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<title> &#45; : Turismo e Viagem</title>
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<description> &#45; : Turismo e Viagem</description>
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<title>‘Pantanal Fluminense’: conheça a área ultrapreservada na Baía de Guanabara, a 10 km de Paquetá</title>
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<description><![CDATA[      Estação Ecológica é um pedaço ainda mais intocado da Área de Proteção de Guapimirim. Expedição Rio vai ao ‘Pantanal Fluminense’, canto ultrapreservado da Baía de Guanabara
 Baía de Guanabara tem um canto que parece ficar no Centro-Oeste brasileiro. Também chamada de “Pantanal Fluminense”, a Estação Ecológica (Esec) da Guanabara é um trecho ultrapreservado da Área de Proteção Ambiental (APA) de Guapimirim.
A equipe do &quot;Expedição Rio&quot; pegou barquinhos e rodou pelo santuário, que fica a 10 km da Ilha de Paquetá, cujas praias raramente estão próprias, e a 16,5 km da Ilha do Governador, com águas ainda mais poluídas. Tudo na mesma baía que é simbolo dao estado.. 
Saco do Mamanguá: o paraíso conhecido como &#039;fiorde tropical&#039; no RJ
A &#039;gema do ovo frito&#039;
Estação Ecológica da Baía de Guanabara, ou o &#039;Pantanal Fluminense&#039;
Reprodução/TV Globo
Cláudio Mendonça, diretor-presidente da Cooperativa Manguezais da Guanabara, explica que a Esec é um “ovo frito”.
“Essa aqui é a parte mais preservada de dentro da APA de Guapimirim. Para você se situar bem, é assim: imagina que é um ovo frito, a APA de Guapimirim. Bem no miolo do ovo, aquela gema, é a Esec da Guanabara, a parte mais preservada”, detalhou Cláudio. 
Uma estação ecológica é a maior proteção possível para um ecossistema: a natureza tem que estar intocada. Visitantes só podem chegar e olhar. 
“Uma muda de mangue consegue sequestrar muito mais carbono do que uma muda de árvore da Mata Atlântica. É aí que você vê a importância do manguezal”, comparou Cláudio. 
Esec da Guanabara, o &#039;Pantanal Fluminense&#039;
Reprodução/TV Globo
Caranguejos na Esec da Guanabara
Reprodução/TV Globo
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Segundo Cláudio, o monitoramento permite que o ecossistema sirva de berçário tanto para peixes quanto para caranguejos.
“Hoje o catador de caranguejo vem aqui e consegue sustentar a família dele com a cata do caranguejo, que antes não tinha”, emendou. 
Cláudio lembra que os últimos três meses do ano é o defeso da espécie. “Nessa época, não se deve pescar. Porque se pegar a fêmea ovada, no ano que vem, você não vai ter caranguejo para pegar. Então você não vai ter dinheiro para sustentar a sua família”, ensinou.
Esec da Guanabara, o &#039;Pantanal Fluminense&#039;
Reprodução/TV Globo
Daniel Schwartz, barqueiro e pescador, conta que nas águas do Pantanal da Guanabara o que dá mais trabalho é o robalo.
“Aqui você consegue uma caraça, a tilápia, traíra, é uma variedade muito grande. Mas o cara mesmo é o robalo. Ele é voraz, ele é muito esportivo, ele é violento, quer dizer, ele é o cara, é um desafio pegar o robalo”, afirmou. 
O mais pesado que já fisgou, diz Daniel, tinha oito quilos. “Pode acreditar!”, riu.
Tem mel também
Expedição Rio: apicultores extraem mel de colmeias em mangue na Baía de Guanabara
Não é só caranguejo que dá pinta no Pantanal Fluminense: tem abelha também, e com direito a mel do mangue.
O casal de apicultores Sidnei e Creusa Pereira gasta três horas para chegar à colônia, mas que valem a pena.
“Nós saímos de casa de bicicleta, chegamos na beira do rio, deixamos a bicicleta, pegamos o barco e fizemos o percurso de mais ou menos 10 quilômetros até chegar aqui para retirar o mel. Aí coloca tudo dentro do barco e vamos de novo para casa, de bicicleta”, descreveu Creusa.
Apiário na Esec da Guanabara
Reprodução/TV Globo
“Amo essa vida! Não há coisa melhor! Eu trabalhava como doméstica, passava roupa, depois larguei. Agora já 34 anos que nós trabalhamos juntos com as abelhas”, afirmou Creusa.
Sidnei afirma que o mel da região é muito bom. “A qualidade é de primeiríssima! Porque aqui não é área que tem plantação, que usam agrotóxico. E não tem fábrica por perto nem nada”, contou Sidnei.
O casal diz que muitos estranham quando falam que o mel veio do mangue. 
“Você vê assim a mata: cadê a florada? Mas tem florada! A abelha encontra”, disse.
Mel extraído da Esec da Guanabara
Reprodução/TV Globo
Estação Ecológica (Esec) da Guanabara, área mais intocada da APA de Guapimirim
Reprodução/TV Globo ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>&amp;apos;De repente, todo mundo começou a se pegar&amp;apos;: como funcionam e o que rola nas pousadas liberais</title>
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<description><![CDATA[      Ao contrário dos motéis, esses locais oferecem um ambiente coletivo e, diferente das baladas de swing, contam com hospedagem, alimentação e eventos ao longo do dia. Confira relatos de quem já passou por lá. Como funciona e o que rola nas pousadas liberais
Pousadas liberais são hotéis com áreas onde é permitido ficar pelado e fazer sexo.
Divulgação: RioZin e Vilamor
Casais, solteiros, piscina aquecida, banho de espuma, festas e muito sexo. Quem procura uma pousada liberal quer tudo isso — e mais. Na prática, é um hotel comum, com uma diferença importante: é permitido ficar pelado e fazer sexo na maioria dos ambientes. 
A diferença para motéis é a interação com mais pessoas — já que as principais atividades acontecem nas áreas comuns. O que muda para as baladas de swing, é que as pousadas liberais oferecem hospedagem, refeições e eventos ao longo do dia. 
“Tem menos barulho, dura mais e dá para conhecer melhor as pessoas do que nas festas”, conta Felipe dos Santos, de 32 anos. Ele frequenta o meio liberal há cerca de dez anos com a esposa, Márcia Bongiovanni, de 31.  
Jane Brito, sócia-fundadora, sócia-fundadora da RioZin, hotel liberal localizado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, explica que as práticas nas pousadas liberais vão além do swing (troca de casais). 
“Tem ménage à trois (casal com solteiro), voyeurismo (observar pessoas fazendo sexo) e outras fantasias”, conta.
Márcio Pimenta, criador do Villamor — resort liberal vizinho à praia de nudismo de Tambaba, na Paraíba — reforça que o objetivo é oferecer liberdade em um ambiente seguro. 
Ambos destacam que os frequentadores são, em sua maioria, casais heterossexuais. “A comunidade LGBTQIA+ é bem-vinda, mas ainda representa uma parcela menor”, diz Brito. Vale destacar que não é permitida a entrada de menores de idade.
Não é bagunça: como funcionam as pousadas liberais
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Placa na pousada liberal Villamor, na Paraíba.
Divulgação
Darkroom (sala escura), glory hole (cabines com buracos para interação íntima), camas coletivas, labirintos. Pode parecer desorganizado, mas o ambiente é controlado — e cheio de regras.
No universo liberal, consentimento, limites pessoais e zero julgamento são princípios fundamentais. Quem quebra esse código pode ser convidado a se retirar — ou até ser banido de vez.
“Tem seguranças em vários ambientes e, se necessário, eles vão intervir&quot;, afirma a fundadora do RioZin. 
🧾Regras comuns em pousadas liberais:
​nudez só nas áreas internas, longe da vista do público externo;
nada de filmar ou fotografar sem autorização;
beijos e toques só com consentimento claro;
sexo por dinheiro é proibido;
nunca participe de uma interação íntima sem convite.
Além disso, cada pousada adota regras próprias. 
No Villamor, por exemplo, solteiros só são permitidos em eventos específicos, já que o foco são os casais. Já no RioZin, solteiros são sempre bem-vindos — mas os homens desacompanhados pagam mais.
Segundo a fundadora do local, essa é uma estratégia para equilibrar o público, porque são os homens solteiros que mais procuram o espaço. 
Na pousada carioca, os valores para day use (estadia das 12h às 20h) chegam a R$ 400 para homens solteiros. Casais pagam até R$ 180 e mulheres solteiras, R$ 70. A diária de fim de semana parte de R$ 550.
No Villamor, o day use custa R$ 500 por casal, e a diária gira em torno de R$ 800.
As regras de nudez também variam. No RioZin, ela é opcional nas áreas liberadas. Já no Villamor, existe ambientes nos quais é obrigatório ficar pelado — como na piscina.
No RioZin, os hóspedes também recebem um manual de bons comportamentos. Dois dos conselhos: ao abordar um casal, fale primeiro com a pessoa do mesmo sexo e sempre use o plural ao se dirigir aos dois.
&#039;Queríamos apimentar a relação — e funcionou&#039;
Felipe e Márcia estão juntos há 14 anos e começaram a ir em pousadas liberais em 2024.
Acervo pessoal
Felipe e Márcia estão juntos há 14 anos. Eles entraram no meio liberal no quinto ano de namoro, querendo “apimentar a relação”. Começaram pelas festas e, no ano passado, conheceram o RioZin pelo Instagram.
Na primeira visita, eles só observaram. “Nada é obrigatório. Fomos por curiosidade para conhecer o local e socializar. Adoramos”, diz ele.
Com o tempo, passaram a explorar fantasias.
“A minha era ver ele com outra mulher. Lá, me senti segura para isso”, revela Márcia.
Segundo o casal, a experiência os deixou ainda mais próximos.
“Tem muitos parceiros que vivem juntos há décadas, mas nunca tiveram a coragem de falar sobre fantasias e desejos um com o outro. No meio liberal, isso é natural”, completa Felipe.
‘De repente, todo mundo começou a se pegar’
A paraibana Daniela, de 25 anos — ou Dely, como é conhecida — nunca tinha tido contato com o universo liberal. Durante as férias em João Pessoa, em dezembro do ano passado, foi conhecer a praia de nudismo de Tambaba. Ao descobrir que a pousada Villamor ficava logo ali, a curiosidade falou mais alto.
Dely nunca tinha frequentado o se hospedou no resort Villamor, na Paraíba.
Reprodução/Instagram
“Fui com um amigo. Quando chegamos, já tinha um grupo na piscina. Era um casal, uma menina e dois homens. De repente, todo mundo começou a se pegar, à luz do dia&quot;, lembra. 
No início, ela ficou surpresa. Depois, percebeu que tudo acontecia com naturalidade.
O clima de festa seguiu noite adentro, com direito a balada. Dely conta que só fez sexo com o amigo, apesar de terem sido convidados por um casal para a hidromassagem na suíte deles.
&quot;A mulher não curtiu muito o meu amigo, então nos despedimos numa boa”, diz. 
No fim das contas, ela adorou a experiência e pretende voltar assim que possível.
Piscina de espuma no RioZin, hotel liberal no RJ.
Divulgação
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>IOF para viajantes: veja perguntas e respostas sobre o imposto para quem vai para o exterior</title>
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<description><![CDATA[      O aumento no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) afeta os planos de quem está viajando ou pretende viajar ao exterior nas próximas semanas.  g1 em 1 minuto: Veja o que muda em cartões, moeda estrangeira e VGBL após aumento do IOF
O aumento no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) afeta os planos de quem está viajando ou pretende viajar ao exterior nas próximas semanas.
Os novos valores do IOF, tributo federal cobrado sobre diversas operações que envolvem dinheiro, já começaram a ser aplicados nesta sexta-feira (23). Ele é aplicado em operações de câmbio, impactando quem vai comprar moeda estrangeira ou fazer compras fora do Brasil.
O g1 conversou com o economista e professor do Insper Otto Nogami e com o planejador financeiro Carlos Castro, da Planejar, para esclarecer as mudanças.
Veja perguntas e respostas sobre o impacto para os viajantes:
O que é o IOF?
Qual é a diferença entre cartão de crédito e cartões internacionais de débito, pré-pagos e multimoedas?
O IOF é diferente para cada um deles?
E qual a tarifa para dinheiro em espécie?
Quem carregou o cartão pré-pago internacional antes desta sexta vai ter que pagar o IOF quando usá-lo?
E se eu realizar uma compra no exterior depois desta sexta? Pagarei a nova tarifa de 3,5% do IOF?
Em que momento da compra o IOF é cobrado? 
O que compensa mais? Dinheiro, cartão de crédito ou cartões pré-pagos?
Existe alguma maneira de não precisar pagar o IOF?
Existem serviços que cobram a cotação do dólar comercial em vez do dólar turismo?
O que é o IOF?
IOF é a sigla para Imposto sobre Operações Financeiras. Como o nome indica, é um imposto cobrado sobre a maior parte das operações financeiras e serve para gerar receita para a União. (saiba mais aqui)
💳IOF mais alto: veja o que muda para pessoas e empresas
Qual é a diferença entre cartão de crédito internacional e os cartões internacionais de débito, pré-pagos e multimoedas?
O cartão de crédito comum, oferecido pelas instituições bancárias e financeiras, pode ser utilizado no exterior desde que esteja habilitado para uso internacional. As compras serão cobradas no dia do pagamento da fatura. 
Já no caso do cartão de débito internacional, pré-pago, multimoedas ou travel money, oferecidos por bancos ou fintechs, o consumidor carrega o cartão previamente com uma quantia e a utiliza no exterior.
O IOF é diferente para cada um deles?
Em relação à alíquota, não há diferença: com a nova regra, todos eles estão sujeitos à tributação de 3,5%.
A diferença existe em relação ao momento em que o IOF incide. No caso do cartão de crédito, a taxa de 3,5% é aplicada no dia de cada compra realizada com esse cartão. 
Ou seja: com a variação do câmbio, essa taxa pode ser mais cara ou mais barata, a depender do dia. Uma subida ou descida rápida do dólar, por exemplo, afeta bastante o turista que está fazendo compras no exterior.
No cartão de débito internacional, pré-pago, multimoedas ou travel money, o IOF é cobrado na hora de carregar o cartão – ou seja, o consumidor está sujeito à taxa de câmbio daquele dia, sem variações futuras.
“O cartão de débito tem essa vantagem de já travar o câmbio, ao contrário do cartão de crédito, em que a incerteza é maior”, diz Carlos Castro, planejador financeiro.
Atenção: antes da mudança, alguns cartões multimoedas ou de débito internacional ofereciam serviços com a cobrança de 1,1% do IOF. Com o novo decreto, a alíquota passa a ser sempre de 3,5%. A corretora de câmbio Wise, por exemplo, já aplica a nova taxa.
E qual a tarifa para dinheiro em espécie?
Agora, as compras de moeda estrangeira em espécie também estão sujeitas à taxa de 3,5% de IOF - antes, a taxa era de 1,1%. Ela é aplicada no momento da compra.
Quem carregou o cartão pré-pago internacional antes desta sexta-feira vai ter que pagar o IOF quando usar essa quantia?
Não. Quem carregou o cartão de débito internacional, pré-pago, multimoedas ou travel money antes desta sexta-feira (23), data em que o aumento entrou em vigor, já pagou o IOF no momento da transação, com a alíquota da época. Ele não pagará o IOF novamente ao usar essa quantia.
E se eu realizar uma compra no exterior depois desta sexta-feira? Pagarei a nova tarifa de 3,5% do IOF?
Sim, caso a transação seja feita com um cartão de crédito internacional.
Para o cartão pré-pago, vale a regra explicada na pergunta acima. Ou seja, se o cartão foi carregado antes desta sexta-feira, o IOF foi pago no momento do carregamento, considerando a alíquota da época.
Em que momento da compra com cartão de crédito o IOF é cobrado? 
No dia da compra ou o dia do fechamento da fatura? Qual taxa de câmbio é considerada? 
Tanto a taxa de câmbio quanto o IOF são referentes ao dia em que a compra foi feita, e não ao fechamento da fatura. Ou seja: se você fez uma compra no exterior antes do aumento do IOF e a fatura do seu cartão vence no fim do mês, você pagará o valor anterior à mudança.
Governo recua em parte do pacote de aumento do IOF
Com todas essas mudanças, o que compensa mais? 
Dinheiro, cartão de crédito ou cartões pré-pagos?
Não há uma resposta definitiva para essa pergunta. Basicamente, o consumidor precisa pesquisar nas corretoras de câmbio e instituições financeiras para ver quem tem as melhores taxas de serviço, já que o IOF cobrado sempre será de 3,5%.
“Tem que pesquisar o que vale a pena: comparar todas as taxas, o câmbio oferecido, avaliar a comodidade de ter o cartão, por exemplo”, resume Otto Nogami, professor do Insper.
Segundo Carlos Castro, da Planejar, com o IOF igualado, deve aumentar a concorrência entre as instituições para reduzir as taxas e oferecer vantagens. Por isso, a pesquisa do consumidor é fundamental. 
“O consumidor pode descobrir, por exemplo, que vale mais a pena levar parte do dinheiro em espécie e parte no cartão”, sugere Castro.
Existe alguma maneira de não precisar pagar o IOF para adquirir moeda estrangeira ou fazer compras no exterior?
Não. O IOF é um imposto pago ao governo – ou seja, os bancos e corretores não podem deixar de cobrá-lo. Mas algumas instituições oferecem cashback como forma de “devolver” o IOF. “É uma estratégia para fidelizar os clientes”, afirma Carlos Castro.
Em relação à cotação do câmbio, existem serviços que cobram a taxa do dólar comercial em vez do dólar turismo?
Esse tipo de oferta existe no mercado, mas é basicamente uma estratégia de marketing das empresas, segundo Carlos Castro. Elas podem usar as taxas que considerarem mais adequadas para suas ofertas – assim como o exemplo do cashback do valor do IOF, citado acima.
Vale lembrar que não existe determinação legal para que as instituições utilizem a cotação do dólar turismo, referência nas casas de câmbio e que é mais cara do que o dólar comercial.
“Elas vendem como sendo a taxa de câmbio do dólar comercial, mas, na prática, estão mexendo mesmo na taxa de serviço”, afirma o planejador financeiro. Segundo ele, é nas taxas de serviço que as instituições vão obter sua margem de lucro.
Infográfico - Veja o que muda com o aumento no Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).
Arte/g1 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
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<title>&amp;apos;Guerra ao Airbnb&amp;apos;: a ofensiva do governo da Espanha contra aluguel turístico em meio a crise de moradia</title>
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<description><![CDATA[      O governo da Espanha pediu a remoção de quase 66 mil anúncios de imóveis, alegando que eles violam as regras do turismo. Manifestantes foram às ruas nas Ilhas Canárias para protestar contra &#039;turismo excessivo&#039;
Getty Images/BBC
A Espanha solicitou a remoção de quase 66 mil imóveis da plataforma Airbnb por descumprirem as normas para hospedagem turística.
A medida ocorre em meio ao aumento dos protestos contra o turismo em excesso, às vésperas da alta temporada. No domingo (18/5), manifestações nas Ilhas Canárias reuniram milhares de pessoas.
O ministro dos Direitos Sociais, Defesa do Consumidor e Agenda 2030, Pablo Bustinduy, afirmou que os imóveis em questão &quot;violaram diversas normas relacionadas à habitação de uso turístico&quot;.
O anúncio veio após uma decisão judicial em Madri que determinou a retirada imediata de 4.984 imóveis do Airbnb citados pelo ministério.
As propriedades estão localizadas em seis regiões: Madri, Andaluzia, Catalunha, Comunidade Valenciana, País Basco e Ilhas Baleares.
O ministério de Bustinduy aguarda agora decisões judiciais sobre os cerca de 60 mil demais imóveis sob suspeita de descumprir regras.
Segundo o governo espanhol, os anúncios questionados não apresentaram número de licença, informaram dados incorretos ou não especificaram o status legal do proprietário — o que permitiria saber se o aluguel era feito de forma profissional ou como pessoa física.
Bustinduy classificou a decisão judicial como &quot;uma vitória clara para quem luta pelo direito à moradia&quot;.
Ele acrescentou que &quot;é possível garantir que nenhum interesse econômico se sobreponha à moradia e que nenhuma empresa, por maior ou mais poderosa que seja, esteja acima da lei&quot;.
Por que os europeus estão revoltados com o turismo de massa?
