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<title> &#45; : Saúde</title>
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<title>Política de humanização do luto materno entra em vigor em 90 dias</title>
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<description><![CDATA[ 
                    
				Foi publicada nesta segunda-feira (26) no Diário Oficial da União (DOU) a lei que cria a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental, que assegura a humanização nas etapas de atendimento, tratamento e acolhimento a mulheres e familiares que se encontram em situações de perda de um bebê, tanto na fase gestacional como neonatal.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a norma na sexta-feira (23), e com a publicação no DOU, a Lei Nº 15.139 entra em vigor em 90 dias. A expectativa é de que os serviços públicos reduzam os riscos e a vulnerabilidade das mães e outros familiares.

Notícias relacionadas:Fiocruz é homenageada na abertura da Assembleia Mundial da Saúde.OMS: 300 mil mulheres morrem anualmente em razão de gravidez ou parto.Saúde amplia tratamento para casos graves de Alzheimer no SUS.“Tendo como diretrizes a integralidade e equidade no acesso à saúde e no atendimento de políticas públicas e a descentralização da oferta de serviços e de ações, a Política Nacional de Humanização do Luto Materno e Parental, entre outras medidas, promoverá o intercâmbio de experiências entre gestores e trabalhadores dos sistemas e serviços de saúde e de assistência social”, informou o Planalto.

De acordo com o governo federal, a iniciativa pretende estimular o desenvolvimento de estudos e de pesquisas que busquem aperfeiçoar e disseminar “boas práticas na atenção ao luto pela perda gestacional, pelo óbito fetal e pelo óbito neonatal”.


“A norma jurídica dita que caberá aos serviços de saúde públicos e privados, independentemente de sua forma, organização jurídica e gestão, a adoção de iniciativas, como encaminhar mãe, pai e outros familiares diretamente envolvidos, quando solicitado ou constatada a sua necessidade, para acompanhamento psicológico após a alta hospitalar”, detalhou o Planalto.


O acompanhamento, segundo estabelece a lei, será feito preferencialmente na residência da família enlutada ou na unidade de saúde mais próxima da residência, desde que haja, na unidade, um profissional habilitado para lidar com a situação.

A lei também assegura às famílias o direito de sepultar ou cremar o feto ou o bebê nascido morto e de solicitar declaração de óbito com nome do natimorto, data e local do parto e, se possível, registro da impressão digital e do pé, bem como a escolha sobre a realização ou não de rituais fúnebres, oportunizando à família participar da elaboração do ritual, respeitadas as suas crenças e decisões.

É garantido também, aos pais, o direito de atribuir nome ao natimorto.

Ala separada

A legislação prevê a oferta de “acomodação em ala separada das demais parturientes para aquelas cujo feto ou bebê tenha sido diagnosticado com síndrome ou anomalia grave e possivelmente fatal, e para aquelas que tenham sofrido perda gestacional, óbito fetal ou óbito neonatal”.

Nesse caso, os serviços de saúde públicos e privados deverão assegurar a participação, durante o parto do natimorto, de acompanhante escolhido pela mãe; realizar o registro de óbito em prontuário; viabilizar espaço adequado e momento oportuno aos familiares para que possam se despedir do feto ou bebê pelo tempo necessário. Também deverão oferecer assistência social nas situações descritas.

Direitos

As novas regras asseguram a garantia, pelos hospitais, do direito a um acompanhante no parto de natimorto; e assistência social para trâmites legais. Já os profissionais que trabalham em maternidades deverão receber capacitação sobre como lidar com situações de luto.

