus pontos fortes e fracos. Será possível reverter esse jogo?
Neta X tem visual minimalista
Neta X de frente
g1 | Fábio Tito
Mesmo com o Neta X mais barato que seus concorrentes dentro de fora do Brasil, no mercado internacional as vendas da marca também não decolaram e fizeram a companhia repensar muitos de seus planos, envolvendo até mesmo demissão de funcionários.
Segundo Wilson Sun, presidente assistente da fabricante, Neta significa &quot;espírito que nunca desiste&quot;. Essa persistência será necessária, realmente. 
Por aqui, o Neta X 500 Luxury briga com Jeep Compass, que é vendido por aqui em versão a combustão e híbrida plug-in. Ainda entram neste bolo o Toyota Corolla Cross, Volkswagen Taos, Hyundai Creta e Nissan Kicks, todos em versão topo de linha.
A primeira diferença do Neta X é o visual minimalista, um alívio em meio a concorrentes com excesso de informações em adesivos. 
A BYD, por exemplo, costuma estampar o nome da marca por extenso, escrevendo “Build your Dreams” logo abaixo do vidro traseiro e coloca outros detalhes, como faz atualmente com as duas versões do Dolphin, Han, Seal e Yuan Plus.
Até a GWM coloca o nome da marca em destaque na tampa traseira de modelos como Haval e Ora 03, indo até o Tank. Neste último, temos &quot;GWM TANK&quot; de um lado da traseira, &quot;300&quot; do outro, enquanto PHEV e Hi4-T juntos na parte inferior.
No Neta X, o logo da marca está em uma cor que não contrasta com a pintura do carro, e a única adição na tampa do porta-malas é a letra X, representando o nome do modelo.
Além do minimalismo, o restante do visual do carro não tem tanta personalidade. Não que seja ruim, mas não chama atenção, e as linhas laterais que podem ser reconhecidas como inspiradas em outros SUVs médios, como Nissan Kicks e Honda HR-V.
Logo da Neta fica pouco visível na traseira do Neta X
Fábio Tito/g1
Neta X é espaçoso e concentra comandos na central multimídia
Os maiores pontos de destaque do Neta X estão no interior. O primeiro e mais visível é o acabamento. Há poucas partes com plástico duro e, em praticamente todos os cantos onde você pode colocar a mão, a fabricante utiliza couro ou tecido, sempre macios ao toque.
Esse tipo de conforto ao toque não é exclusividade da Neta, mas se destaca por estar presente em um veículo próximo dos R$ 200 mil. Acabamento predominantemente em couro tende a aparecer apenas em carros mais caros.
Interior do Neta X com 80% do acabamento em couro
Fábio Tito/g1
Geralmente, um bom espaço para as pernas do passageiro significa um porta-malas menor. Não é o que ocorre com o Neta X, que oferece 508 litros para bagagens. Nesse aspecto, ele também supera o Jeep Compass (476 litros) e o BYD Yuan Plus (440 litros).
Outro ponto de destaque é o espaço interno. São 2,77 metros de entre-eixos, com assoalho plano. Esse espaço é maior que o de seu único concorrente direto, o BYD Yuan Plus (2,72 metros), além de ser mais espaçoso que um Jeep Compass (2,63 metros).
Com o banco do motorista ajustado para uma pessoa de 1,65 metro, há mais de dois palmos de espaço entre o joelho do passageiro e o assento à frente.
Neta X tem bom espaço interno
Fábio Tito/g1
Como nem todo carro é perfeito, o Neta X tem pontos negativos que precisam ser considerados. O primeiro deles é a quantidade exagerada de ajustes do veículo presentes apenas na central multimídia.
Ela é espaçosa (15,6 polegadas), como todo bom carro chinês moderno, e tem resolução para fácil leitura de todo conteúdo, mas até o controle dos retrovisores laterais depende dela. Outros ajustes que deveriam estar em locais mais acessíveis, como os comandos dos faróis, os modos de condução e acionamento do teto solar, também estão na central multimídia.
Imagine que, para ligar o farol, fechar o teto solar ou ajustar o retrovisor, você precisa tocar na tela, sair do GPS ou do controle de mídia, entrar nos ajustes, selecionar a função desejada e só então controlar o recurso do veículo — foram cerca de três toques na central multimídia, sempre retirando atenção da rodovia.
Outro ponto negativo, embora menor, é a localização do câmbio. Ele está na haste que fica na coluna de direção, onde geralmente estão os ajustes do limpador de para-brisas. Esse é um local comum em carros dos Estados Unidos, mas não nos vendidos no Brasil.
Central multimídia do Neta X concentra muitas funções, como controle dos espelhos e até dos faróis
Fábio Tito/g1
Ainda na área do motorista, o painel de instrumentos é digital e tem 8,9 polegadas. Ele é moderno, como se espera de um carro atual, mas os indicadores são fixos — não há possibilidade de personalizar o conteúdo exibido.
Uma das maiores vantagens desses painéis digitais é justamente a capacidade de exibir as informações mais relevantes para cada motorista. No Neta X, não há necessidade de mostrar constantemente todas as posições de marcha; bastaria destacar a “engatada”.
Essas escolhas poderiam ser substituídas por outros dados, como ocorre em modelos concorrentes — inclusive em veículos bem mais baratos, como o Volkswagen Polo — mas não no Neta X.
Por fim, o retrovisor central não possui a função de ofuscamento automático dos faróis dos carros que vêm atrás. Esse recurso, assim como a personalização do painel digital, já é comum até em veículos de menor preço, como o Volkswagen Nivus.
Volante do Neta X não oferece controles, como de piloto automátivo adaptativo
Fábio Tito/g1
Elétrico é esperto, mesmo com motor mais simples
À primeira vista, a potência de 164 cv em um carro com mais de 1,7 mil quilos pode sugerir um desempenho tímido, especialmente em ultrapassagens na estrada. Esse seria o caso de um veículo a combustão, mas não se aplica a um elétrico.
O torque instantâneo compensa a potência menor. Para ilustrar melhor: durante os testes, sempre conseguimos fazer o Neta X sair na frente das motos ao abrir o semáforo, além de nos proporcionar ultrapassagens seguras na estrada.
Comparado a um SUV de porte semelhante, mas com motorização a combustão, o Neta X oferece um desempenho equivalente ao esperado de um motor 1.4 ou 1.6, ambos turbo.
A suspensão é macia, como em quase todo carro chinês. Com elas o conforto em ambientes urbanos foi uma realidade, com o conjunto amortecendo bem os impactos de buracos, lombadas e valetas, que dificilmente causam maiores solavancos aos ocupantes.
Por fim, o último ponto negativo do Neta X é o tempo de atuação da empresa no Brasil, já que a marca ainda não possui a mesma rede de concessionárias e assistência de uma BYD, Volkswagen, GM ou Fiat.
Quem compra um carro neste momento inicial da marca precisa estar ciente de que pode enfrentar dificuldades para encontrar peças ou conseguir reparo especializado fora das capitais.
No final das contas, o Neta X é vendido por R$ 214,9 mil e é tão ágil e arisco, ou até mais, que um Jeep Compass 4XE, versão híbrida do veículo americano, enquanto custa R$ 132,4 mil a menos — o Jeep é vendido por aqui por R$ 347,3 mil. 