A revanche de ilha paradisíaca que virou &#039;inferno na Terra&#039; por excesso de turistas
&#039;Turismofobia&#039;: por que tradicionais destinos turísticos estão se esforçando para espantar visitantes
Crise de moradia
A questão da habitação tem se tornado a principal preocupação dos espanhóis nos últimos meses, diante da disparada dos preços dos aluguéis, sobretudo nas grandes cidades.
O valor médio do aluguel duplicou na última década, enquanto os salários não acompanharam o aumento.
Muitos veem os imóveis turísticos como uma das principais causas do problema, já que reduzem a oferta de moradia para os residentes locais.
A Espanha é o segundo destino turístico mais visitado do mundo, atrás apenas da França. Em 2024, o país recebeu 94 milhões de visitantes estrangeiros — aumento de 13% em relação ao ano anterior.
No início do ano, o primeiro-ministro socialista Pedro Sánchez declarou: &quot;Há Airbnbs demais e moradias de menos&quot; e prometeu conter a expansão &quot;descontrolada&quot; do uso de imóveis para turismo.
Espanha é o segundo país mais visitado por turistas estrangeiros no mundo
Getty Images/BBC
Alguns governos locais também começaram a agir contra o Airbnb.
A prefeitura de Barcelona anunciou que eliminará os 10 mil apartamentos turísticos de curto prazo até o fim de 2028.
Outras cidades adotaram uma abordagem diferente. Nos últimos meses, o Airbnb firmou acordos com autoridades locais nas Ilhas Canárias, Ibiza e Múrcia para garantir que os proprietários cumpram as regras de locação turística.
A empresa respondeu à decisão judicial e às declarações de Bustinduy afirmando que vai recorrer das decisões relacionadas ao caso e que não foram apresentadas evidências de irregularidades cometidas pelos anfitriões.
A plataforma também citou uma decisão da Suprema Corte da Espanha, de 2022, que determinou que a responsabilidade pelas informações nos anúncios é do anfitrião de cada imóvel, e não do Airbnb, considerado um &quot;intermediário neutro&quot; e não uma empresa imobiliária.
O Airbnb também fez uma crítica mais ampla à política de habitação da Espanha.
&quot;A causa raiz da crise de moradia acessível na Espanha é a falta de oferta para atender à demanda&quot;, disse um porta-voz. 
&quot;Governos ao redor do mundo estão percebendo que regular o Airbnb não resolve o problema nem devolve casas ao mercado — apenas prejudica famílias locais que dependem do aluguel por temporada para pagar suas contas e lidar com o aumento do custo de vida.&quot;
No verão passado, a Espanha viveu uma onda de protestos contra o turismo em excesso em diversos destinos populares, sendo o impacto na moradia a principal queixa.
Com o número de visitantes estrangeiros se aproximando rapidamente dos 100 milhões por ano, espera-se que os protestos continuem neste verão.
No domingo, milhares de pessoas foram às ruas em várias ilhas do arquipélago canário com o slogan &quot;As Canárias têm um limite&quot;.
Em Maiorca, o grupo Menys Turisme, Més Vida (&quot;Menos turismo, mais vida&quot;) prepara ações semelhantes. Uma manifestação está marcada para 15 de junho.
Veja mais:
Europeus se rebelam contra o turismo de massa
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Quanto custam as experiências oferecidas pela &#039;nata&#039; do turismo?
Veja qual cidade brasileira entrou na lista dos &#039;10 destinos em alta&#039; ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>5 lugares parecidos com os EUA para quem quer evitar viajar para o país sob o governo Trump</title>
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<description><![CDATA[      Os últimos acontecimentos e medidas tomadas pelo governo Donald Trump vêm fazendo muitas pessoas deixarem de viajar para os Estados Unidos. A BBC destacou cinco lugares em vários países com atrações similares às americanas para os turistas. Em meio às restrições impostas à entrada de visitantes nos Estados Unidos, onde os turistas internacionais podem encontrar paisagens parecidas?
Getty Images
Alemanha, Canadá, Dinamarca, Finlândia, França e o Reino Unido: os cidadãos de todos estes países receberam o mesmo aviso nos últimos meses.
A mensagem diz, basicamente, que &quot;se você planeja viajar para os Estados Unidos, a situação mudou&quot;.
Após as recentes mudanças políticas no país, os seis governos atualizaram as orientações de viagem para seus cidadãos.
Eles alertam sobre as regras de entrada mais restritivas e a necessidade de pessoas transgênero se declararem homens ou mulheres nos pedidos de visto e no Sistema Eletrônico de Autorização de Viagem dos Estados Unidos (Esta, na sigla em inglês).
Tudo isso fez mudar o sentimento das pessoas em relação a viajar para a Terra da Liberdade.
Relatos de viajantes detidos na fronteira devido a mal-entendidos, aliados a uma preocupante série de falhas no controle de tráfego aéreo, serviram apenas para diminuir ainda mais a confiança dos turistas.
Se você sente atração pelos cenários arrojados, energia cultural e pela atmosfera cinematográfica dos Estados Unidos, mas está reconsiderando seus planos de viagem para este ano, quais seriam os destinos alternativos?
De ranchos de caubóis, passando por cidades vibrantes até chegar a cânions profundos, aqui estão algumas alternativas em outros países que refletem o melhor que há nos Estados Unidos – cada uma, com um toque particular.
Quanto custa comer nos novos restaurantes brasileiros premiados pelo Guia Michelin 2025
Se você adora Nova York... que tal Toronto? 
Toronto substitui Nova York com frequência, nas produções de cinema e televisão
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A Big Apple é um lugar único... ou será que não?
Toronto, no Canadá, serve há muito tempo de dublê de Nova York, nas telas de cinema e televisão – o que só é possível graças à sua arquitetura eclética e seus cenários versáteis, além dos incentivos à indústria cinematográfica.
A cidade é tão convincente que passou por Nova York no filme O Aprendiz (2024), estrelado por Sebastian Stan e Jeremy Stron. O longa registra a ascensão de Donald Trump até a fama, na Manhattan dos anos 1970 e 80.
É claro que Toronto é uma cidade diferente e muito menor. Você irá encontrar o time do Blue Jays, não os Yankees, no campo de baseball local, sem falar na devoção da cidade pelo poutine (uma iguaria típica canadense, à base de batatas fritas e queijo), no lugar da pizza.
Ainda assim, há profundos paralelos.
Em Toronto, os 162 hectares do High Park, com suas cerejeiras e trilhas de caminhada, evocam a grandiosidade do Central Park, em Nova York. E a CN Tower oferece uma vista do horizonte que faz inveja ao Empire State Building.
O próprio histórico da cidade canadense a aproxima da Big Apple. Entre 1793 e 1834, Toronto não tinha este nome. Ela era chamada de York.
&quot;O ator Peter Ustinov [1921-2004] foi o autor da famosa declaração, de que Toronto é Nova York administrada pelos suíços&quot;, relembra a diretora de marketing internacional da organização Destination Ontario, Lydia Devereaux.
&quot;As duas cidades têm museus e galerias de classe internacional, lojas, um panorama culinário renomado e inspirado pela incrível diversidade da sua população e bairros únicos para caminhadas.&quot;
Quanto custam as experiências oferecidas pela &#039;nata&#039; do turismo?
Se você deseja ver caubóis... vá à Argentina!
O Parque Nacional de Yellowstone, no noroeste dos Estados Unidos, tem grande influência na cultura popular.
A famosa série da Paramount (2018-2024) com o nome do parque — sem falar do seu spin-off 1883 (2021-2022) e da turnê mundial Cowboy Carter, de Beyoncé — é responsável pelo atual aumento do interesse pelos caubóis e pela cultura do Velho Oeste.
Especialistas em turismo afirma que esta tendência vem levando mais turistas a procurar estadias em ranchos para cavalgar nas férias.
Mas, mesmo com o interesse crescente por Estados americanos como Montana e Wyoming, você não precisa visitar os Estados Unidos para vivenciar o melhor da cultura caubói. Pergunte aos gaúchos, os caubóis da Argentina.
A cultura dos gaúchos argentinos reflete uma herança secular de cavaleiros nômades. Eles cuidavam dos seus animais e passavam a vida sobre a sela.
Atualmente, este estilo de vida tradicional enfrenta dificuldades para sobreviver, frente ao avanço da agricultura.
Mas os turistas podem ficar hospedados nas inúmeras estâncias (as fazendas dos gaúchos argentinos). Nelas, a vida é lenta, os cenários são amplos e o asado (churrasco) é assunto sério.
&quot;Na Estância Los Potreros [perto de Córdoba], os hóspedes vivenciam a autêntica vida dos cavaleiros, provam asados e tomam chimarrão. Tudo isso ainda faz parte do dia a dia&quot;, conta seu proprietário, Kevin Begg. Ele acredita que a versão argentina da cultura dos caubóis é ainda mais autêntica que a dos Estados Unidos.
&quot;Convidamos nossos hóspedes a fazer parte da nossa família&quot;, destaca ele, &quot;e todas as nossas atividades são baseadas no que está acontecendo na estância, sem serem selecionadas em uma lista de atividades.&quot;
Se você se maravilhou com o Grand Canyon... conheça o desfiladeiro do rio Tara, em Montenegro
O desfiladeiro do rio Tara, em Montenegro, oferece toda a emoção do Grand Canyon, sem as multidões
Getty Images
O tamanho e a escala do Grand Canyon, no Estado americano do Arizona, são incomparáveis. Ele tem 447 km de comprimento, 29 km de largura máxima e 1,6 km de profundidade média.
O Grand Canyon é um dos parques nacionais mais visitados dos Estados Unidos. No ano passado, foram cerca de cinco milhões de pessoas.
Mas existe em Montenegro, nos Bálcãs, o cânion mais profundo da Europa: o desfiladeiro do rio Tara. Ele oferece uma sensação de assombro similar à do Grand Canyon, sem as multidões de visitantes.
Localizado no Parque Nacional Durmitor, o cânion foi escavado por uma fita de água azul-turquesa. Nela, os praticantes do rafting abraçam as ondas rolantes, ao lado dos imensos rochedos.
&quot;Existe ali uma poderosa sensação de isolamento e beleza bruta que qualquer pessoa que tenha ficado na borda do Grand Canyon irá identificar&quot;, afirma Stefanie Schmudde, vice-presidente de estratégias de produtos globais da agência de turismo de luxo Abercrombie &amp; Kent.
&quot;A escala é imensa e oferece a mesma conexão visceral à natureza, em um ambiente que parece remoto e desconhecido.&quot;
Se você adora São Francisco... a opção é a Cidade do Cabo
Também rodeada por águas infestadas de tubarões, a prisão de Robben Island é um legítimo substituto de Alcatraz
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Da sua famosa neblina até a ponte Golden Gate, o Vale do Silício e Alcatraz, São Francisco, na Califórnia, é uma das cidades mais marcantes dos Estados Unidos.
Ela é estrela de filmes como Perseguidor Implacável (1971) e Uma Babá Quase Perfeita (1993). A cidade também influenciou a história cultural no país e no exterior, com os protestos do Verão de Amor de 1967, contra a Guerra do Vietnã (1959-1975).
Mas, no outro lado do mundo, há um lugar com atmosfera similar. A Cidade do Cabo, na África do Sul, também tem seu litoral coberto pela neblina, histórico cultural significativo e um crescente cenário de tecnologia, além da sua própria prisão histórica localizada em uma ilha.
A penitenciária de Robben Island – onde Nelson Mandela (1918-2013) foi preso – atualmente é um museu e um legítimo substituto de Alcatraz. As duas cadeias  são rodeadas por águas infestadas de tubarões.
Você não irá encontrar leões-marinhos nas praias da Cidade do Cabo, como ocorre em São Francisco. Mas existe uma colônia de pinguins africanos na sul-africana Boulder Beach (Praia dos Rochedos).
&quot;A Cidade do Cabo é um daqueles lugares que realmente oferecem algo para todas as pessoas&quot;, conta Zinzi Bobani, gerente-geral do escritório sul-africano da agência de viagens Intrepid.
A região &quot;é um paraíso culinário, com uma mistura de cozinhas e surpreendentes vinhedos, belas rotas de caminhada no litoral e aventuras de teleférico na Montanha da Mesa. E, é claro, é rica em história.&quot;
Se você se deslumbra com Las Vegas... experimente Macau
Macau, ex-colônia portuguesa que voltou ao controle da China, é conhecida como capital mundial dos cassinos
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Macau, na China, é o centro do jogo na Ásia. Conhecida como a capital mundial dos cassinos, a cidade é um antigo porto comercial entre a China, a Índia e Portugal.
Se você procura uma alternativa às luzes brilhantes de Las Vegas, a reluzente cidade no meio do deserto do Estado americano de Nevada, uma grande solução pode ser a &quot;Vegas da Ásia&quot;, como costuma ser chamada esta região administrativa especial da China.
Como em Las Vegas, os visitantes podem presenciar em Macau os shows e belos jantares em hotéis resort de luxo.
É verdade que Macau não tem o hotel Bellagio, como Las Vegas. Mas tem o primeiro Karl Lagerfeld Hotel do mundo – um hotel cinco estrelas projetado pela lenda da moda (1933-2019) que deu seu nome.
Na Cotai Strip, você encontra réplicas do Grande Canal de Veneza, na Itália, e uma réplica da Torre Eiffel em meia escala.
Para Andy Eastham, da agência de viagens Wendy Wu Tours, Macau oferece a mesma sensação de Las Vegas e um pouco mais.
&quot;Para os fãs de Vegas, existe muita coisa que irá parecer familiar&quot;, explica ele, &quot;mas um ponto em que Macau realmente se destaca é a sua profunda cultura.&quot;
&quot;Em um momento, você está tomando coquetéis em um bar panorâmico; no próximo, você está caminhando pelas ruas de pedras rodeadas por construções coloniais em tons pastéis; ou assistindo à Dança do Dragão, em frente a um templo taoísta.&quot;
&quot;É o único lugar da China onde a cultura chinesa e a portuguesa realmente se entrelaçam.&quot;
Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Travel.
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China vai isentar brasileiros de visto para viagens de até 30 dias
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
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<title>China vai isentar brasileiros de visto para viagens de até 30 dias</title>
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<description><![CDATA[      Medida passa a valer em 1º de junho e valerá por um ano. Vista da Grande Muralha da China, em Pequim
Ella Wei/Pexels
A China vai conceder isenção de vistos para brasileiros para viagens de até 30 dias. 
A medida entra em vigor em 1º de junho e valerá por um ano, ou seja, até o dia 31 de maio de 2026, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, nesta quinta-feira (15), durante uma entrevista coletiva. 
Argentina, Chile, Peru e Uruguai também foram inclusos na isenção.
A isenção de visto de até 30 dias vai valer para viagens de:
turismo;
negócios;
visita de família e amigos;
intercâmbio;
e trânsito.
Com a medida, o Brasil fica pé de igualdade com muitos países europeus e asiáticos.
Isso porque, desde o ano passado, a maioria dos países europeus, bem como seus vizinhos Japão e Coreia do Sul, não precisam de visto para viajar para a China.
O anúncio foi feito após um fórum entre autoridades chinesas, latino-americanas e caribenhas em Pequim no início desta semana, no qual o presidente Xi Jinping prometeu aumentar a presença da China com uma nova linha de crédito de US$ 9 bilhões e novos investimentos em infraestrutura.
Investimentos chineses no Brasil
Outros anúncios entre Brasil e China foram feitos nessa semana.
Na segunda-feira (12), o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou que a China pretende investir R$ 27 bilhões em novos projetos no Brasil.
Entre os setores de investimentos estão o de delivery, com a plataforma Meituan; o de carros elétricos, com a montadora GAC, o de energia limpa, com a estatal CGN; e o de mineração, com o grupo Baiyin Nonferrous.
Os R$ 27 bilhões foram citados pelo presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações (ApexBrasil), Jorge Viana, após um fórum entre empresários brasileiros e chineses em Pequim.
Banda na China toca Gilberto Gil durante visita do Lula ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
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<title>Como proteger os dados do seu celular antes de viajar para outro país</title>
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<description><![CDATA[      Especialistas recomendam medidas simples, mas eficazes, para garantir a segurança das suas informações enquanto viaja para o exterior. Como proteger os dados do seu celular antes de viajar para outro país
Ao viajar para o exterior, seja a lazer ou a trabalho, proteger as informações do celular é tão importante quanto fazer as malas.
Imagine perder o aparelho durante um passeio em Paris? Ou ter seus dados espionados ao usar o Wi-Fi gratuito de um aeroporto? Situações como essas são mais comuns do que se imagina — e representam riscos reais para quem viaja.
Especialistas ouvidos pelo g1 afirmam que é essencial preparar o smartphone contra roubos, perdas e acessos indevidos. As dicas que eles deram valem para viagens, mas muitas também podem ser aplicadas no dia a dia. Veja abaixo.
☁️ Faça backup dos seus dados
Antes de sair do país, é essencial fazer um backup completo do celular.
Salve seus dados em serviços de nuvem confiáveis, como Google Drive, iCloud ou OneDrive.
&quot;É importante guardar todas as informações em um local seguro&quot;, orienta Marcio Andrey Teixeira, professor de tecnologia e membro do Instituto de Engenheiros Elétricos e Eletrônicos (IEEE).
📱 Leve um celular reserva (se possível)
Uma boa ideia é viajar com um segundo celular, configurado com o mínimo necessário.
O aparelho pode conter apenas um chip local para ligações e mensagens, além de apps básicos.
&quot;Dessa forma, você reduz os riscos caso o celular principal seja perdido ou furtado”, explica Wilson Cardoso, diretor do grupo de telecomunicações da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica).
Turistas fotografam a Torre Eiffel, em Paris, no dia 29 de julho de 2024
Mauro Pimentel/AFP
🛜 Evite redes Wi-Fi públicas
Redes gratuitas em aeroportos, cafés e hotéis podem representar riscos à segurança dos dados.
Criminosos criam conexões falsas com nomes parecidos com os oficiais — por exemplo, &quot;Free_Airport_WiFi&quot; em vez de &quot;Airport_WiFi&quot;.
&quot;Até redes legítimas podem ser interceptadas por hackers, usando ataques do tipo Man-in-the-Middle. Nessa técnica, o criminoso espiona sua navegação e pode capturar senhas, dados bancários e e-mails&quot;, explica Micaella Ribeiro, especialista em segurança da informação da IAM Brasil.
🔐 Use VPN para se proteger
Uma VPN (rede privada virtual) cria uma conexão criptografada entre o celular e a internet.
Isso impede que terceiros tenham acesso ao conteúdo da sua navegação, mesmo que consigam interceptar o tráfego.
&quot;Ao ativar a VPN, toda a sua comunicação na internet é criptografada ponto a ponto. Isso significa que, mesmo que um criminoso intercepte sua conexão, ele verá apenas dados embaralhados, sem conseguir acessar seu conteúdo real&quot;, afirma Micaella.
📍 Ative o rastreamento remoto do celular
Em caso de perda ou roubo, o rastreamento remoto permite localizar o aparelho e até apagar os dados à distância.
Sem essa função ativada, você perde a chance de proteger suas informações.
&quot;Se o celular estiver desbloqueado ou mal protegido, ele pode ser resetado e os dados usados para fraudes ou roubos de identidade. Tanto Android quanto iPhone oferecem ferramentas nativas para rastrear o dispositivo&quot;, explica Micaella.
No Android, a função se chama Encontrar Meu Dispositivo. No iOS (iPhone), é o Buscar Meu iPhone.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
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<title>Cidadania italiana: o que pode mudar nas regras e como isso afeta os brasileiros?</title>
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<description><![CDATA[      Decreto publicado em março e em discussão no Senado limita a concessão de cidadania para filhos e netos de italianos. Especialista acredita que proposta fere a Constituição da Itália. O Senado da Itália discute um projeto de lei que pode alterar as regras para concessão a cidadania italiana. Em resumo, a medida pode restringir a concessão da cidadania a filhos e netos de italianos que nasceram em outro país, como o Brasil. Além disso, todo o processo passaria a ser feito por via judicial, e não mais pelos consulados, como acontece atualmente.
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▶️ Contexto: O governo da Itália publicou no dia 28 de março um decreto com força de lei que muda as regras para concessão de cidadania. A medida vale por 60 dias e precisa ser aprovada pelo Parlamento para que seja mantida permanentemente.
No texto, o governo argumenta que as regras em vigor não previam um limite temporal ou geracional para a solicitação de cidadania italiana por nascidos no exterior.
Com isso, segundo o governo, a situação poderia representar um problema de segurança para a Itália e para toda a União Europeia.
O governo também afirma que o decreto é necessário por uma questão de emergência, diante de uma situação excepcional e de um fluxo &quot;descontrolado&quot; de pedidos de reconhecimento de cidadania.