Outra garantia prevista na nova lei está a de assegurar, às mulheres que tiveram perdas gestacionais, acesso aos exames e avaliações necessários para investigação sobre o motivo do óbito. Está previsto, ainda, acompanhamento específico em uma próxima gestação, o que inclui acompanhamento psicológico. ]]></description>
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<pubDate>Tue, 27 May 2025 09:17:56 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Cuidar bem dos dentes é bom para o cérebro</title>
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<description><![CDATA[      Comprometimento da saúde oral está relacionado à diminuição do volume do hipocampo, cujas células são as primeiras a serem danificadas pelo Alzheimer. Não é a primeira vez que trato do tema, mas sempre é bom voltar ao assunto até que não somente as pessoas, mas também os gestores públicos se deem conta da sua relevância. Estudo publicado semana passada na revista científica “Neurology” afirma que a periodontite (doença das gengivas) e a perda de dentes estão associadas ao encolhimento do hipocampo, região do cérebro que desempenha papel crucial na memória e cujas células são as primeiras a serem danificadas pelo Alzheimer. Os cientistas enfatizam que não é possível garantir que o achado representa uma prova cabal de que tal quadro leva à demência, mas sugerem uma relação entre as condições.
Comprometimento da saúde oral está relacionado à diminuição do volume do hipocampo 
Joseph Shohmelian para Pixabay
“Na velhice, a periodontite provoca a retração da gengiva e a perda dos dentes, por isso é tão importante avaliar a potencial relação entre esse problema e o desenvolvimento de demência. Nosso estudo aponta que tal condição pode afetar a parte do cérebro que controla a memória e o raciocínio”, disse Satoshi Yamaguchi, professor da Universidade Tohoku (Japão) e coautor do trabalho.
Uma boca doente é uma espécie de berçário de agentes inflamatórios que podem se espalhar pela corrente sanguínea e chegar ao cérebro, contribuindo para a sucessão de eventos que levam à demência. Israel, por exemplo, tem um projeto ambicioso para oferecer atendimento odontológico para todos os idosos acima de 65 anos, recuperando a saúde oral dos cidadãos, o que inclui limpeza, tratamento de canal e realização de implantes. 
No começo do levantamento, os participantes tinham, em média, 67 anos e não apresentavam distúrbios de memória. Todos foram submetidos a exames odontológicos e ressonância magnética do cérebro, para medir o volume do hipocampo. A nova rodada de check-up ocorreu quatro anos depois e os pesquisadores notaram que a presença de periodontite, de moderada a severa, e a perda de dentes estavam associadas a alterações no hipocampo.
Em outro estudo, sobre os malefícios do sedentarismo, pesquisadores da Universidade de Cambridge mapearam como pessoas acima dos 60 que diminuem a atividade física pioram sua qualidade de vida. Exercícios de moderados a intensos, que elevam a frequência cardíaca, reduzem o risco de diversas enfermidades, como doença coronariana, acidente vascular cerebral, diabetes e câncer. Embora o ideal preconizado seja de 150 minutos por semana, idosos se beneficiam se interromperem os longos períodos em que permanecem sentados – pelo menos ficando de pé.
Foram monitorados cerca de 1.400 participantes que usavam acelerômetros, dispositivos que medem o nível de atividade física. Paralelamente, o grupo respondeu a questões sobre seu bem-estar que incluíam perguntas sobre a capacidade de cuidar de si mesmo, desconforto com dores e ansiedade. Cada indivíduo recebia uma nota de zero a um: quanto mais próximo de zero, pior a qualidade de vida. Índices baixos estavam relacionados ao aumento de risco de hospitalização e morte precoce.
Os idosos foram acompanhados por seis anos e, na média, tanto homens quanto mulheres passaram a se exercitar 24 minutos menos por dia: o sedentarismo aumentou 33 minutos diários para os homens e 38 minutos para as mulheres. Uma hora de atividade física por dia significava a elevação de 0.02 na pontuação de qualidade de vida. Já cada minuto a menos de exercício fazia o placar cair 0.03 – resumindo, quem reduzisse em 15 minutos o tempo dedicado a algum tipo de “malhação” ficaria com a “nota” de 0.45. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Como cor de traje de banho pode salvar vidas</title>
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<description><![CDATA[      As cores das roupas de banho mudam surpreendentemente debaixo d’água e podem fazer diferença em situações de emergência. As cores das roupas de banho mudam surpreendentemente debaixo d’água e podem fazer diferença em situações de emergência
Alamy via BBC
Em uma bela noite no início do verão, em vez me sentar no pátio e apreciar o céu, estou no meu computador, olhando imagens e mais imagens de trajes de banho para minha filha pequena. 
Parece haver uma infinidade de opções. Branco com babados e estampa de conchas azuis e um chapéu de abas largas combinando. Azul-celeste com mangas curtas, enfeitado com uma sereia bordada. Sem alças, com um arco-íris em tons pastéis e um lacinho em cada ombro.
Os trajes de banho são encantadores. Eles parecem confortáveis. Muitos deles são até feitos de tecidos com fator de proteção solar (FPS) de mais de 50. 
Só há um problema: se, Deus nos livre, minha filha tiver alguma dificuldade imprevista na água, todas essas cores e estampas irão fazer com que seja extremamente difícil encontrá-la. 
Pode parecer paranoia de mãe, mas as estatísticas confirmam esta preocupação. 
Nos Estados Unidos, por exemplo, o afogamento é a principal causa de morte entre crianças com um a quatro anos de idade. E, para crianças de cinco a 14 anos, é a segunda maior causa de morte acidental, depois dos acidentes de trânsito.
Os acidentes não fatais envolvendo afogamento são ainda mais comuns. Para cada criança que morre afogada, outras sete recebem atendimento de emergência. 
E, mesmo quando o afogamento não é fatal, ele pode causar uma série de problemas de saúde, incluindo lesões cerebrais. 
É claro que a questão não afeta apenas as crianças. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), todos os anos, cerca de 236 mil pessoas morrem afogadas por acidente, o que representa cerca de 8% de todas as mortes relacionadas a lesões pessoais em todo o mundo. 
Tanto a OMS quanto os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês) relatam que existem fatores que reduzem a possibilidade de afogamento. 
Eles incluem ter aulas de natação; instalar grades apropriadas em volta das piscinas domésticas (onde acontece a maior parte dos afogamentos de crianças pequenas); e manter supervisão constante das crianças quando estão perto da água.
Tragicamente, dois terços das mortes de bebês por afogamento ocorrem na banheira, segundo o CDC. 
Mas, quando uma criança ou adulto se perde perto da água, cada segundo é importante. E especialistas indicam que existe outro fator que devemos acrescentar às medidas acima: vestir cores e tecidos que nos tornem mais visíveis na água.
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Perturbações na superfície da água, mesmo que pequenas, podem fazer os nadadores desaparecerem da visão – e certos padrões de estampa nas roupas de banho podem aumentar o problema
Alamy via BBC
Os alimentos que a OMS considera cancerígenos; veja lista
Natalie Livingston já trabalhou como salva-vidas, instrutora de salva-vidas, gerente de parque aquático e inspetora de piscinas e spas. Ela é uma das fundadoras da companhia norte-americana Alive Solutions, que fornece educação, treinamento e recursos para a segurança das pessoas dentro d’água.
Durante o seu trabalho em segurança na água, ela sempre aprendeu que certas cores são mais visíveis do que outras. Mas, alguns anos atrás, ela decidiu testá-las corretamente. 
&quot;Em 2019, fiquei muito com meus filhos em volta da água e observei todas aquelas crianças em trajes de banho encantadores, mas que não tinham grandes cores – as crianças entrariam na água e simplesmente desapareceriam”, afirma ela. “Por isso, decidi testar as cores de verdade e ver quais seriam as mais visíveis nos diferentes ambientes.&quot;
Eles colocaram diversas cores de tecido, do vermelho intenso até o verde fluorescente, sob a água a cerca de 90 cm de profundidade, em diferentes condições – contra um fundo de piscina com coloração escura, com coloração clara e em um lago, com água calma e agitada.
Quando a água era agitada – como em uma piscina repleta de pessoas, por exemplo, ou nas ondas do oceano – era extremamente difícil distinguir muitas daquelas cores.
É verdade que a câmera percebe as cores de forma diferente dos nossos olhos, mas Livingston explica que os resultados dos testes confirmam o que ela e seus colegas perceberam no seu trabalho como salva-vidas e instrutores de natação.
As cores que tiveram os piores resultados foram os tons de azul, cinza e branco. E as cores escuras também se saíram mal.
Nem todos os tons pastéis foram testados, mas eles provavelmente também oferecem pouca visibilidade – em parte, porque a água absorve e espalha a luz de forma diferente do ar, fazendo com que muitas cores percam a saturação para os nossos olhos.
A água absorve facilmente os comprimentos de onda de luz maiores, que desaparecem rapidamente à medida que aumenta a profundidade. Isso faz com que as cores do lado vermelho do espectro fiquem difíceis de distinguir muito rapidamente, mesmo quando submersas em pouca profundidade. E elas não existem no fundo do oceano.
Um experimento visual conduzido pelo canal educativo norte-americano PBS Learning demonstra como isso pode acontecer rapidamente no mar. A pouco menos de cinco metros de profundidade embaixo d’água, um objeto que, na superfície, era vermelho brilhante, assume um tom azul mesmo quando observado de perto. E, da superfície, tudo fica ainda mais difícil.
&quot;Em uma piscina branca, as cores mais escuras parecem sombras e, no lago marrom lamacento, as cores mais claras parecem reflexos das nuvens&quot;, explica ela. 
Qualquer agitação na superfície da água também altera a percepção. &quot;[Olhar através da] água não é como olhar através do ar ou de uma janela – pode haver grandes distorções apenas com o menor movimento na superfície&quot;, afirma Livingston. 
Isso significa que os tons claros, escuros e neutros não são as cores ideais para alguém que precise ser facilmente identificado na água. Mesmo alguns tons brilhantes primários não funcionam muito bem. Na água agitada, o vermelho parece escuro e é facilmente confundido com uma sombra, da mesma forma que o azul brilhante. 
Todas estas cores parecem estar entre as mais populares para roupas de banho infantis, segundo o meu estudo (totalmente não científico) das marcas disponíveis online. E percebo ainda que as cores mais visíveis – rosa neon e laranja neon, seguidos pelo verde neon e amarelo – podem ser bastante difíceis de encontrar.
Em maio de 2023, a Alive publicou outro estudo, para descobrir se tecidos lisos ou estampados faziam diferença – o que é fundamental, já que muitos trajes de banho têm padrões e estampas engraçadas. 
Eles concluíram que a melhor visibilidade vem de cores lisas, sem estampa, seguidas por padrões impressos muito pequenos. Mas as estampas maiores afetam a visibilidade, mesmo se a cor base for brilhante. 
Com padrões de listras brancas, o laranja fluorescente – a cor lisa mais visível – pareceu mais um reflexo na água durante o teste. E, com listras escuras, ele simplesmente desapareceu. 
&#039;Se beber, não nade&#039;: a perigosa ligação entre álcool e mortes por afogamento
Esta descoberta pode não ser surpreendente se observarmos o mundo natural. Muitos peixes usam listras e padrões para camuflar-se debaixo d&#039;água. Os padrões servem para disfarçar seus contornos e dificultar sua visualização.
Considerando os resultados dos dois testes, Livingston recomendaria cores neon, sejam elas lisas, em cores opostas ou com pequenas estampas. 
Aparentemente, existem mais opções para esses trajes hoje em dia em comparação com alguns anos atrás, segundo Livingston, talvez por maior conhecimento dos fabricantes – ou porque as tendências da moda dos anos 1980 em relação às cores neon estão voltando. Mas ainda é difícil encontrar esse tipo de traje de banho para crianças ou adultos. 
&quot;Os fabricantes de trajes de banho estão demorando para adotar estas informações. Muitas pessoas contam que é muito difícil encontrar roupas de banho neon&quot;, ela conta. 
Sou uma dessas pessoas. Depois de mais de uma hora de pesquisa na internet, encontrei apenas dois trajes de banho neon lisos: um maiô laranja neon e um biquíni esportivo amarelo fluorescente. 
Comprei também duas camisetas de proteção FPS 50+ em cores neon, mas precisei comprar de mangas curtas – as únicas cores disponíveis com mangas compridas eram... diferentes tons de azul. 
Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Future. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Onze perfis dos consumidores maduros</title>
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<description><![CDATA[      Especialista afirma que a capacidade de gastos dos adultos jovens é superestimada pelo marketing e pelo varejo Na coluna de quinta-feira, abordei os 12 mitos que afastam o mercado dos consumidores maduros. A lista de estereótipos foi criada por Jeff Weiss, fundador da Age of Majority, cujo foco é estimular o varejo a corresponder às expectativas do público sênior. Hoje dou continuidade à análise que ele faz do tema, mostrando como o poder de consumo dos adultos jovens é superestimado. Weiss também apresenta 11 perfis dos 50 mais que, na sua avaliação, representam uma mina de ouro para as empresas que se dispuserem a cativá-los:
Poder de consumo das pessoas com menos de 35 anos  é superestimado: os mais velhos é que têm maior capacidade de compra 
Rudy Anderson para Pixabay
“O poder de consumo das pessoas com menos de 35 anos é superestimado por 82% do mercado. Pior: 26% do varejo nem sequer considera o público acima dos 35, ou seja, ignora um grupo com a carteira recheada com 2.9 trilhões de dólares (14.5 trilhões de reais)”.
O mais impressionante é como o “achismo” do mercado está distante da realidade. De acordo com levantamento da Nielsen, consultoria de análise de dados, os profissionais de marketing gastam apenas um dólar de cada dez para campanhas voltadas para o público acima dos 55 anos.
“A distância entre o que se estima em termos de consumo por faixa etária e o que efetivamente ocorre é enorme. A capacidade de consumo do grupo abaixo dos 35 anos não passa de 18% do mercado, mas, se você se basear nas campanhas de marketing, esse contingente está avaliado em 38%. Já a capacidade de consumo da faixa entre 35 e 54 anos está em 42% e, os acima de 55, respondem por 40% dos gastos. O mercado deveria saber onde o dinheiro está!”, diz Weiss.
Ele afirma que está em curso uma supervalorização da geração Z (os nascidos entre 1997 e 2010), perpetuando a distorção. Avalia que o problema é agravado por equipes de marketing muito jovens e com pouco repertório, que têm dificuldades de enxergar o público sênior:
“Some-se a isso o etarismo. As empresas falam em diversidade e inclusão, mas os idosos não estão contemplados em sua visão”.
Para entender a complexidade do envelhecimento, Weiss montou 11 perfis de consumidores maduros, que chama de “personas”, criados a partir de eixos como a filosofia de vida das pessoas, suas condições de saúde e atitude em relação à velhice. Há pontos de conexão entre eles, portanto é possível que você se identifique com mais de um:
Focados na aptidão física (fitness focused): querem aproveitar todos os benefícios da malhação e dos esportes, para terem saúde e se sentirem bem. Rejeitam limites impostos pela idade.
Em processo de adaptação (adapters): embora se deem conta de que será preciso fazer ajustes no estilo de vida para garantir uma longevidade ativa, estão no caminho entre a conscientização e a ação.
Desafiando o tempo (age challengers): grupo que investe muito na aptidão física, mas vai além. Seu mote é não diminuir o ritmo em todas as atividades e viver novas experiências.
Os exploradores (life explorers): não deixam que o envelhecimento os impeça de viver novas experiências. São os potenciais “early adopters”, consumidores que logo incorporam novos produtos e serviços. 
Os perfeccionistas (peak performers): estão sempre tentando fazer o melhor, não importa em que área. Procuram ferramentas para manter sua excelência.
Os pouco ambiciosos (contented coasters): têm consciência da importância de se cuidar, mas seu foco está mais no presente do que no futuro. Não gostam de ser pressionados em questões envolvendo saúde. 
Batalhando pela saúde (health battlers): convivem com doenças crônicas que podem até trazer algum tipo de incapacidade e gostariam de marcas que os ajudassem a garantir seu bem-estar.
Apreciadores da vida (life embracers): com uma visão positiva das coisas, querem viver os pequenos bons momentos: um jantar com amigos, um bom vinho, um programa cultural.
Os aprendizes (lifelong learners): querem continuar aprendendo e buscando soluções para suas vidas e a dos que os rodeiam. Perseguem produtividade, independência e autonomia.
Os fazedores (producers): sua principal motivação é se manter ativos, envolvidos em projetos. Para quem está de fora, parece que nunca conseguem relaxar. Boa parte dos empreendedores mais velhos está nessa categoria.
Guardiões de relacionamentos (relationship keepers): seu perfil é de cuidador, sua vida gira em torno da família e dos amigos. Serviços associados ao bem-estar das pessoas os interessam, porque estão sempre pensando em como ajudar os outros. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
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<title>Simuladores de Marte podem acelerar o turismo espacial; entenda como é viver neles</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/simuladores-de-marte-podem-acelerar-o-turismo-espacial-entenda-como-e-viver-neles</link>
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<description><![CDATA[      Antes de se tornar a quarta mulher negra a ir ao espaço, Sian Proctor participou de experimentos em locais na Terra que imitam o espaço. Ela contou ao g1 que os testes incluem controle contra desperdícios para tornar futuras viagens mais eficientes. Sian Proctor, da missão da SpaceX à orbita terrestre
Inspiration4/John Kraus
A Nasa e o bilionário Elon Musk, dono da fabricante de foguetes SpaceX, são alguns dos que têm um plano antigo de mandar seres humanos para Marte. Mas antes que isso aconteça, são necessários vários testes para simular como será a experiência de uma pessoa em outro planeta. 
Esses experimentos, que também podem contribuir com planos de levar turistas para a Lua, são feitos por astronautas análogos. É o caso de Sian Proctor, que esteve em três simuladores de Marte e um, da Lua. 
&quot;Tornar-se uma astronauta análoga, que é alguém que ajuda a promover o voo espacial humano vivendo em simulações de Lua e de Marte aqui na Terra mudou minha vida&quot;, disse Sian ao g1 na quinta-feira (29), durante o evento de tecnologia Universo TOTVS. 
Sian foi professora de geologia e ciências por 22 anos e, em 2009, ficou perto de se tornar astronauta da Nasa. Em 2021, ela se tornou a quarta mulher negra a ir para o espaço ao participar da missão da SpaceX. O voo foi o primeiro que chegou à órbita terrestre apenas com tripulação civil. 
VÍDEOS: relembre a missão da SpaceX à órbita da Terra
A primeira simulação de Sian foi a HI-SEAS, que analisou como seria o uso de energia, água e comida em Marte e qual seria a melhor alimentação para astronautas. No teste, feito em 2013, um grupo de seis pessoas ficou confinado por quatro meses em uma instalação no Havaí, nos Estados Unidos. 
Os participantes tinham que usar trajes espaciais quando saíam para fazer análises do solo no entorno do acampamento, que fica próximo do vulcão Mauna Loa – a composição do solo de Marte é parecida com a do solo do Havaí.
HI-SEAS, instalação no Havaí usada para simular missões para Marte
Michaela Musilova/HI-SEAS/Divulgação
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Eles tiveram ainda a missão de pilotar à distância um rover (robô espacial) que estava no Canadá. Com um espaço individual limitado e pouca privacidade, os astronautas análogos também tiveram que administrar conflitos pessoais enquanto estavam na cúpula.
Sian explicou que as simulações são projetadas para evitar desperdícios. Por exemplo, alimentos são desidratados para ficarem mais leves. Isso diminui a carga de espaçonaves, o que torna os voos mais baratos, mas também serve de aprendizado para quem fica na Terra.
&quot;Tudo isso é criado para nos tornar mais eficientes. Solucionar a questão para o espaço é solucionar também para a Terra. Estamos indo lá para sermos melhores aqui&quot;.
Cientista Yajaira Sierra-Sastre durante atividade ao redor da HI-SEAS, em 2013
Sian Proctor/HI-SEAS/Divulgação
&quot;O trajeto para a Lua e Marte é por meio desses locais análogos, porque é onde aprendemos a viver, trabalhar e nos divertir em um ambiente confinado e isolado&quot;, explicou Sian. &quot;Para mim, isso é animador por causa da pesquisa que resulta disso&quot;.
Para ela, experimentos como esses podem permitir que seres humanos façam viagens para destinos mais distantes no espaço. &quot;Começa nos espaços análogos aqui na Terra para colônias reais na Lua e, então, para assentamentos em Marte&quot;, afirmou. 
Segundo Sian, o processo também depende do avanço dos veículos espaciais mais potentes, como a Starship, da SpaceX, e a New Glenn, da Blue Origin.
&quot;Precisamos das empresas e do governo a bordo do avanço dos voos espaciais com humanos porque isso mudará a humanidade para sempre&quot;. 
Nova simulação de Marte
No último domingo (25), um novo grupo entrou em uma simulação de Marte. Quatro cientistas ficarão isolados durante um ano em uma casa de 157 m² no Johnson Space Center, em Houston, nos Estados Unidos. 
O espaço foi batizado de Mars Duna Alpha e foi feito em uma impressora 3D com uma mistura de concreto que imita a lava de um vulcão. O experimento vai monitorar a saúde dos voluntários para entender como seres humanos sobreviveriam em Marte. 
Pessoas vão viver por mais de um ano simulando condições de Marte ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
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<title>Kate Lyra vai muito além de um bordão</title>
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<description><![CDATA[      Conhecida pela frase “brasileiro é tão bonzinho”, atriz continua na ativa e atua em diferentes projetos  Atriz, escritora, roteirista, diretora de cinema, pesquisadora, produtora musical, cantora, letrista de canções gravadas, entre outros, por Sérgio Mendes. Kate Lyra é tudo isso, embora, para milhões de brasileiros, seu nome vá estar sempre associado ao bordão que a consagrou em programas humorísticos na década de 1970. O público amava a personagem que, ingenuamente, acreditava que “brasileiro é tão bonzinho” quando, na verdade, era alvo de investidas masculinas das mais calhordas. Na verdade, o bordão já existia. Fora utilizado, com sucesso, pela atriz romena Jacqueline Myrna, com sotaque francês. Hoje em dia, o quadro provavelmente seria cancelado nas redes sociais devido ao viés machista, mas Kate nunca se deixou aprisionar pelo rótulo de “pin-up”, abrindo inúmeras frentes de trabalho e militância.  
Kate Lyra: escritora, roteirista, diretora de cinema, pesquisadora, produtora musical 
Mariza Tavares
“Devo ser a única pessoa no mundo que conseguiu um papel porque falava abominavelmente o português”, diverte-se. 
Como modelo, começou a trabalhar aos 17 anos, e também cantava e dançava. Seu agente a levou para um teste no México, onde o músico Carlos Lyra, 16 anos mais velho, se dedicava à montagem do musical “Pobre menina rica” para a TV daquele país. Foi paixão à primeira vista. Casaram-se em 1969 e, em 1971, vieram para o Brasil, onde nasceu a filha do casal, a cantora e compositora Kay Lyra. Para descomplicar a vida, Katherine Lee Riddell Caughey adotou o sobrenome do marido. Ficaram juntos até 2004.
No dia 3 de julho, Kate completará 74 anos em plena atividade. Desde 2007, seu parceiro profissional e de vida é Steve Solot, uma referência no setor audiovisual norte-americano e brasileiro. Depois de mais de uma década como executivo da Motion Pictures Association na América Latina, que representava os grandes estúdios, ele ocupou cargos na Netflix e na Rio Film Commission. Coincidentemente, ambos nasceram no estado do Arizona, e foi lá que oficializaram o casamento, em 2017.
“Estamos sempre desenvolvendo novos projetos. É muito bom quando se tem um parceiro com a mesma energia e curiosidade sobre o que acontece no mundo”. 