O porta-malas é maior, assim como o do BYD Yuan Plus, que é R$ 20,9 mil mais caro.
Outro concorrente eletrificado que o Neta X encontra no Brasil é o Toyota Corolla Cross. Ele tem sistema híbrido pleno, o que impede que o veículo possa circular no modo elétrico por grandes distâncias, como consegue o Compass 4XE, mas vem atraindo compradores no Brasil. Ele custa R$ 219.890 e é, neste momento, R$ 10 mais barato.
O acabamento do Neta X é mais confortável que o desses concorrentes, além de oferecer mais espaço interno para as pernas. Por outro lado, a central multimídia concentra mais comandos do que deveria, e o painel de instrumentos digital carece de personalização.
Neta precisa comer feijão para ir bem no Brasil
O logo da Neta é um ideograma chinês que pode ser traduzido como &quot;pessoas rodeadas pela natureza e esportividade&quot;.
A montadora chinesa Neta Auto faz parte do grupo Hozon New Energy Automobile, um conglomerado que fornece tecnologia para o setor automotivo.
Fundada em 2014, a Hozon registrou mais de 3 mil patentes. Quatro anos depois, lançou a Neta, que possui duas fábricas na China e uma na Tailândia.
Desde 2018, a Neta lançou sete modelos mundialmente: GT (que chega até o final do ano), S (um sedã cupê), U (SUV compacto), L (SUV de porte médio) e V (outro utilitário compacto).
Talvez, uma das saídas para a Neta seja mostrar a solidez da empresa, algo que não conseguiu até agora. Até a chegada das recentes gigantes chinesas ao mercado, havia muita desconfiança de que a montadora fosse simplesmente desaparecer.
Com um carro bom e preço melhor que os adversários, a Neta precisa agora ser mais popular.

Chave do Neta X é pequena como um estojo de maquiagem
Fábio Tito/g1 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Toyota reforça o compromisso com o cliente e dá até 10 anos de garantia</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/toyota-reforca-o-compromisso-com-o-cliente-e-da-ate-10-anos-de-garantia</link>
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<description><![CDATA[      Quando você cuida do seu Toyota com quem mais entende dele, a confiança cresce e a garantia também Toyota reforça o compromisso com o cliente e dá até 10 anos de garantia
Sabe aquele técnico que não larga o time? Está sempre ali, acompanhando, orientando e garantindo que tudo funcione direitinho? É esse tipo de compromisso que a Toyota tem com quem escolhe seus carros. Com a Garantia Estendida Toyota, quem faz as revisões anuais na rede autorizada pode contar com até 10 anos de cobertura. É segurança, cuidado e valor do carro preservados por muito mais tempo.
Toyota 10
Divulgação
Funciona assim: a cada revisão feita dentro do prazo nas concessionárias autorizadas Toyota, o cliente garante mais um ano de garantia. E de quebra, ainda mantém o carro com o histórico em dia — o que faz toda a diferença se um dia resolver vender. E o melhor é que quem compra um Toyota dos modelos a partir de 2020, mesmo que não tenha passado por todas as revisões nas autorizadas, também pode correr atrás da Garantia Estendida Toyota 10!
Quer entender melhor como tudo isso funciona? Preparamos um infográfico que explica direitinho como ativar a garantia ano a ano e mostra os principais benefícios desse cuidado a longo prazo. Olha só!
Como funciona a garantia Toyota 10
Divulgação
E para entrar para esse time vencedor, localize a concessionária mais próxima! www.toyota.com.br/toyota10 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
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<title>Ford Mustang manual, edição limitada de R$ 600 mil, esgota em 1 hora</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/ford-mustang-manual-edicao-limitada-de-r-600-mil-esgota-em-1-hora</link>
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<description><![CDATA[      As 200 unidades ofertadas para o mercado brasileiro renderam R$ 120 milhões para a Ford em apenas uma hora. Modelo tem motor 5.0 V8 de 492 cv Um carro em extinção: Ford Mustang manual é o último muscle car raiz
O último muscle car com transmissão manual oferecido pela Ford, o Mustang GT Performance com câmbio de seis velocidades, esgotou em apenas 60 minutos. As 200 unidades destinadas ao mercado brasileiro renderam R$ 120 milhões para a Ford em uma hora.
Segundo a Ford, a maioria dos compradores já possuía um Mustang, e esses clientes tiveram prioridade na lista de espera, reforçando o esforço da marca em recompensar seus clientes mais fiéis.
&quot;Sabíamos que a expectativa em torno do Mustang manual seria grande, devido à exclusividade e ao legado que esse modelo representa. Mesmo assim, a rapidez da venda surpreendeu, praticamente num ritmo de três carros por minuto&quot;, disse Dennis Rossini, gerente de marketing da Ford.
As vendas foram restritas. Apenas concessionárias que já comercializaram algum Mustang em sua história puderam receber unidades para venda.
Ford Mustang GT Performance manual
divulgação/Ford
O Mustang GT Performance manual é uma edição limitada com transmissão manual, celebrando os 60 anos da primeira geração do esportivo. Este modelo exclusivíssimo chegou ao Brasil na última segunda-feira (5) com apenas 200 unidades, a R$ 600 mil cada. Cada veículo é numerado, com um emblema exibindo seu número logo abaixo do câmbio.
Além da transmissão manual e da numeração do veículo em uma placa, há outros detalhes exclusivos neste Mustang. O primeiro é a adição de duas faixas pretas que percorrem a carroceria, com frisos vermelhos dentro de cada uma.
As pinças de freio Brembo são vermelhas, as rodas e o emblema do cavalo na grade dianteira têm cor bronze, e há um emblema comemorativo aos 60 anos do Mustang, localizado na parte externa da última coluna do carro.
&quot;O Mustang GT Performance Manual já nasce como um clássico. Ele tem um lugar de honra reservado na galeria de versões especiais do Mustang, tanto pela exclusividade como pelo que ele representa para os fãs do prazer de dirigir, permitindo uma interação direta com toda a potência e o ronco inigualável do motor V8&quot;, completou Rossini.
Ford Mustang GT Performance manual foi vendido por R$ 600 mil
Divulgação | Ford
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Tradição preservada
O motor é o Coyote V8 5.0, presente em outras versões do Mustang. Na edição com transmissão manual de seis velocidades, ele oferece 492 cv de potência e 58 kgfm de torque. A velocidade máxima é de 250 km/h, e a aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 4,3 segundos.
A transmissão manual inclui melhorias para aumentar a esportividade, permitindo trocas de marcha mais rápidas sem que o motorista precise tirar completamente o pé do acelerador. Este recurso só está disponível quando o motor está girando acima de 5.000 rpm.
Nessas condições, o motorista pode pressionar apenas 40% do pedal do acelerador para realizar a troca de marcha corretamente.
Ford Mustang GT Performance manual
O Ford Mustang manual oferece cinco modos de condução, incluindo dois voltados para pista e dois adicionais: Launch Control e Rev Match. O Launch Control maximiza a potência do motor e evita que as rodas percam tração nas arrancadas, enquanto o Rev Match proporciona reduções de marcha mais suaves, minimizando os solavancos.
Embora a transmissão manual remeta a uma era mais antiga da indústria automotiva, o Ford Mustang GT Performance manual possui painel de instrumentos digital de 12,4 polegadas e central multimídia de 13,2 polegadas, com reconhecimento de comandos por voz. O veículo também oferece espelhamento sem fio para celulares, que podem ser recarregados por indução.