Agora, o Senado está discutindo uma reforma nos pedidos de cidadania com base nesse decreto. A proposta deve voltar a ser debatida na quinta-feira (15). Depois, será votada no Parlamento.
🤔 O que muda? Basicamente, as novas regras limitariam o direito à cidadania italiana e tornariam o processo mais difícil para quem entra com pedidos. Brasileiros, por exemplo, seriam fortemente afetados. Isso porque:
Com as novas regras, apenas filhos e netos de italianos nascidos no exterior poderão solicitar a cidadania. Bisnetos e trinetos, por exemplo, perderiam o direito.
O decreto limita o reconhecimento da cidadania a descendentes de italianos que tenham nascido na Itália ou que tenham residido no país por pelo menos dois anos consecutivos antes do nascimento do filho ou neto.
O governo italiano também suspendeu a possibilidade de fazer pedidos de reconhecimento de cidadania por meio de consulados e embaixadas da Itália. A partir de agora, quem deseja ingressar com a solicitação precisará recorrer à Justiça italiana.
🔎Fábio Gioppo, advogado especializado em Direito Internacional e Cidadania Italiana e sócio do escritório Gioppo &amp; Conti, explica que descendentes de italianos que entraram com o pedido antes da publicação do decreto — em 28 de março — não devem ser afetados.
&quot;Quem não entrou com o pedido se enquadra nas novas normas do decreto e terá que respeitar essa regra, que agora limita a cidadania apenas a filhos e netos de italianos.&quot;
🟢 E o Brasil? Boa parte dos imigrantes italianos chegou ao Brasil entre o fim do século 19 e o início do século 20. Atualmente, é comum que bisnetos ou trinetos desses imigrantes solicitem a cidadania. No entanto, com as novas regras, eles perderiam esse direito.
A legislação atual concede a nacionalidade por meio do princípio do jus sanguinis — ou direito de sangue. 
Ou seja, a cidadania pode ser reconhecida aos descendentes de antepassados que deixaram a Itália e se mudaram para outros países, como o Brasil.
Pela regra, é necessário comprovar ter um ancestral italiano que estivesse vivo a partir de 17 de março de 1861, data da unificação que marcou a criação do Reino da Itália.
Somente em 2023, mais de 20 mil pedidos de cidadania italiana foram aprovados no Brasil. O número representa um aumento de cerca de 40% em relação a 2022.
📝 Emendas: os senadores estão discutindo emendas que preveem &quot;flexibilizações&quot; no decreto.
Uma delas estabelece que quem entrou com o pedido de cidadania antes da publicação do decreto não seria afetado pelas novas regras. 
O advogado Fábio Gioppo, no entanto, avalia que essa previsão é redundante, já que trata de um direito adquirido que, segundo ele, já está protegido por lei.
Outra emenda retira a exigência de que o ascendente italiano tenha nascido na Itália. Com isso, filhos e netos de cidadãos italianos que nasceram fora do território italiano também poderiam solicitar o reconhecimento da cidadania.
No entanto, o advogado Gioppo considera essa mudança uma &quot;falsa flexibilização&quot;, já que a emenda impõe uma nova exigência: o transmissor do direito (pai ou avô) teria que ter mantido exclusivamente a cidadania italiana durante o processo.
Dessa forma, para o filho de um ítalo-brasileiro ter direito à cidadania italiana, o pai teria que abdicar da cidadania brasileira, segundo Gioppo.
🚫 Problemas no decreto: O texto discutido na Itália tem sido alvo de críticas por especialistas e pode ser contestado judicialmente. 
Há indícios de que o decreto possa ferir direitos adquiridos, o que violaria princípios constitucionais.
Juristas apontam que a medida também pode violar o artigo da Constituição Italiana que garante isonomia entre os cidadãos.
Um dos argumentos é que o decreto cria distinções entre filhos de um mesmo cidadão italiano nascido fora da Itália: um pode ter o direito à cidadania e outro não, a depender do momento em que o pai tenha comprovado residência no país.
Mesmo que o decreto seja aprovado, o advogado Fábio Gioppo acredita que ele pode ser levado à Suprema Corte italiana, onde já há jurisprudência favorável a ítalo-brasileiros.
Decisões anteriores da Justiça da Itália afirmam que o princípio de sangue é válido sem limite de gerações e que as leis não podem retroagir para prejudicar futuros pedidos de cidadania.
🔥 Polêmica sobre sobrenomes: Gioppo explica que não é verdade que alguns sobrenomes italianos facilitariam a obtenção da cidadania.
Não há qualquer menção no decreto ou na legislação italiana que dê preferência a determinados sobrenomes.
O princípio que fundamenta a concessão da cidadania italiana é o princípio de sangue, e não o sobrenome.
Segundo o advogado, restringir ou favorecer com base em sobrenomes seria discriminatório e inconstitucional.
O especialista também afirma que não há margem para interpretações diferentes. A tese dos sobrenomes é infundada e sem respaldo jurídico.
&quot;Não há menor fundamento. Não existe qualquer brecha em lei. Até mesmo no próprio decreto. Não existe nada nesse sentido&quot;, garante.
Passaporte italiano
Bruno Todeschini/Agência RBS
VÍDEOS: mais assistidos do g1 ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Decreto de Milei sobre imigração impacta brasileiros que viajam ou residem na Argentina: veja medidas</title>
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<description><![CDATA[      Levantamento de 2023 aponta que mais de 90 mil brasileiros vivem em solo argentino. País vizinho é um dos principais destinos escolhidos por turistas do Brasil, que agora precisarão de um seguro saúde para viajar, assim como na Europa. Turistas posam para foto no Obelisco de Buenos Aires nesta quarta-feira (28), dois dias antes da cúpula do G20
Martin Bernetti/ AFP
O decreto que endurece as regras de imigração na Argentina, anunciado nesta quarta-feira (4) pelo governo de Javier Milei, impacta diretamente os brasileiros.
As medidas anunciadas pelo gabinete da Presidência argentina devem entrar em vigor nos próximos dias, assim que forem publicadas no Diário Oficial, e preveem impactos para turistas, que agora precisarão apresentar um seguro saúde para entrar no país, assim como já é pedido por países da União Europeia. 
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No entanto, os principais afetados serão os que residem na Argentina, que, a partir de agora, precisarão pagar para ter acesso ao sistema de saúde público, não poderão ter antecedentes criminais e, possivelmente, passarão a ser cobrados pelos cursos universitários.
Segundo levantamento do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, em 2023, mais de 90 mil brasileiros viviam por lá.
Custo de vida mais alto já afastou brasileiros da Argentina
Apesar da grande comunidade brasileira no país, em agosto de 2024, muitos contaram à BBC News que haviam decidido deixar a Argentina devido à explosão do custo de vida. Um estudante que vivia por lá desde 2019, por exemplo, viu seu aluguel pular de R$ 300 para R$ 2 mil.
Em dezembro, o g1 revelou que estudantes de medicina que haviam começado a fazer o curso nas universidades argentinas, estavam voltando ao Brasil para concluí-lo devido aos reajustes constantes no valor das mensalidades, ao aumento no curso de vida e às cobranças de aluguel em dólar.
Em fevereiro deste ano, o g1 também mostrou que, apesar da Argentina continuar sendo um destino popular entre os turistas brasileiros, já não é mais o destino de ostentação que havia se tornado nos últimos anos. 
Os brasileiros não são os únicos. Muitos estrangeiros vêm decidindo abandonar o país depois de já sofrerem os impactos das mudanças na economia feitas desde o começo do mandato de Javier Milei.
Por que a Argentina ficou mais cara para brasileiros?
Os detalhes do novo decreto
Em um comunicado divulgado através das redes sociais, o gabinete presidencial enumerou as mudanças que serão feitas e afirmou que as medidas visam garantir que os fundos públicos sejam gastos com os contribuintes.
&quot;A Argentina, desde suas origens, sempre foi um país aberto ao mundo. No entanto, isso não pode dizer que os pagadores de impostos devam sofrer as consequências de estrangeiros que chegam unicamente para usar e abusar de recursos que não são seus. (...) As facilidades extremas que até essa data existiam para entrar na Argentina fizeram com que, nos últimos 20 anos, 1,7 milhões de estrangeiros imigrassem de forma irregular no nosso território&quot;, diz parte do texto.
Presidente da Argentina, Javier Milei, volta a ameaçar saída do Mercosul durante discurso de abertura do Parlamento argentino em 1º de março de 2025.
REUTERS/Matias Baglietto
Uma das mudanças é relativa ao acesso ao sistema público de saúde, por exemplo. De acordo com o governo, apenas em 2024, o atendimento médico a estrangeiros em hospitais nacionais implicou um gasto aproximado de 114 bilhões de pesos - o equivalente a R$ 57 milhões.
Agora, a Argentina irá exigir o pagamento pelos serviços de saúde para residentes transitórios, temporários e irregulares, e será obrigatória a apresentação de um seguro médico para turistas que estejam viajando ao país.
&quot;Essa medida visa garantir a sustentabilidade do sistema público de saúde, para que deixe de ser um centro de benefício financiado pelos cidadãos argentinos&quot;, ressalta o comunicado.
Veja todas as medidas anunciadas:
nenhum estrangeiro condenado poderá entrar no país, e aqueles que cometerem qualquer crime em território argentino serão deportados, independentemente da pena.
será exigido o pagamento pelos serviços de saúde para residentes transitórios, temporários e irregulares, e será obrigatória a apresentação de um seguro médico no momento da entrada na Argentina.
universidades nacionais estão autorizados a estabelecerem uma cobrança para cursos universitários voltados a residentes temporários, caso optem por isso.
a cidadania argentina só será concedida a quem tiver residido de forma contínua no país por pelo menos dois anos ou tenha realizado um investimento relevante para a Argentina.
para residência permanente, será necessário comprovar meios de subsistência suficientes e ausência de antecedentes criminais.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
<media:keywords>Decreto, Milei, sobre, imigração, impacta, brasileiros, que, viajam, residem, Argentina:, veja, medidas</media:keywords>
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<title>Saco do Mamanguá: conheça o paraíso conhecido como &amp;apos;fiorde tropical&amp;apos; no litoral do RJ</title>
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<description><![CDATA[      Região fica perto de Paraty e foi um dos destinos da 4ª temporada do Expedição Rio. Expedição Rio desbrava o Saco do Mamanguá, paraíso que até pouco tempo atrás nem luz elétrica tinha
Muitos chamam o Saco do Mamanguá de fiorde tropical. Mas o braço de água salgada cercado de montanhas numa região isolada de Paraty, na Costa Verde do Rio de Janeiro, nunca teve gelo, claro, ao contrário das paisagens escandinavas, estas sim esculpidas pelo frio.
O Saco, com 8 km de comprimento por 2 km de largura, é tecnicamente uma ria, como a de Aveiro, em Portugal: é o um vale costeiro e submerso no entorno da foz de um rio — no caso do Mamanguá, é o Grande.
Saco do Mamanguá fica em Paraty
Reprodução/TV Globo
Suas águas variam de tom: são cristalinas na “foz”, perto do mar, e mais turvas e rasas nas margens, onde há manguezais. A maior parte das 33 praias só é acessível de barco. 
Por ser isolado e quase intocado, o Saco é destino de quem quer ficar longe do agito do Centro Histórico e das praias de Trindade. A luz elétrica chegou lá tem somente 7 anos. Estima-se que morem no Mamanguá nem 150 famílias.
Mamanguá, aliás, deriva do termo tupi mamangûá, que significa “enseada dos mamangás”. Mamangá, por sua vez, é um termo que se refere a 3 espécies de arbustos que ocorrem naquele ecossistema.
A população local vive da pesca, turismo e artesanato em madeira. O “Centro” é a Vila do Cruzeiro, onde há uma escola, igrejas e um posto de saúde.
Vila do Cruzeiro, o &#039;Centro&#039; do Mamanguá
Reprodução/TV Globo
Maria das Graças Correia, a Gracinha, abriu um restaurante no início dos anos 2000 no Regato que virou um ponto obrigatório. 
“Eu tinha sempre esperança de ter um restaurante. Eu não acreditava que eu poderia ter num lugar tão difícil. E eu consegui. Com a ajuda do meu marido, dos meus filhos, a gente lutou muito para conseguir, então me sinto muito feliz aqui”, disse Gracinha.
Entre os destaques da culinária caiçara estão peixes fritos e o sururu, uma espécie de marisco que dá muito nos manguezais. Para catá-lo, é necessário enfiar o pé na lama e tatear nos buracos até encontrar a concha. Depois, é só lavar e cozinhar com “casca” e tudo.
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Foz do Rio Grande, no Saco do Mamanguá
Reprodução/TV Globo
Catação de sururu nos manguezais do Mamanguá
Reprodução/TV Globo
Sururu é um tipo de mexilhão
Reprodução/TV Globo ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Quanto custa comer nos novos restaurantes brasileiros premiados pelo Guia Michelin 2025</title>
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<description><![CDATA[      Localizadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, as quatro novas casas unem sabores do Brasil, França e Japão, mas podem pesar no bolso: a opção mais barata sai por R$ 490 e a mais cara, R$ 1.400. Pratos dos restaurantes Oseille, Ryo Gastronomia e KANOE 
Divulgação/Guia Michelin
O Guia Michelin anunciou nesta segunda (12) quatro novos restaurantes brasileiros que passam a integrar sua prestigiada seleção em 2025 com uma estrela. Dois estão no Rio de Janeiro e dois em São Paulo.
A seleção é realizada por inspetores internacionais, especializados e anônimos, que avaliam os restaurantes com base em critérios como qualidade dos ingredientes, harmonia dos sabores, domínio técnico e personalidade da cozinha.
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Com a nova lista, o Brasil mantém o total de cinco estabelecimentos com duas estrelas Michelin , enquanto o número de casas com uma estrela subiu para 20. Por enquanto, o país não tem nenhum restaurante com três estrelas.
🥘Veja quanto custa comer nos novos restaurantes estrelados:
Casa 201 – Rio de Janeiro
Casa 201
Divulgação/Guia Michelin
Localizada próxima ao Jardim Botânico, a Casa 201 ocupa um espaço inicialmente projetado para ser uma galeria de arte. O ambiente acolhedor dá nome à casa, comandada pelo chef João Paulo Frankenfeld. 
Formado na França e com passagem pelo renomado Le Cordon Bleu, Frankenfeld oferece um menu degustação sazonal que une ingredientes brasileiros a técnicas da culinária francesa. A experiência no cardápio atual inclui como prato principal uma costela Black Angus que desmancha no garfo, servida com mousseline de batata, picles e molho de Marsala.
🍴🍷 Com oito tempos menu degustação sai por R$ 590, com a opção de harmonização com vinhos (R$ 380).
KANOE – São Paulo
KANOE
Divulgação/Guia Michelin
Com apenas oito lugares no balcão, o Kanoe oferece uma experiência intimista e sofisticada de omakase no bairro dos Jardins. O restaurante japonês tem clima de clube gastronômico e é liderado pelo chef Tadashi Shiraishi.
🍴🍣 O menu degustação com uma curadoria de sushis, pratos sazonais e sobremesas sai por R$ 1.400. Bebidas e serviço não estão incluídas neste valor e são pagas ao final da refeição.
Oseille – Rio de Janeiro
Oseille
Divulgação/Guia Michelin
No coração de Ipanema, o Oseille tem 16 lugares dispostos em um balcão em formato de “U” integrado com a cozinha, o que permite aos clientes acompanharem de perto o preparo dos pratos (veja na foto acima). 
Comandado pelo chef Thomas Troisgros, o restaurante aposta em um menu degustação que valoriza produtos nacionais com influências da culinária francesa.
🍴🍄 O restaurante tem opções de menu de cinco ou sete tempos e o preço varia de R$ 490 a R$ 650.
Ryo Gastronomia – São Paulo
Ryo Gastronomia
Divulgação/Guia Michelin
Localizado no Itaim, o Ryo Gastronomia une estética minimalista e filosofia japonesa de conexão com a natureza. O chef Edson Yamashita é conhecido pela precisão nos cortes e pela apresentação dos pratos, segundo o Guia.
🍴🍣 O restaurante tem opções à la carte e também de menu omakase. Composto por pratos quentes e frios, sequência de sushis e sobremesa, o preço do menu varia de R$700 (almoço) e R&amp;1290 (jantar).
O que é o Guia Michelin?
O guia foi criado em 1900 pela empresa francesa de pneus Michelin como uma forma de incentivar as pessoas a pegarem a estrada.
Ele também foi planejado para ajudar motoristas com informações úteis para viagens, como locais para trocar pneus, abastecer o carro, se hospedar e, claro, onde comer.
As estrelas do Guia Michelin foram adotadas em 1926, inicialmente para destacar estabelecimentos com apenas uma estrela. A partir de 1931, ele ganhou o critério de zero a três estrelas.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>O milagre de Dubai: como cidade ultramoderna &amp;apos;brotou&amp;apos; no meio do deserto</title>
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<description><![CDATA[      Dubai planeja se tornar a cidade mais visitada do mundo. Tirando como exemplo a história recente desse emirado, de um local de exploração de pérolas a um polo de serviços, comércio e financeiro, não dá para duvidar. O skyline de Dubai em 1967 nada lembra os arranha-céus que deixaram a cidade famosa
Getty Images
Quando estourou a crise de 1929, a quebra da Bolsa de Nova York atingiu mercados de artigos de luxo. Dubai era um deles: a economia do emirado dependia do comércio de pérolas.
Dez anos depois, veio a Segunda Guerra Mundial. Dubai e os outros pequenos reinos que hoje formam os Emirados Árabes Unidos constituíam um protetorado do Império Britânico. Então eles sentiram, indiretamente, os efeitos do conflito.
Com o Reino Unido no centro da guerra, as redes de importação de comida, essenciais para a sobrevivência em Dubai, foram atingidas. Junte a isso a década perdida na economia local, com o colapso das pérolas, e o resultado foi a total miséria.
Negócios faliram, estrangeiros foram embora, a fome chegou. Nuvens de gafanhotos, antes uma praga, passaram a ser um alívio em tempos de desespero.
As pessoas fritavam os insetos para comer. Ou então caçavam lagartos do gênero Uromastyx. Conhecidos em árabe como dub, esses animais de cauda espinhenta, abundantes no deserto, podem estar inclusive na etimologia do nome da cidade, segundo alguns linguistas.
Existem outras teorias mais aceitas, como a que diz que &quot;Dubai&quot; viria do verbo árabe para &quot;rastejar&quot;, por causa do ritmo lento dos barcos na enseada em torno da qual a cidade se desenvolveu.
Em todo caso, o fato é que, há apenas 80 anos, pessoas morriam literalmente de fome ou tinham que comer gafanhotos e lagartos para sobreviver na cidade que hoje é, talvez, o símbolo máximo de ostentação sem limites no mundo.
Como, em poucas décadas, esse jogo virou? A resposta é um misto de visão, oportunismo e certa flexibilidade nos escrúpulos.
Prédio mais alto do mundo, Burj Khalifa, em Dubai
Getty Images
Uma costa de piratas e pérolas
Povos nômades habitam o sudoeste da Península Arábica há 2,7 mil anos. Chefiadas por famílias mercantis do litoral, a região manteve ligação comercial com outros povos do Golfo Pérsico e além, como paquistaneses, indianos, etíopes, turcos e chineses.
Assim surgiram os emirados de Abu Dhabi, Sharjah, Dubai, Aiman, Um al Qaiuan e Ras al Khaimah. 
Uns mais antigos, como Ras al Khaimah, que já era um porto importante no século 16, outros mais jovens, como Dubai, que era uma inexpressiva vila de pescadores que pertenceu a Abu Dhabi até 1833.
Os portugueses chegaram à região no século 16. Depois vieram os holandeses e, por fim, os britânicos, que queriam garantir a segurança de suas rotas marítimas até a Índia Britânica.
Os ingleses assinaram tratados com os xeques que governavam essas cidades costeiras, comprometendo-se a ajudá-los em caso de alguma ameaça estrangeira.
Entre o século 19 e o começo do 20, isso ajudou os emirados a se protegerem de quaisquer aspirações territoriais, tanto do decadente Império Turco-Otomano quanto da emergente dinastia Saud, que formou o Reino da Arábia Saudita.
Os europeus chamavam a região de Costa dos Piratas. Mas essa caracterização seria exagerada.
Pesquisadores hoje argumentam que os britânicos difundiram essa fama de pirataria a fim de legitimar sua dominação sobre a área. 