Os dois acabaram de lançar um curso de inglês técnico para profissionais da área de audiovisual em três níveis: básico, intermediário e avançado. O objetivo é qualificar a mão de obra que atua nos bastidores, de maquiadores e continuístas a eletricistas e técnicos de som. “Com o streaming, há muitas possibilidades de coprodução, mas as equipes precisam dominar o inglês para ter oportunidades na carreira”, explica. Uma versão em espanhol está a caminho.
No segundo semestre, realizarão a 14ª. edição do Latin American Global Film &amp; TV Program, em Los Angeles, que atrai não apenas participantes brasileiros, mas também de outros países. O programa inclui palestras dadas por especialistas e acesso ao American Film Market, um dos maiores eventos do mercado de produtores independentes. Inclui ainda uma sessão de “pitch” e Kate se encarrega de preparar o que não se sentem à vontade para apresentar suas propostas em inglês.
Como pesquisadora do Centro de Estudos Sociais Aplicados da Universidade Candido Mendes, que tinha um núcleo de estudos musicais, ficou fascinada com o universo do rap e do funk. Escreveu dois artigos acadêmicos publicados aqui e nos EUA, além de viver uma experiência inesquecível ao sair de um baile na favela com outros pesquisadores:
“Estava dirigindo e fomos parados. Um dos policiais inclusive apontou para o relógio e disse: ‘isso é hora de estar saindo da favela? Vão me dizer que têm parentes que moram lá?’. Comecei a explicar que estávamos ali para fazer uma pesquisa e notei que cochichavam entre si: ‘é aquela do brasileiro tão bonzinho’. E nos deixaram ir, graças ao bordão”.
A receita de Kate para envelhecer bem? Além de estar sempre envolvida em novos projetos, faz ginástica todo dia e check-ups regularmente. Sobre dietas, é categórica: “nessa idade, já sabemos o que devemos ou não comer”. Usa uma citação do escritor Robert Louis Stevenson como um de seus mantras: “O mundo é tão cheio de coisas maravilhosas que todos deveríamos ser felizes como reis” (“The world is so full of such wonderful things, I think we all should be happy as kings”). 
“A frase continua me alimentando. Também me move uma fala de Vinicius de Moraes, durante uma entrevista, quando lhe perguntaram se tinha medo da morte: ‘não, eu tenho é saudades da vida’. Hoje posso dizer, com grande compreensão, que tenho muitas saudades da vida, que dança a nosso redor, e que cada momento é precioso”. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Lucia Hippolito sabia que não veria 2024</title>
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<description><![CDATA[      Cientista política que ficou tetraplégica há 11 anos, vítima da Síndrome de Guillain-Barré, tinha câncer metastático  No fim de maio, recebi uma mensagem de Lucia Hippolito, me lembrando que não nos víamos há alguns meses – estava certa, nosso último encontro tinha sido em dezembro de 2022. Volta e meia enviava uma gravação bem-humorada, dizendo: “sou como um monumento público, estou aberta à visitação!”.
Lucia Hippolito: serenidade diante do diagnóstico de metástase 
Mariza Tavares
Sua vida mudara radicalmente em 2012, quando, no auge da trajetória profissional, ancorava o programa “CBN Rio”, na Rádio CBN. De férias em Paris, perdeu completamente os movimentos na véspera do retorno ao Brasil. Tratava-se de uma forma gravíssima da Síndrome de Guillain-Barré, doença autoimune que afeta os grupos musculares. Foram três meses de internação, sendo 48 dias intubada, até poder pegar um voo de volta, já presa a uma cadeira de rodas.
Combinei de ir à sua casa na segunda-feira seguinte e, a caminho do apartamento em Ipanema, na Zona Sul do Rio, me dei conta de que seu aniversário se aproximava. Ano passado, no dia 29 de junho, convidara 15 amigas para comemorar os 72 anos. Apesar de todas as limitações que a tetraplegia lhe impunha, nos recebeu na sala, sentada numa poltrona, impecavelmente arrumada (como sempre) e maquiada. 
No entanto, esse encontro era diferente daquele que me levou a escrever, a seu pedido, uma coluna sobre como estava em dezembro de 2021. Usava o colar que eu lhe dera de presente de aniversário, mas más notícias me esperavam na visita do dia 5 de junho. Em setembro de 2022, Lucia havia sido diagnosticada com câncer no colo do útero e se submetera a uma histerectomia total, com a retirada também dos ovários. 
O tumor tinha 4cm e a recuperação havia sido satisfatória, mas, no meio de maio, sentiu fortes dores na coluna e no abdômen. Uma ressonância magnética da coluna e uma tomografia computadorizada do pulmão e abdômen não deixaram dúvidas:
“O câncer se espalhou. Tenho metástase na coluna, no abdômen e no pulmão. No pior cenário, tenho mais três meses; no melhor, seis. Os médicos estudam a possibilidade de eu fazer imunoterapia, mas já disse que, se tiver que sair desta cama, não farei qualquer tratamento. O que não quero, em hipótese alguma, é sentir dor”.
Mesmo sob o impacto da situação, tomou todas as providências, como redigir o documento com suas diretivas antecipadas de vontade, que dispõe sobre os procedimentos a que uma pessoa deseja ou não ser submetida quando estiver com uma doença sem possibilidades terapêuticas e impossibilitada de manifestar sua vontade. No testamento, pediu que as cinzas sejam espalhadas na Place des Vosges, um dos cartões-postais de Paris, a cidade que ama e que visitava duas vezes por ano. O desejo será cumprido por Regina, sua irmã.
“Tive uma vida plena, cheia de conquistas. Fui muito amada por Edgar (Flexa Ribeiro), com quem estou casada há 51 anos. Digo que não me arrependo de nada, mas me arrependo, sim, de não ter visitado o Egito e a Rússia, porque adoraria ter conhecido o Museu Hermitage, em São Petersburgo”.
Perguntei onde encontrava força e me disse que, depois de tantos anos enfrentando as sequelas da doença, os longos períodos de depressão tinham sido substituídos por serenidade. Consumidora voraz de séries, me deu inúmeras indicações do que ver. Conversamos sobre política, que continua acompanhando, e brindamos com um espumante espanhol. À vida. 
Pediu-me para escrever sobre seu estado, mas que aguardasse até falar com as pessoas mais próximas sobre a gravidade da situação. Não deu tempo. Internada no último sábado, hoje Lucia nos deixa. Órfãos da sua inteligência. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Falta de cuidado é violência que compromete a velhice negra</title>
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<description><![CDATA[      Estudos mostram que uma vida sob os efeitos negativos do racismo torna a Doença de Alzheimer prevalente entre afrodescendentes.  As desigualdades sociais se encarregam de forjar velhices bem diferentes e a data de hoje – Dia Mundial de Conscientização sobre a Violência contra a Pessoa Idosa – é uma boa oportunidade para falar da violência contra a população negra que, desde cedo, coleciona investidas contra seu bem-estar. Estudo apresentado em 2021 por Roudom Ferreira Moura, doutor em epidemiologia pela USP, mostrava que os idosos negros na cidade de São Paulo tinham piores condições de renda, escolaridade, hipertensão e acesso a serviços privados que os brancos. Também avaliavam sua saúde negativamente: 47,2% dos pretos e 45,5% dos pardos descreveram seu quadro como regular, ruim ou muito ruim, enquanto, entre os brancos, foram 33%.
População negra: falta de cuidado compromete a velhice e aumenta risco de morte prematura
Ace Spencer para Pixabay
Reportagem impecável dos jornalistas da Associated Press, que coletaram dados ao longo de 2022, constatou que os afrodescendentes norte-americanos têm piores índices em todos os quesitos relacionados à saúde: de mortalidade materna e infantil a dificuldades para conseguir tratamento para distúrbios mentais. Alguns dos dados:
14,8% dos bebês negros nasceram prematuramente em 2021, um percentual acima de qualquer outra etnia.
18% dos jovens negros relatam serem expostos a um trauma racial com frequência, sendo que 50% enfrentam sintomas de depressão de moderados a severos. Uma vida sob os efeitos negativos do racismo torna a Doença de Alzheimer prevalente no grupo.
14% dos negros americanos acima dos 65 anos têm Alzheimer, em comparação com 10% dos brancos. A expectativa é de que o número de casos quadruplique até 2060.
75% dos afrodescendentes norte-americanos têm chances de desenvolver um quadro de hipertensão aos 55 anos. 
O racismo estrutural afeta o paciente negro. James Sims era um cirurgião norte-americano do século XIX que chegou a ser conhecido como o pai da moderna ginecologia. Numa época em que era tabu examinar os órgãos femininos, desenvolveu uma técnica para corrigir a fístula vesicovaginal (uma comunicação anormal entre a bexiga e a vagina) realizando cirurgias sem anestesia em mulheres escravizadas. Só depois passou a operar mulheres brancas, essas devidamente sedadas. A crença de Sims de que negros conseguiam suportar melhor a dor persiste até hoje entre alguns profissionais de saúde.
Estudo da Tulane University sustenta que os negros que vivem nos EUA têm um risco de morte prematura 59% maior que os brancos. A desigualdade pode ser explicada pelas disparidades em oito áreas críticas: renda, emprego, segurança alimentar, escolaridade, acesso à saúde, qualidade do seguro saúde, casa própria e estado civil. São conhecidas como determinantes sociais de saúde (SDOH na sigla em inglês). Os pesquisadores utilizaram as informações de um levantamento nacional para determinar a prevalência e o risco de doenças no país. Quando aplicavam filtros nos quais os determinantes desfavoráveis deixavam de existir, a disparidade era reduzida a zero.
Ter apenas um determinante social desfavorável dobra as chances de uma pessoa ter morte prematura. Com seis ou mais, o risco é multiplicado por oito. 
“Não há diferença entre a morte prematura de brancos e negros depois de excluirmos os determinantes. Simplesmente desapareceu”, afirmou Josh Bundy, epidemiologista e principal autor do trabalho, acrescentando: “isso sugere que sejam os alvos primários para eliminar as disparidades na saúde”. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Como deixar de beber aos 60: oito erros e oito dicas para ter sucesso</title>
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<description><![CDATA[      Janet Gourant tem 70 anos e abandonou o álcool já sexagenária. Sua experiência a levou a criar um método para ajudar as pessoas a lutar contra a dependência Parar de beber aos 60: estratégia é focar no progresso 
Free-Photo para Pixabay
Em maio de 2015, aos 63 anos, Janet Gourant parou de beber, depois de décadas de consumo pesado. “Eu era uma alcóolatra funcional, que trabalhava e cuidava da família, e não reconhecia que tinha um vício”, conta. No entanto, em três episódios se deu conta de que não tinha o controle da situação. No primeiro, por volta dos 25 anos, perdeu os sentidos no banheiro e, ao acordar no hospital, não recordava o que havia ocorrido. Aos 50, ao enfrentar um câncer de mama, descobriu que o álcool tinha aumentado substancialmente o risco da doença. Finalmente, já na casa dos 60, viveu sua experiência mais chocante:
Janet Gourant, criadora do Tribe Sober, ensina a parar de beber depois dos 60 
Divulgação
“Foi numa viagem de fim de semana com amigos que também bebiam muito, do tipo começar com champanhe no café da manhã e só encerrar a jornada etílica à noite. No domingo, sugeri de irmos a um vilarejo que, na verdade, tínhamos visitado no sábado. Ou seja, apesar de estar falando e andando, eu experimentara um blecaute, havia perdido oito horas do dia anterior&quot;.
Morando na África do Sul, não se identificou com nenhuma rede de apoio no país, mas encontrou ajuda num grupo na Inglaterra e acabou criando seu próprio método: o Tribe Sober, que pode ser conferido neste link. Aos 70, afirma que estar sóbrio “é um superpoder” e que parar de beber é para os rebeldes que não querem ser ovelhas do rebanho (“don´t be a sheep, be a rebel”, é seu lema). Aqui estão os oito erros que afirma ter cometido e que devem ser evitados:
Esperar chegar ao fundo do poço. Janet diz: “eu sabia que tinha um problema, mas vivia em negação, porque conseguia desempenhar as tarefas do dia a dia. Para mim, alcoólatra era a pessoa que havia perdido tudo e morava na rua – o que não era o meu caso. Mas estava errada”.
Acreditar na moderação. “Perdi uma década na armadilha da moderação, achando que poderia estabelecer um limite de drinques por semana. Tentei, falhei e constatei como tinha me tornado uma dependente”, ensina.
Medo do fracasso. “Eu não dava o primeiro passo porque acreditava que ia falhar, que seria impossível largar a bebida. Será que seria tão mais difícil parar do que tentar controlar as doses que tomava?”, provoca.
Preocupar-se com os outros. “A pressão do grupo pode desestabilizar. Meu temperamento é introvertido e gosto de agradar às pessoas, por isso não conseguia me imaginar fora do ‘rebanho’”.
Ser influenciado pelo marketing. “Quando era uma adolescente, achava que tomar uns drinques era o máximo. Depois o vinho ganhou o status de bebida para se curtir com colegas de trabalho, amigos e a família. Ao me aposentar, passei a ter mais tempo para beber!”.
Esperar que a felicidade caia sobre sua cabeça. “Contei com o álcool para me sentir bem durante tanto tempo que o organismo se ressentiu quando parei. Nos meus primeiros meses de sobriedade, fiquei na expectativa de me sentir feliz só porque estava sóbria, mas na realidade não havia mudado nada na minha vida”.
Ficar deprimido com a ideia de uma vida abstêmia. “Minha saúde exigia uma decisão, mas eu relutava diante do cenário sem álcool. Não conseguia imaginar como socializaria ou me divertiria sem a bebida”.  
Tentar parar sem ajuda. “Tinha vergonha e queria resolver o problema sozinha, sem pedir ajuda ou me juntar a uma comunidade”. 
Oito conselhos para seguir em frente e não desistir:
Comece agora! A dependência do álcool é como um elevador que só desce. Quanto mais o tempo passa, pior.
Esqueça a moderação. Se você tivesse controle, já teria parado.
A estratégia é focar no progresso. Para muita gente, há diversos “primeiros dias”, o importante é continuar tentando: uma semana, duas semanas, 30 dias, seis meses, um ano sem beber.
Tenha seus motivos na ponta da língua. Quanto perguntarem, responda sem titubear: “estou sem beber porque não durmo bem/estou com minhas taxas alteradas/está afetando meu treino”. Tenha em mente que, além de não ter que dar satisfações, não é sua responsabilidade fazer os outros se sentirem confortáveis.
Mude a forma como encara a bebida. Suas crenças sobre o álcool têm que ser “zeradas”. Você realmente precisa de um drinque para se divertir, relaxar, ou achar consolo no fim de um dia difícil? Que outras atividades poderiam substituir essa necessidade?
Reconfigure sua vida. Quando se deixa de beber, não dá para manter tudo como era antes. Você precisa mudar rotinas, ter novos interesses, participar de grupos que não sejam dependentes de álcool.
Anime-se com a oportunidade de mudar! Sua aparência vai ganhar viço, você vai se sentir e dormir melhor, com muito mais energia. 
Ache sua tribo. Conectar-se com outras pessoas nessa jornada fará você ter consciência de que não está sozinho. Cerca de 20% dos bebedores sociais se tornam dependentes ao longo dos anos. Não se trata apenas de alívio, é bem mais que isso: prepare-se para descobrir seu superpoder! ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Como proteger os joelhos e quando a cirurgia é necessária</title>
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<description><![CDATA[      Hoje já há próteses fabricadas especificamente para o paciente que não demandam ajustes nos ossos ou ligamentos  Há alguns meses, escrevi sobre cinco partes do corpo que não podemos ignorar depois dos 50. Nossos sobrecarregados joelhos estão nessa lista e são o assunto desta coluna. Estima-se que, na próxima década, haverá um aumento de 673% nas próteses de joelhos em todo o mundo. Para falar dos problemas mais frequentes, dos exercícios mais indicados e de quando é necessário se submeter a uma cirurgia, conversei com o médico Marco Demange, que fez mestrado e doutorado na Faculdade de Medicina da USP, onde é professor do Departamento de Ortopedia e Traumatologia, e pós-doutorado no Hospital for Special Surgery, associado à Universidade de Cornell.
O médico Marco Demange, professor do Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP 
Divulgação
Quais os problemas de joelhos mais frequentes com o envelhecimento?
Uma das questões mais frequentes são as lesões dos meniscos e da cartilagem. A artrose surge como consequência desses desgastes. 
Há uma “receita” para protegê-los? 
Há alguns cuidados importantes, como evitar o excesso de carga frequente. Nesta situação, encontram-se o excesso de peso ou de impacto nos esportes. O trauma eventual intenso, ou seja, torcer ou bater com força os joelhos, também deve ser evitado. Em algumas atividades físicas, como tênis de praia, futebol e vôlei, entre outras, isso pode acontecer. Outra medida é manter uma boa força muscular, com destaque para a musculatura da coxa e para a musculatura sustentadora do tronco, composta por quadril, abdômen e lombar.
Para quem já passou dos 50 ou 60, que exercícios são eficazes para preservar a estrutura do joelho? E quais seriam os menos indicados?
Os mais indicados são os exercícios resistidos, ou seja, a musculação, e os com baixo impacto. Quando a pessoa optar por exercícios aeróbicos, deve dar preferência para os de menor impacto, como natação, caminhada leve, remo ou os elípticos (como esteira e bicicleta ergométricas, ou simulador de subida de escada). Evitar os exercícios com impacto frequente intenso, como pular e saltar, assim como os com trauma eventual importante: esportes de quadra nos quais há contato físico, como o futebol. 
É sempre possível optar por tratamentos não cirúrgicos ou há casos em que eles não trazem alívio?
Nos casos mais avançados de artrose, em que há instabilidade, quando o joelho falha ao andar, ocorre dor contínua, limitação da mobilidade ou desvios significativos do formato (ele entorta de forma relevante), os tratamentos sem cirurgia geralmente não têm efeito suficiente para devolver uma boa qualidade de vida ao paciente. 
Qual é a cirurgia mais comum a partir dos 50 anos? 
Apesar de a cirurgia mais comum ser a artroscopia do joelho, principalmente para as lesões meniscais, atualmente se entende que, para os casos de artrose mais severa, ela tem uma efetividade baixa. Neste caso, a cirurgia mais indicada, e com melhor resultado, é a de prótese do joelho. 
No mundo todo, incluindo o Brasil, a cirurgia de prótese de joelho vem se tornando cada vez mais frequente. Em termos percentuais,  o maior número de procedimentos ocorreu na faixa de pacientes entre 50 e 65 anos. 
 O que são as próteses de joelho customizáveis e por que são superiores? 
São próteses fabricadas especificamente para cada pessoa e, por esse motivo, são mais caras. O formato da prótese é igual ao ideal para o paciente, não demandando ajustes nos ossos ou ligamentos para adequar a sua colocação. O resultado é uma sensação de “joelho normal”. Assim, considera-se que pacientes têm um potencial de fazer uma gama maior de exercícios e atividades esportivas recreacionais.
Qual é a importância do exercício após a cirurgia?
Em todas as cirurgias de prótese de joelho, o paciente deve fazer exercícios físicos para recuperar a perda muscular que ocorreu nos anos em que houve uma menor utilização da musculatura, decorrente da dor e da artrose. 
Qual é o potencial do tratamento com células-tronco? 
Especificamente para a artrose, o tratamento com ortobiológicos, como produtos que contenham alguma porcentagem de células-tronco mesenquimais, pode modular a dor e, eventualmente, permitir uma redução na velocidade de evolução da artrose. Como todos os tratamentos mais recentes em medicina, temos estudado o potencial de sua utilização e, nos próximos anos, saberemos mais sobre as melhores indicações. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Entenda a diferença entre cura do câncer e remissão da doença</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/entenda-a-diferenca-entre-cura-do-cancer-e-remissao-da-doenca</link>
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<description><![CDATA[      Segundo os médicos ouvidos pelo g1, cura é quando o câncer é totalmente erradicado, mas só se consegue saber isso depois de ao menos 5 anos sem sinal da doença. Antes disso, o termo correto é &#039;remissão&#039;. Exames mostram antes e depois de câncer de paciente; à direita, imagem mostra remissão da doença
Arquivo pessoal
Quando falamos sobre resultados de tratamentos em pacientes com câncer, dois termos costumam ser usados: &quot;remissão&quot; e &quot;cura&quot;. O g1 ouviu especialistas para explicar a diferença entre esses conceitos. 
Segundo Rodrigo Calado, professor titular de hematologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, a cura é quando o câncer é totalmente erradicado, mas só se consegue saber isso depois de ao menos cinco anos sem sinal da doença. Antes disso, o termo correto é &quot;remissão&quot;.
Paulo Peregrino, que lutava contra a doença havia 13 anos e foi submetido a uma terapia considerada revolucionária no combate à doença, por exemplo, teve a remissão completa em um mês (entenda abaixo o CAR-T Cell).
&quot;Remissão é quando o câncer não é mais detectado por nenhum exame. Pode ser que tenha sido curado, porém, pode ser que tenha reduzido muito e os métodos disponíveis não conseguem detectá-lo, mas não tenha desaparecido completamente. Apenas não conseguimos detectar o câncer. Por isso que o paciente precisa continuar acompanhando, fazendo exames para verificar se há algum sinal, por menor que seja, do tumor.&quot; 
Globo.com: leia as principais notícias do dia
Vanderson Rocha, professor de hematologia, hemoterapia e terapia celular da Faculdade de Medicina da USP e coordenador nacional de terapia celular da rede D’Or, diz que o paciente em remissão deve, inicialmente, passar por exames a cada três meses, quatro meses, seis meses e, depois, uma vez ao ano.
&quot;Logo depois, tem que ter cuidado com infecção. Depende muito do tipo de tratamento, mas, geralmente, três meses depois de remissão é vida normal. Um transplante de medula óssea, dependendo o tipo de transplante, é cerca de seis meses. É vida normal, fazer tudo o que quer, com moderação&quot;, pontua.
CAR-T Cell
Médico Vanderson Rocha (à esq.) e médico Rodrigo Calado (à dir.)
Arquivo pessoal
Até agora, 14 pacientes foram tratados com o CAR-T Cell no estudo que usa verbas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A recuperação foi no Sistema Único de Saúde (SUS). A terapia combate a doença com as próprias células de defesa do paciente modificadas em laboratório.
A versão brasileira da técnica é aplicada no Brasil pela USP, em parceria com o Instituto Butantan e o Hemocentro de Ribeirão Preto, de forma compassiva, quando o estudo aceita o paciente em estágio avançado da doença, e os médicos conseguem com a Anvisa a autorização para a aplicação do método.
Nenhum dos pacientes brasileiros é considerado curado, mas em remissão. O primeiro foi em 2019, há menos de 5 anos. Ele, no entanto, morreu semanas depois em um acidente doméstico em casa.
&quot;Nos pacientes usamos alguns exames para rastrear o câncer, como o PET-CT (tomografia com contraste) ou exames de sangue para detectar o DNA do câncer&quot;, conta Rodrigo Calado, professor titular de hematologia da USP.
&quot;Dos casos americanos, que começaram há 10 anos, muitos estão curados, mais de 50%. E são pacientes que não responderam a vários tratamentos anteriores, que a doença voltou várias vezes. Então, é muito significativo, mesmo que 50%&quot;, completa.
Todos os pacientes tratados no estudo tiveram remissão de ao menos 60% dos tumores. A recuperação foi no Sistema Único de Saúde (SUS).
O método CAR-T Cell tem como alvo três tipos de cânceres: leucemia linfoblástica B, linfoma não Hodgkin de células B e mieloma múltiplo, que atinge a medula óssea. O tratamento contra o mieloma múltiplo ainda não está disponível no país.   
A técnica é utilizada em poucos países. No Brasil, no segundo semestre, 75 pacientes devem ser tratados com o CAR-T Cell com verba pública após autorização da Anvisa para o estudo clínico (leia mais abaixo). Atualmente, o tratamento só existe na rede privada brasileira, ao custo de ao menos R$ 2 milhões por pessoa. 
Paulo Peregrino
Médico Vanderson Rocha (à esq.) e Paulo Peregrino (à dir.)
Arquivo pessoal
O publicitário de 61 anos é o caso mais recente de remissão completa em curto período de tempo do grupo de estudos com os 14 pacientes do Centro de Terapia Celular.
Paulo teve alta no domingo (28) depois de ficar sob cuidados médicos no Hospital das Clínicas da cidade de São Paulo. 