O sistema de som é desenvolvido pela B&amp;O, com 900 watts de potência distribuídos por 12 alto-falantes e um subwoofer. Embora o freio seja eletrônico, há uma alavanca manual disponível para facilitar manobras de drift.
O Ford Mustang GT Performance manual chega em um período em que a transmissão manual está cada vez mais rara nos carros vendidos no Brasil.
Dos 781 modelos de carros produzidos por 33 marcas e homologados pelo Inmetro, apenas 86 possuem câmbio manual, onde as trocas de marcha são feitas exclusivamente pelo motorista. Em outras palavras, em 2025, apenas 11% dos carros vendidos oficialmente no Brasil têm transmissão manual.
Ford Mustang GT Performance manual
*Com informações de André Fogaça. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Ford aumenta preço nos EUA como consequência do tarifaço de Trump, diz agência</title>
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<description><![CDATA[      Segundo a agência Reuters, o aumento de preço afeta três dos veículos da marca, todos finalizados no México e que chegam ao país como modelos importados. Ford Bronco Sport 2025 é um dos carros afetados pelo aumento de preços nos EUA
divulgação/Ford
A Ford aumentou os preços de três de seus veículos produzidos no México a partir de 2 de maio, segundo informação da agência Reuters. A marca é uma das primeiras grandes montadoras a reajustar os valores de tabela após as tarifas impostas por Donald Trump.
A alteração nos preços afeta, inicialmente, o mercado dos Estados Unidos e inclui o SUV elétrico Mustang Mach-E, a picape Maverick e o Bronco Sport. O reajuste pode chegar a até US$ 2 mil, segundo comunicado enviado às concessionárias norte-americanas.
No início da semana, a Ford declarou que a guerra comercial iniciada por Donald Trump deverá gerar um custo adicional de aproximadamente US$ 2,5 bilhões em 2025, embora a empresa espere reduzir esse impacto em cerca de US$ 1 bilhão.
A rival General Motors também estimou um aumento entre US$ 4 bilhões e US$ 5 bilhões em seus custos, após a imposição de tarifas elevadas sobre a importação de automóveis estrangeiros, mas espera compensar ao menos 30% desse valor.
Um porta-voz da Ford informou à agência Reuters que os reajustes de preço afetarão veículos produzidos após 2 de maio, com chegada prevista às concessionárias norte-americanas no final de junho.
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A marca afirmou que os aumentos refletem “ações usuais” de reajuste de preços típicas do meio do ano, combinadas com algumas tarifas que estão sendo enfrentadas. “Não repassamos o custo total das tarifas aos nossos clientes”, acrescentou.
As ações da Ford caíram menos de 1% na manhã desta quarta-feira (7). A montadora também lançou um programa de descontos válido até 4 de julho para diversos modelos, segundo o porta-voz.
As tarifas impostas por Trump geraram semanas de incerteza no setor automotivo, levando grandes montadoras dos EUA e da Europa a suspenderem previsões, alterarem linhas de produção e até paralisarem fábricas.
Após semanas de resistência da indústria automobilística, Donald Trump decidiu suavizar as tarifas sobre peças automotivas importadas, concedendo créditos às montadoras por componentes fabricados nos Estados Unidos e evitando a aplicação de tarifas duplas sobre matérias-primas utilizadas na produção de veículos.
No entanto, a Casa Branca ainda não suspendeu a tarifa de 25% sobre os 8 milhões de veículos que o país importa anualmente. Analistas estimam que as vendas de automóveis nos EUA podem cair em mais de 1 milhão de unidades por ano, caso as tarifas continuem em vigor.
A Ford está em uma posição mais favorável para lidar com as tarifas do que alguns de seus concorrentes, graças à sua sólida base de produção nacional nos Estados Unidos. A empresa monta 79% dos veículos vendidos no país em território americano, contra 53% da GM, segundo analistas da consultoria Barclays.
Ainda assim, a Ford importa do México um de seus modelos mais acessíveis e populares no mercado norte-americano: a picape Maverick. A maioria das grandes montadoras dos EUA enfrenta aumentos significativos nos preços de seus veículos de entrada produzidos localmente.
A Ford e a GM também enfrentam tarifas elevadas sobre importações provenientes da China e da Coreia do Sul, respectivamente. A GM estimou que os custos relacionados às importações sul-coreanas somam cerca de US$ 2 bilhões, enquanto a Ford preferiu não divulgar os valores referentes à importação de veículos chineses.
Ford F-150 2024: cinco coisas mais legais da picape
Ford não tem carros totalmente feitos nos EUA
Segundo a Administração Nacional de Segurança Rodoviária dos Estados Unidos — equivalente ao Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) no Brasil — a Ford não possui nenhum veículo totalmente fabricado no país.
Mustang Mach-E, o Bronco Sport e a Maverick são os únicos veículos com montagem final no México, o que faz com que cheguem aos Estados Unidos prontos para a venda.
O SUV Escapade é o único veículo da Ford montado nos Estados Unidos, mas a maior parte de seus componentes é produzida em outros países. Ao todo, 27% vêm do México e 36% são fabricados nos EUA. A lista de carros americanos com peças produzidas no México segue abaixo:
Escapade: 27% dos componentes feitos no México;
Mustang: 22% dos componentes feitos no México;
Expedition: 22% dos componentes feitos no México;
Ranger: 20% dos componentes feitos no México;
Explorer: 17% dos componentes feitos no México;
Bronco: 16% dos componentes feitos no México.
Dentre os modelos vendidos nos Estados Unidos, apenas a picape Ford Ranger possui motor fabricado no país. Todos os demais têm o bloco produzido no México. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>LISTA: venda de motos sobe quase 9% nos primeiros quatro meses de 2025; veja lista</title>
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<description><![CDATA[      Segundo a Fenabrave, foram emplacadas mais de 656.600 motos zero km no país nos quatro primeiros meses do ano. A Honda CG 160 continua sendo a moto mais vendida do mercado, como acontece desde 1976. Nova Royal Enfield Himalayan 450 tem 40 cv de potência
Divulgação | Royal Enfield
O mercado de motos se supera a cada mês. Até abril deste ano, foram 656.600 emplacamentos de motocicletas no país, segundo os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).
Comparando com o mesmo período de 2024, a alta é de 8,96% nas vendas, quando o Brasil registrou 602.592 emplacamentos. 
De acordo com a entidade, abril já superou março e, até agora, foi o mês que registrou o melhor número de vendas com mais de 180 mil unidades emplacadas. (veja mais abaixo)
Veja as 10 motos mais vendidas até abril de 2025.
Honda CG 160: 143.235 unidades;
Honda Biz: 84.983 nidades;
Honda Pop 110i: 72.904 unidades;
Honda NXR 160 Bros: 56.917 unidades;
Mottu Sport 110I: 23.547unidades;
Honda CB300F: 21.228 unidades;
Yamaha YBR 150: 17.937 unidades;
Honda PCX 160: 17.538 unidades;
Honda XRE 300: 13.597 unidades;
Yamaha XTZ 250: 13.256 unidades.
Dos destaques de abril, a Mottu Sport 110i ultrapassou a Honda CB300F e ocupou a 5ª colocação entre as motos mais vendidas do ano. E a Yamaha YBR 150, opção à Honda CG 160, ultrapassou a scooter PCX e agora é a 7ª colocada.