&quot;Fontes da época colonial mostram como os funcionários da Companhia Britânica das Índias Orientais usaram vários ataques, feitos por agressores sem ligação com os emirados, como uma desculpa para a intervenção militar e a repressão brutal&quot;, explica o historiador Johan Mathew, professor da Universidade Rutgers, nos Estados Unidos.
A partir de 1820, o termo &quot;Costa dos Piratas&quot; foi sendo posto de lado. No lugar dele, os ingleses passaram a chamar a região de Estados da Trégua, uma forma de reforçar os acordos firmados com os emirados.
Se a ligação com a pirataria era uma forçação de barra do imperialismo britânico, a exploração de pérolas era realidade. A extração e o comércio dessa concreção calcária densa formada no interior de ostras específicas é uma atividade milenar do sul do Golfo Pérsico.
No século 19, os Estados da Trégua, assim como Catar e Bahrein, dependiam desse comércio internacional. No começo do século 20, 95% da economia do Golfo Pérsico girava em torno das pérolas.
Havia cerca de 1,2 mil navios dedicados à função, cada um deles com até 80 marinheiros. Um quarto dessas embarcações estava em Dubai, segundo o jornalista Jim Krane no livro Dubai - The story of the world&#039;s fastest city (&quot;Dubai - a história da cidade mais rápida do mundo&quot;, sem edição brasileira).
Vista área de Dubai em 1951
Sygma via Getty Images
O crescimento vertiginoso do mercado de pérolas no fim do século 19 criou uma elite abastada — e uma crise sem precedentes quando tudo colapsou, após o crash de 1929. Mas mesmo que a Bolsa de Nova York não tivesse quebrado, a economia do Golfo Pérsico já estava condenada.
Pesquisadores japoneses haviam descoberto, na mesma época, uma maneira de cultivar pérolas. Foi uma guinada radical para o setor, que não dependeria mais das perigosas e oscilantes caçadas do Golfo Pérsico.
No comércio global de pérolas, o costume artesanal e ancestral árabe deu lugar a uma prática industrializada e padronizada nipônica. É a realidade que perdura até hoje: a maioria das pérolas de água salgada do mundo vem de fazendas do Japão.
Dubai quebrou. Mercadores indianos, que lideravam o contingente de estrangeiros na cidade, voltaram para Mumbai. Escolas internacionais fecharam as portas, e o emirado enfrentou 17 anos de miséria.
Independência e pobreza 
Desde o século 19, os britânicos pouco fizeram para desenvolver os emirados. Segundo Krane, os administradores ingleses dos Estados da Trégua gostavam de se ver em uma missão civilizadora de um povo parado no século 7º d.C., mas na verdade eles não investiram em educação, saúde ou na criação de instituições políticas.
Impediram que eles fossem incorporados por sauditas ou turcos, é verdade, mas também os isolaram do mundo. Isso acabou reforçando o poder dos clãs que comandavam os sete emirados — como os Al Maktoum, família real de Dubai desde 1886.
Em 1971, os britânicos deixaram oficialmente a região. Pequenos demais para se tornarem Estados independentes (alguns tinham menos de 2 mil habitantes), os emirados se juntaram em uma federação. Surgiam assim os Emirados Árabes Unidos (EAU).
Era uma nação pobre e atrasada. Não havia universidades, o analfabetismo passava de 70% e a expectativa de vida era de cerca de 50 anos. Mas, para a sorte do novo país, havia um novo produto para enriquecê-lo — só que ele não era abundante em Dubai.
Petróleo e infraestrutura 
Aeroporto de Dubai é hoje um dos mais importantes do mundo — na foto, construção do terminal 3, em 2007
Universal Images Group via Getty Images
A exploração de petróleo nos Emirados Árabes começou nos anos 1950, ainda sob domínio britânico, em Abu Dhabi. 
Dubai tentou e tentou, perfurando insistentemente por anos, sem achar nada.
Talvez a experiência traumática com as pérolas tenha deixado uma lição. Mesmo insistindo em encontrar petróleo, o emirado buscava outras fontes de renda.
O xeque Rashid bin Saeed al Maktoum queria um porto e um aeroporto para seu reino. O assoreamento na Enseada de Dubai afastava navios maiores, e o investimento necessário estava muito além das receitas da cidade.
Rashid levantou esse dinheiro com doações de famílias mercantes, venda de títulos e, especialmente, com um empréstimo do Kuwait, que àquela época já era um emirado enriquecido pelo petróleo.
As obras começaram em 1959, e o porto, batizado com o nome do xeque, foi inaugurado em 1972.
Nesse período, muita coisa aconteceu. Rashid recebeu um &quot;não&quot; de Londres ao pedir autorização para a construção de um aeroporto. 
Afinal, havia uma base aérea britânica a poucos quilômetros, em Sharjah, que era um emirado mais desenvolvido e importante que Dubai, segundo a historiadora alemã Frauke Heard-Bey no livro From Trucial States to United Arab States: a society in transition (&quot;Dos Estados da Trégua aos Estados Árabes Unidos: uma sociedade em transição&quot;, em tradução livre).
Naquela época, Dubai lucrava com o comércio de ouro importado do Reino Unido e dos EUA e contrabandeado para a Índia, onde era proibido. Porém, o ouro chegava de avião, a Sharjah, que ficava com uma fatia considerável do lucro.
O xeque de Dubai acreditava que só com as taxas pagas na base de Sharjah daria para construir um aeroporto próprio. Ele, então, contratou uma firma inglesa para projetar seu terminal e, por fora, pagou a um piloto britânico para que passasse a trazer suas cargas de ouro para uma pista improvisada em Dubai.
Vazios começando a ser preenchidos na cidade de Dubai em 1991
Getty Images
Em seguida, Rashid entregou um relógio Rolex ao piloto e pediu que ele o desse de presente ao administrador britânico responsável por Dubai, para conquistas seu apoio ao projeto do aeroporto. 
O gesto funcionou, segundo Heard-Bey, e em 1960 o Aeroporto Internacional de Dubai foi inaugurado.
Em 1966, finalmente, o emirado encontrou petróleo. Seis anos depois, a economia local dependia do petróleo quase da mesma forma do que na época das pérolas. Cerca de dois terços do PIB de Dubai vinham disso.
Mas os investimentos em infraestrutura surtiram efeito. Os negócios não relacionados à exploração de petróleo já estavam crescendo.
Nos anos 1960, Dubai ganhou linhas telefônicas e água encanada. A luz elétrica chegou em 1961.
&quot;Não muito longe dali, Israel já havia lançado um foguete ao espaço. Os soviéticos enviaram um satélite para Vênus&quot;, comparou Krane, para quem Dubai começou a se desenvolver, ainda sob domínio britânico, não graças ao Reino Unido, mas apesar dele.
Trinta anos antes, não havia pontes nem ruas pavimentadas. Concreto e vidro eram inexistentes nas construções. Era uma corrida contra o atraso.
&quot;A energia elétrica chegou a Dubai 80 anos depois que as luzes se acenderam nas Cataratas do Niágara e muito depois do Cairo, Beirute e até da Arábia Saudita. A eletricidade trouxe todo tipo de conforto desconhecido. Os souks [mercados tradicionais] foram subitamente inundados de ventiladores, geladeiras, rádios – até mesmo aparelhos de ar-condicionado&quot;, escreveu Krane.
Na década de 1970, após a independência, o prestígio de Rashid se traduziu nas duas visitas oficiais feitas pela rainha Elizabeth 2ª. Dubai começava a entrar no mapa das grandes cidades globais.
Na segunda dessas viagens, a monarca britânica inaugurou um novo porto, em 1979. Jebel Ali é hoje um dos terminais portuários mais movimentados do mundo e o maior porto artificial do planeta.
O petróleo permitiu que Dubai desenvolvesse a diversificação de sua economia de base estatal. A cidade sentia os altos e baixos da cotação do barril, mas sem virar refém dela.
Em 1985, o petróleo correspondia a metade do PIB do emirado. Nos anos 2000, a fatia caiu para 3%. Hoje, é de menos de 1%.
Foi uma decisão inteligente, mas baseada também na necessidade. Se a economia de Dubai se mantivesse muito dependente do petróleo, ela jamais seria rica como é, porque suas reservas, apesar de significativas, jamais puderam ser comparadas às de Abu Dhabi ou às de outros países do Golfo Pérsico.
Segundo a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opec), os Emirados Árabes, que integram o grupo, são um dos maiores produtores do mundo. Só que nove de cada dez barris do país estão em Abu Dhabi.
Ou seja, apesar do que o senso comum pode sugerir, Dubai não é uma cidade do petróleo, mas de serviços. Finanças, mercado imobiliário, comércio e turismo lideraram essa diversificação econômica.
É algo que conversa com o passado do emirado. Dubai era um lugar onde burocratas e inspetores tinham pouco poder e mercadores de ouro e diamantes — e também de armas, pessoas escravizadas e drogas — podiam agir com mais liberdade.
Contrabando e escravidão
No fim dos anos 1990, arranha-céus passaram a fazer parte da paisagem
AFP via Getty Images
Se as denúncias de pirataria em séculos passados eram um tanto forçadas, a ligação de Dubai com mercados desregulados ou ilegais sempre foi bem conhecida. Nos anos 1950, a cidade era estratégica no tráfico internacional de haxixe e ópio, por exemplo.
Já o tráfico de escravos, prática milenar que conectava a Arábia à África desde antes do surgimento do islamismo, se moveu em um ritmo frenético no auge do comércio de pérolas.
Os britânicos tentaram coibir a escravidão em meados do século 19, mas ela só foi banida oficialmente em 1963. Ainda assim, a prática continua fazendo parte da economia local, mesmo que com um formato diferente.
Segundo a ONG Walk Free, que combate o trabalho forçado, os Emirados Árabes são um dos países com maior incidência de escravidão moderna no mundo. Trabalhadores imigrantes são muito vulneráveis à prática conhecida como &quot;kafala&quot;.
Trata-se de um sistema restritivo de trabalho que vincula os imigrantes aos seus patrões. Nos anos 2000, por exemplo, trabalhadores protestaram contra as condições impostas a eles durante as obras do Burj Khalifa, o prédio mais alto do mundo, com 828 metros. 
Um deles se atirou do 147º andar, em 2011, após ser proibido de voltar para seu país natal, segundo a organização Human Rights Watch. 
De acordo com a ONG, a kafala gera um forte desequilíbrio de poder ao conceder aos empregadores o controle sobre a vida dos trabalhadores. &quot;No entanto, os EAU estão entre os países que mais tomam medidas para combater a escravidão moderna em comparação com outros da região&quot;, reconhece a Walk Free. 
Dubai em 1984 e em 2022 — em menos de 40 anos, transformação foi brutal
Getty Images
Olho no turismo
Conforme a economia se diversificou e cresceu, a população disparou. 
Os 40 mil habitantes de Dubai em 1960 viraram 370 mil em 1985. No começo deste século, o emirado chegou ao primeiro milhão. Hoje, são 3,6 milhões de habitantes.
Atualmente, o Aeroporto de Dubai tem o maior tráfego de passageiros internacionais do mundo. Foram cerca de 92 milhões em 2024, alta de 6,1% em relação ao ano anterior, quando também liderou a lista.
A cidade ficou um tanto à frente da segunda colocada, Londres, no Reino Unido, com 79 milhões de passageiros, de acordo com o Conselho Internacional de Aeroportos (ACI, na sigla em inglês). Em números gerais de passageiros, Dubai só fica atrás de Atlanta, nos EUA, que teve 108 milhões de passageiros no ano passado.
O governo local já declarou que almeja fazer de Dubai a cidade mais visitada do mundo ainda este ano. Em 2024, ficou em sétimo lugar, segundo um levantamento da consultoria Euromonitor. Foram 18,2 milhões de visitantes estrangeiros, muito atrás dos 32,4 milhões da líder do ranking, Bangkok, na Tailândia (mas quase três vezes mais do que o Brasil inteiro).
É um feito notável para uma cidade que, apenas oito décadas antes, era uma terra despovoada, desértica, com edifícios quase indistinguíveis da areia que os cercava e sobre a qual os poucos viajantes que lá pousavam — por apenas algumas horas, pois não tinham onde se hospedar — não sabiam nada.
Hoje, Dubai é uma terra de superlativos. Além do edifício mais alto do mundo, lá estão a maior fonte pública, o maior shopping center e o maior aquário de shopping, a piscina mais profunda e a piscina de borda infinita mais alta, entre outros recordes reconhecidos pelo Guinness World Records, o livro dos recordes.
Já a roda-gigante mais alta do mundo fechou as portas misteriosamente em 2022. Especulou-se que a razão seria o solo da ilha artificial onde ela está instalada, que estaria cedendo. É um lembrete de que, mesmo na cidade onde &quot;o céu é o limite&quot;, é sempre bom manter os pés no chão. A própria história de Dubai já mostrou isso.
Dubai tornou-se cidade dos superlativos
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
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<title>É #FAKE página que imita g1 e anuncia promoção da Latam com passagens a partir de R$ 149,17; trata&#45;se de golpe</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/e-fake-pagina-que-imita-g1-e-anuncia-promocao-da-latam-com-passagens-a-partir-de-r-14917-trata-se-de-golpe</link>
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<description><![CDATA[      O g1 nunca publicou uma reportagem com esse título e conteúdo; site mentiroso exige dados pessoais e leva vítima a comprar passagens inexistentes.  É #FAKE página que imita g1 e anuncia promoção da Latam de passagens a partir de R$ 149; trata-se de golpe
Reprodução
Circula nas redes sociais uma publicação que imita a aparência do g1 e anuncia que a Latam teria lançado a campanha &quot;Viagem dos Sonhos&quot;, com passagens para voos nacionais e internacionais a partir de R$149,17. É #FAKE.
selo fake
g1
🛑 Por que a publicação é mentirosa?
O título diz: &quot;Latam Lança a Campanha &#039;Viagem dos Sonhos&#039;: Voos Nacionais e Internacionais a partir de R$149,17! Descubra como Participar!&quot;. Mas o g1 jamais publicou uma página com esse título, nem com esse conteúdo. Um botão exibido no texto direciona a vítima a um site mentiroso, que imita o da companhia aérea e induz a vítima a comprar passagens inexistentes.
Procurada pelo Fato ou Fake, a assessoria de imprensa da Latam enviou um e-mail alertando que a página é falsa e que os únicos domínios oficiais da empresa são  latam.com e latamairlines.com. 
O site que imita o g1 usa um endereço falso (https://g1.passagensairlines.com/) que não condiz com o site autêntico do g1 (https://g1.globo.com/).
A reportagem fraudulenta alega que a Latam está oferecendo uma promoção relâmpago e exibe um botão com a inscrição: &quot;Garanta sua passagem com desconto aqui!&quot;.
Esse recurso leva a um outro site mentiroso que, desta vez, simula o da Latam. Ele usa as mesmas cores, fontes e logotipos da empresa, e permite a busca de voos para destinos nacionais e internacionais.
O Fato ou Fake buscou por um voo com origem em Guarulhos, São Paulo, com destino ao aeroporto JFK, em Nova York: a passagem falsa sai por R$717,10, valor que é cinco vezes menor do que a média verdadeira do trajeto. 
Os preços atraentes e a aparência do site enganam as vítimas, que são induzidas a fornecer dados pessoais para seguir com a &quot;compra&quot;. Ao final do processo, o pagamento pode ser feito via Pix ou cartão de crédito.
🔍 Por que o Fato ou Fake verificou o conteúdo?
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
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<title>Cafés na Espanha passam a cobrar pelo tempo que cliente fica na mesa</title>
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<description><![CDATA[      Em Madri e Barcelona, em alguns estabelecimentos o valor da conta agora dependente de quanto tempo o cliente fica na mesa. Café na Plaza Mayor, em Madri: em alguns locais, conta tem ficado mais cara para quem fica mais tempo
GETTY IMAGES
Beber um café sem pressa ou trabalhar com o laptop em um bar por horas a fio está virando tarefa complicada em cidades espanholas como Madri ou Barcelona. 
Alguns estabelecimentos estão limitando o tempo que o cliente pode ocupar uma mesa e o preço de uma xícara de café pode até dobrar de preço, dependendo de quanto tempo a pessoa ficar sentada.
Um bar de Barcelona, que está em uma das áreas mais turísticas da cidade e perto da praia, avisa aos clientes que um cafezinho no terraço custa 1,30 euro mas se o tempo para beber for superior a 30 minutos, o preço sobe para 2,50 euros e se a pessoa quiser passar mais de uma hora no Caffè Perfetto saboreando a mesma bebida e ocupando uma mesa, terá que pagar 4 euros (equivalente a cerca de R$26).
O post que mostrou a foto dessas regras viralizou no país e recebeu até agora quase mil likes e teve mais de 100 comentários. Tem internauta que concorda com a norma que foi imposta pela cafeteria. 
Post com tabela de preços de cafeteria na Espanha viraliza
Reprodução / g1
&quot;O pagamento baseado no tempo é o mesmo princípio dos estacionamentos aplicados aos restaurantes&quot;, defende um. Enquanto outra usuária acha um absurdo e pergunta se o local não tem vergonha de fazer isso.
O dono do bar se defende e explica por que tomou essa decisão. &quot;Decidi colocar esse aviso nas mesas para conscientizar. Uma pessoa não pode ficar muito tempo sem consumir, se não os negócios não dão lucro&quot;, disse Massimo em uma entrevista ao jornal espanhol Diario.es.
Maria Moreno Albiol, autora do polêmico post, disse à BBC Brasil que Barcelona está sofrendo um processo de gentrificação e turistificação que tem efeitos como esses. &quot;Somos nós, moradores e trabalhadores do bairro que sofremos as consequências disso.&quot;
A espanhola revela que costumava frequentar essa cafeteria antigamente, quando era um bar normal. &quot;Como agora a maioria dos estabelecimentos da região da Barceloneta viraram vitrines para atender os turistas, não voltarei mais nesse bar. Não só pelo preço do café, mas porque muitos deles não são mais acessíveis aos trabalhadores do bairro. Os preços estão exorbitantes, assim como a moradia na cidade&quot;, lamenta.
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Segundo destino mais popular do mundo
A Espanha quebrou o seu recorde de visitantes no ano passado ao receber quase 94 milhões de turistas estrangeiros. 
Em 2025, os números seguem em alta, no primeiro trimestre deste ano, o país recebeu 5,7% de viajantes a mais do que nos três primeiros meses de 2024, de acordo com o Instituto Nacional de Estadística espanhol. O país ibérico é o segundo destino mais visitado do planeta e só perde para a França.
Por conta disso, quem entende o comportamento de alguns estabelecimentos de cobrarem mais pelo tempo de uso das mesas é Jorge R. Fernández, proprietário do restaurante Sifo, em Barcelona. &quot;Isso está acontecendo em alguns lugares que sofrem com o turismo massivo, a maior calamidade das grandes cidades hoje em dia. Não vejo isso como um fato isolado. Essa atitude faz parte de um conjunto de decisões que o mercado acabou adotando pelo grande fluxo de turistas&quot;, revela.
Por enquanto, em Madri a situação ainda não chegou tão longe mas em bairros mais turísticos há vários lugares que limitam o tempo de uso das suas mesas aos clientes que usam laptop.
No bairro de Lavapiés, uma aconchegante cafeteria coloca um pequeno aviso onde é possível ler que as pessoas podem usar as mesas com laptop durante duas horas mas só de segunda a sexta-feira, já nos fins de semana sentar com o computador ali é proibido.
&quot;Limitamos porque recebemos muita gente e se uma pessoa fica horas sentada, nós perdemos clientes e por isso tivemos que colocar esses avisos. Se o local está cheio e tem gente esperando, lamentavelmente tenho que dizer às pessoas que precisam sair depois de certo período sem consumir&quot;, diz uma das atendentes desse café que prefere não se identificar.
De acordo com a Organização de Consumidores e Usuários da Catalunha (OCU), a prática de determinar um tempo máximo de permanência ou um consumo mínimo nas mesas é considerado legal, desde que essa limitação seja informada antes do cliente sentar e que a advertência esteja em um lugar visível.
Veja qual cidade brasileira entrou na lista dos &#039;10 destinos em alta&#039;
Tendência do momento?
Thais Cardoso é analista de sistemas e trabalha diariamente de casa mas de vez em quando gosta de mudar de ares e trabalhar em cafeterias no centro de Madri.
&quot;Eu sempre consumo e não fico várias horas sem comprar nada quando estou nesse tipo de lugar. Algumas vezes eles dizem que não podemos usar mesas individuais e oferecem as coletivas para quem está com laptop&quot;, explica a paulista.