“A vitória não é só minha. É da fé, da ciência e da energia positiva das pessoas. Cada uma delas ajudou a colocar um paralelepípedo nesse caminho. A imagem prova com muita clareza para qualquer pessoa a gravidade do meu linfoma, e eu não tinha ideia de que era assim”, contou o paciente.
Vanderson Rocha está à frente do caso de Paulo, e ficou surpreso com a resposta do tratamento.
“Foi uma resposta muito rápida e com tanto tumor. Fico até emocionado [ao ver as duas ressonâncias de Paulo]. Quando a gente viu, todo mundo vibrou. Coloquei no grupo de professores titulares da USP e todo mundo ficou impressionado de ver a resposta que ele teve”, comemorou o especialista.
Antes e depois
As duas imagens do Pet Scan (tomografia feita com um contraste especial) (veja no alto) representam “dois Paulos”: a da esquerda, o paciente que tinha como caminho único os cuidados paliativos, quando a alternativa é dar conforto, mas já sem expectativa de cura, e a da direita, um paciente com um organismo já sem tumores após o tratamento com CAR-T Cell. 
Car-T Cell: entenda terapia celular contra câncer aplicada de forma experimental
Quando o médico teve contato com Paulo, o publicitário já havia passado por procedimentos cirúrgicos, dezenas de exames e quimioterapia.
Saiba o que é a terapia celular contra o câncer aplicada em estudo na rede pública
13 anos &#039;tocando em frente&#039;
Uma linha do tempo ajuda a nortear as idas e vindas dos tumores de Paulo. A trajetória será contada em uma autobiografia ainda em produção intitulada &quot;A Vida pelo Copo D&#039;água&quot;, em que ele cita seu  remédio: &quot;fé e ciência para viver a metade cheia da vida&quot;. 
Pesquisas na internet levaram a família ao tratamento CAR-T Cell e ao médico Vanderson Rocha. 
“Comecei a acompanhá-lo quando já tinha feito uma grande parte do tratamento. A doença voltou, então, a última opção dele realmente era o CAR-T Cell. Tive que pedir autorização da Anvisa pra gente poder fazer esse tipo de tratamento. Muitos pacientes não têm essa oportunidade”, explicou o especialista. 
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Paciente com câncer há 13 anos tem remissão completa em SP em um mês após terapia celular em estudo na rede pública
&#039;Objeto de estudo&quot;
O educador físico Bruno Marques Giovanni é outro dos pacientes do grupo de estudos de que Paulo participa. Há um ano e meio, o educador físico retomou a rotina, depois de sair do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto. Foram três anos de luta contra uma leucemia agressiva, que teimava em voltar.
Só depois de cinco anos do desaparecimento dos tumores eles e os demais pacientes oncológicos podem ser considerados curados. Até lá, o Bruno volta ao hospital a cada três meses para fazer exames.
“Por ser um tratamento inovador, um negócio que está ainda em estudo, em evolução, vou lá com o maior prazer para passar por esses exames, para eles conseguirem enxergar tudo o que está acontecendo. Porque eu sei que eu sou um objeto de estudo, entre aspas, mas uma pessoa que está superbem. Só agradeço a toda a equipe sempre.”
Paciente Bruno Marques Giovanni mora em Piracicaba
Reprodução/TV Globo
CAR-T Cell no SUS
Em 2021, o grupo fez uma parceria com o Instituto Butantan e foram instaladas duas fábricas no estado, uma na Cidade Universitária, em São Paulo, e outra no campus universitário de Ribeirão Preto com a capacidade de produção inicial de 300 tratamentos por ano. 
“Para disponibilizar para a população brasileira, é necessário obter financiamento para realizar o tratamento para 75 pacientes com linfoma e leucemia e gerar os dados clínicos que permitam o registro do produto na Anvisa”, explicou Dimas. 
“Este estudo clínico custará R$ 60 milhões, mas economizará R$ 140 milhões em relação aos preços praticados pelas empresas privadas. Recentemente, apresentamos o projeto ao Ministério da Saúde e a expectativa é de apoio e financiamento para avançar essa importante tecnologia no país, que poderá iniciar uma nova indústria de biotecnologia”, completou. 
A previsão é a de que o estudo comece em agosto deste ano.
“Já tem uma fila de pacientes, porque os médicos que já sabem que nós estamos nesse processo mandam constantemente nomes de pessoas, e esses nomes estão sendo colocados numa fila por requisitos.” 
O que diz a Anvisa 
A Agência afirmou ao g1 que tem dado prioridade às análises do estudo. 
“A Anvisa recebeu proposta de ensaio clínico conduzida pelo CEPID-FAPESP-USP e este pedido está em análise pela Anvisa. O pedido faz parte de um projeto-piloto em que a Anvisa, selecionou o Centro de Terapia Celular (CEPID-FAPESP-USP) de Ribeirão Preto para colaboração no desenvolvimento de produtos de terapia avançada no Brasil. Assim, a Agência tem feito interlocução com a equipe de desenvolvimento do CEPID-FAPESP-USP para aprimorar o desenho do estudo. O CEPID-FAPESP-USP também estabeleceu um cronograma com a Anvisa para enviar informações sobre a possível fabricação do produto e os controles aplicáveis nos próximos meses. A Anvisa, por sua vez, tem dado prioridade a estas análises, proporcionando retorno rápido ao desenvolvedor, com o objetivo de priorizar a execução desse estudo no Brasil.&quot;
Como funciona a técnica 
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Ciência Aberta&amp;apos;: centro que abriga o Sirius terá dia exclusivo para receber escolas e grupos de alunos; saiba como se inscrever</title>
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<description><![CDATA[      Pela 1ª vez, evento que apresenta curiosidades e atrações da ciência terá data reservada para instituições de ensino. No sábado, 10 de agosto, CNPEM abre as portas ao público em geral. Sirius, laboratório de luz síncrotron de 4ª geração, reforça a ciência no enfrentamento do novo coronavírus
Nelson Kon
Um dos maiores centros de produção científica do Brasil, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), que abriga o superlaboratório Sirius, em Campinas (SP), promove em agosto a 6ª edição do &quot;Ciência Aberta&quot;, evento gratuito que oferece contato direto entre público e cientistas. 
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A novidade deste ano é que o evento que apresenta curiosidades e atrações da ciência será realizado em dois dias, sendo que um deles, a sexta-feira, 9 de agosto, será excluviso para receber excursões de instituições de ensino e grupos de alunos de todo o Brasil.
As escolas e grupos interessados devem preencher o formulário na página do evento. 
No sábado, dia 10 de agosto, o evento seguirá o mesmo molde das outras edições, sendo aberto ao público geral, sem necessidade de cadastramento prévio. Em 2023, o CNPEM recebeu 16 mil vistantes, que percorreram 85 atrações.
Além de atividades no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), que abriga o Sirius, acelerador de partículas brasileiro, o evento apresenta atrações nas áreas de biociências, nanotecnologia e biorrenováveis.
“Tem sido muito gratificante acompanhar o crescente interesse de crianças, jovens e adultos por ciência e constatar o encantamento que toda a estrutura e o trabalho desenvolvido no CNPEM provoca nas pessoas”, comentou, em nota, Antonio José Roque da Silva, diretor-geral do CNPEM.
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&quot;Ciência Aberta&quot; abre as portas do CNPEM ao público
Arquivo CNPEM
O que é o Sirius?
Principal projeto científico brasileiro, o Sirius é um laboratório de luz síncrotron de 4ª geração, que atua como uma espécie de &quot;raio X superpotente&quot; que analisa diversos tipos de materiais em escalas de átomos e moléculas.
Para observar as estruturas, os cientistas aceleram os elétrons quase na velocidade da luz, fazendo com que percorram o túnel de 500 metros de comprimento 600 mil vezes por segundo. Depois, os elétrons são desviados para uma das estações de pesquisa, ou linhas de luz, para os experimentos.
Esse desvio é realizado com a ajuda de ímãs superpotentes, e eles são responsáveis por gerar a luz síncrotron. Apesar de extremamente brilhante, ela é invisível a olho nu. Segundo os cientistas, o feixe é 30 vezes mais fino que o diâmetro de um fio de cabelo.
Ciência Aberta - CNPEM
Dias: 9 e 10 de agosto
Local: Rua Giuseppe Máximo Scolfaro, 10.000, Polo II de Alta Tecnologia de Campinas, Campinas
Horário: no sábado, 10 de agosto, a partir das 9h, e com último horário de admissão às 15h.
VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região
Veja mais notícias da região no g1 Campinas. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
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<title>&amp;apos;Ciência Aberta&amp;apos;: centro que abriga o Sirius recebe público para apresentar curiosidades e atrações da ciência</title>
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<description><![CDATA[      Evento destinado às crianças e adultos que oferece contato direto com cientistas começa às 9h neste sábado (10). Estão programadas 86 atrações interativas; confira a relação. Sirius, laboratório de luz síncrotron de 4ª geração, instalado no CNPEM, em Campinas (SP)
Nelson Kon
O Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), que abriga o superlaboratório Sirius, em Campinas (SP), promove neste sábado (10), a partir das 9h, a 6ª edição do &quot;Ciência Aberta&quot;, evento gratuito direcionado às crianças e adultos que oferece contato direto entre público e cientistas. 
Para entrada é solicitada a contribuição voluntária de 1 kg de alimento não perecível. O último horário permito para ingresso de visitantes é 15h. Em 2023, o Ciência Aberta recebeu 16 mil pessoas.
Estão programadas 86 atrações interativas, que incluem experiências práticas nos laboratórios, demonstrações tecnológicas, além de palestras e oficinas. O CNPEM também oferece praça de alimentação e estacionamento gratuito.
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Além de atividades no Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), que abriga o Sirius, acelerador de partículas brasileiro (entenda mais sobre ele abaixo), o evento apresenta atrações nas áreas de biociências, nanotecnologia e biorrenováveis.
“O Ciência Aberta é mais do que uma apresentação das atividades do CNPEM ao público. O evento é uma oportunidade de reconhecermos o potencial do Brasil em fazer ciência e em promover desenvolvimento e inovação mundialmente competitivos. Mais de mil colaboradores do Centro estarão dedicados ao Ciência Aberta, mostrando como temos capacidade de criar soluções criativas e disruptivas para os desafios da atualidade&quot;, destaca Antonio José Roque da Silva, diretor-geral do CNPEM.
Nesta sexta (9), escolas e universidades que fizeram inscrição prévia poderão vivenciar as atrações de forma exclusiva. O CNPEM recebeu 15 mil inscrições.
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&quot;Ciência Aberta&quot; abre as portas do CNPEM ao público
Arquivo CNPEM
O que é o Sirius?
Principal projeto científico brasileiro, o Sirius é um laboratório de luz síncrotron de 4ª geração, que atua como uma espécie de &quot;raio X superpotente&quot; que analisa diversos tipos de materiais em escalas de átomos e moléculas. São apenas três no mundo com essa tecnologia.
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Para observar as estruturas, os cientistas aceleram os elétrons quase na velocidade da luz, fazendo com que percorram o túnel de 500 metros de comprimento 600 mil vezes por segundo. Depois, os elétrons são desviados para uma das estações de pesquisa, ou linhas de luz, para os experimentos.
Esse desvio é realizado com a ajuda de ímãs superpotentes, e eles são responsáveis por gerar a luz síncrotron. Apesar de extremamente brilhante, ela é invisível a olho nu. Segundo os cientistas, o feixe é 30 vezes mais fino que o diâmetro de um fio de cabelo.
Ciência Aberta - CNPEM
Dias: Sábado, 10 de agosto
Local: Rua Giuseppe Máximo Scolfaro, 10.000, Polo II de Alta Tecnologia de Campinas, Campinas
Horário: a partir das 9h, e com último horário de admissão às 15h.
VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
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<title>Mayaro e o que mais? Unicamp aponta possível transmissão urbana do vírus em Roraima e vê indícios de novas ameaças</title>
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<description><![CDATA[      Pesquisa de mestrado confirmou a circulação do vírus em humanos, mas também jogou luz sobre o surgimento de novos patógenos em uma região que tem sofrido com o desequilíbrio ambiental. Imagem de imunofluorescência do vírus mayaro em amostra de paciente de Roraima (RR) analisada por pesquisadores da Unicamp
Reprodução/Unicamp
Um estudo desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Biologia (IB) da Unicamp confirmou a circulação do vírus mayaro entre humanos no estado de Roraima (RR). Mais do que isso, apontou uma possível transmissão urbana da doença, que provoca sintomas semelhantes aos da chikungunya, sendo identificada em moradores que não relataram qualquer atividade em áreas de mata.
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Das 822 amostras de pacientes em estado febril coletadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública de Roraima (Lacen), entre 2018 e 2021, foram identificadas a presença do mayaro em 3,4% delas, mas em 60% dos casos, as pessoas testaram negativo para os oito vírus analisados, o que pode ser indício de circulação de novos patógenos. 
&quot;Havia o indicativo de que aquelas pessoas estavam doentes. Alguma coisa elas tiveram, a gente que não conseguiu achar&quot;, explica José Luiz Proença Módena, coordenador do Laboratório de Estudos de Vírus Emergentes (LEVE) da Unicamp.
Impacto ambiental
Vista aérea de Boa Vista, em Roraima, no dia 27 de janeiro de 2024.
Rede Amazônica
Tanto a descoberta da circulação do mayaro entre humanos em Roraima, fruto do mestrado da bióloga Julia Forato, divulgado pela revista Emerging Infectious Diseases, publicação do Centro para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (ou CDC, na sigla em inglês), quanto a hipótese de novas ameaças virais jogam luz sobre o mesmo problema: o desequilíbrio ambiental.
&quot;Tudo está relacionado com o impacto ambiental. Onde tem vírus? Onde tem vida. Então falamos de uma diversidade enorme, que ainda não conhecemos. A partir do momento que o homem impacta e entra em contato com essas áreas, derruba, queima, tem um gargalo de seleção em que um desses vírus passa a infectar quem está entrando naquele ambiente&quot;, explica Módena, que complementa:
&quot;A gente está se pondo lá. Alguns serão extintos, mas os vírus têm uma capacidade enorme de adaptação, alta taxa de mutação, e ocorre uma seleção de um que seja capaz de infectar e transmitir entre pessoas&quot;.
Em Roraima, a combinação entre áreas que sofrem com desmatamento, queimadas e exploração ilegal, como os garimpos, aliado a fluxos migratórios intensos nos últimos anos, potencializa a disseminação de vírus ou surgimento de novas ameaças.
De acordo com os pesquisadores, os dados obtidos no estudo mostram, ainda que poucos casos foram confirmados, que há um indício importante do ciclo urbano do mayaro, mas esse processo  ainda precisa ser estabelecido.
Febre do Mayaro é transmitida pelo mosquito do gênero Haemagogus, mas já houve comprovação em laboratório da possiblidade de infecção do Aedes aegypti pelo MAYV
Pixabay/Divulgação
O mayaro tem como vetor o Haemagogus janthinomys, mosquito silvestre que é conhecido por disseminar a febre amarela. Em laboratório, já houve a comprovação de que é possível que outro mosquito, bem conhecido nos meios urbanos, transmitir o vírus.
Por isso mesmo, há o temor de que seja possível estabelecer uma cadeia de transmissão pelo Aedes aegypti, em evidência pelos casos de dengue, mas que também já foi um vetor da febre amarela, por exemplo.
&quot;Essa é a principal preocupação, se o Aedes, que é mosquito urbano, é capaz de disseminar. A partir do momento que sabermos que isso acontece, não se sabe o impacto diante de uma população que nunca teve contato com esse vírus&quot;, destaca Júlia Forato.
O que se sabe sobre a doença
Mayaro: veja o que se sabe sobre o vírus que circula no Brasil
O mayaro é uma espécie de &#039;primo&#039; da chikungunya e provoca as mesmas reações nos pacientes, como as febres e intensas dores musculares e articulares que podem se prolongar por meses. Há registros de complicações sérias, como hemorragia, problemas neurológicos e até a morte. Ainda não há imunização ou tratamento específico para a doença. 
&quot;Aquela doença que classicamente é leve, febril, em que uma parte das pessoas vai ter artrite, isso ocorre no contexto de poucos infectados. Com muitos infectados, começam a aparecer as complicações, os quadro neurológicos. Os problemas graves aparecerem&quot;, alerta Módena.
O vírus mayaro foi isolado pela primeira vez na década de 1950 a partir de amostras de sangue de pacientes infectados em Trinidad e Tobago, na América Central. 
Mayaro, dengue, zika e chikungunya: veja semelhanças e diferenças entre os vírus transmitidos por mosquitos 
Casos no Brasil foram registrados já em 1955, em um surto em Belém (PA), e posteriormente em outras partes da Amazônia e do Centro-Oeste. Houve registro de casos no Rio de Janeiro, em 2019, e um estudo da USP apontou a circulação do mayaro no interior de São Paulo. 
No caso do mayaro, mamíferos - incluindo os humanos - e até aves já foram descritos como hospedeiros para o vírus, ou seja, são &quot;reservatórios&quot; cujo material infectado é transmitido pelos mosquitos - os insetos do gênero Haemagogus são o principal vetor.
Importância da ciência
Imagem da estrutura do vírus Mayaro. Na imagem, a partícula viral está em parte aberta para possibilitar a visualização de todas suas proteínas. Cada uma das proteínas que forma a partícula viral está representada por uma cor (verde, cinza e vermelho). Os açúcares que são ligados as proteínas estão em cor laranja.
CNPEM/MCTI
Os pesquisadores da Unicamp reforçam que o trabalho, desenvolvido com apoio de outras instituições do Brasil e do exterior, reforça a necessidade de investimento na ciência para monitoramento e conhecimento sobre os vírus emergentes.
O coordenador do LEVE ressalta que o Brasil, em virtude da sua enorme biodiversidade, é considerado pelos grandes órgãos internacionais, incluindo a Organização Mundial de Saúde (OMS), um dos hotspots, ou zona quente, para o surgimento de novos vírus.
&quot;Por exemplo, nas amostras desse estudo, muitas foram negativas. Eram pacientes com sintomas, mas que não houve confirmação de nenhum dos oito vírus que a gente testou. A gente não sabe o que está circulando ali. Não sabemos se pode ter um vírus com potencial para provocar alguma coisa maior&quot;, alerta Módena.
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Cientistas de Campinas revelam detalhes inéditos do vírus mayaro, &#039;primo&#039; da chikungunya que circula no Brasil desde 2019
Com Covid ainda no horizonte, cientistas tentam antever vírus causador da próxima pandemia
VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e região
Veja mais notícias da região no g1 Campinas ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>MC Marcinho usa terapia conhecida como ECMO, espécie de pulmão artificial; entenda como funciona</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/mc-marcinho-usa-terapia-conhecida-como-ecmo-especie-de-pulmao-artificial-entenda-como-funciona</link>
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<description><![CDATA[      Cantor está internado na UTI e com o pulmão incapaz de absorver o oxigênio. Por isso, foi preciso &#039;substituir&#039; o órgão. A ECMO age como um pulmão artificial e oxigena o sangue fora do corpo. ECMO: entenda como funciona a terapia usada em MC Marcinho
Um dos maiores nomes da história do funk carioca, Marcio André Nepomuceno Garcia, o MC Marcinho, está desde segunda-feira (10) na UTI do Hospital Copa D&#039;Or após uma parada cardiorrespiratória. 
De acordo com o boletim médico divulgado nesta terça (11), foi necessário o uso de uma terapia conhecida como ECMO – Oxigenação por Membrana Extracorpórea, na tradução. Ou seja, a oxigenação do paciente será feita por uma membrana fora do corpo. 
A ECMO foi muito utilizada por pacientes da Covid, como o ator Paulo Gustavo, morto em 2021. Apesar de o artista não ter resistido à longa internação, a terapia salvou dezenas de outros pacientes (veja relatos). 
Como funciona a Ecmo
A ECMO retira e filtra o sangue
Reprodução/TV Globo
Em alguns pacientes, o pulmão se torna incapaz de absorver o oxigênio. Por isso, é preciso “substituir” o órgão. É nessa hora que a ECMO entra. O equipamento age como um pulmão artificial e oxigena o sangue fora do corpo.
Segundo médicos, a ECMO possibilita que pulmão debilitado repouse enquanto o aparelho devolve o sangue oxigenado artificialmente para o corpo. A terapia funciona como uma ponte para a recuperação. 
Quando o paciente está na máquina, ele precisa estar sedado. &quot;O pulmão passa a ser a membrana. Controlamos o gás carbônico e o oxigênio por essa membrana. Deixamos o pulmão parado para desinflamar&quot;, explicou o fisioterapeuta cardiorrespiratório e de Terapia Intensiva Fábio Rodrigues.
Veja depoimentos de recuperados da Covid que fizeram mesma terapia que Paulo Gustavo: ECMO
Diferente do ventilador mecânico
Apesar de semelhantes, a ventilação mecânica não é igual a ECMO. O ventilador dá oxigênio, promove as trocas gasosas e dá pressão para o pulmão ficar aberto. Ele não substitui o pulmão. Ele vai favorecer a fisioterapia e a recuperação do pulmão. 
No entanto, o suporte tem um limite e, quando o ventilador não consegue fazer o pulmão lesado funcionar bem, e não há mais troca de oxigênio, a ECMO é indicada. 
Tipos de terapia
A terapia já existe há muitos anos e pode ser de dois tipos:
Veno-venosa: utilizada em pacientes com insuficiência respiratória. O sangue é retirado de uma veia central, passa pela membrana extracorpórea onde é realizada a troca gasosa e retorna por uma veia central. Essa é a terapia usada nos casos de Covid-19 e também no ator Paulo Gustavo.
Veno-arterial: utilizada em casos de insuficiência cardíaca. Fornece tanto suporte respiratório como circulatório. O sangue retorna para o sistema arterial e fornece suporte hemodinâmico, além do suporte ventilatório.
Para todas as idades e sem prazo
O equipamento pode ser usado em pessoas de todas as idades, desde recém-nascidos até idosos, e está disponível tanto na rede privada quanto pública, em hospitais de referência. 
Os especialistas explicam que não existe prazo para o paciente ficar na ECMO. A retirada é feita se houver excesso de coágulo no circuito, sangramento excessivo ou se o pulmão melhorar.
Veja quando o uso é contraindicado:
Falência múltipla de órgãos
Doenças pulmonares ou cardiovasculares irreversíveis
Pacientes que passaram muito tempo em ventilação e já têm danos pulmonares
Coagulopatia grave e/ou hemorragia
Outras anomalias congênitas ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Cuidado para não sabotar o seu futuro eu</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/cuidado-para-nao-sabotar-o-seu-futuro-eu</link>
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<description><![CDATA[      Livro mostra como relutamos em valorizar nossas necessidades a longo prazo Hal Hershfield é professor de marketing, decisão comportamental e psicologia da Universidade da Califórnia, Los Angeles. Mês passado, lançou “Your future self: how to make tomorrow better today” (“Seu futuro eu: como tornar o amanhã melhor hoje”), onde aborda a dificuldade de planejamento a longo prazo e como trabalhar para reverter essa “inaptidão” que embute sérias consequências. O livro é resultado de uma década de pesquisas e explora a importância de nos conectarmos com nosso eu, como explicou em palestra on-line que pode ser acessada aqui:
Hal Hershfield, professor de marketing, decisão comportamental e psicologia da Universidade da Califórnia e autor de “Your future self: how to make tomorrow better today” 
Reprodução
“Gosto de usar uma imagem do dia a dia para mostrar como nossa mente funciona. Imagine a situação: um colega de trabalho, de quem você não é próximo, pede ajuda para fazer a mudança no próximo sábado. É claro que você tem uma lista de cem coisas mais importantes para resolver e vai arranjar uma boa desculpa para se livrar do chato. O incrível é que agimos da mesma forma com nosso futuro. A tendência é nos imaginarmos como uma outra pessoa, com a qual não temos qualquer proximidade e que, portanto, não é prioridade. Quando alimentamos essa conexão, fica mais fácil tomar decisões melhores”. 
Hershfield afirma que devemos imaginar diferentes “futuros eus”: daqui a cinco, dez ou 30 anos. “O exercício nos incentiva a pesar a consequências de nossos atos e vale até para controlar os níveis de colesterol e a circunferência da cintura. Os danos não acontecerão com um estranho!”, enfatiza, acrescentando que, para ele, ter filhos pequenos se transformou numa ferramenta poderosa para pensar no longo prazo:
“Estamos prontos para nos sacrificar por várias pessoas: nossos pais, filhos, amigos. Por que é tão difícil nos sacrificarmos por nós mesmos? E o mais interessante é que agir assim acaba impactando negativamente as pessoas que prezamos tanto, porque poderemos não estar em condições de ajudá-las”. 
O professor sugere uma “visualização do eu” para criar a conexão e facilitar o controle de impulsos negativos. Comece escolhendo um determinado campo – pode ser saúde, relacionamentos ou aposentadoria – e pense na versão de si que gostaria de ter daqui a um determinado tempo. Faça um esforço para criar um quadro bem detalhado, para recorrer a essa idealização quando estiver prestes a fraquejar. O arsenal de Hershfield inclui o que chama de “incentivos”, como uma bem bolada “punição” que vai depender do auxílio de um amigo:
“Imagine que você belisca alimentos pouco saudáveis toda noite e estabelece que só fará isso uma vez por semana. Chame alguém de confiança, para quem você não mente, para ser seu ‘auditor’. Se reconhecer que não cumpriu a meta, ele vai usar seu cartão de crédito (na versão brasileira, um Pix) para fazer uma doação para uma causa com a qual você, definitivamente, não concorda. Parece estranho, mas é bem eficiente quando adotamos essa intervenção punitiva”. 
O autor sugere que cada um escreva uma carta para si mesmo no futuro, fazendo depois o caminho oposto: uma mensagem do seu eu maduro para o eu presente ainda não convencido sobre o caminho a trilhar. Tudo vale a pena para criar bons hábitos que se perpetuem. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
<media:keywords>Cuidado, para, não, sabotar, seu, futuro</media:keywords>
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<title>Por que nossos órgãos envelhecem de forma diferente</title>
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<description><![CDATA[      Em nível celular, a idade biológica pode estar indo mais rápido que a cronológica Quando pensamos em nossa idade, o que vem à mente é o número que nos acompanha o ano inteiro, até o aniversário seguinte. No entanto, em nosso organismo, há nuances: os órgãos apresentam diferentes graus de envelhecimento. De acordo com os especialistas, os ovários, por exemplo, já se encontram numa fase “geriátrica” quando a mulher está na casa dos 30! É possível comparar com um carro: a pintura pode durar décadas e o motor continuar funcionando (se a manutenção for de qualidade), mas algumas peças precisam ser trocadas...
Mulheres correndo: padrão de envelhecimento dos órgãos varia
Milachalpadmashanti para Pixaba
Muitos cientistas vêm se dedicando a estudar as características do relógio biológico e um dos primeiros a brilhar nesse campo foi Steve Horvath, da Universidade da Califórnia Los Angeles (UCLA). Em 2013, ele apresentou seu “relógio Horvath”, capaz de medir alterações do DNA que vão ocorrendo ao longo do tempo.
Os biomarcadores indicam se a idade biológica está indo mais rápido que a cronológica e hoje está claro que, em nível celular, o envelhecimento é desigual no corpo humano. 
O neurocientista Andrew Zalesky, professor da Universidade de Melbourne e criador do DunedinPace, um outro “relógio epigenético”, mostrou em estudo publicado na “Nature Medicine” que o envelhecimento de um sistema do corpo humano pode afetar profundamente os demais sistemas e órgãos. A degradação do sistema pulmonar tem efeito no coração que, por sua vez, provoca o declínio de outros sistemas – cada ano de envelhecimento biológico do coração representa uma “taxa extra” de mais 27 dias na idade do cérebro. 
O objetivo é, no futuro, transformar em alvos os órgãos que estão se desgastando mais rapidamente para tentar deter os danos sofridos e seus efeitos sobre o resto do organismo. 
Por enquanto, a ciência avança com uma grande parceira dos pesquisadores: a drosófila, ou mosca-da-fruta. Cerca de 75% dos genes associados a doenças que acometem os seres humanos têm um correspondente no inseto. Um time composto por profissionais de diversas instituições criou um atlas no qual mapeou o processo de envelhecimento de 163 tipos de células da mosca-da-fruta, cada uma com seu próprio padrão: enquanto as do cérebro envelhecem lentamente, as dos músculos e fígado se deterioram mais velozmente. As conclusões foram publicadas na revista “Science”. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Crianças e adolescentes que sobrevivem ao câncer têm risco aumentado para distúrbios psicológicos</title>
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<description><![CDATA[      O diagnóstico e o tratamento são traumatizantes em todas as faixas etárias, mas estudos mostram que o impacto é especialmente duro para pacientes jovens Anualmente, cerca de 300 mil crianças e adolescentes, entre zero e 19 anos, são diagnosticados com câncer, sendo que os tipos mais comuns são leucemias, linfomas e tumores do sistema nervoso central. Nos países ricos, graças aos avanços no tratamento, mais de 80% dos jovens pacientes sobrevivem cinco ou mais anos, um aumento considerável em comparação com a década de 1970, quando essa taxa era de apenas 58%. Entretanto, no Brasil, embora o percentual varie regionalmente, a média de cura está em 65%.
Crianças que sobrevivem ao câncer têm um risco aumentado para desenvolver problemas psicológicos
Vitor Garcia para Pixabay
Com prognósticos melhores para a doença, as complicações enfrentadas pelos sobreviventes vêm ganhando maior destaque. O diagnóstico e o tratamento são traumatizantes em todas as faixas etárias, mas estudos têm mostrado como o impacto é especialmente duro para os jovens. Eles sugerem que crianças e adolescentes que superam o câncer têm mais chances de problemas, não somente aqueles relacionados à enfermidade, mas também distúrbios psicológicos, como explica a psicóloga Jeanelle Folbrecht, diretora de um programa para adolescentes no centro médico City of Hope, em Los Angeles:
“Esses jovens pacientes lidam com um enorme volume de tristeza. Não se trata apenas do peso de ter a vida abreviada, porque muitos sobrevivem, mas de uma sensação de luto sobre como suas vidas seriam sem o câncer. É um luto relativo a limitações físicas, à impossibilidade de se engajar em determinadas atividades ou esportes, e até de seguir uma carreira”. 
De acordo com uma meta-análise baseada em 52 estudos clínicos que somavam 20 mil participantes, os sobreviventes apresentam mais possibilidades de transtornos depois da remissão, se comparados com seus irmãos e o grupo de controle. As crianças e os jovens tinham um risco 57% maior para desenvolver depressão; 29% para ansiedade; e 56% para um quadro psicótico. O trabalho foi publicado na revista científica “JAMA Pediatrics”. Ansiedade e depressão eram particularmente recorrentes em coortes acima de 25 e 30 anos, respectivamente. No Brasil, o câncer infantil é a primeira causa de morte por doença em crianças e a segunda causa de óbito em geral – os acidentes estão na frente. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que, no triênio 2023/2025, ocorrerão 7.930 casos na faixa entre zero e 19 anos. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Obesidade, ansiedade e inflamações: entenda como suplemento de óleo de coco pode se tornar &amp;apos;vilão&amp;apos; na dieta</title>
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<description><![CDATA[      Alimento é rico em gordura saturada. Estudo realizado na Unicamp identificou alterações no sistema nervoso central após experimento em camundongos. Suplementação com óleo de coco pode causar danos à saúde, diz pesquisa da Unicamp
Pixabay/Divulgação
Ganho de peso, comportamento ansioso e aumento de marcadores inflamatórios são algumas das consequências do uso prolongado do óleo de coco como suplemento alimentar. É o que aponta um estudo realizado pelo Laboratório de Distúrbios do Metabolismo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Segundo o professor e doutor em biologia funcional e molecular Márcio Alberto Torsoni, os pesquisadores ofereceram a um grupo de camundongos saudáveis, durante oito semanas, uma dose diária de óleo de coco equivalente ao consumo de uma colher de sopa.
&quot;A primeira coisa é que o animal ganhou mais peso. Ele aumentou a quantidade de tecido adiposo e um efeito importante relacionado a esse ganho de peso é que o animal ativou processos inflamatórios. Esses processos levam ele, por exemplo, a não perceber alguns sinais hormonais&quot;, explica Torsoni.
Os impactos negativos foram percebidos na leptina e insulina, dois hormônios centrais para o metabolismo e que são responsáveis por sinalizar ao sistema nervoso, por exemplo, a sensação de saciedade e o controle dos níveis de açúcar no sangue. 
&quot;Quando a gente perde essa capacidade [de sinalização], você vai diminuindo o sinal de saciedade, então você vai tendo mais fome, vai aumentando a deposição de gordura e ganhando peso. [...] Além disso, a gente também viu alguma alteração de comportamento do animal, de ansiedade e aprendizado&quot;, afirma.
Processos silenciosos
O pesquisador ressalta que, diferentemente de outros óleos utilizados no dia a dia, o óleo de coco é rico em ácido graxo saturado, popularmente conhecido como gordura saturada. Esse tipo de gordura é comum em produtos animais, como banha de porco, e tem grande poder inflamatório.
&quot;Consumindo de maneira crônica, isso causa problemas. E foi o que a gente viu: a ativação de processos inflamatórios no animal. A maior parte da gordura que eu tenho nesse óleo [de coco] é o que nós chamamos de gordura saturada&quot;, detalha Torsoni.
O cérebro dos camundongos também foi afetado pela suplementação. De acordo com os pesquisadores, os efeitos foram percebidos no hipocampo, a região do órgão que está ligada à ansiedade e a distúrbios de comportamento. 
&quot;Esses processos inflamatórios, que são silenciosos, chegam no sistema nervoso central. São moléculas produzidas pelo corpo e que são importantes, mas quando são produzidas em maior quantidade, começam a causar danos em estruturas, como os neurônios do hipocampo&quot;, diz.
Imagem microscópica do tecido adiposo branco dos camundongos controle (CV) e os suplementados com óleo de coco em duas doses diferentes (CO100 e CO300). Em azul a marcação identificando núcleo celular (TROPO), em verde a marcação da perilipina marcando a célula adiposa e em vermelho a marcação (F4/80) que indica o aumento da presença de macrófagos no tecido adiposo.
Marcio Alberto Torsoni
Dose segura
Torsoni frisa que o consumo seguro do óleo de coco é possível desde que seja feito em pequenas quantidades, conforme prevê o Guia Alimentar para a População Brasileira, desenvolvido pelo Ministério da Saúde. O importante, diz o pesquisador, é manter uma dieta balanceada e sem exageros.
&quot;Uma coisa que eu chamo atenção é que tem muita coisa na moda na internet. O que levou a gente foi exatamente isso. Há uns anos aumentou muito o número de pessoas que passou a fazer uso do óleo de coco e não tinha fundamentação científica nenhuma&quot;, destaca.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>“O declínio cognitivo não deveria ser encarado como algo inevitável. Essa é uma trágica derrota da medicina”, diz especialista</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/o-declinio-cognitivo-nao-deveria-ser-encarado-como-algo-inevitavel-essa-e-uma-tragica-derrota-da-medicina-diz-especialista</link>
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<description><![CDATA[      O médico David Dodick, professor emérito da Mayo Clinic, sugere o check-up do cérebro como rotina “Infelizmente, ainda não fazemos um check-up do cérebro, embora já tenhamos tecnologia para isso. Seria a melhor forma de mapear o risco do declínio cognitivo e intervir precocemente. Do contrário, a longevidade pode ser uma maldição, e não um bônus”. As palavras, duras, são do médico David Dodick, professor emérito da Mayo Clinic e adjunto da Thomas Jefferson University, entre outras instituições. Assisti à palestra on-line que deu na quinta-feira, na qual apontava a questão como prioridade para a saúde pública global:
David Dodick, professor emérito da Mayo Clinic: check-up do cérebro deveria ser rotina
Reprodução
“O declínio cognitivo não é o caminho natural, nem deveria ser encarado como algo inevitável. Essa é uma trágica derrota da medicina”. 
As estatísticas são alarmantes: as doenças do cérebro afetam uma em cada três pessoas e são a principal causa de incapacidade, além de apresentarem o maior crescimento entre as doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, hipertensão ou câncer.
“80% dos casos de derrame e 40% dos de demência podem ser evitados. Os países de baixa e média renda respondem por 80% do peso das doenças relacionadas ao cérebro. Quero ser otimista e imaginar que os governos investirão em programas para mudar este cenário”, frisou. 
Dodick listou os 12 fatores de risco que respondem por 40% dos casos de demência: hipertensão, diabetes, obesidade, perda de audição, poluição atmosférica, consumo excessivo de álcool, traumas na cabeça, isolamento social, depressão, fumo, falta de atividade física e baixa escolaridade.
Fazendo uma comparação com os EUA, estamos, como eles, em maus lençóis: lá, são 37 milhões diabéticos, quase 50% dos adultos têm hipertensão e apenas um em cada quatro norte-americanos se exercita. Dois terços têm sobrepeso e, desses, 42% são obesos, mas menos de 2% estão em tratamento. No Brasil, há 17 milhões de portadores de diabetes – somos o quinto país com maior incidência, atrás de China, Índia, EUA e Paquistão. São 30 milhões com hipertensão e 22.4% da população apresentam um quadro de obesidade. No quesito atividade física, também vamos mal das pernas: menos da metade se exercita.
 “O Alzheimer atinge um em cada dez idosos acima dos 65. É importante lembrar que se passam 20 anos até os sintomas surgirem, portanto trata-se de uma janela de oportunidade para a detecção precoce. Assim é possível tentar retardar o aparecimento da doença, atenuar sua manifestação e ganhar tempo até outras terapias estarem disponíveis”, explicou. 
Há indicadores clínicos que precedem o estabelecimento de uma enfermidade, conhecidos como sintomas prodrômicos. No Parkinson, por exemplo, constipação, perda parcial do olfato (hiposmia) e o movimento involuntário dos olhos (nistagmo) são sinais de alerta que antecedem os tremores. Por isso, o “check-up” do cérebro se torna tão relevante, incluindo exames de sangue, imagens neurovasculares, avaliação de visão, audição, discurso, fala, equilíbrio e sono. Aliás, sobre o sono, o professor é incisivo:
“Eu costumava me gabar de que precisava de apenas cinco horas de sono para me refazer, mas os dados são incontestáveis e perturbadores. Na verdade, o que parece ser uma vantagem (dormir pouco) vai diminuindo a capacidade produtiva. E a insônia é um fator de risco tratável”. 
O médico ainda citou medicamentos como a metformina e os inibidores SGLT2 que, embora sejam utilizados para o controle do diabetes, são neuroprotetores, reduzindo o risco de Alzheimer. O treinamento cognitivo é outra ferramenta valiosa para preservar as funções cerebrais, como o Teste de Stroop: aquele no qual temos que ler não a palavra escrita, e sim a cor na qual está impressa. Por fim, propõe um esforço coordenado das diversas entidades médicas: “temos que acabar com a medicina de silos, é preciso que as sociedades de diabetes, cardiologia e neurologia trabalhem juntas”. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Doze mitos sobre os consumidores maduros</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/doze-mitos-sobre-os-consumidores-maduros</link>
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<description><![CDATA[      Pessoas acima dos 55 anos detêm 70% da riqueza e respondem por 40% dos gastos globais. Jeff Weiss trabalhou durante três décadas na área de marketing, período durante o qual assistiu à expansão do fenômeno da longevidade e ao progressivo empoderamento dos 50 mais – e, claro, também envelheceu. Só uma coisa pouco mudou: a miopia do mercado e das campanhas publicitárias, que insistem em ignorar esse contingente. Foi o que o motivou a criar a Age of Majority e cunhar a expressão “active aging consumers” (o equivalente a consumidores maduros ativos). Agora dedica-se a aproximar o varejo desse público com dinheiro no bolso, mas quase sempre deixado para trás em lançamentos e campanhas de marketing. Vamos aos 12 mitos que, na sua opinião, são calcados em estereótipos, não passam de manifestações de preconceito contra a velhice e emperram o crescimento de marcas e serviços:
Jeff Weiss: mercado não vê o potencial dos consumidores maduros ativos
 Divulgação
“Com o pé na cova”: trata-se da leitura de que envelhecer é deprimente e não há motivo para se viver. A realidade: as pessoas são mais felizes na faixa entre 60 e 80 anos porque têm mais tempo e dinheiro, além de vontade de explorar o que ainda não conhecem, ou seja, o senso de aventura está de volta!
“O que é bluetooth?”: papo furadíssimo esse de que os maduros não se entendem com a tecnologia. Os acima dos 55 são dos mais engajados em adotar ferramentas digitais.
“Não se ensina truque novo a cachorro velho”: o ditado inglês do século XVI caducou, porque se aplicaria a indivíduos presos a crenças e que se recusam a experimentar algo novo. No entanto, metade desse grupo se interessa em degustar produtos e serviços.
“Não esqueça do meu desconto de idoso”: os consumidores acima dos 50 detêm 70% da riqueza e respondem por 40% dos gastos globais. Desconto é bom, mas eles são bem mais valiosos do que o mercado percebe.
“Cai e não consegue se levantar”: a atividade física vem se expandindo entre os idosos e mesmo os que têm algum tipo de restrição de mobilidade não querem abrir mão da sua rotina.
“Você está ótimo/a para a sua idade”: os mais velhos tendem a se sentir mais confortáveis com sua aparência do que os que estão na faixa entre os 18 e 34 anos. O mercado tem que entender que lida com gente com muito mais autoconhecimento e autoconfiança.
Fora do circuito: a ideia de que idosos vivem em instituições ou não têm vida própria não encontra respaldo na realidade. A maioria vive com independência e busca marcas, produtos e serviços que atendam às suas necessidades de bem-estar.
“Quando eu era da sua idade”: ledo engano imaginar que os maduros estão desconectados e só querem saber do tempo que passou. Seus planos: aproveitar o bônus da longevidade para realizar seus sonhos.
Manter distância: outra premissa falsa é a tese de que mirar nos consumidores mais velhos afastaria os jovens das marcas. Weiss afirma que campanhas bem construídas aproximam gerações.
“Já teve dias melhores”: não há relação entre idade e desempenho, apesar de tal estereótipo ainda contaminar o ambiente corporativo.
Testado e aprovado: a falácia de que gente mais velha se guia apenas pelas mídias tradicionais na hora de decidir uma compra. Pesquisas mostram que são indivíduos que incorporaram o mundo digital para consumir.
“Ah, se eu pudesse ser jovem de novo”: maduros ativos aceitam com prazer as pessoas que se tornaram e não gostariam de voltar a ser o que eram quando jovens.
Na coluna de domingo, os perfis dos consumidores maduros. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Bactérias alteradas na flora intestinal podem indicar Doença de Alzheimer</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/bacterias-alteradas-na-flora-intestinal-podem-indicar-doenca-de-alzheimer</link>
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<description><![CDATA[      Microbiota das pessoas que se encontram na fase pré-sintomática de demência é diferente da de indivíduos saudáveis.  Pessoas nos estágios iniciais da Doença de Alzheimer – quando o cérebro já sofreu alterações, mas os sintomas ainda não se manifestaram – apresentam um conjunto de bactérias nos intestinos que difere das normalmente presentes em indivíduos saudáveis. Essa é conclusão do estudo de pesquisadores da faculdade de medicina da Washington University em St. Louis, publicado no meio do mês na revista “Science Translational Medicine”. O trabalho sugere que a análise da microbiota (ou microbioma) pode ser uma ferramenta importante para adotar medidas preventivas que detenham o avanço da enfermidade.
Gautam Dantas, professor de medicina genômica: associação entre intestinos e cérebro 
Washington University
“Não sabemos se os intestinos influenciam o cérebro ou vice-versa, mas a associação entre eles tem valor em ambos os casos”, afirmou Gautam Dantas, professor de medicina genômica e um dos autores da pesquisa. “Pode ser que as mudanças na microbiota sejam um espelho das alterações no cérebro. A outra alternativa é que o microbioma contribua para o Alzheimer. Neste caso, intervir em sua constituição com probióticos ou transplantes fecais seria capaz de mudar o curso da enfermidade.”
Os cientistas já sabiam que a microbiota em pacientes com Alzheimer apresentava modificações se comparada com a de pessoas saudáveis da mesma idade. No entanto, o período pré-sintomático ainda não havia sido analisado. Trata-se de uma fase que pode durar duas décadas e, apesar do progressivo acúmulo de placas de proteína beta-amiloide, não há sinais de declínio cognitivo. 
Os 164 participantes do estudo forneceram amostras de sangue, fezes e líquido cefalorraquidiano, que banha o sistema nervoso central. Também mantiveram um diário de sua alimentação e se submeteram a ressonância magnética e Pet-Ct neurológico, que combina duas técnicas para a captação de imagens de alta resolução. Os exames revelaram que 49, embora sem sintomas, se encontravam no estágio inicial da doença. Era flagrante a diferença na composição da microbiota dos dois grupos.
Mais um estudo, divulgado recentemente na revista “Neurology”, mostra que pacientes com doença inflamatória intestinal – como Doença de Crohn, colite ulcerativa e outros tipos de colites – têm um risco aumentado em 13% de sofrer um acidente vascular cerebral, num prazo de 25 anos depois do diagnóstico. O levantamento contou com 85 mil participantes com doença inflamatória intestinal confirmada através de biópsia. Para cada um deles, havia cinco pessoas saudáveis, do mesmo sexo e ano de nascimento. No total, o universo pesquisado era composto por quase 407 mil indivíduos. No acompanhamento realizado durante 12 anos, a taxa de pacientes com a enfermidade que tiveram derrame ficou em 32,6 em cada 10 mil; entre os sem, foi de 27,7 em 10 mil. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>John B. Goodenough, pessoa mais velha a ganhar um Prêmio Nobel, morre aos 100 anos</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/john-b-goodenough-pessoa-mais-velha-a-ganhar-um-premio-nobel-morre-aos-100-anos</link>
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<description><![CDATA[      Americano ganhou o Nobel de Química pelo desenvolvimento de baterias de íons de lítio. Ele tinha 97 anos quando recebeu o Prêmio Nobel de Química de 2019.  O cientista John Goodenough, um dos vencedores do Nobel de Química de 2019.
Peter Nicholls/Reuters
Pessoa mais velha a ganhar um Prêmio Nobel, John Goodenough, pioneiro no desenvolvimento de baterias de íon-lítio que hoje alimentam milhões de veículos elétricos em todo o mundo, morreu no domingo (25), apenas um mês antes de seu 101º aniversário.
👉 Goodenough tinha 97 anos quando recebeu o Prêmio Nobel de Química de 2019 - junto com o britânico Stanley Whittingham e o japonês Akira Yoshino, por suas respectivas pesquisas sobre baterias de íon-lítio - tornando-o o ganhador mais velho de um Prêmio Nobel.
📱 A bateria de íons de lítio criada por Goodenough se tornou popular a partir da década de 1990 e revolucionou a telefonia móvel.
&quot;Esta bateria recarregável lançou as bases da eletrônica sem fio, como telefones celulares e laptops&quot;, disse a Real Academia Sueca de Ciências ao entregar o prêmio.
E acrescentou: “Também torna possível um mundo livre de combustíveis fósseis, já que é usado para tudo, desde alimentar carros elétricos até armazenar energia de fontes renováveis”.
No vídeo abaixo, veja a entrega do Nobel ao trio que desenvolveu baterias de íons de lítio.
Nobel de Química vai para trio que desenvolveu baterias de íons de lítio
Nos últimos anos, Goodenough e sua equipe também exploraram novas direções para o armazenamento de energia, incluindo uma bateria de “vidro” com eletrólito de estado sólido e eletrodos metálicos de lítio ou sódio.
Ele nasceu em 25 de julho de 1922, em Jena, na Alemanha.
O americano foi “um líder na vanguarda da pesquisa científica ao longo das muitas décadas de sua carreira”, disse Jay Hartzell, presidente da Universidade do Texas em Austin, onde Goodenough foi membro do corpo docente por 37 anos.
Até então, o mais velho laureado era Arthur Ashkin, de 96 anos, que ganhou o Nobel em 2018 por sua pesquisa em pinças ópticas e a aplicação delas em sistemas biológicos. 