Além disso, trocaram de posição as Trail XTZ 250 da Yamaha e a Sahara 300, da Honda (ainda identificada pela Fenabrave como XRE 300, modelo que saiu de linha em 2024). Agora, o modelo da Honda é o nono colocado entre os mais vendidos.
&quot;O sistema de consórcios e os pagamentos à vista têm representado cerca de 33% cada, na proporção das vendas de motos de até 300 cilindradas, que compõem 80% dos emplacamentos &quot;, diz Arcelio Junior, presidente da Fenabrave.
Segundo ele, &quot;as vendas de motos continuam crescendo em função dos serviços de entrega e como opção de segundo veículo da família&quot;.
⚡ Apesar de um mercado feroz de novas motos a combustão, as vendas de modelos elétricos seguem sem muita energia no Brasil. Nos primeiros quatro meses de 2025, foram emplacadas 4.021 unidades eletrificadas, que representam apenas 0,61% de todos os modelos comercializados.
Mesmo assim, o mercado deste tipo de moto cresceu 81,86% em um ano, quando passou de 2.211 unidades emplacadas em 2024 para 4.021 modelos vendidos no primeiro quadrimestre de 2025.
Abril, no entanto, registrou uma desaceleração do segmento, foi ficou 50,26% abaixo das vendas de março. Foram 569 unidades emplacadas no quarto mês do ano e 1.144 unidades em março.
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As motos mais vendidas de abril
Em abril, foram 182.676 emplacamentos de motocicletas, 10,04% acima de março, que teve 166.013 unidades comercializadas.
A Honda CG 160 continua sendo a moto mais vendida do mercado, como acontece desde 1976. Em abril, foram 39.020 novos emplacamentos do modelo. 
Em segundo lugar, ficou a Honda Biz. A cub vendeu 21.367 unidades em março.
Veja as 10 motos mais vendidas em abril.
Honda CG 160: 39.020 unidades;
Honda Biz 125: 21.367 unidades;
Honda Pop 110i ES: 19.841 unidades;
Honda NXR 160 Bros: 16.225 unidades;
Mottu Sport 110I: 10.241 unidades;
Honda CB 300F Twister: 5.877 unidades;
Yamaha YBR 150: 5.517 unidades;
Honda PCX 160: 4.730 unidades;
Honda XRE 300: 4.013 unidades.
Shineray XY 125: 3.781 unidades.
Veja as 10 marcas mais vendidas no acumulado de 2025, por fatia de mercado.
Honda: 68,03%;
Yamaha: 14,46%;
Shineray: 5,70%;
Mottu: 3,59%;
Avelloz: 1,39%;
Royal Enfield: 1,32%;
Bajaj: 1,15%;
Haojue: 1,04%;
BMW: 0,62%;
Triumph: 0,58%. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>O Papamóvel de quase R$ 1 milhão: carro de Leão XIV é um Mercedes&#45;Benz Classe G totalmente elétrico</title>
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<description><![CDATA[      Veículo tem adaptações para que o Papa possa interagir com a multidão e já vinha sendo utilizado pelo Papa Francisco desde dezembro de 2024. Papamóvel custa quase R$ 1 milhão
Reuters
Mercedes-Benz Classe G totalmente elétrico. Este é o atual carro do Papa Leão XIV, que iniciou o seu pontificado de forma oficial neste domingo (18), após a missa inaugural. O papamóvel foi especialmente desenvolvido para o Vaticano pela montadora alemã. (saiba mais adiante)
O veículo é baseado no novo Classe G elétrico (G580 com tecnologia EQ). Na Alemanha, o veículo custa 142 mil euros, o que equivale a R$ 906 mil.
Com emissão zero, o novo veículo já vinha sendo utilizado pelo Papa Francisco desde dezembro de 2024, e representa um passo rumo à sustentabilidade, alinhando-se aos princípios da encíclica Laudato Si’, na qual o Papa Francisco defendia o desenvolvimento sustentável e o cuidado com o meio ambiente.
Carro foi desenvolvido para o Papa Francisco
Divulgação | Mercedes-Benz
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Desenvolvido com o Vaticano
O novo Papamóvel foi desenvolvido sob medida em estreita colaboração com o Vaticano. Seu sistema de propulsão elétrica foi especialmente adaptado para operar em velocidades extremamente baixas, típicas das aparições públicas do Papa. 
O modelo mantém a tradicional pintura branca perolada e traz inovações como:
assento central ajustável em altura e giratório, permitindo ao Papa interagir com o público de diferentes ângulos;
dois assentos adicionais laterais para acompanhantes;
teto removido a partir da coluna B, com cobertura rígida opcional para proteção contra intempéries;
porta traseira esquerda redesenhada artesanalmente e soldada à carroceria;
motores elétricos próximos às rodas, otimizando a dirigibilidade em baixas velocidades.
Veja a galeria abaixo:
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Apesar de ser feito para rodar a baixas velocidades, o Classe G do Papa Leão XIV desenvolve incríveis 587 cv de potência e 118 kgfm de torque, o que possibilita que o SUV acelere de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos.
A bateria permite rodar até 473 km no ciclo europeu. Seria preciso testar o carro sob os critérios do Inmetro para saber quanto seria a sua autonomia em solo brasileiro.
Quase um século de parceria com o Vaticano
A relação entre a Mercedes-Benz e o Vaticano remonta a 1930, quando o Papa Pio XI recebeu um Nürburg 460 Pullman Saloon. 
Desde então, diversos modelos icônicos foram utilizados pelos pontífices, incluindo o 300 Landaulet, o 600 Pullman e, mais recentemente, versões modificadas da Classe G e da Classe M. O novo Papamóvel elétrico representa a evolução dessa tradição, agora com foco na sustentabilidade.
O papamóvel é inspirado no Classe G, modelo que nasceu em 1993. A versão a combustão é carregada por um motor 4.0 V8 de 421 cv
Divulgação | Mercedes-Benz
Impressões do Jaecoo 7: o SUV chinês que promete incomodar os gigantes do segmento ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
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<title>Relembre o icônico Volkswagen Fusca de Pepe Mujica</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/relembre-o-iconico-volkswagen-fusca-de-pepe-mujica</link>
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<description><![CDATA[      O ex-presidente do Uruguai morreu nesta terça-feira (13) aos 89 anos. Ele via o Fusca como um símbolo de austeridade presidencial. Encontro de Lula com Pepe Mujica no Uruguai, em 2023
Ricardo Stuckert/PR
O ex-presidente do Uruguai José “Pepe” Mujica morreu nesta terça-feira (13) aos 89 anos. 
Mujica se destacou não apenas como presidente do Uruguai, mas também por sua simplicidade e falta de ostentação. Ele nunca teve um veículo extravagante. Tinha um Volkswagen Fusca, ano 1987, que prometeu nunca vender.  
“Sempre gostei de Fuscas”, disse Mujica em uma entrevista ao programa de rádio “Fala o presidente” em 2014. 
O ex-presidente uruguaio via o Fusca como um símbolo de austeridade presidencial. 
Mesmo quando, em 2014, um xeque árabe ofereceu US$ 1 milhão pelo modelo azul, Mujica recusou. 