Cardoso que mora na capital espanhola há seis anos acredita que essa seja uma tendência que veio para ficar. &quot;Isso está acontecendo principalmente em cafés mais concorridos. Sinceramente não acho legal que coloquem limite de tempo, mas entendo os motivos&quot;, lamenta a brasileira.
Na região de Callao, em um dos rooftops mais famosos da capital espanhola, um símbolo grudado atrás do caixa de uma cafeteria avisa que ali o uso de laptops em suas mesas é proibido.
&quot;Um café aqui custa três euros. Se uma pessoa ficar duas horas sentada e só beber um, quanto vamos ganhar por dia? Na verdade, não proibimos realmente desde que as pessoas não abusem. O trabalho remoto está bem visto pelas empresas que não precisam pagar aluguel de escritório para os seus funcionários mas os restaurantes e bares também precisam sobreviver&quot;, diz o gerente dessa cafeteria.
Embora a tendência dos cafés cronometrados esteja ganhando força na Espanha, o conceito não é exatamente novo. Em Moscou, o café Ziferblat adota esse modelo há 12 anos. No local, os clientes não pagam pelas bebidas ou pelo uso do espaço, mas sim pelo tempo que passam ali dentro: 3,5 rublos por minuto (aproximadamente R$ 0,25).
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Reino Unido endurece regras de imigração e dificulta acesso a cidadania</title>
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<description><![CDATA[      O governo vai propor testes de inglês para todos os requerentes de visto e seus dependentes adultos, além de um caminho mais longo para a obtenção de status de residente permanente. Keir Starmer, premiê britânico
EPA-EFE/REX/Shutterstock via BBC
O primeiro-ministro do Reino Unido anunciou nesta segunda-feira (12/5) planos para conter a imigração para o país — com uma promessa de fazer cair &quot;significativamente&quot; o número de imigrantes que chegam ao Reino Unido.
O governo vai propor testes de inglês para todos os requerentes de visto e seus dependentes adultos, além de um caminho mais longo para a obtenção de status de residente permanente.
Os detalhes da proposta de Keir Starmer serão publicados ainda nesta segunda-feira. Pela manhã, em Londres, o premiê fez um pronunciamento sobre a imigração no Reino Unido.
O governo britânico afirma que o país tem um problema de saldo de imigração ou migração líquida — que é o número de pessoas que chegam ao Reino Unido menos o número de pessoas que saem.
Starmer afirma que, de 2019 a 2023, o saldo de imigração quadruplicou, atingindo um recorde de quase um milhão no ano até 2023.
Ele afirma que isso é quase o tamanho da cidade de Birmingham, a segunda maior cidade do Reino Unido.
&quot;Isso não é controle, é caos&quot;, disse Starmer nesta segunda-feira.
As medidas apresentadas por ele são para reduzir a migração legal, que representa a maior parte da migração para o Reino Unido. A migração legal é feita com uma variedade de vistos.
O plano de Starmer não inclui a abordagem de travessias de pequenos barcos ou outras formas de imigração ilegal ao Reino Unido. Neste ano, até o momento, 11.516 pessoas cruzaram o Canal da Mancha para o Reino Unido de barco.
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No total, no ano passado, pouco menos de 40 mil pessoas chegaram em pequenas embarcações; os números mais altos foram em 2022, quando 45.755 pessoas chegaram por esses meios.
O governo não estabeleceu uma meta de números, mas o primeiro-ministro prometeu que o saldo da migração cairá &quot;significativamente&quot;.
As mudanças que serão detalhas ainda nesta segunda-feira &quot;finalmente retomarão o controle de nossas fronteiras&quot;, disse o premiê.
Ele disse também que, sem controles de imigração, o Reino Unido corre o risco de se tornar uma &quot;ilha de estranhos, não uma nação que caminha unida&quot;.
Starmer disse que está tendo que &quot;limpar a bagunça&quot; depois que o saldo da imigração quadruplicou sob o governo conservador anterior.
O que se sabe das restrições de imigração do governo do Reino Unido?
Os requisitos para solicitar um visto de trabalhador qualificado voltarão a ser rigorosos, revertendo as mudanças feitas durante o governo de Boris Johnson.
Isso significa que os novos candidatos geralmente precisarão de uma qualificação de nível superior.
Requisitos de qualificação mais baixos permanecerão para setores que enfrentam escassez de longo prazo ou aqueles considerados essenciais para a estratégia industrial do governo.
Ao mesmo tempo, o governo afirma que deseja expandir a elegibilidade para o visto existente de &quot;indivíduo de alto potencial&quot;, dobrando o número de universidades nas quais os candidatos podem obter um diploma qualificado.
As vagas em um programa para estagiários de pesquisa também aumentarão, e os ministros afirmam que querem facilitar a vinda de &quot;talentos científicos e de design de ponta&quot; para o Reino Unido usando o visto de talento global.
Os imigrantes normalmente terão que residir no Reino Unido por 10 anos antes de poderem solicitar o direito de permanência indefinida – o dobro do período atual de cinco anos.
Haverá um caminho mais rápido para pessoas &quot;altamente qualificadas e com alta contribuição&quot; com determinados empregos — cujos detalhes serão definidos após consulta.
O período de cinco anos também será mantido para dependentes estrangeiros de cidadãos britânicos.
Reações
O líder do partido da direita radical Reform UK, Nigel Farage, acusou Keir Starmer de fazer promessas que &quot;não conseguirá cumprir&quot;. O combate à imigração é uma das principais bandeiras do Reform UK, partido que obteve vitórias expressivas em diversas eleições locais realizadas neste mês no Reino Unido.
Pouco antes de o primeiro-ministro fazer seu pronunciamento, Farage disse: &quot;No dia da grande reação de Keir Starmer contra o Reform UK, 250 jovens já estavam cruzando o Canal da Mancha às 8h. Quantos são terroristas iranianos?&quot;
A BBC não conseguiu verificar essa alegação feita por Farage. O anúncio de Starmer desta segunda-feira se concentrou em migração legal, e não sobre travessias de barcos.
Já a organização beneficente Care4Calais, que presta ajuda humanitária no norte da França e no Reino Unido, acusou o primeiro-ministro de &quot;jogar lenha na fogueira  como a extrema direita&quot; ao usar a expressão &quot;ilha de estranhos&quot; no debate sobre imigração.
O CEO da Care4Calais, Steve Smith, disse: &quot;Esta é uma linguagem perigosa para qualquer primeiro-ministro. Uma linguagem vergonhosa como esta só vai jogar mais lenha na fogueira como a extrema direita e corre o risco de novos protestos raciais que colocam em risco sobreviventes de horrores como guerra, tortura e escravidão moderna. Starmer precisa se desculpar.&quot;
A líder do Partido Conservador, Kemi Badenoch, afirma que o Partido Trabalhista de Starmer não acredita em fronteiras seguras.
&quot;Keir Starmer certa vez chamou todas as leis de imigração de racistas. Então, por que alguém acreditaria que ele realmente quer reduzir a imigração?&quot;, disse Badenoch.
Isso parece ser uma referência a uma resenha de livro que Starmer escreveu quando era advogado no final da década de 1980, na qual afirmou que o autor havia destacado a &quot;tendência racista que permeia todas as leis de imigração&quot;.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Brasil tem quatro novos restaurantes premiados pelo Guia Michelin 2025; veja quais</title>
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<description><![CDATA[      Do balcão japonês à fusão franco-brasileira, casas no Rio e em São Paulo conquistam reconhecimento internacional. Pratos dos restaurantes Oseille, Ryo Gastronomia e KANOE 
Divulgação/Guia Michelin
O Guia Michelin anunciou os quatro novos restaurantes brasileiros que passam a integrar sua prestigiada seleção em 2025. Dois estão no Rio de Janeiro e dois em São Paulo — cidades onde a premiação é aplicada no país.
O evento aconteceu nesta segunda-feira (12), no hotel Rosewood, na capital paulista. 
A seleção é realizada por inspetores internacionais, especializados e anônimos, que avaliam os restaurantes com base em critérios como qualidade dos ingredientes, harmonia dos sabores, domínio técnico e personalidade da cozinha.
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Conheça os novos restantes premiados.
Casa 201 – Rio de Janeiro
Casa 201
Divulgação/Guia Michelin
Localizada próxima ao Jardim Botânico, a Casa 201 ocupa um espaço inicialmente projetado para ser uma galeria de arte. O ambiente acolhedor dá nome à casa, comandada pelo chef João Paulo Frankenfeld. 
Formado na França e com passagem pelo renomado Le Cordon Bleu, Frankenfeld oferece um menu degustação sazonal que une ingredientes brasileiros a técnicas da culinária francesa.
KANOE – São Paulo
Restaurante KANOE
Divulgação/Guia Michelin
Com apenas nove lugares no balcão, o Kanoe oferece uma experiência intimista e sofisticada no bairro dos Jardins. O restaurante japonês tem clima de clube gastronômico e é liderado pelo chef Tadashi Shiraishi.
KANOE
Divulgação/Guia Michelin
Oseille – Rio de Janeiro
Oseille
Divulgação/Guia Michelin
No coração de Ipanema, o Oseille tem 16 lugares dispostos em um balcão em formato de “U” integrado com a cozinha, o que permite aos clientes acompanharem de perto o preparo dos pratos (veja na foto acima). 
Comandado pelo chef Thomas Troisgros, o restaurante aposta em um menu degustação que valoriza produtos nacionais com influências da culinária francesa.
Oseille
Divulgação/Guia Michelin
Ryo Gastronomia – São Paulo
Ryo Gastronomia
Divulgação/Guia Michelin
Localizado no Itaim, o Ryo Gastronomia une estética minimalista e filosofia japonesa de conexão com a natureza. O chef Edson Yamashita é conhecido pela precisão nos cortes e pela apresentação dos pratos, segundo o Guia.
O que é o Guia Michelin?
O guia foi criado em 1900 pela empresa francesa de pneus Michelin como uma forma de incentivar as pessoas a pegarem a estrada.
Ele também foi planejado para ajudar motoristas com informações úteis para viagens, como locais para trocar pneus, abastecer o carro, se hospedar e, claro, onde comer.
As estrelas do Guia Michelin foram adotadas em 1926, inicialmente para destacar estabelecimentos com apenas uma estrela. A partir de 1931, ele ganhou o critério de zero a três estrelas.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Novo parque da Disney nos Emirados Árabes: como será a atração</title>
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<description><![CDATA[      Esse será o sétimo parque da companhia, mas o primeiro localizado no Oriente Médio.  O parque temático da Disney em Abu Dhabi será o sétimo resort da companhia
Walt Disney Company and Miral
A Disney anunciou planos para abrir seu primeiro parque temático no Oriente Médio. 
O resort será construído na ilha de Yas, em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, por meio de uma parceria entre a Disney e a empresa local de lazer e entretenimento Miral.
A Disney já tem seis parques temáticos espalhados por América do Norte, Europa e Ásia. O mais recente deles foi aberto em 2016 em Xangai, na China. 
A empresa Miral é responsável pelo desenvolvimento da ilha de Yas como um destino turístico e já opera os parques SeaWorld e Warner Bros. World, onde está sendo construído um parque temático do Harry Potter. 
CEO da Disney disse que parque será &#039;autenticamente Disney e distintamente emiradense&#039;
Walt Disney Company and Miral
No comunicado sobre o novo empreendimento, a Disney afirmou que os Emirados Árabes estão localizados a apenas quatro horas de voo de um terço da população mundial, fazendo do local um &quot;importante portal para o turismo&quot;. 
E adicionou que 120 milhões de pessoas passam por Abu Dhabi e Dubai todo ano, fazendo dos Emirados o maior hub de viagens aéreas do mundo.
A ilha de Yas, com 25 quilômetros quadrados, fica a 20 minutos do centro de Abu Dhabi e a 50 minutos de Dubai.
O CEO da Disney, Robert Iger, descreveu os planos para a construção do novo parque como um momento &quot;emocionante&quot; para a companhia e disse que a Disneylândia em Abu Dhabi será &quot;autenticamente Disney e distintamente emiradense&quot;.
Ilha de Yas, em Abu Dhabi, onde será construído o parque da Disney
Getty Images
O primeiro parque temático da Disney foi aberto em Anaheim, na Califórnia, em 1955. Depois disso, foi aberto o parque em Orlando, na Flórida, em 1971. 
A expansão internacional começou em 1983, com um parque em Tóquio, no Japão, e depois em Paris, na França, em 1992. Então vieram Hong Kong, em 2005, e mais recentemente Xangai, em 2016.
&quot;Esse destino inovador representa uma nova fronteira no desenvolvimento de parques temáticos&quot;, afirmou Josh D&#039;Amaro, presidente da Disney Experiences.
&#039;Mais avançado e interativo de todos&#039;
O novo resort da Disney oferecerá entretenimento da companhia, acomodações temáticas, &quot;experiências gastronômicas e de compras únicas&quot;. 
A ideia é unir o legado da Disney e essência futurista de Abu Dhabi.
Segundo Josh D&#039;Amaro, presidente da Disney Experiences, o parque nos Emirados Árabes &quot;será o mais avançado e interativo de todo o portfólio&quot;. 
&quot;A localização do parque é incrivelmente única, o que nos permitirá contar nossas histórias de forma totalmente nova. Será uma celebração do que é possível quando a criatividade e o progresso se unem.&quot;
Já o CEO da Miral, Mohamed Abdalla Al Zaabi, afirmou que trazer o parque temático da Disney para a região marca &quot;mais uma conquista na nossa jornada de tornar a ilha um destino global de entretenimento e lazer de excelência&quot;. 
Ele acrescentou que o empreendimento vai &quot;impulsionar o crescimento econômico sustentável de Abu Dhabi e região&quot;.
SeaWorld já opera na ilha que receberá primeiro resort da Disney no Oriente Médio
Getty Images
&#039;Disney está se sentindo confiante&#039;
Também nesta quarta-feira (07/05), a Disney anunciou que teve resultados melhores do que o esperado nos primeiros três meses de 2025, com uma alta de 7% no lucro, que chegou a $23,6 bilhões (cerca de R$ 135 bilhões na cotação atual).
O serviço de streaming Disney+ ganhou 1,4 milhões assinantes, contrariando a expectativa da própria empresa, que previa um leve declínio de assinaturas devido ao aumento do preço. 
O público também aumentou nos parques dos Estados Unidos, com visitantes gastando mais, e houve um crescimento nas reservas de cruzeiros após o lançamento do novo navio &#039;Disney Treasure&#039;. 
&quot;Apesar das dúvidas quanto à incerteza macroeconômica ou à concorrência, eu estou animado com a força e na resiliência do nosso negócio&quot;, disse Iger. 
Dannie Hewson, chefe de análises financeiras da AJ Bell, disse que em uma época em que muitos negócios nos EUA estão &quot;preocupados com o potencial impacto das tarifas nos gastos dos consumidores, a Disney está se sentindo confiante&quot;.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
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<title>Milei endurece regras de imigração; estrangeiros terão de pagar saúde, e universidades podem começar a cobrar</title>
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<description><![CDATA[      Norma publicada por Milei, que deve ser transformada em decreto nos próximos dias, altera acesso de estrangeiros à saúde e à educação. Também prevê deportação de quem cometer crimes e impede entrada de condenados. Presidente da Argentina, Javier Milei, volta a ameaçar saída do Mercosul durante discurso de abertura do Parlamento argentino em 1º de março de 2025.
REUTERS/Matias Baglietto
O governo de Javier Milei, da Argentina, publicou nesta quarta-feira (14) um comunicado que deve ser transformado em decreto e restringe a entrada e permanência de estrangeiros no país. 
O decreto passa a vigorar assim que for publicado no Diário Oficial do país, o que não tem data certa, mas deve ocorrer nos próximos dias.
Com a nova norma, a utilização dos serviços públicos de saúde será cobrada de residentes transitórios, temporários e em situação irregular. Turistas também terão que apresentar um seguro médico ao entrar no país. 
Além disso, universidades públicas poderão cobrar mensalidades de estudantes estrangeiros. Leia aqui como as medidas impactarão os brasileiros.
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Decreto de Milei sobre imigração impacta brasileiros que viajam ou residem na Argentina
O decreto também impede a entrada de estrangeiros com condenações e determina a deportação daqueles que cometerem qualquer crime em território argentino
Segundo comunicado divulgado nas redes sociais pelo gabinete presidencial, as medidas têm como objetivo garantir que os recursos públicos sejam destinados aos contribuintes argentinos.
De acordo com o governo, apenas em 2024, o atendimento médico a estrangeiros em hospitais públicos gerou um gasto de cerca de 114 bilhões de pesos, o equivalente a R$ 57 milhões.
&quot;A Argentina, desde suas origens, sempre foi um país aberto ao mundo. No entanto, isso não pode dizer que os pagadores de impostos devam sofrer as consequências de estrangeiros que chegam unicamente para usar e abusar de recursos que não são seus. (...) As facilidades extremas que até essa data existiam para entrar na Argentina fizeram com que, nos últimos 20 anos, 1,7 milhões de estrangeiros imigrassem de forma irregular no nosso território&quot;, diz parte do texto.
&quot;Essa medida visa garantir a sustentabilidade do sistema público de saúde, para que deixe de ser um centro de benefício financiado pelos cidadãos argentinos&quot;, ressalta o comunicado.
Veja todas as medidas anunciadas:
Nenhum estrangeiro condenado poderá entrar no país, e aqueles que cometerem qualquer crime em território argentino serão deportados, independentemente da pena;
Será exigido o pagamento pelos serviços de saúde para residentes transitórios, temporários e irregulares, e será obrigatória a apresentação de um seguro médico no momento da entrada na Argentina;
Universidades nacionais estão autorizados a estabelecerem uma cobrança para cursos universitários voltados a residentes temporários, caso optem por isso;
A cidadania argentina só será concedida a quem tiver residido de forma contínua no país por pelo menos dois anos ou tenha realizado um investimento relevante para a Argentina;
Para residência permanente, será necessário comprovar meios de subsistência suficientes e ausência de antecedentes criminais.
Initial plugin text
Brasileiros afetados
Segundo levantamento do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, em 2023, mais de 90 mil brasileiros viviam na Argentina.
Desde que Javier Milei assumiu o governo e fez mudanças na economia, muitos estrangeiros vêm abandonando o país, que passou de barato a um dos mais caros da América Latina.
Em dezembro de 2024, a Argentina recebeu 581.600 turistas, sendo maioria destes (22,5%) proveniente do Brasil.
Por que a Argentina ficou mais cara para brasileiros?
Em agosto de 2024, brasileiros contaram à BBC News que haviam decidido deixar a Argentina devido à explosão do custo de vida. Um estudante que vivia por lá desde 2019, por exemplo, viu seu aluguel pular de R$ 300 para R$ 2 mil.
Em dezembro, o g1 mostrou que estudantes de medicina que haviam começado a fazer o curso nas universidades argentinas, estavam voltando ao Brasil para concluí-lo devido aos reajustes constantes no valor das mensalidades, ao aumento no curso de vida e às cobranças de aluguel em dólar. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
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<title>Vaticano é um país: Estado tem guarda de mais de 500 anos e nenhum pet; veja curiosidades</title>
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<description><![CDATA[      Vaticano tem a menor população do planeta e 30% dos cidadãos vaticanos residem em outros países. Vaticano
Foto de Kelly
Além de ser a casa dos papas e sede da Igreja Católica, o Vaticano conta com diversas curiosidades históricas, geográficas e culturais. Confira algumas a seguir. 
É o menor país do mundo - em extensão e população
O Vaticano é o menor Estado independente do planeta, tanto em extensão territorial quanto em número de habitantes, segundo dados da própria cidade-Estado.
Com apenas 44 hectares, mais de 400 mil metros quadrados, o território abriga 673 cidadãos com nacionalidade vaticana, dos quais 458 vivem dentro dos muros que delimitam parcialmente a área.
Um dado curioso é que cerca de 30% dos cidadãos vaticanos residem em outros países, em geral, por ocuparem cargos diplomáticos vinculados à Santa Sé, órgão central da Igreja Católica. 
Ao todo, incluindo não cidadãos, o Vaticano tem 882 moradores.
 Outra informação curiosa sobre a cidade-estado é que por lá não há animais de estimação.
g1 no Vaticano: Em dois passos, você sai da Itália e entra no Vaticano
É independente há menos de 100 anos
Menina ergue uma bandeira do Vaticano
Gabriel Bouys/AFP
O Vaticano se tornou oficialmente uma cidade-estado independente em 11 de fevereiro de 1929, com a assinatura do Tratado de Latrão. Firmado entre a Santa Sé e o governo italiano, o acordo reconheceu a plena soberania do Vaticano no direito internacional.