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Será que é saudável a tecnologia fazer a mediação da saúde?</title>
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<description><![CDATA[      Professor de filosofia alerta para os limites éticos que surgem com a expansão da inteligência artificial.  Nolen Gertz, professor assistente de filosofia aplicada na Universidade de Twente, na Holanda, dedica-se a um assunto que, diante da expansão da inteligência artificial, vem ganhando cada vez mais relevância: a ética na tecnologia. Autor de “Nihilism and technology” (“Niilismo e tecnologia”), ele revisita o trabalho do filósofo Friedrich Nietzsche, um dos expoentes dessa corrente e conhecido por uma frase tão polêmica quanto incompreendida: “Deus está morto”. E afirma que corremos o risco de entronizar a tecnologia no lugar da religião:
Nolen Gertz, professor assistente de filosofia aplicada na Universidade de Twente 
Divulgação
“Nenhuma tecnologia é neutra. Ela muda a forma como nos relacionamos com o mundo. Influencia nossa percepção, nossa experiência, e muda a ética”. 
No século XIX, Nietzsche questionava a crença arraigada na religião. Caberia ao ser humano rejeitar os valores e princípios que funcionavam como amarras. Gertz faz um paralelo e afirma que a sociedade contemporânea está fazendo uma escolha arriscada:
“Nietzsche dizia que Deus está morto. Agora, a tecnologia é Deus. A ideia de que a inteligência artificial nos fará viver mais está atrelada a uma projeção de gastos, somente em 2023, de 20 bilhões de dólares em dispositivos como os wearables, que coletam informações sobre a saúde e atividades físicas da pessoa. É como se o corpo fosse uma máquina cujas peças pudessem ser trocadas, como se devesse ser curado tecnologicamente”. 
Ele citou pesquisa da empresa de consultoria PwC na qual 70% dos entrevistados querem wearables que os ajudem a viver mais; 60% esperam que a tecnologia os auxilie a manter um peso saudável; e 60% gostam da ideia de headphones que monitorem o estado de espírito do usuário e escolham a música a partir dessa análise.
Gertz é especialmente crítico em relação ao movimento conhecido como transhumanismo, que propõe a utilização das tecnologias emergentes para atingir o máximo da potencialidade da evolução humana: medicamentos antienvelhecimento, implante de sensores, intervenções em nível celular, manipulação genética e por aí vai:
“Para o transhumanismo, a natureza é falha, por isso há câncer, envelhecimento, câncer, demência, sofrimento, e a tecnologia é a ferramenta no esforço contínuo contra as falhas. Mas ver a tecnologia como solução para os problemas da vida nos leva a ver a vida como um problema”. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>&amp;apos;Feliz por conversar&amp;apos;, os bancos com design especial para combater a solidão</title>
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<description><![CDATA[      Iniciativa surgiu no País de Gales em 2019 e se espalhou por diversas cidades Tentamos ignorar as pessoas que dividem o espaço urbano conosco. No ponto de ônibus, no metrô ou numa praça, fingimos que os outros não existem, cada um mergulhado no universo do seu celular. Em maio, Vivek Murthy, que ocupa o cargo de “surgeon general” nos EUA – responsável pelo serviço de saúde pública do país – divulgou documento alertando sobre a extensão da crise de solidão vivida pelos norte-americanos.
Banco ‘feliz por conversar’: ideia foi criação de Allison Owen-Jones, do País de Gales
Divulgação
Mesmo antes da pandemia, metade dos adultos relatava sofrer pelo menos algum grau de isolamento. Felizmente, um movimento iniciado no Reino Unido vai na direção oposta: são os bancos batizados como “Feliz por conversar”: com cores fortes, eles têm um design especial para incentivar o contato interpessoal. 
Allison Owen-Jones teve a ideia ao observar um idoso ficar 40 minutos sentado sozinho num parque de Cardiff, no País de Gales, onde mora. “Não sabia como me aproximar sem parecer estranho, mas imaginei como seria bom fazer com que os outros soubessem que estamos disponíveis para bater papo”, ela conta. Foi assim que surgiu o banco da conversa, com a frase: “Happy to chat bank. Sit here if you don´t mind someone stopping to say hello” (“Banco ‘feliz por conversar’. Sente-se aqui se não se importa de alguém parar para dizer alô”). Em maio de 2019, começou a colar pequenos cartazes com esses dizeres e a iniciativa não só foi encampada por organizações não governamentais como se espalhou: Canadá, Estados Unidos, Austrália e Suíça foram algumas das nações a abraçar a causa.
Na Polônia, o “gadulawka”, como é chamado, traz o convite em polonês, hebraico e inglês. No Zimbabwe, são os “bancos da amizade” e podem servir, inclusive, para sessões terapêuticas. 
No Zimbabwe, os “bancos da amizade” podem servir, inclusive, para sessões terapêuticas
Divulgação
Agentes de saúde recebem um treinamento básico em terapia cognitivo-comportamental com foco em solução de problemas. Em termos práticos, os participantes aprendem a identificar a causa de sua ansiedade ou depressão e a buscar soluções. O objetivo é livrar as pessoas da “kufungisisa” (“pensar demais”). Modelo semelhante foi implantado no Malawi, Quênia e em Zanzibar. Pode ser que, dos encontros, não surjam relacionamentos profundos, mas a sensação de invisibilidade tende a diminuir. Torço para que a proposta chegue aqui. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Público visita centro que abriga o Sirius para atividades interativas no universo da ciência</title>
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<description><![CDATA[      Adultos e crianças participaram de 85 atividades interativas que incluíram práticas nos laboratórios, demonstrações tecnológicas, palestras e oficinas.  Público visitou o CNPEM neste sábado
Gabriela Ferraz/EPTV
Um dos maiores centros de produção científica do Brasil, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), abriu as portas neste sábado (17) para apresentar o Sirius, um dos aceleradores de partículas mais avançados do mundo, e outros superlaboratórios com trabalhos nas áreas de biociências, nanotecnologia e biorrenováveis.
O programado, chamado de &quot;Ciência Aberta&quot;, proporcionou a crianças e adultos um contato direto com os cientistas. As 85 atividades interativas incluíram práticas nos laboratórios, demonstrações tecnológicas, palestras e oficinas. O evento começou às 8h e segue até 17h. 
CLIQUE AQUI E VEJA TODAS AS ATIVIDADES DO CIÊNCIA ABERTA 2023
O evento aconteceu em um dia marcado por tristeza no CNPEM. O pesquisador João Leandro Brito Neto, de 39 anos, morreu baleado na noite de sexta-feira (16) enquanto conduzia o motocicleta da montadora BMW. A instituição emitiu uma nota lamentando a perde do colaborador. 
&quot;É com grande pesar que anunciamos a inesperada perda de João Leandro Brito Neto, um colaborador extremamente querido no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Esse falecimento é sentido não apenas por sua equipe de trabalho, nas linhas de luz do Sirius, mas por toda a nossa organização&quot;, comunicou a instituição.
João Leandro era especialista no grupo Controle e Integração da Divisão de Engenharia de Linhas de Luz. O centro de pesquisa também destacou que João foi um voluntário entusiasmado em todas as edições do Ciência Aberta, evento programado justamente para este sábado.
&quot;Enfrentar essa perda, especialmente em um dia como hoje, que o CNPEM se preparou para receber a visita de toda a sociedade, é um desafio imenso para todos nós [...] É importante que, como comunidade, nos apoiemos mutuamente, compartilhando nossas memórias carinhosas e dedicando todo o trabalho de hoje ao João Leandro&quot;, finaliza.
O que é o Sirius?
Principal projeto científico brasileiro, o Sirius é um laboratório de luz síncrotron de 4ª geração, que atua como uma espécie de &quot;raio X superpotente&quot; que analisa diversos tipos de materiais em escalas de átomos e moléculas.
Para observar as estruturas, os cientistas aceleram os elétrons quase na velocidade da luz, fazendo com que percorram o túnel de 500 metros de comprimento 600 mil vezes por segundo. Depois, os elétrons são desviados para uma das estações de pesquisa, ou linhas de luz, para os experimentos.
Esse desvio é realizado com a ajuda de ímãs superpotentes, e eles são responsáveis por gerar a luz síncrotron. Apesar de extremamente brilhante, ela é invisível a olho nu. Segundo os cientistas, o feixe é 30 vezes mais fino que o diâmetro de um fio de cabelo.
CNPEM abriu as portas ao público neste sábado
Gabriela Ferraz/EPTV
VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região
Veja mais notícias da região no g1 Campinas. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Militantes antienvelhecimento querem criar seu próprio Estado</title>
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<description><![CDATA[      Grupo pretende se estabelecer num local com legislação favorável para acelerar a aprovação de drogas que detenham a velhice. Mês passado, reportagem de Jessica Hamzelou, publicada na revista “MIT Technology Review”, descreveu evento num resort luxuoso em Tivat, cidadezinha de Montenegro banhada pelo Mar Adriático. Ali se realizava um encontro de militantes do antienvelhecimento, cujo principal interesse é aumentar a expectativa de vida. Trata-se de um grupo que discorda totalmente da decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de não classificar a velhice como doença.
Militantes antienvelhecimento defendem a ideia de que caberia aos cidadãos decidir o quanto se arriscariam como cobaias de tratamentos 
Gerd Altman para Pixabay
É uma turma com planos ambiciosos, o que inclui a criação de um Estado independente onde obstáculos regulatórios para pesquisas e medicamentos sejam removidos. E que defende a ideia de que caberia aos cidadãos decidir o quanto se arriscariam como cobaias de tratamentos antienvelhecimento e biohacking – que é alterar a biologia do próprio organismo para torná-lo mais produtivo.  
Cerca de 780 participantes se empenhavam em estudar a viabilidade de criar esse Shangri-la. Boa parte já estava havia dois meses em Montenegro, numa comunidade batizada de Zuzalu – o nome não tem qualquer significado, é produto da ferramenta de inteligência artificial ChatGPT. Além de palestras, as atividades iam de mergulhos nas águas geladas do Adriático a cafés da manhã comunitários, passando por sessões de meditação.
O objetivo é desenvolver uma rede que não se limite a fóruns de ciência e se transforme num Estado independente, como defendeu Max Unfried, aluno de doutorado da Universidade de Singapura que espera descobrir a cura da velhice: “Queremos ganhar reconhecimento diplomático”. De acordo com Nathan Cheng, responsável pela comunidade on-line Longevity Biotech Fellowship, “a morte é moralmente ruim, é preciso fazer algo a respeito”.
Em termos práticos, a organização teria como base uma cidade que acolhesse empresas de biotecnologia com incentivos fiscais e afrouxasse as regras dos ensaios clínicos, embora ninguém saiba explicar como o FDA, o equivalente à Anvisa, seria convencido de abrir mão das exigências para lançar uma droga nova no mercado. 
Os “zuzalenses” tiveram algumas conversas com políticos de Montenegro para instalar sua comunidade, mas as preferências recaem sobre Rhode Island, perto de Boston e uma referência em biotecnologia. O problema é que não há um só rincão nos EUA que esteja livre das leis federais, por isso uma ala dos participantes é favorável a buscar um país da América Latina. Aliás, o Rio Grande do Sul tem um pequeno município batizado de Xangri-lá, com pouco mais de 15 mil habitantes. Fica a sugestão... ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Centro que abriga o Sirius abre as portas ao público para apresentar curiosidades e atrações da ciência; veja como participar</title>
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<description><![CDATA[      Aberto a crianças e adultos, &quot;Ciência Aberta&quot; será realizado no próximo sábado (17), a partir das 9h; serão 85 atividades interativas nas mais variadas áreas do conhecimento, que incluem visita ao acelerador de partículas e aos laboratórios de nanotecnologia, biociências e biorrenováveis. Acelerador de partículas Sirius, instalado em Campinas (SP).
CNPEM/Sirius/Divulgação
Um dos maiores centros de produção científica do Brasil, o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), abre as portas à população no próximo sábado (17), a partir das 9h, para apresentar o Sirius, um dos aceleradores de partículas mais avançados do mundo, e outros superlaboratórios com trabalhos nas áreas de biociências, nanotecnologia e biorrenováveis.
O &quot;Ciência Aberta&quot; é direcionado às crianças e adultos e promove um contato direto entre público e cientistas. O evento que deixou de ser realizado nos últimos anos em virtude da pandemia dispensa inscrição, e para entrada é solicitada a contribuição voluntária de 1 kg de alimento não perecível.
Estão programadas 85 atividades interativas, que incluem experiências práticas nos laboratórios, demonstrações tecnológicas, além de palestras e oficinas. O CNPEM também oferece praça de alimentação e estacionamento gratuito. 
CLIQUE AQUI E VEJA TODAS AS ATIVIDADES DO CIÊNCIA ABERTA 2023
Sirius, laboratório de luz síncrotron de 4ª geração, reforça a ciência no enfrentamento do novo coronavírus
Nelson Kon
O que é o Sirius?
Principal projeto científico brasileiro, o Sirius é um laboratório de luz síncrotron de 4ª geração, que atua como uma espécie de &quot;raio X superpotente&quot; que analisa diversos tipos de materiais em escalas de átomos e moléculas.
Para observar as estruturas, os cientistas aceleram os elétrons quase na velocidade da luz, fazendo com que percorram o túnel de 500 metros de comprimento 600 mil vezes por segundo. Depois, os elétrons são desviados para uma das estações de pesquisa, ou linhas de luz, para os experimentos.
Esse desvio é realizado com a ajuda de ímãs superpotentes, e eles são responsáveis por gerar a luz síncrotron. Apesar de extremamente brilhante, ela é invisível a olho nu. Segundo os cientistas, o feixe é 30 vezes mais fino que o diâmetro de um fio de cabelo.
&quot;Ciência Aberta&quot; abre as portas do CNPEM ao público
Arquivo CNPEM
Ciência Aberta - CNPEM
Dia: sábado, 17 de junho
Horário: Portões abertos das 9h às 15h; encerramento às 17h
Entrada: gratuito com a doação de 1 kg de alimento não perecível
Local: Rua Giuseppe Máximo Scolfaro, 10.000, Polo II de Alta Tecnologia de Campinas, Campinas
Estacionamento: vagas gratuitas limitadas em área vizinha ao CNPEM
VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região
Veja mais notícias da região no g1 Campinas. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Idosos são sub&#45;representados em estudos com wearables</title>
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<description><![CDATA[      Pesquisas deixam de lado justamente os que mais se beneficiariam com o uso de dispositivos amparados pela inteligência artificial Sou uma defensora da tecnologia a serviço do cidadão (nunca o contrário) e, com frequência, escrevo sobre como ela pode ser útil para dar qualidade de vida aos idosos. No entanto, o pervasivo preconceito contra os mais velhos também se infiltra nas pesquisas nessa área.
Relógio inteligente com dados sobre a saúde do usuário
Peter Charlton para Wikimedia Commons
Trabalho recém-publicado no “The Lancet Digital Health” mostra que tem havido um esforço para incluir minorias, indivíduos de baixa renda e comunidades rurais nos testes com wearables, os dispositivos e sensores que coletam informações sobre a nossa saúde. Entretanto, pessoas com declínio cognitivo e demência têm sido deixado deixadas de lado nos estudos – justamente aqueles que mais beneficiariam! 
Wearables e aplicativos de smartphones podem ser grandes aliados para os profissionais de saúde terem acesso a informações valiosas sobre todo o espectro que envolve as demências. A inteligência artificial é capaz de transformar dispositivos em ferramentas que monitorem mudanças de comportamento; previnam quedas; determinem trajetórias cognitivas e funcionais; e diminuam a carga dos cuidadores.
Há um mito de que idosos são incapazes de participar de estudos com wearables devido à sua baixa competência digital, mas há ampla evidência de que tal situação mudou muito depois da pandemia, com uma adesão maciça dos mais velhos à tecnologia.
Os números saltam aos olhos: o número de pessoas vivendo com algum tipo de demência deve ultrapassar 150 milhões em 2050. Mesmo diante do potencial de uso, idosos estão sub-representados em trabalhos como o Apple Heart Study. A idade média dos participantes é de 41 anos e apenas 6% têm mais de 65. A alegação inicial era de que a sensibilidade do dispositivo para detectar fibrilação atrial caía significativamente acima dos 75. A sub-representação dessa faixa etária se soma ao volume menos consistente de dados nos casos de demência, já que o paciente provavelmente tem menor aceitação da tecnologia.
Dispositivo acoplado a câmera com diversos tipos de sensores 
Katarzyna Sila-Nowicka para Wikimedia Commons
Uma revisão sistemática (que reúne pesquisas relevantes sobre uma determinada questão), realizada em 2022, constatou que havia poucos trabalhos sobre o uso de wearables e sensores, ou qualquer outro tipo de tecnologia alimentada por inteligência artificial, em idosos que recebiam cuidados de longo prazo. Há desafios para quem apresenta perda de memória, como se lembrar de carregar a bateria ou apertar um botão num horário específico. O que fica claro é que será preciso construir soluções customizadas para estimular a adesão à tecnologia e garantir a continuidade da sua utilização. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>&amp;apos;É fundamental que o paciente conheça sua doença&amp;apos;, ensina apresentador com esclerose múltipla</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/e-fundamental-que-o-paciente-conheca-sua-doenca-ensina-apresentador-com-esclerose-multipla</link>
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<description><![CDATA[      Montel Williams foi diagnosticado em 1999 e se dedica a compartilhar o que aprendeu sobre a enfermidade A data foi instituída nos Estados Unidos, mas merecia ter um espaço em nosso calendário: 11 de maio é Dia da Consciência sobre a Saúde Mental dos Idosos. Foi quando assisti a um simpósio on-line cujo principal palestrante era o apresentador Montel Williams, titular de um popular talk show durante quase duas décadas. Em 1999, aos 43 anos, foi diagnosticado com esclerose múltipla, doença que veio acompanhada de uma depressão severa e dores lancinantes. Sua jornada para vencer as limitações o transformou e hoje ele se dedica a compartilhar o que aprendeu:
Montel Williams: apresentador compartilha o que aprendeu ao lidar com a esclerose múltipla 
Divulgação
“É preciso que acreditemos em nossa força interna, em nosso próprio poder, porque boa parte do tratamento depende de nós. É fundamental que o paciente conheça sua doença, busque o máximo de informação, porque médicos não são deuses, nem sabem tudo. Se nos guiarmos apenas pelo diagnóstico, estaremos restritos à expectativa deles. Na época, ouvi coisas como: ‘em cinco anos, você estará numa cadeira de rodas’; ou que podia esperar mais dez anos de vida. Como alguém pode dizer tal coisa sem me conhecer?”.
O objetivo de Williams foi se tornar “íntimo” de sua enfermidade. “Ainda não havia internet e mergulhei nos livros para aprender o máximo que pude. Não me dei por vencido”, lembrou. O primeiro passo foi mudar seu estilo de vida, privilegiando a atividade física e uma alimentação de qualidade:
“Exercício é bom, não importa a idade, e o que ingerimos tem impacto direto no nível de inflamação do organismo. Eu tenho esclerose múltipla, mas ela não me tem. As pessoas devem acreditar no seu poder interior”. 
Em 2013, o apresentador criou um programa de saúde e fitness. Tornou-se um defensor do uso da maconha para fins medicinais, já que a droga foi valiosa para o controle da dor. “Quero estar ocupando vivendo, e não morrendo, por isso estou atento a todos os novos protocolos e tratamentos que surgem. Vale para a esclerose múltipla, mas também para câncer, lúpus ou fibromialgia”, afirmou, acrescentando que é preciso demonstrar nossa gratidão por todos que nos dão apoio:
“Escreva uma carta ou um bilhete para quem esteve ao seu lado, dizendo que espera que essa pessoa saiba o quanto é importante para você”. 
A esclerose múltipla é uma doença neurológica autoimune crônica, provocada por mecanismos inflamatórios e degenerativos que comprometem a bainha de mielina que reveste os neurônios das substâncias branca e cinzenta do sistema nervoso central. No Brasil, estima-se que existam 40 mil casos da doença, que atinge predominantemente mulheres e indivíduos na faixa entre os 20 e 40 anos. O quadro inflamatório afeta as funções coordenadas pelo cérebro, cerebelo, tronco encefálico e medula espinhal, produzindo sintomas como fraqueza, perda da força muscular, falta de coordenação, dor ou queimação na face, alterações na visão, alterações de humor, depressão e ansiedade. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
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<title>Um em cada três adultos com diabetes pode ter doença cardiovascular assintomática</title>
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<description><![CDATA[      Concentrações levemente elevadas de duas proteínas na corrente sanguínea são um sinal de mudanças na estrutura e no funcionamento do coração Níveis elevados de duas proteínas que indicam doença cardiovascular foram detectados em pacientes assintomáticos, mas que eram portadores de diabetes tipo 2. A pesquisa foi publicada ontem no “Journal of the American Heart Association” e reforça a importância do monitoramento cardíaco de diabéticos.
Diabetes: concentrações levemente elevadas de duas proteínas na corrente sanguínea são um sinal de mudanças na estrutura e no funcionamento do coração 
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Testes para medir a troponina cardíaca de alta sensibilidade e um peptídeo natriurético de nome comprido (N-terminal pro-B-type natriuretic peptide) já são utilizados na detecção de insuficiência cardíaca. No entanto, concentrações levemente elevadas dessas proteínas na corrente sanguínea podem ser um sinal de mudanças na estrutura e no funcionamento do coração.
“O que constatamos é que pessoas com diabetes tipo 2 sem história de doença cardiovascular ou infarto têm maior risco de complicações cardíacas. Normalmente nosso principal alvo é combater o colesterol, mas talvez o diabetes tenha um efeito no coração, não relacionado aos níveis de colesterol, que cause danos aos pequenos vasos. Nossa pesquisa sugere a necessidade de outras terapias para diminuir esse risco”, afirmou Elizabeth Salvin, professora de epidemiologia da Universidade Johns Hopkins e coautora do trabalho. 
Os pesquisadores analisaram as informações de amostras de sangue de mais de 10 mil adultos, coletadas entre 1999 e 2004, com o objetivo de determinar se doenças cardiovasculares em pacientes assintomáticos poderiam ser diagnosticas através do nível de proteínas cardíacas que servem como biomarcadores. Entre os participantes havia indivíduos com e sem diabetes tipo 2, mas nenhum tinha histórico de enfermidade cardiovascular quando o estudo foi iniciado. Quais foram as conclusões:
Entre os adultos com diabetes tipo 2, 33.4% tinham sinais de doença coronariana; no grupo sem, eram 16.1%.
Para os pacientes diabéticos, os níveis elevados de troponina e N-terminal pro-B-type estavam associados a um risco aumentado de morte em geral e por problemas cardíacos.
A prevalência de troponina elevada era significativamente maior em pessoas portadoras da doença há mais tempo e que não controlavam as taxas de glicose.
Outra pesquisa, também divulgada mês passado, mostra que a atividade física realizada no período da tarde traz mais benefícios para o controle dos níveis de glicose de pacientes com diabetes. O estudo se estendeu por quatro anos e envolveu 2.400 participantes, que usavam um dispositivo para medir a atividade física. No fim do primeiro ano, foi constatado que aqueles engajados em exercícios de moderados a vigorosos na parte da tarde tinham a maior redução dos níveis de glicose. Esse grupo manteve tal condição no quarto ano do trabalho e foi o com mais chances de suspender a medicação. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 16:32:28 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Inscrições para prêmio da Fundação do Câncer terminam em 23 de junho</title>
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<description><![CDATA[ A Fundação do Câncer está com inscrições abertas para a 5ª edição do Prêmio Marcos Moraes de Pesquisa e Inovação para o Controle do Câncer. 