Além dessa oferta, o ex-embaixador do México Felipe Enríquez também ofereceu 10 picapes 4x4 em troca do famoso Fusca azul. 
“Com o passar dos anos, nos apaixonamos pelos Fuscas, até hoje”, afirmou Mujica, sempre falando no plural. “Na verdade, temos dois, um que já não anda e este que usamos desde que somos presidentes, presente de amigos.” 
Pepe Mujica em seu fusca azul
Natacha Pisarenko/AP
Afinal, qual é o Fusca de Mujica? 
Embora a origem do veículo não seja comprovada (se brasileira ou mexicana), o clássico da Volkswagen foi produzido no Brasil de 1959 a 1986, e de 1993 a 1996, com a versão final do ex-presidente Itamar Franco.  
O modelo de Mujica tem motor de 1.600 cilindradas, entregando 67 cv de potência e 14 kgfm de torque. A velocidade máxima é de 144 km/h e a aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 17 segundos. 
Quando saiu da fábrica, o carro tinha consumo médio de gasolina de 7 km/l na cidade e 9 km/l na estrada, com um tanque de 45 litros, proporcionando uma autonomia de 405 km. A transmissão é de quatro velocidades. 
Este VW Fusca tem 4,20 m de comprimento, 1,54 m de largura e 1,48 m de altura. O bagageiro, localizado na dianteira, tem capacidade de 150 litros.
Pepe Mujica dá carona a Lula em seu icônico Fusca azul
Lula a bordo do Fusca 
Em 25 de janeiro de 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrou com José Pepe Mujica no Uruguai e pegou carona no icônico modelo azul claro. 
O rolezinho ocorreu na zona rural de Montevidéu, capital do Uruguai, na chácara do ex-líder uruguaio. 
A conversa dos dois demorou cerca de duas horas, das 16h30 às 18h30. De acordo com quatro ministros brasileiros que acompanharam o encontro (Fernando Haddad, Mauro Vieira, Luciana Santos e Márcio Macêdo), os dois políticos conversaram sobre política em geral. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Fábrica da BYD no Brasil atrasa e só estará em pleno funcionamento no fim de 2026</title>
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<description><![CDATA[      Cronograma da fábrica construída em Camaçari, na Bahia, envolvia produção já em 2024. Empresa diz que montagem dos primeiros veículos começa ainda este ano. Fábrica na Bahia será a primeira da BYD fora da Ásia
Assessoria BYD
A fábrica da BYD no Brasil só estará completamente funcional em dezembro de 2026. A informação é de Augusto Vasconcelos, gestor da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), no estado da Bahia.
&quot;A obra da fábrica foi atrasada, em razão de investigações, e existe um novo cronograma estabelecido, para que até dezembro de 2026, a fábrica esteja em pleno funcionamento e com a expectativa de geração de cerca de 10 mil postos de trabalho&quot;, afirmou em rede social.
Mesmo com o adiamento da capacidade plena da fábrica para 2026, Vasconcelos apontou que, ainda neste ano, será iniciada a produção de forma reduzida e no esquema SKD, juntamente com a contratação de mão de obra para esse trabalho.
“Já neste ano, em 2025, existe a expectativa de que carros estejam sendo produzidos e algumas contratações têm sido efetivadas. Não no contingente inicialmente divulgado”, complementa o político.
🔎 SKD é um dos tipos de montagem, em que veículos são enviados para a fábrica parcialmente desmontados, em uma espécie de kit para que sejam finalizados no destino. Mesmo não &quot;nascendo&quot; no Brasil, automóveis finalizados desta forma são considerados carros nacionais.
Vasconcelos também informou que uma plataforma de capacitação do estado preparou 500 trabalhadores para atuarem na BYD, com mais vagas previstas para serem abertas futuramente.
A BYD afirma que a montagem dos veículos será iniciada nos próximos meses, ainda em estágio inicial de sua capacidade, que seguirá crescendo aos poucos.
&quot;A estimativa é que sejam criados 20 mil postos de trabalho diretos e indiretos ao longo do projeto, consolidando a planta baiana como o maior polo industrial da BYD fora da China&quot;, diz a empresa em nota.
Em março do ano passado, a própria BYD havia prometido que a fábrica, instalada na antiga planta da Ford, em Camaçari (BA), estaria em pleno funcionamento já em 2025.
&quot;Ao longo de 2025 nós teremos a fabricação completa aqui saindo dessa planta de Camaçari, da BYD, para todos os estados do Brasil e, certamente, para os países ao qual a BYD atua na América Latina”, afirmou Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD.
Durante o anúncio, a companhia afirmou que a capacidade da fábrica será de 150 mil veículos por ano. Os carros planejados para fabricação no estado da Bahia são:
BYD Dolphin;
BYD Dolphin Mini;
BYD Song Plus;
BYD Yuan Plus.
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A fábrica da BYD na Bahia é fruto de R$ 5,5 bilhões em investimentos anunciados pela companhia em 2023. O polo industrial da marca envolve três unidades no mesmo município de Camaçari. Além dos carros citados acima, a marca chinesa também produzirá:
Caminhões e chassis para ônibus;
Processamento de insumos para as baterias, como lítio e ferro fosfato.
Trabalhadores chineses foram resgatados na fábrica da Bahia
Em dezembro do ano passado, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) fiscalizou a fábrica de Camaçari (BA) e resgatou 163 trabalhadores chineses, encontrados em trabalho análogo à escravidão na obra de construção da planta.
Por meio de nota, a BYD informou que recebeu a notificação do Ministério do Trabalho e Emprego de que a construtora terceirizada Jinjang Construction Brazil Ltda havia cometido irregularidades e decidiu encerrar o contrato com a empreiteira.
Os funcionários estavam distribuídos em quatro alojamentos principais. A fiscalização resultou em embargos e interdições, já que os espaços apresentavam situações degradantes para os trabalhadores. 
O MTE informou ter encontrado as seguintes irregularidades:
Camas sem colchões ou com revestimentos inadequados;
Falta de armários;
Itens pessoais misturados com alimentos;
Banheiros insuficientes e precários — em um caso, havia apenas um banheiro para 31 trabalhadores.
Em audiência realizada em janeiro, a BYD e as três empresas contratadas para a construção da fábrica, informaram que todos os 163 trabalhadores chineses resgatados de trabalho análogo à escravidão receberam os valores referentes à rescisão dos contratos e retornaram para a China. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Em alta, mortes no trânsito chegaram a 34,8 mil no Brasil em 2023, mostra Atlas da Violência</title>
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<description><![CDATA[      Em uma década, foram 397,3 mil mortes por transporte terrestre, a maioria de motociclistas. Estudo aponta que a extinção do seguro DPVAT agravou o financiamento do SUS para atender vítimas. Quatro pessoas morrem em acidente de trânsito na BR-386, no Norte do RS
Glauber Silveira/Tua Rádio Cristal
O Brasil registrou um novo aumento nas mortes no trânsito em 2023, aponta o Atlas da Violência, divulgado nesta segunda-feira (12) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). 
Esta é a primeira vez que o estudo inclui uma seção dedicada exclusivamente à violência no transporte.
Em 2023, o país registrou 34.881 mortes no transporte terrestre, de 2,9% na comparação com os 33.894 registrados em 2022. O índice de mortes a cada 100 mil habitantes foi de 15,8 para 16,2.  