O objetivo era assegurar à Igreja Católica “independência absoluta e visível”, e garantir sua “soberania indiscutível também no cenário internacional”, conforme o site da cidade-estado.
Desde então, o Vaticano possui uma bandeira nacional. A bandeira é um estandarte bicolor em amarelo e branco, com as chaves cruzadas de São Pedro e a Tiara papal ao centro (veja na foto acima). 
Próximo a um cemitério
A história do Vaticano remonta à Roma Antiga, quando a palavra &quot;Vaticano&quot; se referia a uma área pantanosa na margem direita do Rio Tibre, em Roma. 
Na época, a área fora da cidade começou a ser urbanizada com vilas, incluindo os jardins de Agripina, mãe de Calígula, e um grande cemitério ao longo das principais vias, conhecido como necrópole.
Ao longo de uma estrada secundária, está o local de sepultamento de São Pedro, onde o imperador Constantino construiu uma grande basílica entre 324 e 326, substituída pela atual, erguida nos séculos XVI e XVII.
Basílica de São Pedro, Vaticano
Foto de C1 Superstar
A proximidade do túmulo de Pedro tornou o local como um dos mais importantes centros de peregrinação cristã ao longo de dois milênios.
Tem uma guarda de mais de 500 anos
A segurança do Papa e a proteção das entradas do Vaticano são responsabilidades da Pontifícia Guarda Suíça há mais de meio século.
Ela foi criada em 1506 pelo papa Júlio II, que contratou mercenários suíços, reconhecidos na época por suas habilidades.
A corporação também é conhecida por seu visual marcante. Os uniformes cerimoniais, com listras verticais vermelhas, azuis e amarelas (veja na foto abaixo), foram desenhados no início do século 20 por Jules Repond, então comandante da guarda.
Repond se inspirou nas obras do pintor renascentista Rafael Sanzio para criar o traje, cujas cores remetem à Casa de Médici — influente família italiana à qual pertenceu o papa Clemente VII.
Guarda Suíça Pontifícia
Foto de Daria Agafonova
Atualmente, 120 membros da Guarda residem dentro dos muros do menor Estado do mundo.
Saiba mais sobre a Guarda Suíça, que escolta papas há mais de 500 anos
Reconhecido como Patrimônio da Humanidade
Fila de fiéis para prestar homenagem ao papa Francisco na Basílica de São Pedro, no Vaticano
Reuters/Guglielmo Mangiapane
Declarado Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) em 1984, o Vaticano é reconhecido por sua importância histórica, artística e espiritual. 
Considerado uma criação exemplar das artes renascentista e barroca, o pequeno Estado abriga uma das maiores concentrações de obras-primas do mundo.
Entre seus tesouros estão a Biblioteca Apostólica Vaticana — a primeira da Europa aberta ao público — com manuscritos, livros raros, moedas e gravuras; os Museus Vaticanos, que guardam coleções inestimáveis, como a Capela Sistina, com os célebres afrescos de Michelangelo; e a imponente Basílica de São Pedro, o maior templo religioso do planeta.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
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<title>A história da famosa prisão de Alcatraz, que Trump mandou reabrir</title>
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<description><![CDATA[      O presidente dos EUA anunciou que está ordenando a reabertura e ampliação de Alcatraz, — outrora conhecida como uma das prisões mais severas dos EUA — serviria, segundo ele, como um &#039;símbolo da lei, da ordem e da justiça&#039;. Prisão de Alcatraz
Getty Images via BBC
Donald Trump anunciou que está ordenando a reabertura e ampliação de Alcatraz, a famosa e antiga prisão localizada em uma ilha próxima à Ponte Golden Gate, em San Francisco.
Em uma mensagem publicada no domingo em sua rede social, a Truth Social, o ex-presidente dos Estados Unidos afirmou que &quot;o país tem sido assolado por criminosos violentos, reincidentes e impiedosos&quot;.
A reabertura de Alcatraz — outrora conhecida como uma das prisões mais severas dos EUA — serviria, segundo ele, como um &quot;símbolo da lei, da ordem e da justiça&quot;.
Líderes do Partido Democrata disseram que a proposta &quot;não é séria&quot;. A prisão de segurança máxima, também conhecida como &quot;The Rock&quot; (&quot;A Rocha&quot;), foi fechada em 1963 e atualmente funciona como um ponto turístico de sucesso.
&quot;Hoje, estou instruindo o Departamento Federal de Prisões, juntamente com o Departamento de Justiça, o FBI e o Departamento de Segurança Interna, a reabrir uma Alcatraz substancialmente ampliada e reconstruída&quot;, escreveu Trump.
Segundo ele, a prisão abrigaria &quot;os criminosos mais impiedosos e violentos da América&quot;.
O presidente Trump tem enfrentado disputas com a Justiça devido à sua política de enviar supostos membros de gangues para uma prisão em El Salvador. 
Em março, ele enviou mais de 200 venezuelanos acusados de envolvimento com gangues para lá. Trump também já falou sobre a possibilidade de mandar &quot;criminosos nacionais&quot; para prisões estrangeiras.
Alcatraz foi inicialmente um forte de defesa naval, tendo sido reformado no início do século 20 para funcionar como prisão militar. O Departamento de Justiça assumiu o local na década de 1930 e passou a receber detentos do sistema prisional federal. 
Segundo o site do Departamento Federal de Prisões, Alcatraz foi fechada por ser cara demais para manter: operar a unidade custava quase três vezes mais do que qualquer outra prisão federal, principalmente devido à sua localização insular.
Transformar Alcatraz novamente em uma prisão funcional exigiria uma quantia enorme de dinheiro, disse o professor Gabriel Jack Chin, da Faculdade de Direito da Universidade da Califórnia em Davis, à BBC.
O sistema prisional federal atualmente opera com cerca de 25% a menos de presos em relação ao seu pico, e &quot;há muitas camas vazias&quot; nas prisões já existentes, afirmou Chin. &quot;Portanto, não está claro se há necessidade de uma nova prisão.&quot;
Alcatraz tem &quot;uma reputação de prisão severa&quot;, e Trump está tentando transmitir a mensagem de que sua administração será dura contra o crime, acrescentou o professor.
A ex-presidente da Câmara, Nancy Pelosi, democrata da Califórnia cujo distrito inclui Alcatraz, classificou a proposta como &quot;não séria&quot;. 
Já o senador estadual democrata por San Francisco, Scott Wiener, disse em uma postagem no Instagram que a ideia é &quot;profundamente desequilibrada&quot; e representa &quot;um ataque ao Estado de Direito&quot;.
Trump afirma que vai reabrir prisão de Alcatraz
A história de Alcatraz
Localizada em uma ilhota árida e rochosa no Pacífico Norte, a primeira fortificação de Alcatraz for construída por volta de 1850 e utilizada como uma prisão militar.
Mas a fama de Alcatraz se firmou nos anos em que esse rochedo em frente à baía de San Francisco, no norte da Califórnia, abrigou uma prisão federal de segurança máxima e serviu de lar forçado a alguns dos gângsteres mais temidos dos Estados Unidos.
Entre 1934 e 1963, &#039;&#039;A Rocha&#039;&#039;, a alcunha que Alcatraz ganhou, foi a prisão modelo em que eram detidos criminosos considerados demasiadamente perigosos para as prisões do continente.
Alcatraz viveu a sua fuga mais célebre 50 anos atrás, em parte porque nunca mais se soube o paradeiro dos três detentos que escaparam. E também porque, depois disso, o governo americano ordenou o fechamento da penitenciária. Mas a lenda construída em torno do local seguiu se alimentando de relatos orais e de filmes de Hollywood.
Autoridades locais avaliaram que o presídio fornecia segurança suficiente para frustrar qualquer tentativa de fuga. O argumento deles é de que seria impossível sobreviver na costa por causa das fortes correntes ou das baixas temperaturas das águas.
Em 1912, ali foi erguido o, à época, maior edifício de concreto armado em todo o mundo. Mas foi o ano de 1933 que selou a fama de Alcatraz como uma prisão diferente. 
Ela se converteu na &#039;&#039;prisão das prisões&#039;&#039;, como a chamou a agência americana de prisões. Na prática, isso significava que o local passaria a receber a população carcerária considerada demasiadamente indisciplinada para outros centros de detenção nos Estados Unidos.
Ela também serviu como modelo para o sistema de prisão chamado de 1 x 3, com um guarda designado para cada três detentos. Esse padrão logo passaria ser empregado em outras prisões federais. 
O primeiro guarda da prisão foi James Johnston, que considerava a penitenciária como um espaço de disciplina extrema, mais que um espaço de reabilitação e reinserção social dos detidos.
Sob a autoridade de Johnston, cada detido ganhou uma cela individual. A medida não se tratou de um luxo. O confinamento solitário era uma forma de evitar complôs e tentativas de fuga.
A mais severa regra em vigor, segundo relataram detentos, era ter de manter silêncio extremo. Os presidiários só podiam conversar durante os recreios dos finais de semana. E os que demonstravam uma conduta considerada inapropriada eram enviados ao chamado &#039;&#039;buraco&#039;&#039;, um espaço subterrâneo em que os punidos chegavam a ficar confinados por semanas inteiras.
Detentos famosos
De acordo com agência americana de prisões, a população carcerária de Alcatraz se manteve sempre abaixo da capacidade máxima do recinto. Em média, ela abrigou entre 260 e 275 prisioneiros, representando apenas 1% do total de presos em cárceres federais. Mas foram os personagens atrás das grades que ajudaram a consolidar a lenda de Alcatraz, sobretudo figuras de destaque do crime organizado na época da Grande Depressão no país.
O mais famoso foi sem dúvida o mafioso Al Capone, líder de uma organização contrabandista com base em Chicago. Ele foi enviado ao presídio porque, segundo as autoridades americanas, sua reclusão anterior, em Atlanta, não o havia impedido de continuar comandando a máfia.
O mafioso ficou em Alcatraz por pouco mais de quatro anos, até ser diagnosticado com sífilis e transferido para outra prisão.
Outro detento que ficou conhecido é Alvin Karpowicz, apelidado como &quot;Creepy Karpis&quot;, que liderou o ranking dos &quot;mais procurados&quot; do FBI nos anos 1930 e tornou-se o preso com a mais longa estadia na ilha: 25 anos e um mês.
Também passaram pelo local o gângster George &quot;Machine Gun&quot; Kelly Barnes e Rafael Cancel Miranda, membro do Partido Nacionalista de Puerto Rico e responsável por um ataque armado contra o Congresso americano nos anos 1950.
Fugas frustradas
Nem os mais sofisticados mecanismos de segurança da época foram suficientes para impedir que alguns detentos tentassem fugir. A administração do presídio contabilizou 14 tentativas de fuga envolvendo 36 pessoas durante mais de 30 anos. Destes, 23 foram recapturados, seis morreram baleados durante a fuga e outros dois afogados.
Cinco deles, no entanto, jamais foram reencontrados e passaram a integrar uma lista de &quot;desaparecidos&quot;.
A primeira tentativa de fuga ocorreu ainda em 1936, só dois anos após a inauguração da penitenciária. Jow Bowers escalou o muro de segurança mas acabou sendo baleado. Em 1945, John Giles chegou a sequestrar um barco militar e chegar ao continente, mas foi detido novamente.
Os últimos a tentarem fugir foram Frank Morris, Clarence Anglin e Jogn Anglin, em 1962, e John Scott e Darl Parker, no mesmo ano. A prisão foi desativada pouco depois.
A Alcatraz de Hollywood
O filme A Rocha, de 1996, trouxe Nicholas Cage e Sean Connery como astros principais e mais uma vez destacou a prisão cuja fama e imagem foram tradicionalmente alimentadas por Hollywood ao longo do século 20.
Historiadores e documentaristas, no entanto, dizem que o retrato hollywoodiano da ilha nem sempre foi fiel à realidade.
&quot;Alcatraz não foi a &#039;prisão maldita&#039; dos Estados Unidos, como muitos filmes e livros a caracterizaram. Na verdade muitos presidiários consideravam que as condições de vida, como as celas individuais, eram superiores às de outras prisões federais no país&quot;, diz um porta-voz da agência americana de penitenciárias.
Outro filme famoso sobre a ilha é Fuga de Alcatraz, de 1979, protagonizado por Clint Eastwood e tendo como foco a última tentativa de escape do local, de Frank Morris e os irmãos Anglin.
Neste ano foi lançada também uma série de TV de nome Alcatraz, mas logo após sua primeira temporada acabou sendo cancelada.
Fora de funcionamento
Além das tentativas de fuga, outro fator contribuiu para o fechamento do presídio de segurança máxima: seus altos custos de manutenção.
Em 1963 o Departamento de Justiça americano avaliou que era necessário um investimento de US$ 5 milhões (um valor que hoje corresponderia a cerca de R$ 25,5 mihões) para reparar as estruturas danificadas pelo salitre.
Após seu fechamento oficial como presídio, no entanto, o local foi tomado por indígenas da organização &quot;Aborígenes de todas as tribos&quot;. O objetivo era criar uma escola e um centro cultural na ilha que, segundo eles, tinha sido entregue pelo governo a chefes tribais no século 19.
O projeto encontrou muitas dificuldades e não teve continuidade.
Atualmente a ilha de Alcatraz é um dos pontos mais visitados de São Francisco, com cerca de 1,3 milhão de turistas por ano, e serve também de ponto de partida para uma competição anual de triatlo, &quot;Fuga de Alcatraz&quot;, em que centenas de atletas provam que, com treinamento e equipamento apropriados, é possível sair da ilha e chegar são e salvo à terra firme.
*Com informações de reportagens de Gabriela Pomeroy, da BBC News, e Valeria Perasso, da BBC Mundo ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
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<title>8 dos lugares mais coloridos do mundo</title>
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<description><![CDATA[      O que aconteceria se todos os moradores de um local se reunissem para pintar suas casas de cores chamativas, pois estes lugares existem – e a BBC selecionou alguns deles. BBC - A rua Aldama em San Miguel de Allende, na região central do México, foi indicada pela revista Architectural Digest como uma das mais belas do mundo
BBC - Getty Images
Como fazer esta seleção?
De bairros a povoados ou grandes cidades, existem tantos lugares pintados com belas cores espalhados pelo mundo que é um prazer mostrar alguns deles. Mas excluir outros traz um certo mal-estar.
Um destes locais irresistíveis está no alto desta reportagem: San Miguel de Allende, na região central do México.
Seu nome sintetiza sua história. A cidade foi o primeiro assentamento da Coroa espanhola no que hoje é o Estado mexicano de Guanajuato. Ela recebeu o nome do seu fundador, o monge franciscano Juan de San Miguel.
O nome Allende foi acrescentado em 1826, em homenagem a Ignacio Allende (1769-1811), herói da revolução contra a Espanha, nascido na cidade.
Viajantes indicam os 10 lugares mais românticos do mundo
Suas igrejas e inúmeras construções coloniais transformaram San Miguel de Allende em monumento histórico nacional do México. E, em 2008, a Unesco declarou a cidade como Patrimônio da Humanidade.
A revista Condé Nast Traveler já declarou San Miguel de Allende como a &quot;Melhor Cidade Pequena do Mundo&quot;, em diversas ocasiões.
Mas, para nós, a questão são suas cores. No centro histórico, é quase impossível olhar para algum lado sem encontrar uma paleta vibrante e maravilhosa.
Fachadas pintadas predominantemente em tons quentes e terrosos, como vermelho, rosa, amarelo, laranja e terracota, adornam suas ruas e praças pavimentadas com pedras.
BBC - Detalhe de San Miguel de Allende, no México
BBC - Getty Images
Aqui estão outros locais espalhados pelo mundo, conhecidos pelas cores vibrantes das suas construções.
Guatapé, Colômbia
BBC - Os moradores de Guatapé coloriram a cidade e desenham sua história nas paredes
BBC - Getty Images
Com suas ruas serpenteantes e suas casas pintadas em tons alegres e padrões caleidoscópios, Guatapé é um lugar encantador. Tanto é verdade que a cidade foi um dos locais da Colômbia que inspiraram os desenhistas da Disney para criar a estética da animação Encanto (2021).
Situada nos Andes Ocidentais colombianos, seu nome significa &quot;pedra elevada&quot;, em quéchua. Trata-se de uma referência à Pedra do Peñol, um monólito de 220 metros que se eleva nas proximidades.
Desde o início do século 20, seus moradores decidiram não só deixar a cidade repleta de cores, mas também contar a sua história, representar sua cultura e mostrar sua natureza.
Por isso, a base das fachadas das casas foi preenchida com ilustrações de animais, flores, frutas, paisagens e cenas cotidianas.
BBC - Pinturas e artefatos coloridos ao longo de uma escada em Guatapé, na Colômbia
BBC - Getty Images
Valparaíso, Chile
BBC - Em Valparaíso, as cores tomaram conta da cidade
BBC - Getty Images
Conhecida como a Joia do Pacífico, Valparaíso, no litoral do Chile, é uma cidade portuária que se desvanece no intenso mar azul.
Seu centro histórico, com ruas pavimentadas com pedras e casas pintadas de cores vivas, foi declarado Patrimônio da Humanidade pela Unesco em 2003. Mas as cores adornam toda a cidade, incluindo seus 45 morros.
Para percorrê-la, é preciso subir e descer as encostas, muitas vezes cobertas pela imaginação caprichosa de inúmeros artistas de rua.
Mais do que um lugar repleto de grafites, costuma-se dizer que Valparaíso é uma ampla galeria ao livre, com obras de arte que refletem a cultura chilena em um arco-íris de inúmeras cores.
A arte conquistou aos poucos a cidade e seus habitantes. No início, os moradores apagavam as obras das paredes e os artistas voltavam a pintar.
Mas, com o passar do tempo, as criações começaram a ser valorizadas. Os donos das telas de concreto começaram a oferecer suas paredes e até pagar aos artistas mais destacados pela decoração.
BBC - Escadas usadas como telas pelos artistas em Valparaíso, no Chile
BBC - Getty Images
La Boca, Buenos Aires, Argentina
BBC - Escadas usadas como telas pelos artistas em Valparaíso, no Chile
BBC - Getty Images
A história da Boca começou a ser escrita com a fundação da capital argentina, Buenos Aires, em 1536.
A região recebeu este nome porque fica no local onde o rio Riachuelo desemboca no rio da Prata, formando um porto natural.
Mas o capítulo das cores chegou no final do século 19, quando inúmeros imigrantes, em sua maioria de Gênova, na Itália, ali desembarcaram ao chegarem à Argentina.
Muitos deles se assentaram na região, construindo suas casas com a madeira e as chapas metálicas que tinham à mão. As moradias abrigavam muitas famílias e começaram a ser chamadas de conventillos (o equivalente a &quot;cortiços&quot;, em espanhol).
Conta-se que a explosão de cores que caracteriza este famoso bairro da capital argentina não foi intencional.
Sem muito dinheiro para decorar suas casas, os recém-chegados aproveitavam qualquer resto de tinta dos navios que chegavam ao porto.
Suas cores variadas e chamativas deram ao lugar uma marca muito particular que caiu no gosto das pessoas. Por isso, a ideia se mantém até hoje.
Kinsale, Irlanda
BBC - Kinsale, na Irlanda, parece uma cidade cenográfica
BBC - Getty Images
No condado de Cork, no sul da Irlanda, existe um lugar com um toque de fantasia.
Kinsale é uma pequena cidade litorânea com menos de 6 mil habitantes. Ela inclui ruínas históricas e excelentes restaurantes.
Mas o que mais chama a atenção no local, competindo com o azul do mar e o verde exuberante dos campos à sua volta, é sua rede de estreitas ruas medievais, rodeada de casas e lojas pintadas com as cores mais brilhantes.
Cestas e vasos de flores completam o lugar, que parece o cenário de um alegre conto de fadas.
BBC - As cores vibrantes das casas formam um belo contraste com o céu nublado de Kinsale.
BBC - Getty Images
Ilha de Burano, Itália
BBC - Burano é famosa pelos seus bordados e pelas cores das suas casas
BBC - Getty Images
Burano é composta por quatro ilhas menores, separadas por três canais e unidas por diversas pontes. Ela fica na lagoa de Veneza, na Itália.
Em comparação com a atmosfera melancólica da vizinha cidade de Veneza, Burano é um carnaval permanente. Suas casas resplandecem com suas cores intensas.
Seguindo um costume de décadas, seus moradores renovam a pintura a cada dois anos, para manter seus tons vibrantes.
Cada residência precisa ter uma cor diferente das vizinhas. Se alguém quiser pintar sua casa do mesmo tom ou mudar de cor, deve obter primeiramente a aprovação da prefeitura local.