Conforme a divulgação, a iniciativa reconhece e valoriza projetos inovadores desenvolvidos no Brasil com foco na prevenção, diagnóstico, tratamento e cuidados relacionados ao câncer.

Com premiação total de R$ 30 mil, o prêmio contempla três categorias: Promoção da Saúde e Prevenção do Câncer, Cuidados Paliativos e Iniciativas para o Controle do Câncer. 

Podem ser submetidos projetos inovadores estruturados, implantados, em andamento ou finalizados a partir de 1º de janeiro de 2020. Os interessados poderão se inscrever gratuitamente até 23 de junho pelo site da premiação.

Na última edição, o prêmio registrou aumento de 60% no número de trabalhos inscritos. De acordo com o consultor médico da Fundação do Câncer e coordenador da comissão organizadora da premiação, Alfredo Scaff, se observa &quot;ano após ano, não apenas o aumento no número de projetos inscritos, mas também um salto na qualidade das propostas apresentadas&quot;.

A banca composta por especialistas, pesquisadores e gestores da área da saúde fará a avaliação dos trabalhos apresentados. Os primeiros colocados de cada categoria receberão R$ 10 mil e terão seus nomes registrados no Painel Marcos Moraes, espaço permanente que homenageia os agraciados de todas as edições do prêmio que fica na sede da Fundação do Câncer.

O diretor executivo da Fundação do Câncer, Luiz Augusto Maltoni afirma que o prêmio cumpre um papel essencial de incentivo à pesquisa e à inovação.


“O Prêmio Marcos Moraes é uma ponte entre o conhecimento científico e a transformação social. Ao estimular a criação e a premiação de projetos que impactam positivamente a vida da população, a Fundação do Câncer reafirma seu compromisso com o controle do câncer no país”.


Homenageado

O médico alagoano Marcos Fernando de Oliveira Moraes, nascido no município de Palmeira dos Índios (AL), foi diretor do Instituto Nacional de Câncer (Inca) e idealizador da Fundação do Câncer, sendo presidente do Conselho Curador desde a sua criação. 

Ele presidiu a Academia Nacional de Medicina por duas vezes (2007 a 2009 e 2011 a 2013) e no cargo estimulou os projetos da Fundação do Câncer. 

Moraes formou-se em 1963 em Medicina na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e em cirurgia oncológica na Universidade de Illinois (EUA). 

Tornou-se referência e participou de publicações e comissões na Ciência mundial.

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<pubDate>Mon, 26 May 2025 13:49:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Dia Internacional da Tireoide: distúrbios podem afetar fertilidade</title>
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<description><![CDATA[ 
                    
				O dia 25 de maio marca o Dia Internacional da Tireoide, data importante para chamar a atenção para os problemas causados por distúrbios dessa glândula, que é fundamental para regular órgãos vitais como o coração, o cérebro, o fígado e os rins.

Tanto o hipotireoidismo (produção insuficiente dos hormônios T3 e T4) como o hipertireoidismo (produção excessiva de T3 e T4) podem afetar a fertilidade feminina comprometendo a maturação dos óvulos e, assim, interferindo diretamente no ciclo menstrual, desde a ovulação, alterações no feto e até causar aborto.

Notícias relacionadas:ANS inclui tratamento de câncer de tireoide na cobertura obrigatória.Campanha nacional alerta para mitos e verdades sobre a tireoide.Segundo o diretor médico do Centro de Reprodução Humana da Clínica Fertipraxis, no Rio de Janeiro, Marcelo Marinho, a elevação do TSH (hormônio estimulante da tireoide) pode aumentar a secreção de outro hormônio chamado prolactina. Esse aumento pode provocar irregularidade menstrual e levar a períodos de amenorreia (ausência da menstruação) dificultando a gravidez.


“Dessa forma, mulheres com essas alterações hormonais podem ter mais dificuldade para ovular e, consequentemente, para engravidar. E, quando gestantes, precisam de acompanhamento, pois essas doenças, quando não tratadas, aumentam o risco de abortamento”, alerta o médico.


Tireoidite de Hashimoto

Um dos distúrbios mais conhecidos da tireoide é a Tireoidite de Hashimoto, uma doença autoimune e crônica que afeta entre 5% e 15% das mulheres em idade reprodutiva. 

Essa condição reduz a produção de hormônios essenciais para a fertilidade feminina, podendo causar anovulação (ausência de ovulação) e comprometer a qualidade dos óvulos.

A doença no início pode apresentar sinais sutis que passam despercebidos, mas ao longo do seu desenvolvimento pode causar inchaço no pescoço e provocar alguns sintomas como:


	fadiga;
	ganho de peso;
	pele seca;
	sensibilidade ao frio; e
	irregularidades menstruais.


Em mulheres gestantes, é fundamental o acompanhamento, pois o quadro pode provocar pré-eclâmpsia, parto prematuro, restrição de crescimento fetal, complicações neonatais e aumentar o risco de aborto espontâneo no primeiro trimestre da gravidez, fatores que impactam significativamente a gestação.

No entanto, o especialista ressalta que mulheres com Tireoidite de Hashimoto podem ter uma gravidez bem-sucedida e saudável, desde que recebam acompanhamento médico individualizado antes e após o parto.

O diagnóstico pode ser feito com exames de sangue, como o TSH, produzido pela hipófise para controlar a tireoide, e os hormônios T3 e T4, produzidos diretamente por ela, além da ultrassonografia para a detecção de possíveis nódulos e/ou cistos da glândula.

A tireoide é uma glândula que tem o formato parecido com o de uma borboleta, localizada na parte superior e frontal do pescoço, abraçando a traqueia. Os hormônios produzidos por ela (T3 e T4, triiodotironina e tiroxina) agem no corpo e no metabolismo desde a formação fetal até a velhice.

Hipotiroidismo e hipertiroidismo

Segundo a diretora da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e especialista em tireoide, Carolina Ferraz, quando se tem uma baixa produção do T3 e do T4, tem-se o hipotiroidismo. 


“A energia fica lá embaixo, o cabelo pode cair, a pele vai ficar mais ressecada, o intestino pode ficar preso, pode ter bastante esquecimento, sintomas de depressão. O oposto ocorre quando a gente tem muito hormônio, a gente chama de hipertiroidismo, e o metabolismo acelera. A pele fica mais oleosa, o paciente sua mais, fica mais agitado, tem insônia, taquicardia, pode ter diarreia”, diz a endocrinologista.


A médica destaca que se houver uma baixa produção do hormônio, poderá ser feita a reposição hormonal. Se o problema for um aumento da produção de hormônio, pode-se usar também medicação para diminuir a ação desses hormônios. 

“Se a medicação não resolver, a gente faz o tratamento com iodo radiotivo ou até cirurgia.” ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 13:49:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Barreiras sanitárias contra a gripe aviária são reduzidas no RS</title>
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<description><![CDATA[ 
                    
				O número de barreiras sanitárias contra a gripe aviária em Montenegro (RS) foi reduzido de sete para quatro nesta sexta-feira (23). Segundo a Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação, a desmobilização foi feita após a conclusão da primeira etapa de vistorias nas propriedades rurais em um raio de 10 quilômetros da granja comercial onde foi encontrado o foco. Não foram identificados novos casos na região.

Continuarão funcionando duas barreiras de desinfecção em um raio de 3 quilômetros nas estradas vicinais e uma estrutura na RS-124. A barreira de bloqueio ao foco também segue posicionada. Até o momento, quase 3 mil veículos já foram abordados e desinfetados.

Notícias relacionadas:Prazo de 28 dias para Brasil ficar livre da gripe aviária começa hoje.Teste descarta gripe aviária em trabalhador de Montenegro no RS.Gripe aviária: Brasil confirma dois focos e investiga seis casos.O objetivo das barreiras sanitárias é inspecionar todos os veículos de carga viva de animal, além dos que transportam ração e fazem coleta de leite, que circulam em diversas propriedades rurais. No raio de 3 quilômetros os automóveis de passeio também são desinfectados.

Desde ontem (22), a granja de Montenegro, onde o foco de gripe aviária foi identificado, entrou em um período de 28 dias de vazio sanitário, quando deve permanecer sem a presença de aves ou atividades avícolas. No fim desse prazo, se não houver novas ocorrências, o Brasil poderá se autodeclarar livre da doença naquela região e retomar gradualmente as exportações que ainda estão restritas.

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Casos

De acordo com o painel para consulta de casos confirmados de Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (H5N1) do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), atualmente há 12 casos em investigação no país, sendo dois em granjas comerciais: em Ipumirim (SC) e em Aguiarnópolis (TO).

Ontem, o governo de Santa Catarina chegou a informar que o caso de Ipumirim havia sido descartado, mas à noite o Mapa divulgou uma nota oficial esclarecendo que as investigações das amostras coletadas nas granjas comerciais de Aguiarnópolis e Ipumirim seguem em andamento. 


“As análises iniciais apontaram para resultados com baixa carga viral ou possível degradação do material genético viral, o que inviabilizou o sequenciamento direto do vírus”, disse o Ministério.


Segundo o Mapa, as amostras estão sendo inoculadas em ovos embrionados para isolar o vírus e aumentar a quantidade de material genético disponível para a análise. As análises estão sendo feitas pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária em São Paulo, unidade de referência do Mapa e credenciado pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

Atualmente, os casos em investigação no país são:


	Ipumirim (SC) - comercial
	Aguiarnópolis (TO) - comercial
	Salitre (CE) - doméstica de subsistência
	Eldorado dos Carajás (PA) - doméstica de subsistência - dois casos
	Angélica (MS) - doméstica de subsistência
	Concórdia (SC) - doméstica de subsistência
	Gaurama (RS) - doméstica de subsistência
	Capela de Santana (RS) - doméstica de subsistência
	Icapuí (CE) - ave silvestre
	Ilhéus (BA) - ave silvestre
	Castelo (ES) - ave silvestre


Desde 2023, 168 investigações tiveram resultado laboratorial positivo para o vírus, sendo apenas um em aves comerciais, três em aves de subsistência e 164 em aves silvestres. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 13:49:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Governo reprova três marcas de café por serem impróprias para consumo</title>
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<description><![CDATA[ 
                    
				O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) desclassificou três marcas de café torrado para consumo humano. A medida foi tomada após análises em laboratório apontarem impurezas e presença de micotoxinas e matérias estranhas nos produtos em níveis superiores aos permitidos pela legislação. As marcas reprovadas são: Melissa, Pingo Preto e Oficial. 


&quot;Tais elementos indicam que os produtos não atendem aos requisitos de identidade e qualidade previstos para o café torrado, motivo pelo qual foram desclassificados&quot;, diz nota da pasta. 


Notícias relacionadas:Consumo de café cai 16%, diz associação da indústria.São consideradas matérias estranhas no café: grãos ou sementes de outras espécies vegetais, areia, pedras ou torrões. Já as impurezas são elementos da lavoura, como cascas e paus.