As mortes no trânsito estão em alta desde 2020, após um período acentuado de queda que os pesquisadores atribuem mais à desaceleração da economia naquele período do que a alguma outra ação duradoura de prevenção.
Histórico de mortes no trânsito no Brasil
Arte/g1
O levantamento destaca que o crescimento ocorreu apesar dos compromissos assumidos na Década de Ação pela Segurança no Trânsito (2011–2020), que tinha como meta global da ONU uma redução em 50% da mortalidade no trânsito até 2020.
“O tema da violência nos transportes é tratado como um grave problema de saúde pública, com níveis de mortalidade comparáveis aos homicídios intencionais”, aponta o relatório.
O Atlas cita o Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS), válido até 2030, como uma das principais estratégias para enfrentar o problema. 
No entanto, fatores estruturais como o crescimento da frota de motocicletas (os motociclistas são quase 39% das 397,8 mil vítimas de incidentes de trânsito mortas desde 2013), a falta de fiscalização e as más condições viárias são apontados como motivos para o agravamento do problema. 
O estudo cita, ainda, que a extinção do seguro DPVAT (Danos Pessoais por Veículos Automotores de Via Terrestre) prejudicou o atendimento às vítimas no Sistema Único de Saúde (SUS).
“A extinção do DPVAT reduziu a capacidade de atendimento às vítimas no SUS e eliminou a indenização às famílias, o que agrava ainda mais a situação das populações mais vulneráveis”, diz o documento.
🔎 O DPVAT (Danos Pessoais por Veículos Automotores de Via Terrestre) é um seguro obrigatório criado em 1974 para indenizar vítimas de acidentes de trânsito no Brasil, independentemente de culpa. Em 2020, durante o governo de Jair Bolsonaro, a cobrança do seguro foi suspensa, com a justificativa de que havia recursos suficientes para cobrir as indenizações até 2023. 
➡️ Em 2024, uma lei aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Lula (PT) restabeleceu o seguro obrigatório (leia mais).
Passageiro morre após ficar preso entre a porta do trem e a da plataforma da estação do metrô Campo Limpo, em SP
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Tocantins fica no topo do ranking de mortes no trânsito
As taxas de mortalidade por 100 mil habitantes variam amplamente entre os estados. Em 2023, o Tocantins lidera o ranking, com 33,9 mortes, seguido por Mato Grosso (27,1) e Piauí (25,9). Na outra ponta, o Amapá tem a menor taxa: 9,7 mortes por 100 mil habitantes.
Mortes por estado em 2023
Acre: 10,4 mortes a cada 100 mil habitantes
Alagoas:  18,7
Amapá: 9,7
Amazonas: 10,4
Bahia: 18,2
Ceará: 14,9
Distrito Federal: 9,9
Espírito Santo:19,3
Goiás: 22,4
Maranhão: 21,4
Mato Grosso: 33,6
Mato Grosso do Sul: 24,2
Minas Gerais: 15
Pará: 17,8
Paraíba: 20,5
Paraná: 22,7
Pernambuco: 16,8
Piauí: 30,3
Rio de Janeiro: 11,4
Rio Grande do Norte:  1,4
Rio Grande do Sul: 15,2
Rondônia: 26
Roraima: 25,1
Santa Catarina: 19,6
São Paulo: 10,6
Sergipe: 19,4
Tocantins: 33,9
Brasil: 16,2
Embora o foco principal do estudo seja o transporte terrestre, o Atlas também destaca os riscos do transporte aquaviário, especialmente na Região Norte. O índice de mortalidade é mais alto nessas áreas devido à falta de infraestrutura, ao uso de embarcações clandestinas e à ausência de fiscalização.
Apesar de os transportes aquaviário e aéreo apresentarem taxas mais baixas e estáveis de mortalidade (entre 0,4 e 0,6), ainda há desafios importantes, principalmente nas regiões mais isoladas do país.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Saiba como a GWM vai usar o novo investimento de R$ 6 bilhões anunciado para o Brasil</title>
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<description><![CDATA[      Montadora chinesa anunciou seu segundo aporte financeiro no país, somando R$ 10 bilhões em investimentos. Marca vai expandir a capacidade da fábrica no interior paulista e produzirá mais carros a partir de lá. Fábrica da GWM em Iracemápolis, interior de São Paulo
GWM
A GWM anunciou nesta segunda-feira (12) uma nova rodada de investimentos no Brasil. São R$ 6 bilhões que se juntam a outros R$ 4 bilhões anunciados anteriormente.  
A informação surgiu durante a visita de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à China, após uma reunião do presidente com o fundador da GWM, Jack Wey.
A montadora não detalhou os destinos do novo aporte, mas informou que ele será aplicado no Brasil entre 2027 e 2032. Sabe-se que serão duas vertentes principais:
Ampliação da fábrica de Iracemápolis (SP), que está em construção;
Acrescentar mais dois modelos à linha de produção no Brasil.
Saiba mais abaixo.
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Trabalhadores na fábrica da GWM em Iracemápolis
GWM
Ampliação da fábrica em Iracemápolis
A fábrica de Iracemápolis (SP) pertencia à Mercedes-Benz, mas foi vendida à GWM em 2021. A montadora chinesa inicia a produção nacional em julho. 
Segundo Jack Wey, o novo aporte gerará pelo menos 800 novos empregos até o final deste ano, com capacidade de produzir até 50 mil veículos anualmente. Antes, estavam previstos 700 vagas e capacidade de 20 mil unidades por ano.
&quot;No futuro, nossa capacidade de produção aumentará gradualmente para 100 mil unidades por ano, expandindo-se para a América Latina e gerando mais de 2 mil empregos diretos&quot;, disse Wey.
Três carros eletrificados produzidos no Brasil
Parte do novo investimento será destinada à produção de mais dois carros na fábrica do interior paulista. 
O primeiro modelo, já anunciado anteriormente, é o SUV híbrido Haval H6. Agora, entram no portfólio o utilitário H9 e a picape média Poer. 
Desses, apenas o Haval H6 já é comercializado no Brasil, por importação, com preços variando entre R$ 220 mil e R$ 325 mil, dependendo da versão.
O Haval H9 é um SUV de sete lugares, acomodando dois passageiros a mais que o H6. Ele possui um visual mais quadrado e robusto, com tração nas quatro rodas e uma grade frontal cromada.
Na China, o Haval H9 está disponível com um motor 2.4 turbodiesel, que gera 184 cv de potência e 48,9 kgfm de torque, acoplado a um câmbio automático de nove marchas.
A picape Poer compartilha o motor do H9, gerando a mesma potência e torque, conforme o modelo vendido na China. A diferença no visual está nas curvas, que lembram algumas linhas da Toyota Hilux.
GWM Haval H9 (topo) e Poer (abaixo)
divulgação/GWM
GWM Ora 03 GT: veja o teste do g1, com pontos positivos e negativos do carro ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>VÍDEO: Novo Nivus GTS é esperto, mas toque esportivo e acabamento não chegam a encantar; veja teste</title>
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<description><![CDATA[      Modelo retoma linha esportiva da Volkswagen, com motor 1.4 turbo que aumenta a potência do SUV para 150 cv. Mas as mudanças são mais interessantes no ajuste de suspensão para direção mais arisca e nos freios a disco nas quatros rodas. Volkswagen Nivus GTS: veja como acelera a versão esportiva do SUV
A chegada do Volkswagen Nivus GTS marca mais uma tentativa de emplacar uma das linhas esportivas mais icônicas da marca alemã no Brasil. Além da apresentação e preço (R$ 174,9 mil), a montadora promoveu um teste com seu novo SUV, para colocar essa &quot;pimenta&quot; extra à prova.