E, a mais de 700 km dali, fica outro lugar na mesma sintonia.
BBC - Casas tradicionais espetaculares enfeitam as margens do rio Lauch na Pequena Veneza, na França
BBC - Getty Images
Conhecida como Petite Venise (a Pequena Veneza da França), o canal do rio Lauch na cidade de Colmar é um tesouro medieval da região francesa da Alsácia, perto da fronteira com a Alemanha.
As intrincadas estruturas de madeira típicas da arquitetura da região se destacam pelas suas cores... muitas cores!
As casas e as pontes também são adornadas com flores e plantas de cores vibrantes.
Bo-Kaap, Cidade do Cabo, África do Sul
BBC - A região de Bo-Kaap já foi conhecida como o bairro malaio da Cidade do Cabo
BBC - Getty Images
Bo-Kaap é um dos bairros residenciais mais antigos da Cidade do Cabo, na África do Sul. Ele data de meados do século 18, quando as tribos aborígenes da cidade resistiram à escravidão holandesa.
Os colonos se viram obrigados a trazer pessoas escravizadas da Malásia e da Indonésia. Elas eram alojadas em casas alugadas em Bo-Kaap, fazendo com que o local ficasse conhecido como Bairro Malaio.
Originalmente, todas as fachadas das moradias eram brancas. Mas, depois da abolição da escravatura no país, em 1834, os antigos escravizados passaram a ser  proprietários.
Eles pintaram as casas com tintas coloridas, em tons pastéis e brilhantes, para expressar sua libertação e independência.
BBC - As cores da libertação
BBC - Getty Images
Kampung Pelangi, Indonésia
BBC - Uma camada de tinta embeleza uma região marginalizada
BBC - Getty Images
Kampung Pelangi, na Indonésia, também é conhecida como Aldeia Arco-Íris. Ela fica ao sul da cidade de Semarang, no centro da ilha de Java.
Antes, a aldeia se chamava Gunung Brintik. Era um bairro marginalizado e desorganizado, com cerca de 325 casas com descuidadas paredes vermelhas, onde cresciam plantas silvestres.
Mas, em 2017, o local mudou de nome e de aparência.
Isso foi possível graças a um projeto criado após o término do plano de melhoria de um mercado de flores em frente à aldeia.
As autoridades esperavam que o local se transformasse em um novo destino turístico. Mas elas perceberam que a aldeia não estava à altura do mercado.
Por isso, o governo indonésio sugeriu aos moradores pintar suas ruas e casas precárias com tintas coloridas.
Com isso, aquele povoado anônimo passou a marcar presença nas redes sociais da Indonésia e de outros países. ]]></description>
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<description><![CDATA[      Detenção aconteceu após as jovens, de 18 e 19 anos, não mostrarem reserva de estadia. Elas foram acusadas de terem a intenção de trabalhar no país — o que negam. Charlotte Pohl, de 19 anos , e Maria Lepère, de 18.
Reprodução/YouTube
O mochilão de duas jovens alemãs pelo Pacífico terminou abruptamente no Havaí com detenção e deportação, após elas não mostrarem reserva de alojamento. Outros casos já levaram Berlim, capital da Alemanha, a emitir alerta sobre viagens aos EUA.
Charlotte Pohl e Maria Lepère, de 19 e 18 anos, respectivamente, chegaram à capital do estado americano do Havaí, Honolulu, em 19 de março, sem reservas de hotel para uma estada planejada de cinco semanas. 
Elas tinham sido aprovadas pelo Sistema Eletrônico de Autorização de Viagem (Esta), o qual, no entanto, não garante a entrada no país. 
👉 Viagem aos EUA: o que ter em mãos e como responder às perguntas dos agentes de imigração?
O Esta é necessário para cidadãos de países como a Alemanha, que podem entrar nos EUA por até 90 dias sem visto. Não é o caso dos brasileiros sem nacionalidade americana, que sempre precisam de visto para entrar a turismo no país. 
Antes de seguir para os EUA, as duas mochileiras naturais de Rostock, no Leste alemão, haviam passado cinco semanas na Tailândia e outras tantas na Nova Zelândia, sem grandes planejamentos nem reservas, e pretendiam completar seu trajeto também &quot;espontaneamente&quot; na ilha americana.
Pohl e Lepère tinham uma certa noção &quot;do que está rolando nos EUA&quot; — ou seja, do endurecimento das normas de imigração imposto pelo governo de Donald Trump —, mas não acharam que fosse afetar também cidadãs alemãs: &quot;Isso foi talvez muito ingênuo&quot;, comenta Lepère.
Na versão da agência americana de Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP), contudo, ambas tinham a intenção de exercer trabalhos não permitidos por seus vistos. As jovens negaram isso à imprensa alemã.
&quot;Estas viajantes tiveram o ingresso negado após tentarem entrar nos EUA sob alegações falsas. Uma usou um visto de visitante, a outra o Programa de Isenção de Vistos (VWP)&quot;, declarou a comissária assistente da CBP Hilton Beckham. 
&quot;Ambas alegaram estarem viajando pela Califórnia, porém mais tarde admitiram que pretendiam trabalhar — algo estritamente proibido sob as leis de imigração americanas para esses vistos&quot;.
EUA vão negar vistos a estrangeiros que publicarem conteúdo &#039;antissemita&#039; nas redes sociais
&#039;Eles distorceram o que a gente disse&#039;
Após a detenção, elas foram algemadas e receberam uniformes verdes de prisioneiras, a fim de passar a noite numa central de deportação no Havaí, segundo o jornal alemão Kölner Stadt-Anzeiger. 
No dia seguinte, elas foram deportadas com a Hawaiian Airlines para Tóquio, onde receberam seus passaportes de volta.
&quot;Naquele momento, não sabíamos que era uma prisão&quot;, conta Pohl. &quot;Fomos examinadas com detectores de metal, nosso corpo todo foi escaneado, tivemos que ficar nuas na frente das policiais e ser revistadas.&quot; 
Entre suas companheiras de cárcere estavam autoras de crimes graves, até mesmo uma assassina presa há 18 anos.
Após uma noite numa cela dupla minúscula, com um colchão mofado e um buraco como sanitário, a viagem desde a capital do Japão até Rostock, via Catar e Frankfurt, durou três dias.
Dos documentos de viagem que lhes foram entregues, constavam as atas do interrogatório em Honolulu, e “lá estavam frases que a gente nunca disse”, acusa Pohl:
&quot;Eles distorceram as nossas palavras, como se a gente tivesse admitido que queria trabalhar ilegalmente nos EUA&quot;.
Citado pelo jornal Ostsee Zeitung em 10 de abril, o Ministério alemão do Exterior confirmou que o caso era do seu conhecimento.
&quot;Logo após o comunicado, nosso cônsul honorário em Honolulu e nosso consulado geral em San Francisco assumiram o apoio consular&quot;. No entanto, o órgão concluiu que a decisão final coube às autoridades americanas.
A experiência não parece ter abatido a vontade das duas jovens de partir para o próximo “mochilão” transatlântico. Ainda em abril, elas visitam o México, seguindo então para cinco semanas em Costa Rica, onde trabalharão num campo de surfistas. 
&quot;Isso a gente não vai deixar eles tirarem de nós&quot;, garante Lepère.
Alemães barrados
Em março, a Alemanha atualizou suas recomendações de viagens para os Estados Unidos para alertar seus cidadãos que um visto ou isenção de visto de entrada não garante o acesso ao país. 
Isso aconteceu após Washington reforçar os controles como parte do endurecimento da política migratória adotada do governo do presidente Donald Trump.
A recomendação foi emitida depois de três alemães serem barrados pelas autoridades americanas de fronteira, informou um porta-voz do Ministério alemão do Exterior.
Um dos casos envolveu uma mulher de 29 anos parada na fronteira entre os EUA e o México em janeiro. Amigos relataram que ela estava viajando com equipamento de tatuagem — que pode ter sido interpretado pelos funcionários da imigração como um sinal de que ela estava planejando trabalhar nos EUA. 
Segundo os relatos, ela passou três semanas detida, incluindo nove dias em confinamento solitário.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>De iate no Mediterrâneo a jatinho no Japão: quanto custam as experiências oferecidas pela &amp;apos;nata&amp;apos; do turismo</title>
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<description><![CDATA[      Clubes internacionais exclusivos, formados apenas por empresas, reúnem membros que oferecem pacotes de luxo que passam de R$ 1 milhão por semana. Confira. Quanto custam as experiências oferecidas pela &#039;nata&#039; do turismo?
Já imaginou alugar um iate para passar as férias com a família no Mediterrâneo por R$ 1,5 milhão por semana? Essa é uma das experiências oferecidas por empresas que integram os clubes considerados a elite do turismo de luxo mundial: o Serandipians e o Takumians.
Essas comunidades exclusivas são formadas por empresas do setor — nada de viajantes individuais. E a entrada só é possível por indicação (veja mais abaixo).
Entre os integrantes, estão agências de viagem e empresas especializadas em experiências e hospedagens. De hotéis-boutique e resorts de luxo a iates de filme, vilas privativas, jatinhos, trens-hotel e cruzeiros exclusivos. 
As agências de turismo não pagam para permanecer no clube, mas precisam manter um nível mínimo de engajamento, como realizar eventos periódicos. Já hotéis e empresas de hospitalidade devem pagar uma taxa anual, cujo valor pode variar, segundo a organização.
Brasil tem um hotel entre os 25 melhores do mundo; veja lista completa da TripAdvisor
Viagem aos EUA: o que ter em mãos e como responder às perguntas dos agentes de imigração?
Os icônicos hotéis Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, e Rosewood, em São Paulo, estão entre os representantes brasileiros. Veja algumas das experiências oferecidas pelos membros dessas redes:
🛥️ Iate de cinema na Grécia e na Turquia
Iate STARBURST III
Reprodução/neoyachting
Com duas jacuzzis, cinco cabines, espaço para 10 pessoas e até pista de corrida, o iate maltês STARBURST III está disponível para aluguel no verão europeu por cerca de €260 mil por semana (mais de R$ 1,5 milhão em 5 de maio). É um dos destaques da empresa Neo Yachting, membro da rede.
✈️ Voo privativo no Japão
Jatinho da Pioneer Ace Airlines
Reprodução/Traveller Made
A Pioneer Ace Airlines, operadora aérea japonesa, também faz parte do clube. Um voo de cerca de uma hora, com capacidade para quatro passageiros, entre Kansai e Yamagata, custa aproximadamente 1.644.500 ienes (cerca de R$ 65 mil, em 5 de maio), segundo o site oficial da empresa.
🚆 Trem dos sonhos: Paris a Istambul
Trem Venice Simplon-Orient-Express
Reprodução/Traveller Made
O icônico Venice Simplon-Orient-Express, da empresa Belmond, é um trem que parece saído de um filme antigo. É possível embarcar em uma das suas cabines de luxo para uma viagem de 5 noites de Paris (França) até Istambul (Turquia), a partir de £17.500 por pessoa (cerca de R$ 115 mil, em 5 de maio).
🌊 Cruzeiro no Ártico
Navio World Explorer
Reprodução/Instagram
O World Explorer é um navio que leva viajantes para expedições nos polos da Terra — como um “safári de pinguins” de 18 dias no Ártico. 
Para curtir a viagem em uma suíte de luxo, um viajante solo pode ter que desembolsar até US$ 60 mil (quase R$ 350 mil, em 5 de maio de 2025). As rotas são organizadas pela Quark Expeditions.
De onde vêm esses clubes (e esses nomes diferentões)?
O Serandipians e o Takumians nasceram da rede francesa Traveller Made, criada em 2013 com a união de 47 agências europeias de viagens de luxo.
Em 2023, nos 10 anos da marca, ela foi rebatizada como Serandipians — termo inspirado em “serendipidade” — descobertas felizes e inesperadas.
Já o Takumians foi criado em 2024 para acolher novos membros. Como o Serandipians tem um limite de 600 agências, surgiu essa “irmã mais nova” da rede com os mesmos valores. O nome vem de “Takumi”, termo japonês que remete à excelência artesanal e à atenção absoluta aos detalhes.
Hoje, as duas redes somam mais de 650 agências em 71 países — além de centenas de parceiros de peso no setor.
O Brasil participa com 44 agências (30 Serandipians e 14 Takumians) e 12 hotéis de luxo.
Quer entrar no clube? Só com convite!
Iate STARBURST III
Reprodução/neoyachting
A entrada nas redes só é possível por indicação. Dois comitês internos identificam potenciais candidatos, que, se aprovados em uma primeira triagem, recebem um convite formal com um formulário de inscrição. Nele, é preciso detalhar operação, estrutura e estratégias de crescimento. 
Mas o processo não para aí. Depois disso, a candidatura passa por checagem de referências internas, avaliação da reputação e verificação do alinhamento com os valores da marca. Só então, se tudo estiver de acordo, a agência ou empresa é aceita.
Mesmo após a aprovação, a permanência não é garantida. Segundo os organizadores, os membros podem ser desligados caso deixem de refletir os valores da rede.
Veja mais:
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
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<title>Conheça os clubes do turismo de luxo formados por hotéis 5 estrelas, jatinhos privados e iates milionários</title>
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<description><![CDATA[      Serandipians e Takumians são comunidades internacionais que só aceitam agências de viagem, hotéis e empresas de serviços do setor — nada de viajantes individuais. Quanto custam as experiências oferecidas pela &#039;nata&#039; do turismo?
Imagine clubes de turismo tão exclusivos que só é possível entrar por convite — e, mesmo assim, ainda é necessário passar por uma seleção rigorosa. É o caso do Serandipians e do Takumians, comunidades internacionais que dizem reunir os principais representantes do turismo de luxo do mundo. 
Só empresas do setor podem se tornar membros dessas redes — nada de viajantes individuais ou curiosos.
Entre os integrantes, estão agências de viagem e empresas especializadas em experiências e hospedagens. De hotéis-boutique e resorts de luxo a iates de filme, vilas privativas, jatinhos, trens-hotel e cruzeiros exclusivos. 
Os icônicos hotéis Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, e Rosewood, em São Paulo, estão entre os representantes.
Agências de turismo não pagam para permanecer no clube, mas precisam manter um nível mínimo de engajamento, como realizar eventos periódicos. Já hotéis e empresas de hospitalidade devem pagar uma taxa anual, cujo valor pode variar, segundo a organização.
Mais do que uma rede de contatos, os clubes funcionam como selo de qualidade, explicam os responsáveis.
De onde vêm esses clubes (e esses nomes diferentões)?
O Serandipians e o Takumians nasceram da rede francesa Traveller Made, criada em 2013 com a união de 47 agências europeias de viagens de luxo.
Em 2023, nos 10 anos da marca, ela foi rebatizada como Serandipians — termo inspirado em “serendipidade” — descobertas felizes e inesperadas.
Já o Takumians surgiu em 2024 para acolher novos membros. Como o Serandipians tem um limite de 600 agências, surgiu essa “irmã mais nova” da rede com os mesmos valores.  O nome vem de “Takumi”, termo japonês que remete à excelência artesanal e à atenção absoluta aos detalhes.
Hoje, as duas redes somam mais de 650 agências em 71 países — além de centenas de parceiros de peso no setor.
O Brasil participa com 44 agências (30 Serandipians e 14 Takumians) e 12 hotéis de luxo.
Quer entrar no clube? Só com convite!
Trem Venice Simplon-Orient-Express; Iate STARBURST III e Jatinho da Pioneer Ace Airlines.
Reprodução/Traveller Made
O ingresso nas redes é feito por indicação. Dois comitês internos identificam potenciais candidatos, que, se aprovados em uma primeira triagem, recebem um convite formal com um formulário de inscrição. Nele, é preciso detalhar operação, estrutura e estratégias de crescimento. 
Mas o processo não para aí. Depois disso, a candidatura passa por checagem de referências internas, avaliação da reputação e verificação do alinhamento com os valores da marca. Só então, se tudo estiver de acordo, a agência ou empresa é aceita.
Mesmo após a aprovação, a permanência não é garantida. Segundo os organizadores, os membros podem ser desligados caso deixem de refletir os valores da rede.
Membros exclusivos — e seus valores
Entre os integrantes do Serandipians e Takumians estão empresas que oferecem experiências e hospedagens voltadas ao público de alto poder aquisitivo. Conheça alguns exemplos:
🌊 Cruzeiro no Ártico
Navio World Explorer
Reprodução/Instagram
O World Explorer é um navio que leva viajantes para expedições nos polos da Terra — como um “safári de pinguins” de 18 dias no Ártico. 
Para curtir a viagem em uma suíte de luxo, um viajante solo pode ter que desembolsar até US$ 60 mil (quase R$ 350 mil, em 5 de maio de 2025). As rotas são organizadas pela Quark Expeditions.
🚆 Trem dos sonhos: Paris a Istambul
Trem Venice Simplon-Orient-Express
Reprodução/Traveller Made
O icônico Venice Simplon-Orient-Express, da empresa Belmond, é um trem que parece saído de um filme antigo. É possível embarcar em uma das suas cabines de luxo para uma viagem de 5 noites de Paris (França) até Istambul (Turquia), por a partir de £17.500 por pessoa (cerca de R$ 115 mil, em 5 de maio).
🛥️ Iate de cinema na Grécia e na Turquia
Iate STARBURST III
Reprodução/neoyachting
O STARBURST III é outro membro de destaque do clube. Com duas jacuzzis, cinco cabines e espaço para 10 pessoas, o iate maltês está disponível para aluguel durante o verão europeu por cerca de €260 mil por semana (mais de R$ 1,5 milhão, em 5 de maio).
✈️ Voo privativo no Japão
Jatinho da Pioneer Ace Airlines
Reprodução/Traveller Made
A Pioneer Ace Airlines também faz parte do clube. Trata-se de uma operadora aérea japonesa que aluga jatinhos para viagens dentro do país.
Um voo de cerca de uma hora, com capacidade para quatro passageiros, entre a região de Kansai e Yamagata custa aproximadamente 1.644.500 ienes (cerca de R$ 65 mil, em 5 de maio), conforme o site oficial da empresa.
Veja mais:
Vaticano é um país: Estado tem guarda de mais de 500 anos e nenhum pet; veja curiosidades
Brasil tem um hotel entre os 25 melhores do mundo; veja lista completa da TripAdvisor
Conheça os lugares mais coloridos do mundo
Barraco no avião: entenda quando o passageiro pode ser expulso do voo ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>De diamantes e óvnis a águas cristalinas e cavernas: conheça histórias e belezas da Chapada Diamantina, na Bahia</title>
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<description><![CDATA[      O Globo Repórter desta sexta-feira (2) percorreu a região que fica no interior baiano e abrange centenas de municípios.  Edição de 02//05/2025
A Chapada Diamantina, na Bahia, é um lugar de intensa transformação geológica e histórica. Suas montanhas rochosas, que já estiveram no fundo do mar, são testemunhas de megaterremotos e vulcões ativos de uma época em que a raça humana ainda não existia.  
O Globo Repórter desta sexta-feira (2) mostrou belezas naturais e histórias fascinantes dessa região. Saiba mais abaixo.  
Do garimpo à preservação natural 
Cachoeira do Mosquito: Globo Repórter percorre lugares da Chapada Diamantina, na Bahia
A expedição começou pela Cachoeira do Mosquito, nomeada garimpeiros devido aos diamantes do tamanho de mosquitos encontrados na região. 
&quot;Não tem uma pedra daqui até Mucugê, que o garimpeiro não revirou, mudou de lugar. Era um trabalho monumental de alteração da natureza&quot;, afirma Roy Funch, ambientalista e fundador do Parque Nacional da Chapada Diamantina. 
Roy é um biólogo americano e vive em Lençóis, a cidade mais visitada da Chapada. Ele chegou na região nos anos 70 em busca de uma aventura tropical, se apaixonou pelo lugar à primeira vista. Nos anos 80, ele foi fundamental na criação do Parque Nacional da Chapada Diamantina, que hoje conta com centenas de trilhas, cachoeiras e montanhas exuberantes (veja no vídeo acima). 
Parque Nacional da Chapada Diamantina conta com trilhas, cachoeiras e montanhas exuberantes
Roy começou como guia por acaso, levando turistas pelas trilhas da Chapada. A partir daí, iniciou-se uma nova visão da serra, voltada para a preservação e interesse na natureza.
“Quando os primeiros turistas chegavam, iam no balcão e falavam: &#039;arranja um guia para a gente. E o rapaz falava: &#039;vai falar com o americano, Ele gosta de andar na serra&#039;. Eu saía com os turistas, a meninada da cidade seguia a gente para ver e perguntavam: &#039;o que é isso? o que está acontecendo?&#039;, aí eu explicava e, no final, o turista falava: &#039;gostei, que lugar bonito e toma o dinheiro&#039;&quot;, relata Roy. 