De acordo com o Mapa, as empresas foram notificadas das irregularidades detectadas e foi determinado o recolhimento dos produtos impróprios. Os lotes reprovados foram Melissa (0125A), Pingo Preto (12025) e Oficial (263).

O Ministério orienta que consumidores que tenham adquirido os produtos listados deixem de consumi-los imediatamente. O consumidor pode solicitar a substituição do produto. 

Se os produtos ainda estiveram a venda, o Mapa pede que seja comunicada a ocorrência pelo canal oficial Fala.BR, com o nome e endereço do estabelecimento onde foi o produto é comercializado. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 13:49:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Estado de São Paulo registra 44 casos de febre de oropouche</title>
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<description><![CDATA[ 
                    
				O estado de São Paulo já registra este ano 44 casos  de febre de oropouche, informou o Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE). Os casos ocorreram na região de Registro (Cajati, Juquiá, Miracatu, Eldorado, Pedro de Toledo, Itariri e Sete Barras) e do litoral Norte (Ubatuba). Uma morte está em investigação. 

Em todo o ano passado, foram registrados oito casos, todos na região do Vale do Ribeira (Cajati, Juquiá, Pedro de Toledo e Sete Barras), sem registro de óbitos.

Notícias relacionadas:Rio confirma mais duas mortes por febre do Oropouche.Pesquisa mostra influência de eventos climáticos em surto de oropouche.Brasil registra quase 3 mil casos de Oropouche em 2025.A febre de oropouche é uma doença causada por um arbovírus do gênero Orthobunyavirus, identificado pela primeira vez no Brasil em 1960, a partir da amostra de sangue de um bicho-preguiça capturado durante a construção da Rodovia Belém-Brasília. Desde então, casos isolados e surtos foram relatados no país, sobretudo na região amazônica, considerada endêmica.

Segundo o Ministério da Saúde, foram confirmados 13.782 casos da febre em 2024 no país. Em 2025, já são mais de 2.790 registros. Os sintomas da doença são parecidos com os da dengue e incluem dor de cabeça intensa, dor muscular, náusea e diarreia.


A transmissão da doença é feita principalmente pelo inseto Culicoides paraensis (mais popularmente conhecido como maruim ou mosquito-pólvora). Depois de picar uma pessoa ou animal infectado, o vírus permanece no inseto por alguns dias. Quando o inseto pica uma pessoa saudável, pode transmitir o vírus.


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Existem dois tipos de ciclos de transmissão da doença: no ciclo silvestre, bichos-preguiça e primatas não humanos (e possivelmente aves silvestres e roedores) atuam como hospedeiros. Há registros de isolamento do vírus em outras espécies de insetos, como Coquillettidia venezuelensis e Aedes serratus.

No ciclo urbano, os humanos são os principais hospedeiros. Nesse cenário, além do inseto Culicoides paraensis, o mosquito Culex quinquefasciatus, popularmente conhecido como pernilongo e comumente encontrado em ambientes urbanos, também pode transmitir o vírus.  Os sintomas  são fortes dores de cabeça, dores musculares, náusea e diarreia, além de tontura, dor atrás dos olhos e calafrios.

Dengue

Na capital paulista, os casos de dengue chegam a 46.774, com 14 mortes, em 2025. Segundo a Secretaria Municipal da Saúde (SMS), a Coordenadoria de Vigilância em Saúde (Covisa) mantém monitoramento constante da situação epidemiológica e realiza diariamente ações de prevenção e combate à doença.


“Em 2025, já foram realizadas mais de 5,6 milhões de ações, incluindo visitas domiciliares, bloqueio de criadouros, nebulizações, aplicação de larvicidas em pontos estratégicos e com drones em locais de difícil acesso, além de campanhas educativas para conscientização da população”, diz a prefeitura.


Segundo a prefeitura, em ações de intensificação do combate à dengue realizadas nos fins de semana de maio, incluindo o feriado do começo do mês, mais de 93 mil imóveis foram visitados em operações de bloqueio de criadouros e mais de 6.200 quarteirões passaram por nebulizações. As atividades ocorreram em todas as regiões da capital, com foco nos distritos administrativos com maior incidência da doença. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 13:49:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Glaucoma: SUS amplia exames; acesso desigual preocupa especialistas</title>
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<description><![CDATA[ 
                    
				De 2019 a 2024, quase 10 milhões de exames específicos para o diagnóstico de glaucoma foram realizados via Sistema Único de Saúde (SUS). O número de exames saltou de 1.377.397 em 2019 para 2.251.284 em 2024, representando um crescimento de 63%. Apesar do aumento, o Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) alerta que a expansão não ocorreu de forma homogênea.

Dados apresentados pela entidade mostram que o Sudeste lidera, com um aumento de 116% na realização de exames, enquanto o Nordeste registra o menor crescimento: 24%.


Notícias relacionadas:Em 5 anos, 85 mil brasileiros fizeram cirurgia para tratar glaucoma.Glaucoma: monitoramento evitou cegueira em 300 mil brasileiros .Campanha alerta para riscos do glaucoma e importância da prevenção.“Essa diferença no ritmo de crescimento entre as regiões reforça a necessidade de estratégias para garantir que todos os brasileiros, independentemente do lugar onde moram, tenham igualdade de acesso à detecção precoce do glaucoma”, avaliou o CBO em nota.


O levantamento, realizado a partir da base de dados oficial do SUS, mostra que, em volume total de exames acumulados entre 2019 e 2024, três estados se destacam com os maiores números absolutos. São Paulo lidera com um total de 2.689.770 exames realizados. Em seguida estão Rio Grande do Sul, com um volume considerável de 1.822.862 exames; e Pernambuco, com 1.155.862 exames de glaucoma realizados.

Já os estados com os menores volumes totais no mesmo período incluem Amapá, com apenas 45 exames registrados de 2019 a 2024; Acre, com um total de 4.072; e Rondônia, com 12.595 exames registrados no banco de dados do SUS no mesmo período.


“Mesmo considerando fatores como menor população, infraestrutura de saúde menos extensa ou particularidades regionais no acesso aos serviços, o apanhado também evidencia as diferenças na distribuição e no acesso aos serviços de diagnóstico de glaucoma dentro do território nacional”, destacou o CBO.


Analisando as variações percentuais entre 2019 e 2024 e considerando evidências de subnotificação em estados do Norte, o melhor desempenho, segundo a entidade, foi observado no Rio de Janeiro, onde houve crescimento de 160%. São Paulo também se destacou, com um salto de 124%, seguido pelo Distrito Federal, com alta de 119% na comparação entre o início e o fim da série histórica.

Em um confronto de produtividade por regiões, o Nordeste mostra o pior desempenho, com quatro dos seus nove estados apresentando regressão entre 2019 e 2024. Com exceção de Pernambuco (alta de 70%), a variação na produção ambulatorial nos demais estados no mesmo período foi inferior a 9%. O Sudeste, por sua vez, mais que dobrou a produção de exames específicos para glaucoma nos últimos anos, com crescimentos expressivos em todos os seus estados.


“A dificuldade de acesso a consultas com especialistas, especialmente em regiões mais remotas ou com menor infraestrutura de saúde, também contribui para o diagnóstico tardio. Essa demora não apenas prejudica a qualidade de vida do paciente, mas também pode gerar custos mais elevados para o sistema de saúde a longo prazo”, avaliou o CBO.


Apesar dos entraves, a entidade reforça que o paciente com suspeita ou diagnóstico de glaucoma possui direitos dentro do SUS, incluindo acesso a medicamentos utilizados no tratamento da doença, bem como a procedimentos cirúrgicos quando necessários.


“A instituição da Política de Combate à Cegueira causada pelo glaucoma, que garante tratamento gratuito da doença, e a criação do Programa de Atenção ao Paciente Portador de Glaucoma são esforços voltados ao cuidado e o acompanhamento desses pacientes.”



“No entanto, a efetividade desses direitos está intrinsecamente ligada à facilidade com que o paciente consegue acessar os serviços de diagnóstico em tempo hábil, aumentando a necessidade de medidas que ampliem e descentralizem a oferta de cuidados oftalmológicos”, concluiu o CBO.



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Campanha

Ao longo de todo o mês de maio, o CBO e a Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) promovem uma nova edição da campanha de conscientização e mobilização sobre a doença. A proposta é fortalecer políticas públicas e engajar pacientes no tratamento. No próximo sábado (24), está prevista uma maratona online de informações, a partir das 9h, transmitida pelo site oficial da campanha.

Durante a transmissão, especialistas esclarecerão as dúvidas mais comuns dos pacientes, além de combater informações falsas que circulam sobre a doença. Os profissionais ainda abordarão temas para o entendimento e o enfrentamento do glaucoma – entre os tópicos em destaque estão o uso da inteligência artificial na reabilitação visual, os perigos da automedicação e os direitos do paciente com glaucoma no SUS.

Já na próxima quarta-feira (28), a campanha 24 Horas pelo Glaucoma levará o debate à Comissão de Saúde, no Congresso Nacional. A ação contará com um estande de atendimento acessível ao público que circular pelo local entre os dias 27 e 28 de maio, com a oportunidade de rastreamento da doença por meio de exames de retinografia.

Entenda

O glaucoma é uma doença que afeta os olhos e pode causar perda de visão de forma gradual – muitas vezes sem ser notado. Isso acontece quando a pressão dentro do olho aumenta e começa a danificar o nervo óptico, responsável por levar as imagens que vemos até o cérebro.


O mais preocupante, de acordo com o CBO, é que o glaucoma geralmente não apresenta sinais no início. Por esse motivo, muitas pessoas só percebem o problema quando a visão já está comprometida. “Infelizmente, o que foi perdido não pode ser recuperado”, alertou a entidade.


Com exames oftalmológicos regulares, o glaucoma pode ser identificado ainda cedo e tratado adequadamente. O diagnóstico precoce é considerado fundamental para controlar a doença e preservar a visão.

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<pubDate>Mon, 26 May 2025 13:49:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Fiocruz cria ferramenta para monitorar substitutos do leite materno</title>
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				O programa Inova Fiocruz, da Fundação Oswaldo Cruz, impulsionou o desenvolvimento de ferramenta aberta para monitorar em tempo real o marketing digital dos substitutos do leite materno em plataformas digitais. Um protótipo da ferramenta foi apresentado em um evento paralelo da 78ª Assembleia Mundial da Saúde (AMS) da Organização Mundial da Saúde (OMS), em Genebra, nesta quarta-feira (21), com a presença de autoridades nacionais e internacionais. 

Segundo o pesquisador Cristiano Boccolini, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica da Fiocruz, que desenvolve a ferramenta, alguns países estão adotando ferramentas pagas e não customizadas, feitas por empresas que oferecem o serviço por meio de cobrança anual, que são &quot;uma caixa preta&quot;.


Notícias relacionadas:Fiocruz é homenageada na abertura da Assembleia Mundial da Saúde. “O diferencial da ferramenta da Fiocruz é que é programada em código aberto e é gratuita. O usuário tem controle do processo do monitoramento, permitindo, acesso completo a todo o processo. É uma ferramenta que varre tanto os sites comerciais quanto as redes sociais, anúncios pagos, os dark posts, entre outras coisas”, explicou Boccolini.


Para o pesquisador, quem usar a ferramenta da Fiocruz terá controle e conhecimento de todas as informações do monitoramento, bem como o gerenciamento das bases de dados. &quot;É um grande avanço para a saúde pública, já que mais à frente poderá ser usada para monitorar propaganda de álcool, tabaco, cigarro eletrônico, refrigerante e outros produtos.&quot;

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, presente ao evento, lembrou que hoje (21) é o Dia Mundial de Proteção ao Aleitamento Materno. Ele saudou a contribuição da fundação.


“Reconheço a fundamental atuação do presidente da Fiocruz, Mario Moreira, e a dedicação de pesquisadores e trabalhadores da instituição na discussão sobre o tema. Temos muito orgulho da contribuição da Fiocruz para a implementação dos bancos de leite no Brasil e em outros países.&quot; 


Padilha disse ainda que “a amamentação é um dos pilares mais eficazes para garantir o início saudável da vida. Ela protege contra a desnutrição, reduz a incidência de doenças infecciosas, previne obesidade e doenças crônicas e promove o desenvolvimento cognitivo. Ainda assim, com numerosos benefícios, os índices de aleitamento exclusivo e continuado estão aquém do ideal. No Brasil, apesar de avanços, em 2019 apenas 46% dos bebês eram amamentados exclusivamente até os 6 meses e somente 35% aos 2 anos”. 

O presidente da Fiocruz, Mario Moreira afirmou que a instituição tem, há décadas, um compromisso com a promoção do aleitamento materno.


“Nossas parcerias internacionais, a Rede Global de Bancos de Leite Humano, todas as iniciativas nesse campo mostram que, para a Fundação, é fundamental valorizar o aleitamento e levar à frente esta bandeira, que salva vidas e previne doenças”.


A representante do governo mexicano, a embaixadora Francisca Méndez, afirmou que as ações em favor do aleitamento materno não significam “estar contra a indústria, mas sim ser a favor das crianças, da sua saúde, de seus direitos e futuro. O México está empenhado em trabalhar com todos para garantir que cada criança, independentemente de onde nasça, tenha a oportunidade de ter um início de vida saudável”.  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 13:49:38 -0300</pubDate>
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<title>Mobilização vacina profissionais da indústria em todo o país</title>
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				Uma mobilização nesta sexta-feira (23) está imunizando milhares de profissionais da indústria de todo o país, contra gripe (influenza) e outras doenças. A ação, em parceria com o Ministério da Saúde, é um desdobramento do Dia D de Vacinação contra a gripe, realizado no dia 10 de maio, que imunizou 1,5 milhão de pessoas.

Vários pontos de vacinação foram instalados em empresas de 25 estados e do Distrito Federal. 


Notícias relacionadas:Covid-19: vacinação de idosos será ampliada em junho no Rio.Gripe: cidade de SP amplia vacinação para população acima de 6 meses.“Esse é um ato em que o SUS [Sistema Único de Saúde] vem para a indústria, ele vem para os espaços onde as pessoas estão para proteger a vida. É um ato para dizer que a vacina é segura e é importante para a vida das pessoas”, afirmou o secretário de Atenção Básica do Ministério da Saúde, Ilano Barreto, durante vacinação em uma gráfica da cidade do Rio de Janeiro.


De acordo com o Sesi, a expectativa, com a mobilização desta sexta-feira e as ações vacinais realizadas rotineiramente nas indústrias, é imunizar 1 milhão de trabalhadores do setor, até junho deste ano.

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Segundo o presidente do Conselho Nacional do Sesi, Fausto Augusto Junior, a ideia dessas vacinações dentro das empresas é facilitar o acesso do trabalhador aos imunizantes.


“É sempre bom lembrar que, normalmente o trabalhador está trabalhando no horário em que as unidades básicas de saúde estão fazendo as vacinações. Levar isso para dentro é dar oportunidade a essa população que, por falta de tempo, acaba não se vacinando”.


Edna Maria, que trabalha em uma confecção de roupas, aproveitou a montagem do ponto de vacinação na porta da gráfica, em São Cristóvão, na zona norte da cidade, para se vacinar contra a gripe no caminho para o trabalho.


“Eu sempre busco me vacinar, mas às vezes, por falta de tempo, acabo não conseguindo. Falta tempo de ir ao posto. Mas quando eu vi essa iniciativa aqui, no caminho pro trabalho, aproveitei para tomar a vacina hoje”, conta.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 13:49:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Anvisa proíbe venda de duas marcas de azeite</title>
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				Depois da proibição da comercialização das marcas de azeite de oliva Alonso e Quintas D´Oliveira na terça-feira (20), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nova resolução nesta quinta-feira (22) proibindo a comercialização de outras duas marcas do produto: Escarpas das Oliveiras e Almazara.

A medida é resultado de investigações da Anvisa, após denúncia feita pelo Ministério da Agricultura e Pecuária.

Notícias relacionadas:Anvisa inicia monitoramento de resíduos de agrotóxicos em alimentos.Anvisa proíbe bala gummy de tadalafila.Anvisa aprova medicamento para retardar avanço do Alzheimer.Conforme a resolução publicada no Diário Oficial da União, o impedimento da comercialização deve-se à origem desconhecida das duas marcas de azeite.

A decisão também traz que a embaladora dos produtos, a empresa Oriente Mercantil Importação e Exportação Ltda, consta como tendo o CNPJ encerrado junto à Receita Federal desde 8 de novembro de 2023.

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Em caso de descumprimento da decisão, a venda dos produtos pode representar infração grave, inclusive com a responsabilização dos estabelecimentos que seguirem vendendo essas marcas de azeite.

Além de irregularidades nos padrões de rotulagem, as marcas não tinham licenças na Anvisa ou no Ministério da Saúde. Nos rótulos dos produtos consta apenas o nome da embaladora Oriente Mercantil Importação e Exportação.

A Agência Brasil tentou contato com a embaladora Oriente, mas não localizou os responsáveis pela empresa, e está aberta a manifestações. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 13:49:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Mais Médicos bate recorde de inscritos com mais de 45,7 mil candidatos</title>
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				O Ministério da Saúde registrou 45.792 médicos cadastrados no Programa Mais Médicos, o que representa o maior número de inscritos, desde sua criação, em 2013.

Do total de inscritos, 93% são brasileiros (42.383 profissionais). Entre eles, 25.594 possuem registro profissional no Brasil e 16.789 são formados no exterior. Outros 3.309 médicos são estrangeiros com habilitação para exercer a profissão.

Notícias relacionadas:Faculdade Sírio-Libanês lança curso de medicina com 100 vagas.Mais Médicos: 407 profissionais começam a atuar em 22 estados.Saúde lança campanha sobre importância do programa Mais Médicos.As mulheres representam a maioria das inscrições: 26.864, o equivalente a aproximadamente 58%.

As inscrições foram encerradas no último dia 8.

O Mais Médicos tem o objetivo de fortalecer a atenção primária à saúde oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) levando médicos para regiões prioritárias, remotas, de difícil acesso e de alto índice de vulnerabilidade, onde há escassez ou ausência desses profissionais.

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Vagas

O edital de chamamento público prevê 3.064 vagas distribuídas entre 1.620 municípios e 108 destinadas a 26 distritos sanitários especiais indígenas (Dseis).

O cronograma do edital prevê, no período de 2 a 10 de julho, o início das atividades dos médicos com registro no Brasil e brasileiros ou estrangeiros que já passaram pelas etapas de acolhimento e avaliação, quando os intercambistas passam por uma avaliação antes de ingressarem no Mais Médicos.

Mais Médicos

Os profissionais do Mais Médicos integram as equipes de Saúde da Família e oferecem atendimento e acompanhamento mais próximos da população.

Quando necessário, encaminham os pacientes para consultas com especialistas. As informações são registradas no Prontuário Eletrônico (e-SUS APS), o que permite a integração dos dados do paciente entre a atenção primária e a especializada, incluindo consultas e exames.

Após a retomada do programa, em 2023, e a expansão do Mais Médicos, a meta do Ministério da Saúde é chegar a 28 mil profissionais, em 4.547 municípios, até o fim de 2025.

Atualmente, o programa conta com cerca de 24,9 mil médicos atuando em 4,2 mil municípios, o que representa 77% do território nacional. Dentre essas localidades, 1,7 mil são regiões com altos índices de vulnerabilidade social.  ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 13:49:38 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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