O teste foi feito no Autódromo Capuava, em Indaiatuba. São 2.700 metros de asfalto como se espera de um lugar para correr bem acima dos 120 km/h.
O g1 conta abaixo como foi acelerar na pista, e se ele possui o desempenho vigoroso necessário para honrar o sufixo GTS.
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Nivus anda bem, mas não como um GTS
Volkswagen Nivus GTS
divulgação/Volkswagen
A experiência de dirigir acelerando e freando mais forte que em uma rua ou estrada, faz um carro esportivo mostrar a que veio. O Nivus GTS se comporta bem tanto em velocidade mais alta, quanto na facilidade para curvas aceleradas.
Mas nas retomadas o Nivus GTS não brilhou. O motor 250 TSI 1.4 turbo flex gera 150 cv e 25,5 kgfm de torque. É um velho conhecido da Volkswagen, que está presente em outros modelos, como o T-Cross, Virtus e Taos. Acontece que nenhum deles é esportivo.
A aceleração fica devendo em momentos em que o carro estava parado, como no verde do semáforo. Pé fundo no acelerador, o motor soava alto na cabine, mas a aceleração levava mais tempo do que o esperado.
O novo motor do Nivus GTS é mais esperto e acerta um defeito do Nivus tradicional, equipado com um bloco 1.0 turbo do motor 200 TSI. Daí para ser potente e honrar o sufixo “GTS” há uma distância.
A Volkswagen tem mais de uma linha de carros esportivos e que impressionam bem mais. É o caso do Jetta GLI, que traz motor 350 TSI.
Esse, sim, é um baita motor: gera 231 cv, 81 cv a mais que o Nivus GTS. O torque do sedã oferece 35,69 kgfm, também mais que 10 kgfm maior que o SUV.
Claro que o Nivus GTS está alguns degraus abaixo do Jetta GLI (inclusive no quesito preço, já que o sedã custa R$ 250.990), mas o motor 250 TSI é mais uma correção do que um extra de esportividade. 
O destaque do novo modelo da Volks é o acerto de suspensão mais rígida, que realmente tornaram o carro mais ágil e permitiram até um zigue-zague firme, sem a sensação de que o carro pudesse perder tração.
A redução de apenas 0,2 centímetro na altura não deu a sensação de &quot;carro colado na pista&quot;, mas faz sentido para deixar o veículo mais adaptado à qualidade do asfalto lunar que temos em muitas das cidades brasileiras.
Outra novidade exclusiva do Nivus GTS, e que também foi muito bem-vinda, é a presença de freios a disco nas quatro rodas. Eles proporcionam um controle superior da frenagem.
Durante os testes, houve circuito durante a noite, e o freio foi muito requisitado quando os cones de indicação das curvas eram pouco visíveis. Seja em momentos como esse ou não, os freios a disco foram bem em frenagens fortes que deixam o cheiro de borracha da pastilha subir.
Por fim, ponto extra para a possibilidade de trocas manuais de marcha. O Nivus GTS tem o mesmo câmbio automático de seis velocidades das outras versões, mas adiciona borboletas atrás do volante.
Com elas, o motorista ganha a liberdade, colocando mais torque quanto precisa com controle à mão. Aos mais puristas, pode não ser o bastante, já que o pedal da embreagem não está presente, o que escancara que o Nivus GTS vai brilhar mesmo é nas ruas e estradas, não em uma pista.
Motor tem ronco artificial
Volkswagen Nivus GTS
André Fogaça/g1
Uma curiosidade do lançamento: parte do barulho que o motor do Nivus GTS faz dentro do carro é artificial. 
O conjunto emite som como se espera, mas um sistema de áudio chamado Soundaktor amplifica o som somente para quem está dirigindo ou seguindo como passageiro — por fora, quase não é possível escutar o &quot;ronco&quot; extra.
O Soundaktor é essencialmente um alto-falante instalado entre o motor e a cabine, próximo ao para-brisa, que adiciona ruído para imitar o som de carros mais antigos. A Volkswagen utiliza esse sistema desde o Golf GTI de 2011, e até a Audi incorporou o componente no hatch S3.
Esse ronco artificial só é ativado quando o modo esportivo está acionado no Nivus GTS.
Nivus GTS é esportivo contido por fora
Volkswagen Nivus GTS
O Nivus GTS possui elementos típicos de carros esportivos como detalhes em cor vermelha, mas de forma discreta. A linha vermelha mais visível está localizada na parte inferior da grade do para-choques e é tão fina quanto um cordão de tênis.
Durante os testes, estavam disponíveis modelos nas cores branca e escuras. Na segunda opção, a faixa vermelha era mais destacada pelo contraste. Emblemas GTS estão presentes na frente e nas laterais de forma sutil. Apenas na traseira, o emblema aparece com mais destaque, substituindo o nome “Nivus” por “GTS”.
Outro detalhe comum em carros esportivos, como no concorrente Fastback Abarth, é a presença de uma ou mais saídas de escapamento.
Enquanto no Fastback as saídas de escapamento são externas, com bocal cromado, no Nivus GTS há apenas uma, que fica escondida atrás do para-choques traseiro. Para visualizar o componente, é necessário se abaixar.
Internamente, o esportivo discreto se torna mais evidente. Detalhes em vermelho são mais abundantes, especialmente nas costuras dos bancos, apoios de braço, câmbio, contorno das saídas de ar e volante. O acabamento preto realça ainda mais o vermelho.
Volks economizou no acabamento e até faróis
Volkswagen Nivus GTS por dentro
No interior, o principal defeito é o acabamento. O plástico rígido, quase uma tradição dos modelos da Volks, está bastante presente, e as portas traseiras são inteiramente feitas desse material, sem variação de textura. 
Até mesmo o apoio de braço macio da frente desaparece para os passageiros da segunda fileira.
Houve também a remoção dos faróis IQ.Light que estavam presentes no Polo GTS. Esse tipo de iluminação é inteligente e pode desviar a área iluminada de veículos que vêm na direção contrária, reduzindo o ofuscamento. Ele ajusta o projetor e pode responder ao ambiente, como em situações de neblina.
Por fim, a ausência do freio de mão eletrônico pode não ser sentida por todos. Embora o freio manual ofereça uma sensação de maior controle para o motorista, ele é um detalhe que remete a veículos mais básicos e que não custam R$ 174,9 mil. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Nissan vai demitir mais 10 mil funcionários em nova fase de seu plano de reestruturação</title>
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<description><![CDATA[      No mês passado, a empresa alertou que provavelmente registraria um prejuízo líquido recorde de US$ 4,74 bilhões a US$ 5,08 bilhões. Nissan
Divulgação | Nissan
A Nissan Motor vai demitir mais de 10 mil pessoas em todo o mundo, elevando o número de cortes em massa para cerca de 20 mil ou 15% de sua força de trabalho. A informação foi antecipada pela emissora pública japonesa NHK nesta segunda-feira (12).