Turismo sustentável 
Moradores falam sobre turismo na Chapada Diamantina, na Bahia
A exploração do solo em busca de diamantes deixou a chapada em situação decadente. Um novo caminho começou a ser trilhado a partir dos anos 70: o turismo, que cresceu de forma lenta e orgânica, impulsionado pelos próprios moradores. 
Chiquinho, morador de Igatu, encontrou no turismo uma nova oportunidade. Ele se tornou guia e abriu um restaurante com a ex-esposa na Chapada. 
“Para mim, o maior tesouro de Igatu hoje é o turismo”, afirma.  
Objetos misteriosos no céu? 
Morador afirma ter vistos extraterrestes no céu de Igatu, na Chapada Diamantina
Além das belezas, o avistamento de objetos não identificados no céu de Igatu, também acabou atraindo turistas. O morador e guia de turismo da região, Chiquinho, afirma já ter visto seres extraterrestres tantas vezes que até perdeu as contas. 
Chiquinho: Ah, eu já vi várias vezes, eu não tenho nem ideia da quantidade.
Repórter: Já viu de perto? Como é que foi? 
Chiquinho: De perto, de pertinho assim, igual eu estou olhando para você, eles olhando para mim. A mesma coisa. 
Repórter: E o senhor não teve medo? 
Chiquinho: Medo para quê, moça? Eles não fazem nada a ninguém, não. 
O Globo Repórter acompanhou Chiquinho na observação do céu, no alto da serra, e algumas luzes apareceram, o que para ele, não causou nenhum espanto (veja no vídeo acima). 
Serra do Sincorá 
Serra do Sincorá, na Chapada Diamantina
Reprodução/TV Globo
A Serra do Sincorá, parte da vasta cordilheira da Serra do Espinhaço, atravessa Minas Gerais e Bahia, servindo como uma barreira natural para nuvens e ventos que vêm do mar. Esse santuário natural abrange três biomas brasileiros: Mata Atlântica, Cerrado e Caatinga. 
Gruta da Pratinha 
Gruta da Pratinha: conheça beleza natural com águas cristalinas na Chapada Diamantina
A Fazenda Pratinha, com suas águas cristalinas e cavernas, é um convite ao mergulho e à aventura. O local abriga a gruta da Pratinha, que dispõe de uma rica biodiversidade marinha e é um dos pontos turísticos mais impressionantes da Chapada. 
Repórter mergulha na Gruta da Pratinha
Reprodução/TV Globo
O Mosteiro de Jequitibá 
Globo Repórter conhece o Mosteiro de Jequitibá; VÍDEO
O Mosteiro de Jequitibá, da ordem cisterciense, oferece um refúgio de paz e silêncio. Os monges vivem na humildade, obediência e trabalho simples, seguindo os ensinamentos de São Bento. 
Mosteiro de Jequitibá
Reprodução/TV Globo
Confira as últimas reportagens do Globo Repórter: ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Brasil tem um hotel entre os 25 melhores do mundo; veja lista completa da TripAdvisor</title>
<link>https://asite.com.br/noticias/brasil-tem-um-hotel-entre-os-25-melhores-do-mundo-veja-lista-completa-da-tripadvisor</link>
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<description><![CDATA[      O Ritta Höppner, em Gramado (RS), foi o único a figurar na lista feita com base em avaliações positivas dos viajantes. 1º lugar ficou com hotel mexicano. Hotel Ritta Höppner, Gramado (RS)
TRIPADVISOR
O Brasil conquistou o 14º lugar na lista dos 25 Melhores Hotéis do Mundo, que é feito com base em avaliações de viajantes na plataforma TripAdvisor.
O único nacional a entrar no ranking foi o Hotel Ritta Höppner, em Gramado (RS). Fundado em 1958, o estabelecimento tem uma atmosfera de vilarejo, decoração de inspiração europeia e capela para casamentos.
Hotel Ritta Höppner, Gramado (RS)
TRIPADVISOR
O Hotel Secrets Akumal Riviera Maya, em Akumal (México), ficou no topo da lista. Com acesso direto à praia, o Secrets oferece atividades de mergulho e degustações de tequila.
O prêmio da TripAdvisor é concedido aos hotéis que recebem um grande volume de avaliações e opiniões positivas em um período de 12 meses. 
Veja abaixo o ranking completo dos 25 melhores hotéis.
1. Secrets Akumal Riviera Maya, Akumal, México
Secrets Akumal Riviera Maya, Akumal, México
TRIPADVISOR
2. Grandvrio Ocean Resort Danang, Dien Ban, Vietnã
Grandvrio Ocean Resort Danang, Dien Ban, Vietnã
Grandvrio Ocean Resort Danang
3. Gokulam Grand Turtle on the Beach, Kovalam, Índia
Gokulam Grand Turtle on the Beach, Kovalam, Índia
TRIPADVISOR
4. Romance Istambul Hotel, Istambul, Turquia
Romance Istanbul Hotel
Romance Istanbul Hotel
5. Bucuti &amp; Tara Beach Resort Aruba, Eagle Beach, Aruba
Bucuti &amp; Tara Beach Resort Aruba
Bucuti &amp; Tara Beach Resort Aruba
6. St. Ermin&#039;s Hotel, Autograph Collection, Londres, Reino Unido;
7. Hyatt Zilara Cap Cana,  Cap Cana, República Dominicana;
8. French Quarter Inn,  Charleston, Estados Unidos;
9. Chandys Windy Woods, Chithirapuram, Índia;
10. Siyam World Maldives, Dhigurah, Maldivas;
11. Secrets Maroma Beach Riviera Cancun, Playa Maroma, México;
12. La Siesta Classic Ma May Hotel, Hanói, Vietnã
13. Hotel Moments Budapest,  Budapeste, Hungria;
14. Hotel Ritta Höppner - Gramado (RS), Brasil
15. The Kayon Jungle Resort, Jacarta, Indonésia;
16. Hotel Vision Budapest, Budapeste, Hungria;
17. Ashley Tanah Abang, Jacarta, Indonésia;
18. Sani Beach, Sani, Grécia;
19. Steigenberger Coraya Beach, Marsa Alam, Egito;
20. Emerald Faarufushi Resort &amp; Spa, Faarufushi, Maldivas
21. Jaya House River Park, Siem Reap, Camboja;
22. Dinarobin Beachcomber,  Case Noyale, Ilhas Maurício;
23. Iberotel Makadi Beach, Makadi Bay, Egito;
24. Le Méridien Ile Maurice, Ilhas Maurício;
25. Hotel The Cliff Bay, Madeira, Portugal. ]]></description>
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
<dc:creator>redação</dc:creator>
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<title>Barraco no avião: entenda quando o passageiro pode ser expulso do voo</title>
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<description><![CDATA[      Agressor pode ser obrigado a desembarcar e ser banido da companhia aérea por um ano, segundo a legislação brasileira.  Confusão em avião termina com expulsos de voo em Guarulhos
Dois passageiros foram expulsos de um voo com destino a Nova York após causarem uma confusão a bordo na última quinta-feira (24). 
Segundo relatos, uma mulher brasileira se irritou com o atraso na decolagem do avião que partia do Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos (GRU) e, ao tentar entrar na cabine para questionar os pilotos, iniciou um tumulto. Veja no vídeo acima.
Esse foi mais um caso recente de conflitos que ocorreram durante voos no país. Em dezembro de 2024, o vídeo de uma mulher sendo filmada em um avião da Gol por não ceder seu lugar a uma criança que estava chorando viralizou nas redes sociais.
Outro caso aconteceu em julho de 2022, quando um voo da companhia Delta Air Lines que ia de São Paulo para Nova York teve que fazer um pouso não programado após um passageiro agredir uma comissária e outra pessoa a bordo.
Mas quais as possíveis consequências dos barracos dentro de voos? O agressor pode ser obrigado a desembarcar e até ser banido da companhia aérea por um ano. Entenda a seguir.
O que diz a legislação brasileira
Desde 2022, está em vigor a Lei 14.368, conhecida como a Lei do Voo Simples, que altera o Código Brasileiro de Aeronáutica e busca regulamentar as punições para passageiros indisciplinados. 
Veja penalidades previstas:
o passageiro pode ser proibido de comprar passagens na companhia aérea por 12 meses, caso tenha cometido um ato considerado gravíssimo;
quando a ocorrência acontecer antes do embarque, o passageiro pode ser impedido de entrar no avião;
o piloto pode decidir desembarcar o passageiro - mesmo que isso signifique pousar o avião em um aeroporto mais próximo - e acionar a Polícia Federal;
a companhia aérea e os demais passageiros também podem solicitar indenização em caso de prejuízos gerados por atraso de voo, desvio de rota e pouso não planejado, por exemplo;
na esfera criminal, os passageiros que causaram o tumulto podem ser enquadrados no artigo 261, de atentado contra a segurança de transporte marítimo, fluvial ou aéreo, mas isso só acontece em casos de terrorismo, como a tomada do avião, explica Nicole Villa, advogada especialista em aviação na Di Ciero Advogados.
As decisões de procedimentos durante o voo são tomadas pelo piloto, considerado o responsável pela segurança do voo e autoridade máxima pelo Código Brasileiro de Aeronáutica.
A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear) categoriza a gravidade do comportamento de passageiros indisciplinados da seguinte maneira:
Categoria 1: o comportamento afeta a segurança, higiene ou a boa ordem nos processos de check-in e embarque ou gera transtornos menores a bordo do avião, mas que podem ser controlados por um funcionário. Não há intervenção da polícia;
Categoria 2: afeta a segurança, higiene ou a boa ordem nos processos de check-in e embarque. Segundo a Abear, a atitude é considerada “desafiante”. Requer apoio do supervisor de aeroporto ou de segurança para conter o passageiro. No avião, ele não acata as instruções.
Categoria 3: afeta consideravelmente a segurança, higiene ou a ordem de outros passageiros. O comportamento é agressivo, incluindo agressão física ou ameaças.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
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<title>Vaticano tem guarda de mais de 500 anos e nenhum pet: veja curiosidades sobre a cidade&#45;estado casa do papa</title>
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<description><![CDATA[      Estado tem a menor população do planeta e 30% dos cidadãos vaticanos residem em outros países. Vaticano
Foto de Kelly
Além de ser a casa dos papas e sede da Igreja Católica, o Vaticano conta com diversas curiosidades históricas, geográficas e culturais. Confira algumas a seguir. 
É o menor país do mundo - em extensão e população
O Vaticano é o menor Estado independente do planeta, tanto em extensão territorial quanto em número de habitantes, segundo dados da própria cidade-Estado.
Com apenas 44 hectares, mais de 400 mil metros quadrados, o território abriga 673 cidadãos com nacionalidade vaticana, dos quais 458 vivem dentro dos muros que delimitam parcialmente a área.
Um dado curioso é que cerca de 30% dos cidadãos vaticanos residem em outros países, em geral, por ocuparem cargos diplomáticos vinculados à Santa Sé, órgão central da Igreja Católica. 
Ao todo, incluindo não cidadãos, o Vaticano tem 882 moradores.
 Outra informação curiosa sobre a cidade-estado é que por lá não há animais de estimação.
É independente há menos de 100 anos
Menina ergue uma bandeira do Vaticano
Gabriel Bouys/AFP
O Vaticano se tornou oficialmente uma cidade-estado independente em 11 de fevereiro de 1929, com a assinatura do Tratado de Latrão. Firmado entre a Santa Sé e o governo italiano, o acordo reconheceu a plena soberania do Vaticano no direito internacional.
O objetivo era assegurar à Igreja Católica “independência absoluta e visível”, e garantir sua “soberania indiscutível também no cenário internacional”, conforme o site da cidade-estado.
Desde então, o Vaticano possui uma bandeira nacional. A bandeira é um estandarte bicolor em amarelo e branco, com as chaves cruzadas de São Pedro e a Tiara papal ao centro (veja na foto acima). 
Próximo a um cemitério
A história do Vaticano remonta à Roma Antiga, quando a palavra &quot;Vaticano&quot; se referia a uma área pantanosa na margem direita do Rio Tibre, em Roma. 
Na época, a área fora da cidade começou a ser urbanizada com vilas, incluindo os jardins de Agripina, mãe de Calígula, e um grande cemitério ao longo das principais vias, conhecido como necrópole.
Ao longo de uma estrada secundária, está o local de sepultamento de São Pedro, onde o imperador Constantino construiu uma grande basílica entre 324 e 326, substituída pela atual, erguida nos séculos XVI e XVII.
Basílica de São Pedro, Vaticano
Foto de C1 Superstar
A proximidade do túmulo de Pedro tornou o local como um dos mais importantes centros de peregrinação cristã ao longo de dois milênios.
Tem uma guarda de mais de 500 anos
A segurança do Papa e a proteção das entradas do Vaticano são responsabilidades da Pontifícia Guarda Suíça há mais de meio século.
Ela foi criada em 1506 pelo papa Júlio II, que contratou mercenários suíços, reconhecidos na época por suas habilidades.
A corporação também é conhecida por seu visual marcante. Os uniformes cerimoniais, com listras verticais vermelhas, azuis e amarelas (veja na foto abaixo), foram desenhados no início do século 20 por Jules Repond, então comandante da guarda.
Repond se inspirou nas obras do pintor renascentista Rafael Sanzio para criar o traje, cujas cores remetem à Casa de Médici — influente família italiana à qual pertenceu o papa Clemente VII.
Guarda Suíça Pontifícia
Foto de Daria Agafonova
Atualmente, 120 membros da Guarda residem dentro dos muros do menor Estado do mundo.
Saiba mais sobre a Guarda Suíça, que escolta papas há mais de 500 anos
Reconhecido como Patrimônio da Humanidade
Fila de fiéis para prestar homenagem ao papa Francisco na Basílica de São Pedro, no Vaticano
Reuters/Guglielmo Mangiapane
Declarado Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) em 1984, o Vaticano é reconhecido por sua importância histórica, artística e espiritual. 
Considerado uma criação exemplar das artes renascentista e barroca, o pequeno Estado abriga uma das maiores concentrações de obras-primas do mundo.
Entre seus tesouros estão a Biblioteca Apostólica Vaticana — a primeira da Europa aberta ao público — com manuscritos, livros raros, moedas e gravuras; os Museus Vaticanos, que guardam coleções inestimáveis, como a Capela Sistina, com os célebres afrescos de Michelangelo; e a imponente Basílica de São Pedro, o maior templo religioso do planeta.
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<pubDate>Mon, 26 May 2025 18:31:26 -0300</pubDate>
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<title>Viagem aos EUA: o que ter em mãos e como responder às perguntas dos agentes de imigração?</title>
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<description><![CDATA[      Duas jovens alemãs foram detidas e deportadas dos Estados Unidos em março, após não apresentarem comprovantes de hospedagem às autoridades de imigração. O caso ocorre em meio ao endurecimento das políticas migratórias promovidas pelo governo Trump. Charlotte Pohl, de 19 anos , e Maria Lepère, de 18 anos, foram detidas e deportadas dos EUA. 
Reprodução/YouTube
Duas jovens alemãs — Charlotte Pohl, de 19 anos, e Maria Lepère, de 18 anos — foram barradas e deportadas dos Estados Unidos, em março, após não mostrarem comprovantes de hospedagem às autoridades de imigração. 
Esse caso não é isolado e acontece em meio a um endurecimento do combate à imigração ilegal, promovido por Donald Trump, presidente do país desde janeiro. 
Casos semelhantes têm se multiplicado. No mesmo mês, um cientista francês foi detido e impedido de entrar no país. Ao longo deste ano, outros três turistas alemães e um britânico também foram retidos na fronteira.
A situação levou governos europeus, como os da Alemanha e do Reino Unido, a emitirem alertas aos seus cidadãos sobre as dificuldades de entrada nos Estados Unidos.
Com o aumento das restrições, crescem também as dúvidas de turistas brasileiros sobre o processo de entrada no país e os cuidados necessários para evitar contratempos com a imigração. A seguir, veja respostas para algumas dessas questões.
Quem precisa tirar visto de turismo para entrar os EUA?
Todos os brasileiros que não têm nacionalidade americana e querem visitar os Estados Unidos a turismo são obrigados a tirar um visto com esse propósito. 
Essa autorização permite uma estadia de até 6 meses e é renovável por até 10 anos, segundo Renata Castro, advogada especializada em imigração. 
Ela destaca que o mesmo visto também pode ser usado por quem quer visitar os EUA por períodos curtos com outros objetivos, como: tratamentos médicos, eventos sociais e estudos não acadêmicos. 
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Mesmo com visto de turismo, posso ser barrado nos EUA?
Sim. O visto de turismo não garante a entrada no país, segundo o site do Departamento de Estado dos EUA. 
&quot;Os agentes do Departamento de Segurança Nacional e do Controle de Fronteira (CBP, em inglês) têm a autoridade para negar a entrada de pessoas no país&quot;, destaca o site oficial do órgão. 
Nesse sentido, Renata explica que o visto é um &#039;benefício&#039;, não um direito. 
&quot;O governo  dos EUA sempre pode negar a entrada de um estrangeiro no país&quot;, explica a especialista. &quot;Você pode cumprir todos os critérios, ter o visto aprovado e, ainda assim, ser barrado na imigração&quot;.
Ela destaca, inclusive, que os agentes da fronteira não precisam dar justificativas específicas para barrar turistas. &quot;Eles costumam citar motivos genéricos, como proteção nacional&quot;, exemplifica. 
Quais documentos devo ter em mãos no controle de fronteira?
Um dos principais motivos pelos quais agentes da imigração barram a entrada de estrangeiros com visto de turismo nos EUA é a suspeita de que a pessoa quer se fixar no país por mais tempo do que a autorização permite. 
Por isso, uma dica para evitar problemas na imigração, é ter sempre em mãos documentos que provem que a estadia será curta, orienta a advogada especializada em imigração. Confira os principais:
comprovante de passagens de volta;
reserva e extratos da estadia;
comprovantes do tratamento médico que será realizado e dos recursos necessários para pagar por ele (quando for o caso);
passaporte válido por pelo menos 6 meses (não precisa ser o mesmo que recebeu o visto).
➡️Dica extra: sempre leve esses comprovantes impressos para não depender do funcionamento ou da bateria do celular.  
O que o agente de imigração pode perguntar?
Não há como saber ao certo o que os funcionários que controlam a entrada de estrangeiros nos EUA vão perguntar. Eles podem não questionar nada ou perguntar, por exemplo, o motivo da visita ao país, segundo a especialista. 
Nesse caso, o importante é que o visitante mencione os mesmos objetivos de viagem citados ao solicitar o visto para não haver inconsistências, orienta Renata.
&quot;Se você falou que ia fazer uma viagem de férias durante o processo de solicitação do visto, responda a mesma coisa para o agente da fronteira&quot;, orienta. &quot;Ele pode checar se as justificativas batem&quot;. 
O agente da imigração pode inspecionar o meu celular e exigir a minha senha?
Sim. Os agentes da fronteira dos EUA podem revisar o celular, o computador, a câmera ou outros dispositivos eletrônicos do viajante, além de demandar o acesso a eles, segundo o site do governo americano.
&quot;A recusa pode significar a não entrada no país&quot;, alerta Renata. &quot;O mesmo acontece se a pessoa se negar a responder às perguntas&quot;.
Ela explica que os agentes costumam buscar no celular dos viajantes evidências de crimes ou da intenção de residir no país. Por exemplo, conversas com possíveis empregadores nos EUA ou posts em redes sociais perguntando sobre como é trabalhar em determinada área no país.
&quot;Eles costumam ler mensagens de WhatsApp&quot;, conta a especialista.
O que acontece se eu for barrado na imigração dos EUA?
Nesses casos, a pessoa pode ser incluída no próximo voo disponível de volta ao seu país de residência, segundo Renata. 
Ela explica que, até o momento de embarcar, a pessoa fica esperando na famosa &quot;salinha da imigração&quot;, uma área restrita do aeroporto, sem acesso às partes públicas.
&quot;Ela não tem muito como contestar algo&quot;, destaca. Não tem nenhuma lei que obrigue o governo a permitir a entrada de turistas no país&quot;.
A especialista explica também que a possibilidade de ligar para familiares, por exemplo, fica a critério dos oficiais de fronteira. “Não existe um direito nesse sentido”, justifica.
Meme &#039;Guiana Brasileira&#039; irrita portugueses nas redes sociais: &#039;Isso não é brincadeira&#039;
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