O prejuízo anual (do ano fiscal finalizado em março) anunciado pela fabricante japonesa nesta terça-feira (13) é de US$ 4,5 bilhões (R$ 25 bilhões)
No mês passado, a empresa alertou que provavelmente registraria um prejuízo líquido recorde de 700 bilhões a 750 bilhões de ienes (US$ 4,74 bilhões a US$ 5,08 bilhões), devido a encargos, sobretudo por possível impacto das tarifas dos Estados Unidos.
O presidente-executivo da Nissan, Ivan Espinosa, que assumiu no lugar de Makoto Uchida como no mês passado, está reestruturando as operações da Nissan e disse anteriormente que a empresa estava considerando medidas adicionais.
A empresa, que enfrenta forte endividamento, tentou há alguns meses uma fusão com a Honda, mas o plano foi abortado e agora a Nissan atua em duro plano de reestruturação.
Em nota, a fabricante se pronunciou sobre a nova fase:
&quot;A realidade é clara. Temos uma estrutura de custos muito elevada e, para complicar ainda mais as coisas, o ambiente do mercado mundial é volátil e imprevisível, o que torna o planejamento e o investimento um desafio cada vez maior&quot;, declarou à imprensa o CEO da Nissan, o mexicano Iván Espinosa.
A Nissan, que tinha mais de 133 mil funcionários em março do ano passado, anunciou planos em novembro passado para cortar 9 mil empregos e reduzir a capacidade global em 20%.
A empresa também disse que fecharia uma fábrica na Tailândia até junho e fecharia mais duas fábricas que não foram identificadas.
Na sexta-feira (9), a empresa disse que havia decidido desistir de um plano para construir uma fábrica de US$ 1,1 bilhão, para a qual receberia subsídios do governo, para baterias de veículos elétricos na ilha de Kyushu, no sudoeste do Japão.
O valor do prejuízo anual está próximo do recorde registrado no exercício de 1999-2000 de 684 bilhões de ienes, que terminaram empurrando a empresa para uma associação com a montadora francesa Renault, uma operação turbulenta marcada por vários problemas, incluindo a detenção no Japão de Carlos Ghosn.
A Nissan não publicou uma previsão de lucro líquido para o próximo exercício fiscal de 2025-26 e limitou-se a indicar que espera alcançar 12,5 trilhões de ienes em vendas.
&quot;A natureza incerta das medidas tarifárias dos Estados Unidos dificulta estimar de forma racional nossas previsões para todo o ano sobre os lucros operacionais e lucros líquidos. Não faríamos isso se não fosse necessário para sobreviver&quot;, argumentou Espinosa.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
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<title>Volkswagen Polo é o mais vendido de abril, mas Fiat Strada ainda lidera em 2025; veja lista</title>
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<description><![CDATA[      Segundo os dados da Fenabrave, foram 39.373 unidades emplacadas da picape nos quatro primeiros meses do ano. Volkswagen Polo vem na sequência. Fiat Strada e Volkswagen Polo lideram o ranking dos carros mais vendidos
g1
A Fiat Strada foi o veículo novo mais emplacado do Brasil até abril deste ano, segundo dados da Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores (Fenabrave) publicados nesta segunda-feira (5). 
Foram emplacadas 39.373 unidades da picape em todo o país em quatro meses. O vice-líder foi o hatch Volkswagen Polo, que emplacou 32.813 unidades. 
Veja a lista de mais vendidos de 2025 até abril.
Fiat Strada: 39.373 unidades;
Volkswagen Polo: 32.813 unidades;
Fiat Argo: 28.168 unidades;
Volkswagen T-Cross: 26.493 unidades;
Chevrolet Onix: 21.451 unidades;
Hyundai HB20: 21.284 unidades;
Fiat Mobi: 20.424 unidades;
Hyundai Creta: 19.430 unidades;
Honda HR-V: 19.419 unidades;
Toyota Corolla Cross: 19.242 unidades.
No geral, o Hyundai Creta perdeu duas posições, caindo da sexta para a oitava colocação. E o SUV da Chevrolet, o Tracker, saiu da lista dos dez mais vendidos, dando lugar para o Toyota Corolla Cross.
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Vendas de abril
Em abril, o Volkswagen Polo foi o líder entre os carros mais vendidos com 10.932 emplacamentos. 
A Strada vem na cola, com 10.076 unidades vendidas no mês, diferença de apenas 856 emplacamentos.
Veja abaixo a lista de abril.
Volkswagen Polo: 10.932 unidades;
Fiat Strada: 10.076 unidades;
Fiat Argo: 8.444 unidades;
Volkswagen T-Cross: 8.114 unidades;
Hyundai HB20: 6.923 unidades;
Toyota Corolla Cross: 6.232 unidades;
Fiat Mobi: 6.179 unidades;
Volkswagen Saveiro: 5.458 unidades;
Chevrolet Onix: 5.416 unidades;
Honda HR-V: 5.259 unidades.
O Chevrolet Onix, prestes a passar por uma mudança de geração, perdeu a oitava posição em vendas para a Volkswagen Saveiro.
Resultados do setor
No primeiro quadrimestre de 2025, os brasileiros compraram 760.288 veículos novos, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Um aumento de 3,41%.
Com 208.661 emplacamentos, a queda foi de 5,48% contra abril de 2024, quando foram firmadas 220.757 vendas.
&quot;Apesar da queda nominal, observada em abril em relação ao mesmo mês do ano passado, em função dos dias úteis a mais em abril de 2024, houve alta de 1,7% nas vendas diárias em abril de 2025, o que é um bom indicativo do mercado&quot;, disse Arcelio Junior, presidente da Fenabrave.
⚡O cenário para carros eletrificados (elétricos e híbridos) continua favorável, pois registrou aumento de 37,06% no período. No primeiro quadrimestre de 2024, foram 50.835 unidades vendidas. Neste ano, 69.672 vendas (sendo 52.115 híbridos e 17.557 elétricos).
Um carro em extinção: Ford Mustang manual é o último muscle car raiz
Veja abaixo os resultados por segmento
AUTOMÓVEIS:
551.965 emplacamentos em 2025, aumento de 2,03% contra 2024.
152. 286 emplacamentos em abril, queda de 7,31 % contra abril de 2024.
COMERCIAIS LEVES:
162.820 emplacamentos em 2025, aumento de 8,31% contra 2024;
44.790 emplacamentos em abril, aumento de 2,42% contra abril de 2024.
CAMINHÕES E ÔNIBUS:
45.503 emplacamentos em 2025, aumento de 3,63 % contra 2024;
11.585 emplacamentos em abril, aumento de 1,35% contra abril de 2024.
Projeções para 2025
A projeção da Fenabrave é de um crescimento menor para 2025, marcado em 5%. Alcançando um total de 2.765.906 veículos vendidos.
Automóveis e comerciais leves: alta de 5% (de 2.484.740 para 2.608.977);
Caminhões: alta de 4,5% (de 122.099 para 127.593);
Ônibus: alta de 6% (de 27.675 para 29.336).
A redução no crescimento esperado para 2025 está ligada em preocupações com os cenários internacional e nacional. Porém, se essa alta se confirmar, serão registrados 124.037 veículos a mais que em 2024. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:27:25 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
<media:keywords>Volkswagen, Polo, mais, vendido, abril, mas, Fiat, Strada, ainda, lidera, 2025, veja, lista</media:keywords>
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